Ensinavam os Pais da Igreja a doutrina da Trindade ?

 

Ao abordar este tema este material que preparei mostra claramente e sem rodeios, como vários críticos das Testemunhas de Jeová reagem ao considerarem este assunto. (Para uma avaliação paralela e sobre outros “pais” leia também este artigo)

Ao invéz de lerem de modo objetivo os escritores que viveram do 2º século em diante, procuram fazer uma abordagem seletiva , tendenciosa e distorcida do assunto. Obviamente no esforço de tentar enlaçar a todos os que não se detem de modo cauteloso em sua pesquisa sobre o assunto.

Muitos apelam para títulos altissonantes de Doutores em Teologia ou Pastores, a fim de afirmarem o que não passa de repetição de equivocos teológicos grosseiros. São milhares destes na internet!

Observe o que certo crítico diz em sua página:

Para os TJs, a doutrina da Divindade de Cristo teria sido postulada oficialmente no Concíclio de Nicéia, que teria deturpado definitivamente o cristianismo primitivo”. (O GRIFO É MEU)

Antes de avaliarmos o que os Pais da Igreja realmente ensinavam, vamos aos fatos do que REALMENTE DIZEM AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ…

A Brochura  “Deve-se Crer na Trindade ? – É Jesus Cristo o Deus Todo Poderoso ? ” , publicada pelas Testemunhas de Jeová (TJ) , debaixo do tema “Como se desenvolveu a doutrina da Trindade” afirma :

“No entanto,nenhum dos bispos em Nicéia promoveu uma Trindade. Eles decidiram apenas a natureza de Jesus, mas não o papel do espírito santo.”

Ou seja,  as Testemunhas de  Jeová (TJ) afirmam que não foi definida nenhuma doutrina trinitária neste concílio apóstata. As TJ acreditam que Jesus é divino e jamais questionam sua divindade. Reconhecem que Jesus é um Deus ou divino, contudo não o Deus Todo Poderoso.

As TJ nesta brochura, alegam que a doutrina da trindade se desenvolveu no decorrer de muitos séculos até atingir a forma como é ensinada hoje.

Alguns, como o crítico do artigo mencionado em letras azuis acima, tem repetido que as TJ negam a divindade de Cristo. Uma avaliação  detida, revela porém, algo bem diferente do que dão a entender tais palavras precipitadas . A verdade é que o entendimento da palavra “Deus” (elohim), é muito mais amplo na mente de uma TJ. Elas entendem que “Juizes” designados por Deus são “deuses”, Moisés foi um “Deus /Elohim” Exôdo 7:1 e Jesus, muito mais ainda, visto que recebeu toda a autoridade de seu Pai. (Mateus 28:18.)

Nas Escrituras,a palavra “deus”pode significar”poderoso”ou “forte”. (Êxodo 12:12;Salmo 8:5; 2Coríntios 4:4) Antes de vir à terra,Jesus era”um deus”,ou’existia em forma de Deus’. Depois de sua ressurreição,ele voltou a uma posição ainda mais alta no céu. (João 1:1;Filipenses2:6-11) Os juízes em Israel eram chamados de “deuses” – certa vez pelo próprio Jesus.(Salmo 82:6;João 10:35) Jesus é o Juiz designado por Jeová, “destinado a julgar os vivos e os mortos”. (2 Timóteo 4:1;João 5:30) Obviamente,é bem apropriado que ele seja chamado de Deus Poderoso. É essencial que nunca percamos de vista a Jesus,a chave viva do conhecimento sobre Deus que conduz à vida eterna. As Testemunhas de Jeová esforçam-se em fazer exatamente isso e calorosamente exortam-no a juntar-se a elas em adorar a Deus “com espírito e verdade”. (João 4:24) Jesus disse: “O Pai está procurando a tais para o adorarem.” (João 4:23)

Para uma explicação correta do significado bíblico da palavra “Deus” (hebraico : Elohim) conforme ensinado nas escrituras e o VERDADEIRO MONOSTEÍSMO click aqui.

Em seguida este crítico cita alguns  escritores que viveram antes de Niceia:

“Segundo Eusébio de Cesaréia, Clemente teria sido Bispo de 92 d.C. à 101 em Roma, e por isso é  tradicionalmente chamado de Clemente de Roma… Em sua primeira carta, conhecida como 1 Clemente, lemos:

“Esta é a maneira, meus queridos amigos, pela qual encontramos nossa salvação, a saber, Jesus Cristo, o sumo sacerdote de nossas ofertas, o guardião e ajudador em nossas fraquezas. Por meio dele, olhamos firmemente para as alturas do céu, por meio dele, vemos como em espelho sua face perfeita e transcendente; por meio dele, os olhos de nosso coração foram aberto; por meio dele nossa mente, o Mestre desejou que provássemos do conhecimento imortal, pois ‘Ele, sendo o resplendor de sua majestade, é muito superior aos anjos, e o nome que herdou é muito mais excelente’ (cf. Hb.1.4)” (1Clem.36.1-2)

Alguns citam este e outros textos pré Nicéia como se isso fosse o ensino da Trindade!

As TJ não acham problema em chamar Jesus de Theós ou Deus. Algo que muitos pais pré Nicéia fizeram. Alguns quando chegam a ler nestes escritores pré Nicéia que Jesus é chamado de “Deus” (grego THEÓS ) concluem de modo teologicamente infantil que isto significa que Jesus é o próprio Deus Todo Poderoso! Muitos caem nesta armadilha. Jesus é chamado de Deus/deus. Mas algo bem diferente é dizer que Jesus é parte da trindade segundo o conceito moderno.

Paulo sob inspiração nos alertou em Colossenses 2:8:

Acautelai-vos: talvez haja alguém que vos leve embora como presa sua, por intermédio de filosofia e de vão engano, segundo a tradição de homens, segundo as coisas elementares do mundo e não segundo Cristo

Os escritores que viveram no período após a morte dos Apóstolos  não são uma referência apropriada para basearmos nossa doutrina. Misturam filosofia humana e doutrinas pagãs  elementares do mundo pagão, que gradualmente foram enxertadas numa forma de cristianismo apostatado.

O Apostolo Paulo já havia alertado sobre isso quando disse:

“Sei que depois de eu ter ido embora entrarão no meio de vós lobos opressivos e eles não tratarão o rebanho com ternura, 30 e dentre vós mesmos surgirão homens e falarão coisas deturpadas, para atrair a si os discípulos…” (Atos 20 :29)

Citar tais apostatas da era pós apostólica é uma predileção de muitos a fim de tentar “provar” que desde antes de Niceia já se ensinava a doutrina da Trindade.

Daniel o Profeta porém recebeu a orientação angélica de que o “verdadeiro conhecimento” surgiria no tempo “do fim” e não na era da apostasia pós apostólica.

Não seria uma época de crescimento no conhecimento da verdade mas sim de “escuridão” e “coisas deturpadas” como Paulo afirmou poucos anos antes!

Isso está em harmonia com o que o Profeta Daniel escreveu em Daniel 12:4:

E quanto a ti, ó Daniel, guarda em segredo as palavras e sela o livro até o tempo do fim. Muitos [o] percorrerão, e o [verdadeiro] conhecimento se tornará abundante.”

E no versículo 9 o anjo disse a Daniel:

“…Vai, Daniel, porque as palavras são guardadas em segredo e seladas até o tempo do fim. 10 Muitos se purificarão, e se embranquecerão, e serão refinados. E os iníquos certamente agirão iniquamente, e absolutamente nenhum iníquo entenderá; mas os perspicazes entenderão.”

Em Mateus 13: 18-30 Jesus conta a parábola do trigo e do joio. Nesta ele ilustra como seu ensino seria poluído por falsos instrutores. Os chamados pais da Igreja, instrutores que viveram a partir do 2º século e as principais Igrejas professamente cristãs de hoje são um exemplo perfeito de tal corrupção da verdade.

Ao citar Tertuliano a fim de apoiar a trindade, será que estes críticos acreditam assim como Tertuliano, que Jesus a princípio não era uma pessoa, mas “um pensamento e a razão” de Deus ?

Orígenes acreditava que possuíamos uma alma antes de vir a terra. Clemente acreditava que nós podemos nos tornar deuses.

O Dr. H. R. Boer, em sua obra A Short History of the Early Church (Breve História da Primitiva Igreja), comenta o objetivo principal do ensino dos apologistas:

Justino [o Mártir] ensinou que antes da criação do mundo, Deus estava sozinho e não existia nenhum Filho. . . . Quando Deus desejou criar o mundo, . . . gerou outro ser divino para criar o mundo para ele. Esse ser divino foi chamado . . . Filho, porque nasceu; foi chamado Logos, porque foi tomado da Razão ou Mente de Deus. . . “

“Justino e os outros apologistas, portanto, ensinavam que o Filho é uma criatura. Ele é uma criatura elevada, uma criatura suficientemente poderosa para criar o mundo, mas, não obstante, uma criatura. Na teologia, esta relação do Filho com o Pai se chama subordinacionismo. O Filho é subordinado, isto é, secundário ao Pai, dependente dele e causado por ele. Os apologistas eram subordinacionistas.”(O grifo é meu )  A Short History of the Early Church, de Harry R. Boer, 1976, página 110

Será que Justino era membro das Testemunhas de Jeová ?

A respeito do entendimento mais antigo sobre a relação do Filho com Deus, o Dr. Martin Werner, em sua obra The Formation of Christian Dogma (A Formação do Dogma Cristão), diz o seguinte:

“Essa relação foi entendida inequivocamente como de ‘subordinação’, i.e., no sentido de subordinação de Cristo a Deus. Toda vez que no Novo Testamento se considera a relação de Jesus com Deus, o Pai, . . . ela é imaginada e representada categoricamente como subordinação. E o mais decisivo subordinacionista do Novo Testamento, segundo o relato sinóptico, foi o próprio Jesus . . . Essa posição original, firme e manifesta como era, pôde ser mantida por muito tempo. ‘Todos os grandes teólogos pré-Nicéia representaram a subordinação do Logos a Deus”. The Formation of Christian Dogma, de Martin Werner, 1957, página 125

Concordando com isso, R. P. C. Hanson, na obra The Search for the Christian Doctrine of God (A Busca da Doutrina Cristã Sobre Deus), declara:

Não há teólogo na Igreja Oriental ou Ocidental antes da erupção [no quarto século] da Controvérsia Ariana que de algum modo não considere o Filho subordinado ao Pai.”  The Search for the Christian Doctrine of God, de R. P. C. Hanson, 1988, página 64

   O Dr. Alvan Lamson, em The Church of the First Three Centuries (A Igreja dos Primeiros Três Séculos), acrescenta este testemunho a respeito do ensino das autoridades eclesiásticas antes do Concílio de Nicéia (325 DC):

A inferioridade do Filho foi geralmente, se não de modo uniforme, afirmada pelos Pais Pré-Nicéia . . . Que eles consideravam o Filho distinto do Pai é evidente do fato de que afirmavam claramente a inferioridade dele. . . . Eles o consideravam separado e subordinado.”4

Ele também escreveu:

A moderna e popular doutrina da trindade…não deriva nenhum apoio da linguagem de Justino (o Martir), e esta observação estende-se a todos os Pais pré Nicéia, ou seja, a todos os escritores Cristãos, por três séculos após o nascimento de Cristo.É verdade que falam do Pai, do filho e do Espírito Santo, contudo, não como co-iguais, não como um em essência numérica, não como três em um, em nenhum sentido agora aceito pelos trinitários, o fato é o oposto.”

Da mesma forma, no livro Gods and the One God (Deuses e o Único Deus), Robert M. Grant diz o seguinte sobre os apologistas:

A cristologia das apologias, como a do Novo Testamento, é essencialmente subordinacionista. O Filho é sempre subordinado ao Pai, que é o único Deus do Velho Testamento. . . . O que encontramos nesses autores antigos, pois, não é uma doutrina da Trindade . . . Antes de Nicéia, a teologia cristã era quase universalmente subordinacionista.”5 ( O grifo é meu )

Aproveito para perguntar aos trinitaristas e que coincidentemente são em sua maioria ANTI TESTEMUNHAS DE JEOVÁ, por que distorcem tais declarações de Eruditos e pesquisadores imparciais a favor de suas visões teológicas ao ponto de afirmarem que os “Pais da Igreja” eram apoiadores de uma teologia trinitária digamos, “embrionária” ?

Irresponsabilidade é a palavra que me vem a mente quando me lembro da emoção e despreparo da maioria dos cultos Evangélicos que atrelam nestes cultos fervorosos doutrinas particulares da Cristandade Apóstata.

A Trindade supostamente cristã ensina que o Filho é igual a Deus, o Pai, em eternidade, poder, posição e sabedoria. Mas os apologistas diziam que o Filho não era igual a Deus, o Pai. Eles consideravam o Filho subordinado. Este não é o ensino da moderna doutrina da Trindade!

Tertuliano não ensinava a trindade segundo sua definição moderna e filosofava muito se distanciando das escrituras conforme os Apóstolos alertaram que fariam os que disseminariam a predita “Apostasia”.

Eles refletiam o ensino do primeiro século

Os apologistas e outros antigos Pais da Igreja refletiam em grande medida o que os cristãos do primeiro século ensinavam sobre a relação entre o Pai e o Filho. Note como isto é expresso no livro The Formation of Christian Dogma:

Na primitiva era cristã, não havia nenhum sinal de espécie alguma de problema ou controvérsia trinitária, como a que mais tarde produziu violentos conflitos na Igreja. A razão disso sem dúvida está em que, para o cristianismo primitivo, Cristo era . . . um ser do elevado mundo celestial de anjos, que foi criado e escolhido por Deus para a tarefa de trazer, no fim das eras, . . . o Reino de Deus.”6

Além disso, a respeito do ensino dos primitivos Pais da Igreja, The International Standard Bible Encyclopedia (Enciclopédia Internacional da Bíblia Padrão) admite:

No pensamento mais antigo da Igreja, a tendência, ao se falar sobre Deus, o Pai, é entender que Ele é primeiro, não como o Pai de Jesus Cristo, mas como a origem de todo ser. Assim, Deus, o Pai, é como que Deus por excelência. A Ele pertencem descrições tais como sem origem, imortal, imutável, inefável, invisível e incriado. Foi Ele quem fez todas as coisas, incluindo a própria matéria da criação, a partir do nada. . . .

Isto pode parecer sugerir que o Pai é o único devidamente Deus, e que o Filho e o Espírito o são apenas secundariamente. Muitas afirmações antigas parecem apoiar isto.”7

Embora esta enciclopédia passe a desacreditar essas verdades e a afirmar que a doutrina da Trindade era aceita naquela época antiga, os fatos negam essa afirmação. Considere as palavras do Cardeal John Henry Newman, famoso teólogo católico:

Admitamos que todo o círculo de doutrinas, das quais nosso Senhor é o tema, foi coerente e uniformemente confessado pela Primitiva Igreja . . . Mas certamente é diferente com a doutrina católica da Trindade. Não vejo em que sentido se pode dizer que há um consenso das primitivas [autoridades eclesiásticas] em seu favor . . .

Os Credos daquela época primeva não fazem menção . . . da [Trindade] de forma alguma. Fazem menção, sim, de um Três; mas quanto a existir algum mistério na doutrina, que os Três são Um, que Eles são co-iguais, co-eternos, todos incriados, todos onipotentes, todos incompreensíveis, não está declarado e jamais se poderia deduzir deles.”8

O Que Justino, o Mártir, REALMENTE Ensinava

Um dos mais antigos apologistas foi Justino , o Mártir. Falemos um pouco mais sobre ele. Sabemos que viveu de cerca de 110 a 165 DC. Nenhum de seus escritos existentes menciona três pessoas co-iguais em um só Deus.

Por exemplo, segundo A Bíblia de Jerusalém, uma versão católica, Provérbios 8:22-30 diz a respeito do pré-humano Jesus: “Iahweh me criou, primícias de sua obra, de seus feitos mais antigos. . . . Quando os abismos não existiam, eu fui gerada . . . Antes das colinas, eu fui gerada . . . Eu estava junto com ele [Deus] como mestre-de-obras.”

Considerando estes versículos, Justino diz no seu Diálogo com Trífon:

“A Escritura declara que essa Prole foi gerada pelo Pai antes de serem criadas todas as outras coisas; e que aquilo que é gerado é numericamente distinto daquele que gera, isso qualquer pessoa admitirá.”9

Visto que o Filho nasceu de Deus, Justino usa, de fato, a expressão “Deus” com relação ao Filho. Ele declara na sua Primeira Apologia:

“O Pai do universo tem um Filho; que, também, sendo o primogênito Verbo de Deus, é Deus mesmo.”10

A Bíblia também se refere ao Filho de Deus pelo título de “Deus”. Em Isaías 9:6, ele é chamado “Deus Poderoso”. Mas, na Bíblia, anjos, humanos, deuses falsos e Satanás também são chamados “deuses”. (Anjos: Salmo 8:5; compare com Hebreus 2:6, 7. Humanos: Salmo 82:6. Deuses falsos: Êxodo 12:12; 1 Coríntios 8:5. Satanás: 2 Coríntios 4:4.) Nas Escrituras Hebraicas, a palavra para “Deus”, ´El, simplesmente significa “Poderoso” ou “Forte”. Nas Escrituras Gregas, o equivalente é the·ós.

Além disso, o termo hebraico usado em Isaías 9:6 mostra uma distinção definida entre o Filho e Deus. Ali, o Filho é chamado “Deus Poderoso”, ´El Gib·bóhr, não “Deus Todo-Poderoso”. Esse termo em hebraico é ´El Shad·daí, e aplica-se unicamente a Jeová Deus, o Pai. (Para uma consideração de Isaías 9:6 e porque Jesus é chamado de “Deus Poderoso” clique aqui)

Para uma consideração ampla sobre o NOME DE DEUS NO NOVO TESTAMENTO clique aqui

Note, porém, que, ao passo que Justino chama de “Deus” ao Filho, nunca diz que o Filho seja um de três pessoas iguais, sendo cada um deles Deus, mas formando os três apenas um Deus. Em vez disso, ele diz em seu Diálogo com Trífon:

“Há . . . outro Deus e Senhor [o pré-humano Jesus] sujeito ao Criador de todas as coisas [Deus Todo-Poderoso]; que [o Filho] é chamado também de Anjo, porque Ele [o Filho] anuncia aos homens o que quer que o Criador de todas as coisas — acima de quem não há outro Deus — deseja que lhes anuncie. . . .

“[O Filho] é distinto Daquele que fez todas as coisas, — numericamente, quero dizer, não [distinto] na vontade.”11

Há uma passagem interessante na Primeira Apologia de Justino, no capítulo 6, em que ele faz uma defesa contra a acusação da parte dos pagãos de que os cristãos são ateístas. Ele escreve:

“Tanto Ele [Deus] como o Filho (que se originou Dele e nos ensinou estas coisas, e a hoste de outros anjos bons que o seguem e são feitos semelhantes a Ele), e o Espírito profético, veneramos e adoramos.”12

Um tradutor desta passagem, Bernhard Lohse, comenta: “Como se não bastasse que nesta enumeração os anjos sejam mencionados como seres honrados e adorados por cristãos, Justino não hesita em citar anjos antes de mencionar o Espírito Santo”.13 — Veja também An Essay on the Development of Christian Doctrine (Ensaio Sobre o Desenvolvimento da Doutrina Cristã).14

Assim, ao passo que Justino, o Mártir, parece ter-se desviado da doutrina pura da Bíblia na questão sobre quem deve ser objeto de adoração por parte do cristão, ele claramente não considerava o Filho igual ao Pai, assim como os anjos não eram considerados iguais a Ele. A respeito de Justino, citamos de novo da obra de Lamson, The Church of First Three Centuries:

“Justino considerava o Filho distinto de Deus, e inferior a ele: distinto, não no sentido moderno, como se formasse uma das três hipóstases, ou pessoas, . . . mas distinto na essência e na natureza; com subsistência real, substancial, distinta de Deus, de quem ele derivou todos os seus poderes e títulos; constituído debaixo dele, e sujeito à vontade dele em todas as coisas. O Pai é supremo; o Filho é subordinado: o Pai é a fonte do poder; o Filho, o recipiente: o Pai origina; o Filho, como seu ministro ou instrumento, executa. Eles são dois em número, mas concordam, ou são um, na vontade; a vontade do Pai sempre prevalece sobre a do Filho.”15

Ademais, em parte alguma diz Justino que o espírito santo seja uma pessoa igual ao Pai e ao Filho. Portanto, em nenhum sentido se pode dizer honestamente que Justino ensinava a Trindade conforme é ensinada atualmente nas igrejas que se dizem cristãs.

O ensino de Clemente

 

Clemente, de Alexandria, (c. 150 a 215 DC) também chama o Filho de “Deus”. Ele até mesmo o chama de “Criador”, um termo nunca usado na Bíblia com referência a Jesus. Queria ele dizer que o Filho era igual em todos os sentidos ao todo-poderoso Criador? Não. Clemente referia-se evidentemente a João 1:3, onde diz a respeito do Filho: “Todas as coisas vieram à existência por intermédio dele.”16 Deus usou o Filho como agente nas Suas obras criativas. — Colossenses 1:15-17.

Clemente chama o Supremo Deus de “o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus”,17 e diz que “o Senhor é o Filho do Criador”.18 Ele diz também:

“O Deus de todos é apenas um Criador bom e justo, e o Filho [está] no Pai.”19

Portanto, ele escreveu que o Filho tem um Deus acima dele.

Clemente fala a respeito de Deus como o “primeiro e único provedor da vida eterna, que o Filho, que a recebeu Dele [Deus], nos dá.”20 O Dador da vida eterna é claramente superior àquele que, por assim dizer, é o transmissor. Assim, Clemente diz que Deus “é o primeiro, e o mais elevado”.21 Além do mais, ele diz que o Filho “está mais próximo Daquele que é unicamente o Todo-Poderoso” e que o Filho “pede todas as coisas em harmonia com a vontade do Pai”.22 Vez após vez, Clemente mostra a supremacia do Deus Todo-Poderoso sobre o Filho.

A respeito de Clemente, de Alexandria, lemos o seguinte em The Church of the First Three Centuries:

“Poderíamos citar numerosas passagens de Clemente em que a inferioridade do Filho é distintamente afirmada. . . .

“Ficamos espantados de que qualquer pessoa que leia Clemente com atenção normal possa imaginar por um único instante que ele considerasse o Filho numericamente idêntico — um — com o Pai. Sua natureza dependente e inferior, conforme se parece a nós, é reconhecida em toda a parte. Clemente acreditava que Deus e o Filho eram numericamente distintos; em outras palavras, dois seres — um supremo, o outro subordinado.”23

Além disso, pode-se dizer de novo: mesmo que às vezes Clemente pareça ir além daquilo que a Bíblia diz a respeito de Jesus, em parte alguma fala de uma Trindade composta de três pessoas iguais em um só Deus. Apologistas como Taciano, Teófilo e Atenágoras, que viveram entre a época de Justino e a de Clemente, tinham conceitos similares. Lamson diz que “não eram melhores trinitaristas do que o próprio Justino; isto é, não acreditavam num Três indivisível, co-igual, mas ensinavam uma doutrina totalmente inconciliável com essa crença”.24

Tertuliano cria na trindade ensinada hoje ?

 

Tertuliano (c. 160 a 230 DC) foi o primeiro a usar a palavra latina trinitas. Conforme observado por Henry Chadwick, Tertuliano propôs que Deus é ‘uma substância que consiste em três pessoas’.25 Isto não significa, porém, que tivesse em mente três pessoas co-iguais e co-eternas. Entretanto, suas idéias foram usadas como ponto de partida por escritores posteriores que elaboravam a doutrina da Trindade.

O conceito de Tertuliano sobre Pai, Filho e espírito santo era bem diferente da Trindade da cristandade, pois ele era subordinacionista. Ele considerava o Filho subordinado ao Pai. Na obra Against Hermogenes (Contra Hermógenes), ele escreveu:

“Não devemos supor que haja algum outro ser, exceto unicamente Deus, que seja não gerado e incriado. . . . Como pode algo, exceto o Pai, ser mais velho, e por isso deveras mais nobre, do que o Filho de Deus, o Verbo unigênito e primogênito? . . . Esse [Deus] que não precisou de um Criador para lhe dar existência, será muito mais elevado em categoria do que [o Filho] que teve um autor que o trouxe à existência.”26

Também, na obra Against Praxeas, ele mostra que o Filho é diferente do Todo-Poderoso Deus e é subordinado a ele, ao dizer:

“O Pai é a inteira substância, mas o Filho é uma derivação e parcela do todo, conforme Ele Próprio reconhece: ‘Meu Pai é maior do que eu.’ . . . Assim, o Pai é distinto do Filho, sendo maior do que o Filho, visto que um é Aquele que o gera e outro Aquele que é gerado; também, um é Aquele que envia, e outro Aquele que é enviado; e, além disso, Aquele que cria é um, e Aquele por meio de quem a coisa é feita é outro.”27

Tertuliano, em Against Hermogenes, declara além disso que houve tempo em que o Filho não existia como pessoa, mostrando que ele não considerava o Filho um ser eterno no mesmo sentido que Deus era.28 O Cardeal Newman disse: “Tertuliano deve ser considerado heterodoxo [crente em doutrinas não ortodoxas] na doutrina sobre a geração eterna de nosso Senhor.”29 A respeito de Tertuliano, Lamson declara:

“Essa razão, ou o Logos, como foi chamado pelos gregos, foi mais tarde, segundo acreditava Tertuliano, mudado para o Verbo, o Filho, isto é, um ser real, tendo existido desde a eternidade apenas como um atributo do Pai. Tertuliano atribuiu a ele, porém, uma categoria subordinada ao Pai . . .

“A julgar por qualquer explicação geralmente aceita da Trindade da atualidade, seria inútil tentar salvar Tertuliano da condenação [como herege]. Ele não suportaria o teste nem sequer um momento.”30

Não Há Trindade

Se lesse todas as palavras dos apologistas, descobriria que, embora se tenham desviado em alguns pontos dos ensinos da Bíblia, nenhum deles ensinava que o Pai, o Filho e o espírito santo eram co-iguais em eternidade, poder, posição e sabedoria.

O mesmo se dá também com respeito a outros escritores do segundo e terceiro séculos, tais como Irineu, Hipólito, Orígenes, Cipriano e Novaciano. Embora alguns tenham igualado o Pai e o Filho em certos respeitos, em outros eles consideravam o Filho subordinado a Deus, o Pai. E nenhum deles sequer especulou que o espírito santo fosse igual ao Pai e ao Filho. Por exemplo, Orígenes (c. 185 a 254 EC) declara que o Filho de Deus é “o Primogênito de toda a criação” e que as Escrituras “conhecem a Ele como a mais antiga das obras de criação”.31

Uma leitura objetiva dessas antigas autoridades eclesiásticas mostra que a doutrina da Trindade, ensinada atualmente pelos líderes das igrejas que se dizem cristãs, não existia no seu tempo.

Conforme diz a obra The Church of the First Three Centuries:
A moderna doutrina popular da Trindade . . . não deriva apoio da linguagem de Justino: e esta observação pode ser estendida a todos os Pais Pré-Nicéia; isto é, a todos os escritores cristãos durante três séculos após o nascimento de Cristo. É verdade que falam do Pai, do Filho e do Espírito profético ou santo, mas não como co-iguais, não como uma só essência numérica, não como Três em Um, sentidos hoje aceitos pelos trinitaristas. O diametralmente oposto é a realidade. A doutrina da Trindade, segundo explicada por esses Pais, era essencialmente diferente da doutrina moderna. Isto afirmamos como fato tão irrefutável como qualquer fato da história das opiniões humanas.”32

Na realidade, antes de Tertuliano, a Trindade nem sequer era mencionada. E a Trindade “heterodoxa” de Tertuliano era muito diferente daquilo que se crê hoje.

Referências:

1. A Short History of the Early Church, de Harry R. Boer, 1976, página 110.
2. The Formation of Christian Dogma, de Martin Werner, 1957, página 125.
3. The Search for the Christian Doctrine of God, de R. P. C. Hanson, 1988, página 64.
4. The Church of the First Three Centuries, de Alvan Lamson, 1869, páginas 70-1.
5. Gods and the One God, de Robert M. Grant, 1986, páginas 109, 156, 160.
6. The Formation of Christian Dogma, páginas 122, 125.
7. The International Standard Bible Encyclopedia, 1982, Volume 2, página 513.
8. An Essay on the Development of Christian Doctrine, do Cardeal John Henry Newman, Sexta Edição, 1989, páginas 14-18.
9. The Ante-Nicene Fathers, editado por Alexander Roberts e James Donaldson, Reimpressão Americana da Edição de Edimburgo, 1885, Volume I, página 264.
10. Ibid., página 184.
11. Ibid., página 223.
12. Ibid., página 164.
13. A Short History of Christian Doctrine, de Bernhard Lohse, traduzido do alemão para o inglês por F. Ernest Stoeffler, 1963, segunda edição em brochura, 1980, página 43.
14. An Essay on the Development of Christian Doctrine, página 20.
15. The Church of the First Three Centuries, páginas 73-4, 76.
16. The Ante-Nicene Fathers, Volume II, página 234.
17. Ibid., página 227.
18. Ibid., página 228.
19. Ibid.
20. Ibid., página 593.
21. Ibid.
22. Ibid., página 524.
23. The Church of the First Three Centuries, páginas 124-5.
24. Ibid., página 95.
25. The Early Church, de Henry Chadwick, impressão de 1980, página 89.
26. The Ante-Nicene Fathers, Volume III, página 487.
27. Ibid., páginas 603-4.
28. Ibid., página 478.
29. An Essay on the Development of Christian Doctrine, páginas 19, 20.
30. The Church of the First Three Centuries, páginas 108-9.
31. The Ante-Nicene Fathers, Volume IV, página 560.
32. The Church of the First Three Centuries, páginas 75-6

Sem dúvida que os ensinos destes escritores do 2º século e outros que viveram antes do Concílio de Nicéia, eram bem diferente do ensino e “sâ doutrina” conforme prezado pelos Apóstolos de nosso Senhor Jesus Cristo.

Tertuliano ao usar a palavra trindade não tinha em mente a moderna doutrina da trindade, como fazem pensar muitos apoiadores da trindade. Pode-se verificar pela história que a moderna doutrina da trindade era desconhecida pelos “pais da Igreja”.Tal ensino é também biblicamente desconhecido, uma vez que nenhum versículo sequer fala  de uma trindade. Se alguém cita João 1:1 deverá ler o texto novamente e notará que alí aparecem apenas duas pessoas, a saber, “a palavra” que é o próprio Jesus. Este é chamado no texto de THEÓS, ao passo que O Deus Todo Poderoso  é referido como  `O THEÓS. Portanto duas pessoas. Não três. Eruditos bíblicos e Historiadores da Igreja reconhecem a ausência do ensino da Trindade nos escritos dos escritores que viveram antes do Concílio de Nicéia.

Dr. Ehrman por exemplo em um discurso reconhece isso e diz que 1 João 5:7 é o “ÚNICO TEXTO” que provaria a doutrina da trindade, contudo, este foi adicionado ao texto.

Poderá ouvir o áudio do Dr. Ehman no final deste vídeo:

http://www.youtube.com/watch?v=IgUJEx6h_wc

O Dr. Afirma que este versículo é interessante visto que por muitos anos foi citado como apoio da doutrina da trindade.Ele diz ainda que nenhum texto diz explicitamente que Deus é uma Trindade. Isso não é nada novo para as Testemunhas de Jeová.

Origenes acreditava que o filho de Deus, Jesus era subordinado ao Pai antes de sua encarnação. Isso é bem diferente do que pregam os modernos trinitários.

Qual é a posição destes criticos, a trindade de Orígenes/Tertuliano ou a moderna doutrina da trindade ?

Eu recomendo alguns a lerem o livro de Lewis Ayres com o Tema “Nicéia e seu legado” onde verá que esta publicação também confirma que a doutrina da Trindade era desconhecida nos dias de Jesus, dos Apostolos e escritores que viveram antes do Concílio de Nicéia.

The New Encyclopædia Britannica diz:

“Nem a palavra Trindade, nem a doutrina explícita, como tal, aparecem no Novo Testamento, e nem Jesus ou seus seguidores tencionaram contradizer o Shema do Velho Testamento: ‘Ouve, ó Israel: O Senhor, nosso Deus, é um só Senhor’ (Deut. 6:4). . . . A doutrina desenvolveu-se gradualmente com o decorrer dos séculos, enfrentando muitas controvérsias. . . . Por volta do fim do 4.° século . . . a doutrina da Trindade tomou substancialmente a forma que desde então tem conservado.” — (1976), Micropædia, Vol. X, p. 126.

A New Catholic Encyclopedia diz: “A formulação de ‘um só Deus em três Pessoas’ não foi solidamente estabelecida, de certo não plenamente assimilada na vida cristã e na sua profissão de fé, antes do fim do 4.° século. Mas, é precisamente esta formulação que tem a primeira reivindicação ao título o dogma da Trindade. Entre os Pais Apostólicos, não havia nada, nem mesmo remotamente, que se aproximasse de tal mentalidade ou perspectiva.” — (1967), Vol. XIV, p. 299.

Em The Encyclopedia Americana lemos: “O cristianismo derivou-se do judaísmo, e o judaísmo era estritamente unitário [cria que Deus é uma só pessoa]. O caminho que levou de Jerusalém a Nicéia dificilmente foi em linha reta. O trinitarismo do quarto século de forma alguma refletiu com exatidão o primitivo ensino cristão sobre a natureza de Deus; foi, ao contrário, um desvio deste ensinamento.” — (1956), Vol. XXVII, p. 294L.

Segundo o Nouveau Dictionnaire Universel: “A trindade platônica, que em si é meramente um rearranjo de trindades mais antigas, que remontam aos povos anteriores, parece ser a trindade filosófica racional de atributos que deram origem às três hipóstases ou pessoas divinas ensinadas pelas igrejas cristãs. . . . O conceito deste filósofo grego [Platão, do 4.° século AEC] sobre a trindade divina . . . pode ser encontrado em todas as religiões [pagãs] antigas.” — (Paris, 1865-1870), editado por M. Lachâtre, Vol. 2, p. 1467.

O jesuíta John L. McKenzie, no seu Dictionary of the Bible, diz:

“A trindade de pessoas dentro da unidade de natureza é definida em termos de ‘pessoa’ e de ‘natureza’, que são termos filosóficos gr[egos]; na realidade, esses termos não aparecem na Bíblia. As definições trinitárias surgiram em resultado de longas controvérsias, em que estes termos e outros, tais como ‘essência’ e ‘substância’, foram erroneamente aplicados a Deus por alguns teólogos.” — (Nova Iorque, 1965), p. 899.

The New Catholic Encyclopaedia admite: “A maioria dos textos do Novo Testamento revela o espírito de Deus como sendo algo, não alguém; isto se vê especialmente no paralelismo entre o espírito e o poder de Deus. ( 1967, Vol. XIII, p. 575 ) Diz também : “Os apologistas ( escritores cristãos gregos do segundo século ) falavam com demasiada hesitação do Espírito; pode-se adiantar até certo ponto que o fizeram de modo impessoal demais.” – Vol. XIV, p. 296.

The Dictionary of Religious Knowledge ( Dicionário de Conhecimento Religioso ), de Abbott, chama a Trindade de característica “deveras marcante” da religião hinduísta, sendo “discernível” nas antigas religiões pré-cristãs da Pérsia, do Egito, de Roma, do Japão, da Índia e da Grécia. O Professor Hopkins responde: “A doutrina da trindade era evidentemente desconhecida de Jesus e de Paulo; de qualquer modo, eles nada dizem sobre ela.” – Origin and Evolution of Religion ( Origem e Evolução da Religião ).

Newman em The Development of Christian Doctrine ( O Desenvolvimento da Doutrina Cristã ), página 15, escreveu que os credos antes do tempo de Constantino não faziam qualquer menção dela. “Fazem deveras menção de Três; mas, nunca se declara, e jamais se poderia deduzir deles que haja qualquer mistério na doutrina, que os Três são Um, que Eles sejam coiguais, coeternos, todos incriados, todos onipotentes, todos incompreensíveis”.

Reconhece a New Catholic Encyclopedia ( Nova Enciclopédia Católica ): “Há o reconhecimento, por parte de teólogos bíblicos, inclusive um número constantemente crescente de católicos-romanos, de que não se deve falar de Trinitarismo no Novo Testamento sem séria qualificação. Há também o reconhecimento intimamente paralelo, por parte dos historiadores de dogmas e dos teólogos sistemáticos de que, quando se fala deveras de Trinitarismo inqualificado, já se passou do período das origens cristãs para, digamos, o último quadrante do 4.° século. Foi somente então que aquilo que se poderia chamar de dogma trinitário definitivo, ‘Um Deus em três Pessoas’ tornou-se cabalmente assimilado na vida e no pensamento cristãos.”

The Catholic Encyclopedia for School and Home ( Enciclopédia Católica Para a Escola e o Lar ) admite : “A Trindade era desconhecida das pessoas antes do tempo de Nosso Senhor”.

The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge ( Nova Enciclopédia de Conhecimento Religioso de Schaff-Herzog ) indica: “Muitos dos cristãos primitivos, por sua vez, sentiam peculiar atração pelas doutrinas de Platão, e as empregavam quais armas para a defesa e extensão do Cristianismo, ou colocavam as verdades do Cristianismo numa moldura platônica. As doutrinas do Logos (“a Palavra” em grego ) e da Trindade obtiveram seu formato dos Padres gregos que, se não educados nas escolas, foram muito influenciados, direta ou indiretamente pela filosofia platônica, em especial em sua forma judaico-alexandrina.

The Illustrated Bible Dictionary (Dicionário Bíblico Ilustrado – Protestante ) declara: “A palavra Trindade não é encontrada na Bíblia. Não achou um lugar formal na teologia da igreja até o 4.° século. Embora não nos forneça uma doutrina formulada da Trindade, contém todos os elementos com os quais a teologia formulou a doutrina.”

The New International Dictionary of the New Testament Theology declara: “Tudo isto sublinha o ponto de que o Cristianismo primitivo não dispunha de uma doutrina explícita da Trindade, tal como foi subseqüentemente formulada nos credos da igreja primitiva”.

No prefácio do livro History of Christianity ( História do Cristianismo ), de Edward Gibbon, lemos: “Se o paganismo foi conquistado pelo cristianismo, é igualmente verdade que o cristianismo foi corrompido pelo paganismo. O puro deísmo dos primeiros cristãos foi mudado, pela Igreja de Roma, para o incompreensível dogma da trindade. Muitos dos dogmas pagãos, inventados pelos egípcios e idealizados por Platão, foram retidos como sendo dignos de crença.”

O Dicionário do Conhecimento Religioso menciona que muitos dizem que a Trindade “é a corrupção emprestada de religiões pagãs e enxertada na fé cristã”. E o Paganismo no Nosso Cristianismo declara : “A origem da Trindade é inteiramente pagã”.

Na Enciclopédia de Religião e Ética, James Hastings escreveu: “Na religião indiana, p.ex., temos o grupo trinitário de Brama, Xiva e Vixenu; e na religião egípcia, com o grupo trinitário de Osíris, Ísis e Hórus. Tampouco é apenas em religiões históricas que encontramos Deus sendo considerado como uma Trindade. Vem-nos à mente em especial o conceito neoplatônico da Suprema e Derradeira Realidade”, que é “representada triadicamente”.

The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge ( Nova Enciclopédia de Conhecimento Religioso, de Schaff-Herzog ) mostra a influência dessa filosofia grega: “As doutrinas do Logos e da Trindade receberam a sua forma de Pais Gregos, que foram muito influenciados, direta ou indiretamente, pela filosofia platônica. Que dessa fonte se infiltraram erros e corrupções na Igreja, não pode ser negado.”

No livro A Statement of Reasons ( Declaração de Razões ), Andrews Norton diz sobre a Trindade: “Podemos traçar a história dessa doutrina e descobrir a sua origem, não na revelação cristã, mas sim na filosofia platônica. A Trindade não é uma doutrina de Cristo e de seus Apóstolos, mas sim uma ficção da escola de posteriores platonistas.”

A Igreja dos Primeiros Três Séculos diz: “A doutrina da Trindade foi formada de maneira gradual e comparativamente tardia e teve a sua origem numa fonte inteiramente estranha à das Escrituras Judaicas e Cristãs. Cresceu, e foi enxertada no cristianismo, pelas mãos de Pais platônicos.”

É de interesse observar, como afirma o teólogo da Catedral de Coventry, H. W. Montefiore, quando diz que  “mui raramente deveras é Jesus chamado de Deus no Novo Testamento”.
Numa preleção na Universidade de Manchester, o Professor visitante de Teologia, G. H. Boobyer, explicou:

“Ocorrem umas nove ou dez passagens em que Jesus é, ou poderia ser, aludido como ‘Deus’ (‘theos’). . . . Duas ou três delas, contudo, são altamente duvidosas, e, das restantes, vários graus de . . . incerteza estão ligados a todas, exceto uma, que é a exclamação adoradora de Tomé para com o ressuscitado Jesus em João xx. 28 como ‘Meu Senhor e meu Deus!’

Diferenciando esta passagem das outras, Vincent Taylor — perito moderadamente conservador dos problemas cristológicos — fala dela como ‘a única atribuição clara de Deidade a Cristo’ no Novo Testamento.”
Mas, será que até mesmo esta aparentemente ‘única atribuição clara de Deidade a Cristo’ prova que ele é o Deus Onipotente? John Martin Creed, como Professor de Divindade na Universidade de Cambridge, observou:

A exclamação adoradora de S. Tomé ‘meu Senhor e meu-Deus’ (João xx. 28) ainda não é a mesma coisa que se dirigir a Cristo como sendo sem ressalva Deus, e precisa ser equilibrada pelas palavras do próprio Cristo ressuscitado a Maria Madalena (v. 17): ‘Vai a meus irmãos e dize-lhes: Subo para meu Pai e vosso Pai, e meu Deus e vosso Deus.”
Tomé talvez se tenha dirigido a Jesus como “Deus” no sentido restrito de ele ser “um deus”, mas não o Deus Onipotente. As Escrituras falam das pessoas espirituais ou anjos como sendo deuses. Por exemplo, 2 Coríntios 4:4 diz: “O deus deste sistema de coisas tem cegado as mentes dos incrédulos.” Aqui, o anjo iníquo Satanás, o Diabo, é chamado de “deus”.
Também, naquele tempo, humanos poderosos eram comumente chamados de “deuses”.

Por exemplo, o rei selêucida Antíoco IV, que regeu de 175-163 A. E. C., denominou-se Theos Epiphanes (“Deus Manifesto”) em moedas. E o imperador romano do primeiro século, Domiciano, tinha predileção pela honra de ser “Senhor e Deus”. A Bíblia, também, reconhece as pessoas poderosas como “deuses”, afirmando: “Há muitos ‘deuses’ e muitos ‘senhores’.” — 1 Cor. 8:5; compare com o Salmo 82:1-7.

A Conclusão desta analise mais objetiva revela portanto que Jesus é “O filho de Deus” assim como o reconheceu Paulo e pregava avidamente após sua conversão conforme lemos em Atos 9:20.

Críticos modernos e a aparência de Teologia tem na verdade distanciado as pessoas Daquele a quem Jesus chamou de “O Único Deus Verdadeiro”.

Jeová é outra pessoa distinta de Cristo e o Deus adorado durante 4000 anos antes da vinda do Messias, o filho de Deus.

Usar alguns textos para tentar provar que Jesus é o próprio Deus Todo poderoso é uma distorção das escrituras que começou gradualmente logo após a morte do ultimo dos apóstolos.

 

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Comentários

  • Frankmar  On 6 de fevereiro de 2011 at 2:54

    As Testemunhas de Jeová estão certas em rejeita a doutrina da trindade,por 2 motivos:1-a Bíblia não se encontra uma doutrina da trindade e 2-os antigos Cristãos não ensinavam uma doutrina da Trindade como é hoje ensinada por muitas Igrejas. porem as Testemunhas de Jeová não são o único grupo a rejeita a errada doutrina da Trindade.existe Igrejas Cristãos que rejeitam tambem a doutrina da Trindade como:
    os Cristadelfianos(Irmãos em Cristo), a Igreja de Deus da fé de Abraão,A Igreja Cristã Bíblica Adventista e os Unitarios Bíblicos.todas essas Igrejas ensinam que:1-Deus é uma só pessoa que é o Pai(1 Corintios 8:6),Deus Pai é maior do que seu filho Jesus(João 14:28) e Jesus é subordinado a Deus Pai ou Javé(1 Corintios11:3).

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  • Pacheco  On 23 de maio de 2011 at 12:12

    Tenho lido alguns atigos vossos. Espanta-me como conseguem dar a vota as traduções. Cristo não é o TODO PODEROSO? è evidente na vossas traduções não.Qual é a figura principal de Genesis a Apocalipse? Jesus Cristo! Isaías chama-me o Pai da Eternidade Capitulo 9. Paulo diz que aquele que se manisfestou a Moisés com o nome de Jeová, o grande “EU SOU”, foi Cristo. A Palavra Trindade não aparece, mas o Espirito Santo é DEUS, estudem os atributos de Jeová e do Espirito em todas as Escrituras e verão a igualdade de Pessoas.Além de Jeová não é o verdadeiro nome de Deus, por que ninguém sabe quais as consoantes omitidas no nome, por isso há muitas hipóteses para nome de Deus. Meus amigos procurem traduçoes independentes da vossa tradução,há muitas sociedades biblicas com óptimas traduções. Sem o Espirito Santo não podeis compreender a Deus pois o negais!

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    • queruvim  On 25 de maio de 2011 at 0:24

      Pacheco, as Testemunhas de Jeová produziram e ainda produzem bíblia em muitos idiomas e de editoras que nem mesmo são das Testemunhas de Jeová. Em países onde não se produziu a Tradução do Novo Mundo, as TJ usam traduções seculares aceitas nestes países. O que torna seus comentários evidentemente faltoso e desprovido de informações. Sobre Cristo, em lugar algum se diz que ele é o “Deus Todo Poderoso”. Gabriel disse a Maria que ele é o “Filho do Altíssimo”. Jesus ao derramar seu sangue precioso comprou pessoas e se tornou “`Pai ” destes, contudo o Profeta Isaias diz que isso foi feito por quem ? “Jeová dos exercitos fará isso” escreveu o profeta Isaias no capítulo 9. A respeito da pronúnica do Nome de Deus. Isso é irrelevante. Nem mesmo os nomes dos profetas nós pronunciamos DA MESMA FORMA que era pronunciado no antigo Israel. Até mesmo o nome “Jesus” não teve sua proununcia preservada quanto os escritores do N.T escreveram os Evangelhos em Grego.

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  • givanilson rocha  On 5 de setembro de 2011 at 22:48

    Desculpe-me seu pacheco, mas diante do seu comentario eu faço-lhe uma simples pergunta: se o espirito santo é Deus porque nas introduçoes das cartas do novo testamento geralmente só se menciona dois, por exemplo:leia por favor romanos 1:1;primeira aos corintos 1:1;segunda aos corinto 1:1;gálatas 1:1;efesios 1:1 filipenses 1:2;colosenses 1:1;primeira e segunda tessalonicense 1:1; primeira e segunda a timoteo 1:1; tito 1:1; tiago 1:1; são poucas as vezes que os tres são mencionados juntos. porque não deveria em todas essas ocorrencias eles serem mencionados juntos? e quando são isso não é problema pois pedro tiago e joão são varias vezes mencionados juntos,assim como abrão isaque e jacó,mas eles não são ” UM SÓ “.

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  • givanilson rocha  On 5 de setembro de 2011 at 22:52

    além do mais o fato de o espirito ser personificado,não prova que ele é uma pessoa pois em genesis 4:10 diz que a VOZ do sangue abel CLAMAVA a Deus,e o sangue não é uma pessoa é?

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  • Jose  On 22 de outubro de 2011 at 20:33

    De todas as pessoas (da esfera espiritual) descritas na biblia somente treis delas participam de uma comunhao, aproximaçao, uniao ,(2Co 13.13). Anjos e demonios nao compartilham. Somente e´ Deus aquele que possue natureza divina.(Gl 4.8)

    “…O fato de Jesus ser verdadeira divindade, ou de natureza divina, nao faz com que ele como Filho de Deus seja coigaul e coeterno com o Pai, assim como o fato de todos os seres humanos fazerem parte da humanidade ou da natureza humana nao faz com que sejam coigauis ou todos da mesma idade. Raciocinio a base das Escrituras pg 413

    Podemos dizer que anjos, demonios, o diabo etc sao deuses por natureza ? nao,sao falsos deuses. A expressao “Filho de Deus” atribuido a Jesus lhe confere ser Deus por natureza e nao apenas por posiçao. A natureza humana foi criada nao é eterna, por isso nao sao todos da mesma idade. Todavia a natureza de Deus é eterna e se Jesus possue a natureza eterna de Deus em natureza ele é igual a Deus. O presidente da republica em posiçao é maior do que nós porem em natureza nao. Em natureza O Pai e o Filho Jesus sao iguais.

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    • Saga  On 4 de dezembro de 2011 at 16:20

      Jose
      > ” De todas as pessoas …descritas na biblia somente treis delas participam de uma comunhao, aproximaçao, uniao ,(2Co 13.13)… Somente e´ Deus aquele que possue natureza divina.(Gl 4.8) “ “Somente e´ Deus aquele que possue natureza divina.” ” A expressao “Filho de Deus” atribuido a Jesus lhe confere ser Deus por natureza e nao apenas por posiçao. ” “ Paulo diz que aquele que se manisfestou a Moisés com o nome de Jeová, o grande “EU SOU”, foi Cristo. “ <

      Paulo disse isso onde?
      De toda forma acho que Paulo é que é "Jeová". COMO? Como assim? PAULO É DEUS? Ao menos ele que diz ser o "Grande Eu Sou"

      Confiram por vocês mesmos!!

      (Filêmon 9) 9 exorto-te antes à base do amor, visto que EU SOU O QUE SOU

      (Gálatas 4:12) 12 Irmãos, rogo-vos: Tornai-vos assim como eu sou

      Que blasfemador esse Paulo! tsc tsc

      E este Asael também!
      (2 Samuel 2:20) . …“Eu sou"

      Ficam plagiando "o nome de Deus", tsc!!

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  • josé roberto de araujo  On 9 de junho de 2012 at 1:08

    Com respeito ao espirito santo,devemos lembrar que na bíblia se tem o costume de usar figuras de linguagem/antropoformismo/prosopopeia/ ou seja da vida e sentimentos a seres sem vida.Como exemplo; quando Jeová falou a Caim; o pecado esta agachado diante de ti, conseguirás tu domina-lo? Será que o pecado é um ser vivo para agachar-se? Claro que não! Da mesma forma acontece com o espiríto santo, quando a bíblia o chama de ajudador/ consolador.( antropomorfismo puro) mas isso não o torna um ser/pessoa.

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  • Frankmar Da Silva Corrêa  On 8 de agosto de 2012 at 5:14

    Sobre a Doutrina da Trindade.eu fiz novas pesquisas Bíblicas e estudei o que os antigos Cristãos do Seculo II e III (os Pais da Igreja).
    o Resultado foi que realmente a Bíblia ensina a Trindade:Deus é Uno e Trino(Marcos 12:29;Mateus 28:19) e os Antigos Cristãos desde o Seculo II como Justino,Irineu,Clemente de Alexandria e Tertuliano já chamavam Jesus de Deus.Teofilo de Antioquia que viveu na Síria no seculo II foi o primeiro a Usa a Palavra Trindade e mais tarde Tertuliano uso a palavra Trindade e explicou a Doutrina.isso Antes do Concilio de Niceia no Seculo IV.
    Por isso a Doutrina da Trindade é Bíblica e é um ensino Cristão.

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    • queruvim  On 9 de agosto de 2012 at 3:10

      A palavra “Deus” não era usada por eles como se referindo ao Ser Supremo. E se assim foi, se afasta do modelo apresentado nas Escrituras. Jesus é sempre subordinado a seu Deus e pai. A leitura dos escritos pré Nicéia devem ser feitos com imparcialidade e sem a tendencia de aceitar o que achamos ser correto e que que foi plantado no cristianismo apostatado. Nossa doutrina deve vir da bíblia e não de fora dela.

      O Dr. H. R. Boer, em sua obra A Short History of the Early Church (Breve História da Primitiva Igreja),comentou:

      “Justino [o Mártir] ensinou que antes da criação do mundo Deus estava sozinho e não existia nenhum Filho. . . . Quando Deus desejou criar o mundo, . . . gerou outro ser divino para criar o mundo para ele. Esse ser divino foi chamado . . . Filho, porque nasceu; foi chamado Logos, porque foi tomado da Razão ou Mente de Deus. . . .”GRIFO É MEU

      O conceito de Tertuliano sobre Pai, Filho e espírito santo era bem diferente da Trindade da cristandade, pois ele era subordinacionista. Ele considerava o Filho subordinado ao Pai. Na obra Against Hermogenes (Contra Hermógenes), ele escreveu:

      “Não devemos supor que haja algum outro ser, exceto unicamente Deus, que seja não gerado e incriado. . . . Como pode algo, exceto o Pai, ser mais velho, e por isso deveras mais nobre, do que o Filho de Deus, o Verbo unigênito e primogênito? . . . Esse [Deus] que não precisou de um Criador para lhe dar existência, será muito mais elevado em categoria do que [o Filho] que teve um autor que o trouxe à existência.”26

      Também, na obra Against Praxeas, ele mostra que o Filho é diferente do Todo-Poderoso Deus e é subordinado a ele, ao dizer:

      “O Pai é a inteira substância, mas o Filho é uma derivação e parcela do todo, conforme Ele Próprio reconhece: ‘Meu Pai é maior do que eu.’ . . . Assim, o Pai é distinto do Filho, sendo maior do que o Filho, visto que um é Aquele que o gera e outro Aquele que é gerado; também, um é Aquele que envia, e outro Aquele que é enviado; e, além disso, Aquele que cria é um, e Aquele por meio de quem a coisa é feita é outro.”27

      GRIFO É MEU. Depois destas leituras dos escritos que vc Frankmar menciona, percebemos algo em desarmonia com o que afirmas. É mais do que claro que a doutrina trinitária foi sendo desenvolvida a partir de pensamento filosófico alheio a palavra de Deus, sendo que termos tais como “substância” e “essência” foram termos emprestados da filosofia grega grafados em grego exatamente como os apóstatas pré Nicéia costumavam grafar em suas dissertações longas e cheias de erros históricos, cronológicos e teológicos. Clemente é desastrado quando fala de cronologia. Eu percebi que a conta que faz para mencionar o período em que viveu certos servos de Deus da antiguidade, é absurdamente equivocada, não batem nem com a cronologia secular(aceita pelos evangélicos) , nem com a cronologia correta , usada pelas Testemunhas de Jeová. E o mesmo acontece com muitos outros assuntos. Eu baixei os escritos dele e tenho lido no meu local de trabalho calmamente por mais ou menos 2 anos. Sempre leio um pouco dos escritos destes chamados pais pré nicéia. É uma vergonha. É claro que muito do que escrevem serve como fonte para pesquisas adicionais e não podemos condenar inteiramente o que escreveram.

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  • Silva  On 17 de fevereiro de 2013 at 4:28

    Na Verdade as Doutrinas da Trindade e da Divindade de Jesus Cristo são Bíblicas.

    “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” (João 1.1)
    Nesse versiculo ensina que Jesus(o verbo )estava com o Pai(Deus) e que o verbo:Jesus era Deus.

    ”Eu e o Pai somos um” (João 10.30)
    Nesse versiculo ensina que Jesus é o Pai são um só Deus.

    ”Aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Salvador Jesus Cristo.” (Tito 2:13)
    Nesse versiculo ensina que Jesus é o Grande Deus.

    ”E Jesus respondeu-lhe: O primeiro de todos os mandamentos é: Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor.” (Marcos 12:29).
    Nesse versilulo diz que Deus é Unico.

    ”Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo .”
    Nesse versiculo Jesus mandou Batizar em no nome da Trindade.aqui é uma prova da Trindade de Deus,ou seja um único Deus Trino.deve nota que o versiculo diz em Nome(singular) e não nos Nomes(Plural).

    Tambem tenho que afirmar que os Pais da Igreja que viveram entre os Seculos II e III,todos acreditavam na Divindade de Jesus Cristo e na Trindade.

    Primeiro:A palavra Trindade já tinha sido usada desde o seculo II(116-181 d.C.): ,pelo Cristão Teolfilo da Antioquia em sua Epístola a Antolycux II, XV. 8
    .mais tarde Tertuliano e outros Cristão tambem usaram.

    Segundo:Varios Pais da Igreja usaram chamavam Jesus de Deus e meu Deus.

    Inácio de Antioquia (30-107 d.C.): Ele nasceu antes da morte de Cristo e consistentemente falou da divindade de Jesus Cristo. Considere alguns exemplos: Em seus escritos Aos Efésios, Aos Romanos, Aos Magnesianos e em outras cartas, encontramos referencias tal como as seguintes: “Jesus Cristo, o nosso Deus”; “o qual é Deus e homem”; “recebeu conhecimento de Deus, isto é, de Jesus Cristo”; “por nosso Deus, Jesus, o Cristo”; “porque Deus se manifestou como homem”; “Cristo, que estava na eternidade com o Pai”; “de Deus, de Jesus Cristo”; “de Jesus Cristo, nosso Deus”; “Nosso Deus, Jesus Cristo”; “sofro para seguir o exemplo de paixão de meu Deus”; “Jesus Cristo, o Deus” e “Nosso Deus Jesus Cristo”. O fato é que Inácio não foi repreendido, nem rotulado como herege por nenhuma das igrejas e nem pelos líderes Cristãos que receberam suas cartas, o que prova que a igreja Antiga, muito antes de 107 d.C. aceitava a divindade de Cristo.

    Policarpo (69-155 d.C.): Ele possivelmente falou de “Nosso Senhor e Deus, Jesus Cristo”.4

    Justino, o Mártir (100-165 d.C.): Ele escreveu sobre Jesus, “o qual… sendo a Palavra primogênita de Deus, também é Deus.” 5 Em seu Diálogo com Trifo, ele declarou que “Deus nasceu de uma virgem” e que “Jesus foi “digno de louvor” e de ser “chamado Senhor e Deus”. 6

    Taciano (110-172 d.C.): O antigo apologeta escreveu, “Não agimos como tolos, oh Gregos, nem como [contadores de] contos totalmente inúteis quando anunciamos que Deus nasceu em forma de homem.” 7

    Teófilo (116-181 d.C.): Ele foi o primeiro a usar o termo “Trindade” em sua Epístola a Antolycux II, XV. 8

    Irineu de Lyon e Roma (120-202 d.C.): Ele escreveu que Jesus era “perfeito Deus e perfeito homem”; “não um mero homem… mas, foi verdadeiro Deus”; e que “Ele é em Si mesmo e em Seu próprio direito… Deus, e Senhor e Rei Eterno” e falou de “Cristo Jesus, nosso Senhor, e Deus, e Salvador e Rei.”

    Essas citações provam que a Igreja sempre ensinou a Divindade de Jesus,isso muito antes do Concilio de Niceia do Seculo IV,Não se pode desmentir provas Historicas documentadas.

    A Doutrina da Trindade a Divindade de Jesus são doutrinas Bíblica e Cristãs verdadeiras.
    A Igreja Antiga dos seculos II e III já ensinada a Trindade.
    A Igreja Catolica ensina a Trindade.
    As Igrejas Ortodoxas ensinam a Trindade.
    Todas a Igrejas protestantes Historicas tais como a Luterana,Prebisteriana,Batista,Anglicana e Metodistas e tambem outras ensinam a Trindade.
    Quase todas as Igrejas Renovadas,Pentecostais e Neopentestais ensinam a Trindade.
    Historicamente a Igreja Cristã sempre ensinou a Trindade.todas as Igrejas cristãs sempre ensinaram a Trindade e todas com Base na Bíblia Sagrada.

    Por isso tudo afirmo que o Deus dos Cristãos é um Deus Uno e Trino.

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    • queruvim  On 18 de fevereiro de 2013 at 1:35

      Silva comentou acima e simplesmente demonstra que está perpetuando erros graves, que a luz da verdade das escrituras, não passa de equívocos teológicos, ele afirma:

      Na Verdade as Doutrinas da Trindade e da Divindade de Jesus Cristo são Bíblicas.

      “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” (João 1.1)
      Nesse versiculo ensina que Jesus(o verbo )estava com o Pai(Deus) e que o verbo:Jesus era Deus.

      Esta passagem no máximo fala de uma “dualidade” e não de uma “trindade”. Não existe na Bíblia tal ensino em parte alguma. E dizer que Jesus é Deus ou THEOS é facilmente compreensível uma vez que até mesmo Moisés foi chamado de THEÓS em Exodo 7:1. Isso porque a palavra “Deus, deus” não se refere apenas ao Ser Supremo Jeová Deus, não, mas é aplicada a todo aquele que tem um determinado poder.(Por exemplo 2 cor. 4:4) Imagine então o filho de Deus, que é sem dúvida nenhuma uma divindade , assim como lemos em col 2:9 ! Mas ele não é o Deus COM quem estava, de acordo com João 1:1. Como pode uma pessoa estar COM alguém e ainda ser ao mesmo tempo aquele alguém. Até porque em Efésios 1:17 Paulo fala de Deus e se refere a Ele como o “Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo”. Então vamos estudar um pouco mais e parar de enxertar ensino pagão (como é o caso da trindade) nos textos bíblicos!

      Você cita escritos antigo onde se usa a palavra trinitas em LATIN, contudo, em momento algum os escritores usaram tal palavra no sentido moderno da palavra “trindade”.

      Os Eruditos evangélicos mais respeitados reconhecem que não existe uma “trindade” na Bíblia.

      O Erudito Evangélico Daniel Wallace em seu artigo falando sobre a “Gramática Grega e a Personalidade do Espírito Santo” reconhece que as escrituras não contêm a doutrina da trindade!

      No parágrafo final de seu artigo ele diz:

      “Em geral eu concordaria com Alister MacGrath (que escreveu Teologia Cristâ – Uma Introdução [2d ed.; Oxford: Blackwell, 1997], 294)) onde ele afirmou o seguinte sobre como contruir uma doutrina trinitária:

      “A doutrina da trindade pode ser considerada como o final de um processo sustentado de reflexão e crítica no padrão de atividade divina revelado nas escrituras e continuada na experiência cristã. Isto não significa dizer que as escrituras contenham uma doutrina da trindade, antes, as escrituras são o testemunho de um Deus que exige ser compreendido de uma maneira trinitária.”

      Observaram Daniel Wallace afirmar que concorda com as declarações de que “As escrituras não contém uma doutrina da trindade”?

      Não existe um verso sequer que fale claramente e objetivamente de uma “trindade”. O texto de João 1:1 fala de Deus e de Jesus que é um ser Poderoso ou um Deus, contudo não o Deus Todo Poderoso. Se afirmarmos que Jesus é o próprio Deus em forma humana como diz esta doutrina confusa e antibíblica, isso contradiria inúmeros textos bíblicos. Por exemplo Galatas 1:1 que diz que Jesus foi ressuscitado por outra pessoa.

      ”Aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Salvador Jesus Cristo.” (Tito 2:13)
      Nesse versiculo ensina que Jesus é o Grande Deus.

      Não ensina nada disso. Muitas versões da palavra de Deus traduziram mais corretamente este texto:

      “aguardando a bendita esperança e o*aparecimento da glória [do grande Deus e nosso Salvador (nota ao pé da página)], Cristo Jesus, ” (New American Standard Bible,)

      “ do grande Deus e nosso Salvador Jesus Cristo; “ King James Version

      “do grande Deus e de nosso Salvador Cristo Jesus” A New Translation of the Bible, por James Moffatt, New York and London, 1935

      “do grande Deus e de nosso Salvador Cristo Jesus”—The Riverside New Testament.

      “do grande Deus e de nosso Salvador Cristo Jesus ”—A New Translation of the Bible

      “do grande Deus e de nosso Salvador Jesus Cristo”—La Sainte Bible

      “ do grande Deus e de nosso Salvador Cristo Jesus ”—The New American Bible,

      “do grande Deus e de Cristo Jesus nosso Salvador”—The New Testament in Modern English , by J.B. Phillips, New York, 1972

      “do grande Deus e de nosso Salvador Jesus Cristo” The New Testamento f our Lord and Saviour Jesus Christ, por cornelius Nary,1719

      “do supremo Deus e de nosso Salvador Jesus Cristo”The New Testament in Greek and English, por Daniel Mace, Londres, 1729

      “do grande Deus e de nosso Salvador Jesus Cristo” The New Testament, in na Improved Version, upon the basis of Archbishop Newcomes´s New Translation ,Londres, 1808.

      “do grande Deus e de nosso Salvador Jesus Cristo” The New Testament Translated from the Text of J.J Griesbach ,por Samuel Sharpe , Londres, 1840

      “do grande Deus e de nosso Salvador Jesus Cristo” The New Testament: Translated from the Greek Text of Tischendorf,por George R. Noyes, Boston, USA, 1869.

      Para uma pesquisa adicional sobre este texto de Tito 2:13 ACESSE ESTA PÁGINA E LEIA UM ARTIGO QUE POSTEI A ALGUM TEMPO

      ”Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo .”
      Nesse versiculo Jesus mandou Batizar em no nome da Trindade.aqui é uma prova da Trindade de Deus,ou seja um único Deus Trino.deve nota que o versiculo diz em Nome(singular) e não nos Nomes(Plural).

      Quando dizemos “em nome da lei” não estamos querendo dizer que a lei é uma pessoa estamos? claro que não! em parte alguma o espírito santo de Deus é mencionado como “alguém”, antes ele é a irresistível poderosa força ativa de Deus.

      Ademais, afirmar que o espírito santo é uma pessoa, além de ser biblicamente incorreto, tendo em vista o contexto bíblico, também implica em problemas teológicos desconcertantes para os defensores do dogma. Isso levantaria questões intrigantes, tais como:
      Por que Jesus não apresentou o espírito santo como testemunha junto dele e do Pai? – João 8:17, 18.
      Se Deus é uma Trindade, por que Jesus não disse: ‘Eu e o Pai e o Espírito Santo somos um’? – João 10:30.
      Por que Jesus não mencionou o espírito santo, quando disse que a vida eterna depende de conhecer o Pai e o Filho? – João 17:3.
      Por que ele disse que o Pai estava em união com ele e ele em união com o Pai, mas não citou o espírito santo como parte dessa união? – João 14:10, 11; 17:21-23.
      Por que a “grande multidão” de salvos atribui a salvação ao Pai e ao Filho, mas não ao espírito santo? – Rev. 7:10.
      Por que a Bíblia menciona “o trono de Deus e do Cordeiro”, mas não inclui o espírito santo? – Rev. 22:1.
      Por que Paulo fala do “reino do Cristo e de Deus”, mas não inclui nesse reino o espírito santo? – Efé. 5:5.
      Por que Jesus afirmou que somente ele e o Pai conhecem um ao outro plenamente, mas não incluiu o espírito santo nessa relação de conhecimento mútuo? – Luc. 10:22.

      Quanto aos recortes que fez sobre os chamados “Pais da Igreja” demonstram que não leu o artigo que escrevi acima, e que mostra a verdadeira opinião destes homens que viveram antes do concílio de Nicéia. Um exemplo de como suas citações são seletivas e não englobam nada do que os Pais pré nicéia pregavam observemos o que disse Justino o Martir em Dialogo com Trífon:

      ““[O Filho] é distinto Daquele que fez todas as coisas, — numericamente, quero dizer, não [distinto] na vontade.”11″

      Percebeu como ignorou o artigo acima fazendo citações seletivas? Em momento algum Justino fala de uma “trindade“. Isso é teologia posterior. Deveria pelo menos ler o que foi postado acima. Sua pesquisa não é realmente erudita, mas um recorte seletivo feito de modo incorreto e tendencioso visando enfiar a doutrina católica da trindade guela abaixo dos que não estudam com atenção e dedicação.

      QUER DIZER DOS ESCRITOS DE IGNÁCIO ?????

      Sobre as palavras de Ignacio pode ter certeza de uma coisa. É concesso quase que universal que 8 cartas das 15 cartas ou “Epístolas de Santo Ignácio” são espúrias. Tais cartas possuem em si mesmas evidências incontestáveis de serem escritas muito depois do tempo de Ignácio. Nem o historiador Eusébio nem Jerônimo fazem citação de qualquer parte destas epístolas. São postas de lado pelos historiadores e eruditos que trabalham com informações fiáveis como sendo forjadas, uma falsificação assim como o texto de 1 João 5:7 o é em muitas versões da bíblia.Para confirmar isso PESQUISE A OBRA: Ignatius, The Ante-Nicene Fathers, Volume I, Alexander Roberts and James Donaldson, Editors. Que por sinal não é produzida pela “Torre de Vigia!”

      Tal história desabonadora não deixa dúvidas de que, não somente são escritos que contradizem a Bíblia como também surgiram em uma época em que a apostasia já estava operando. De fato os apóstolos alertaram que em seus dias já havia o anticristo, quanto mais 200 anos depois! (1 João 2:18-20)

      FONTE ADICIONAL DE PESQUISA

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  • Silva  On 18 de fevereiro de 2013 at 3:45

    Com todo Respeito Quruvim,Mais você esta errado.vou prova com Base na Bíblia.DEUS EXISTE COMO TRÊS PESSOAS

    1. O Pai é Deus

    “Todavia, para nós há um só Deus, o Pai…” (1Co 8.6)

    “… segundo a presciência de Deus Pai…” (1Pe 1.2)

    “… subo para meu Pai e vosso Pai, para meu Deus e vosso Deus” (Jo 20.17)

    2. O Filho é Deus

    “Cristo, …, o qual é sobre todos, Deus bendito para todo o sempre” (Rm 9.5)

    “Porquanto nele (Cristo) habita corporalmente toda a plenitude da Divindade” (Cl 2.9)

    “Eu e o Pai somos um” (Jo 10.30)

    “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” (Jo 1.1)

    “Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou” (Jo 1.18)

    “Respondeu-lhe Tomé: Senhor meu e Deus meu!” (Jo 20.28)

    “… e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as cousas, e nós também, por ele” 1Co 8.6)

    “Mas acerca do Filho: O teu trono, ó Deus, é para todo o sempre…” (Hb 1.8)

    “… estamos no verdadeiro, em seu Filho, Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna” (1Jo 5.20)

    “Aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus” (Tt 2.13)

    “Tu és digno, Senhor e Deus nosso, de receber a glória, a honra e o poder, porque todas as cousas tu criaste, sim, por causa da tua vontade vieram a existir e foram criadas” (Ap 4.11)

    3. O Espírito Santo é Deus

    “Então disse Pedro: Ananias, por que encheu Satanás teu coração, para que mentisse ao Espírito Santo… Não mentistes aos homens mas a Deus” (At 5.3,4)

    “Porque, qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o seu próprio espírito que nele está? assim também as cousas de Deus ninguém as conhece, senão o Espírito de Deus” (1Co 2.11)

    “Ora, o Senhor é o Espírito; e, onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade” (2Co 3.17)

    “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome (singular) do Pai e do Filho e do Espírito Santo” (Mt 28.19)

    O Espírito Santo é colocado ao mesmo pé de igualdade com o Filho e com o Pai e Ele têm os mesmos poderes e atributos.

    UMA PROVA “ESPETACULAR” DA TRINDADE

    Observe a passagem clássica em Isaías 6.
    a) O Ser a Quem é dirigido a adoração é o “Senhor dos Exércitos”, o Pai.

    b) Mas em João 12.41 em manifesta referência a esta transação diz sobre a glória dele (de Cristo). Portanto, temos também o Filho, cuja glória nesta ocasião o profeta disse ter visto.

    c) Atos 28.25 determina que também havia a presença do Espírito Santo. As palavras deste versículo, Isaías declara que foram ditas na mesma ocasião pelo “Senhor dos Exércitos” (Is 6.9).

    Resumindo todas as circunstâncias de Isaías 6:

    O LUGAR: o santo lugar dos santos;

    a repetição da homenagem, TRÊS vezes, Santo, santo, santo;

    o ÚNICO Jeová dos Exércitos, a quem foi dirigida;

    O pronome plural usado por este ÚNICO Jeová, NÓS;

    A declaração do evangelista de que nesta ocasião Isaías viu
    a glória de CRISTO;

    A declaração de Paulo, que o Senhor dos Exércitos que falou nessa ocasião era o ESPÍRITO SANTO;

    E a conclusão não parecerá desprovida da mais poderosa autoridade, tanto circunstancial quanto declaratória, que a adoração, Santo, santo, santo, referia-se à Divina Trindade, na essência do Senhor dos Exércitos.

    De acordo com isso, em Apocalipse, “o cordeiro” está em associação com o Pai, sofre ou é objeto de igual homenagem e louvor dos santos e dos anjos. Esta cena em Isaías é transferida para o capítulo quatro (v.8), e as “criaturas viventes”, os serafins do profeta, são ouvidos na mesma melodia e com a mesma repetição trina, dizendo: “Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo-poderoso, aquele que era, que é e que há de vir”.

    A TRINDADE NO NOVO TESTAMENTO

    No Novo testamento a Trindade é perfeitamente identificada. Por isso ela pode ser facilmente formulada pelas passagens que se seguem:

    A. NA FÓRMULA BATISMAL

    As instruções de Cristo de batizarem “em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo” declaram a Trindade (Mt 28.19).

    B. NO BATISMO DE CRISTO

    As Três Pessoas da Divindade são evidenciadas distintamente em Seu Batismo (Mt 3.16,17).

    C. NA BÊNÇÃO APOSTÓLICA

    As Três Pessoas são vistas (2Co 13.14).

    D. O FILHO E O ESPÍRITO É DEUS

    Juntamente com o próprio Deus eles formam uma Unidade (Jo 6.27; 10.30; At 5.3,5).

    E. PRINCIPAIS DECLARAÇÕES BÍBLICAS:

    1. Em João 1.1 encontramos uma das maiores provas de que Cristo é Deus. No original grego diz: “e Deus era a palavra”, declarando assim explicitamente que Cristo é Deus.

    2. Sabemos que Deus é o Criador das coisas, em Jo 1.3; Hb 1.2; Cl 1.16, vemos que Cristo é o Criador de todas as coisas.

    3. Tomé declara em relação a Cristo: “Senhor meu e Deus meu!” (At 20.28).

    Tudo que citei prova que existe um só Deus que é Trino.

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    • queruvim  On 18 de fevereiro de 2013 at 22:57

      “Todavia, para nós há um só Deus, o Pai…” (1Co 8.6)

      Este texto que cita rebate claramente o que você está defendendo. Não ignore o que o texto diz.

      Jesus disse que ele tem “um Deus” e vc mesmo citou o texto:

      “… subo para meu Pai e vosso Pai, para meu Deus e vosso Deus” (Jo 20.17)

      Só uma pessoa cheia de desvios de entendimento de verdades básicas pra dizer que ele estava se referindo a ele mesmo quando disse que tem “um Deus” e ao mesmo tempo ser aquele Deus. Pra vcs trinitários, Jesus orava para ele mesmo e mesmo a Bíblia dizendo em Habacuque 1:12 que “Deus não morre” vcs acreditam que Jesus é o próprio Deus. O que confunde as pessoas são os pastores e os Padres que a séculos vem repetindo a doutrina antibíblica da trindade. Eu já te falei no post anterior que não existe em parte alguma das Escrituras Sagradas um verso sequer que demonstre claramente e objetivamente tal doutrina. Vc citou João 1:1 da outra vez e agora para piorar a situação menciona textos como os acima onde se vê o OPOSTO de tal doutrina!

      Jesus é Deus mas não no sentido que você pensa. Para um entendimento correto do significado da palavra Deus deverá começar do zero. Eu escrevi um artigo que ajuda a entender este assunto. Clique aqui e lerá o artigo. Somente não ignore os textos e leia com atenção cada verso e sem pressa. Não leve jamais este assunto para o campo pessoal, assim como fazem seus irmãos de fé trinitária. Afinal este assunto não é a respeito do que eu sou ou você, mas se aquilo que pregamos é a verdade.

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    • queruvim  On 18 de fevereiro de 2013 at 23:07

      Você fez uma flooding ou abarrotou a discussão enviando uma série de assuntos, que embora relacionados com o tema, a saber, sobre a verdadeira natureza de Deus, acaba abarrotando de textos para análise. Mas vou te dizer uma coisa prezado, seus pontos de vistas são esmagados um a um quando examinados com atenção detida. Por exemplo, sobre João 10:30 um textos amiúde mal aplicado para tentar provar que Jesus é o próprio Deus, foi definitivamente provado no link que criei abaixo, ser um embuste teológico.

      João 10:30 “Eu e o Pai somos um ” em que sentido Jesus quis dizer isso?

      Leia com atenção e observe o que diz o artigo e tente argumentar! Se se deter em João 10:30 cheque mate! Ficará mais do que claro que está perpetuando um equivoco. Terá que se amparar em outros argumentos e provavelmente desviará seu foco de João 10:30. O que acontece quase sempre com os trinitários. Pulam de “de galho em galho” ou seja mudam de textos ou fazem como fez aqui, um over flooding de textos. Seria mais sensato se evitasse isso. E considerasse cada assunto por vez. Isso ajuda na clareza das idéias. O que tem a me dizer sobre este artigo e o texto de João 10:30? Foi ou não mal aplicado?

      O que revela o contexto dos Evangelhos?

      Em João 6:38, Jesus disse: “Desci do céu não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou.”

      Em contraste com isso, Deus é mencionado em Daniel 4:35 como Aquele que “age segundo sua própria vontade ENTRE O EXERCITO DOS CÉUS E OS HABITANTES DA TERRA”.

      Em Hebreus 9:24, Paulo escreveu sob inspiração que Jesus entrou no céu para comparecer “PERANTE a face de Deus” por nós.

      Como pôde Jesus comparecer PERANTE Deus e ao mesmo tempo SER o Deus Todo Poderoso, diante de quem comparece?

      E Atos 9:20 declara que Paulo, após sua conversão, passou a pregar imediatamente que Jesus é “o Filho de Deus” e não o próprio Deus, como ensina a realmente distorcida teologia trinitariana.

      João, na conclusão de seu Evangelho, escreveu que “estas coisas foram escritas para que creiais que Jesus é o Cristo , o FILHO DE DEUS.” (João 20:31) Temos que crer nisso!

      Efésios 1:17 fala do Pai como sendo “DEUS de nosso Senhor Jesus Cristo”.

      Paulo, o apóstolo para as nações, escreveu que Deus sujeitou a Jesus todas as coisas; mas, como ele tornou claro, “se EXCETUA Aquele que lhe sujeitou todas as coisas”. – 1 Cor. 15:27.

      Por que Jesus teve de receber autoridade do Pai e depois entregar o reino ao seu Pai? Faz sentido se ele fosse o Todo Poderoso Deus? – 1 Cor. 15:24, 27, 28.

      Jesus foi criado, conforme diz Apocalipse 3:14: “O principio DA CRIAÇÃO de Deus”. (Portanto, segundo este verso inspirado, Jesus é parte “da criação”.)
      Em harmonia com isso, Colossenses 1:15 diz que ele foi o “primogênito de toda a criação”.

      Isso explica por que Jesus foi tentado. Por outro lado, “Deus não pode ser tentado”, diz Tiago 1:13.

      Não se deve estudar a palavra de Deus para tentar rebater ela mesma, mas se deve estuda-la para harmonizá-la consigo mesma, e em seguida fazer com que nossos pensamentos se harmonizem com ela. MAS NÃO PODEMOS QUERER QUE ELA SE HARMONIZE COM NOSSOS PENSAMENTOS.

      Em João 5:32, Jesus diz: “Há OUTRO que dá testemunho de mim, e eu sei que o testemunho que Ele dá de mim é verdadeiro.” No verso 37 Jesus acrescenta

      “O Próprio Pai que me enviou tem dado testemunho de mim. Vós nem ouvistes JAMAIS A SUA VOZ NEM VISTE A SUA FIGURA. … E NÃO ACREDITAIS NAQUELE A QUEM ELE ENVIOU.”

      Portanto, Jesus dava testemunho de que seu Pai o “enviou” e que a vontade primária era a Dele e não a sua.

      Isso deve fazer com que reflitamos também em João 20:17, onde Jesus fala de alguém a quem chama de “meu Deus e vosso Deus”, referindo-se ao Pai dele.

      A Biblia foi escrita para pessoas simples, como pescadores, lavradores e donas de casa.

      Cristo enfatizou que há outra pessoa a quem está subordinado. É por isso que Paulo, em Efésios 1:17, fala do ‘Pai e Deus de nosso Senhor Jesus Cristo’.

      Em vista do exposto acima DIRETAMENTE DA BÍBLIA SAGRADA, fica claro que os Evangelhos e o restante das Escrituras não favorecem a Tradução comumente aceita em João 1:1: “E a Palavra era Deus”. Mas sim, “e a Palavra era um deus”.

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    • queruvim  On 18 de fevereiro de 2013 at 23:13

      Com respeito ao texto de 1 João 5:20, escrevi um artigo intitulado, “Quem é o Verdadeiro Deus e a Vida eterna?”

      Um exame detido deste artigo revelará mais uma vez que o texto é mal entendido pelos trinitários. Acho difícil que vc “caia em sí” em entenda o texto( a saber João 10:30, o qual distorces) , porque vcs procuram textos que “parece” dizer algo, e acaba tapiando os que não tem uma tendência de “certificar-se de todas as coisas”.

      Este, infelizmente é o caso da maioria.Não gostam de estudar e nem “anseiam o leite não adulterado pertencente a palavra” como disso o santo Apostolo Pedro. A Bíblia é cheia de armadilhas para os que a estudam ou a leem com idéias preconcebidas, este texto é um exemplo claro disso. No meio dos verdadeiros cristãos, a saber, as Testemunhas de Jeová, a Bíblia é lida e entendida como ela realmente é, não com infinidades de adulterações, como é o caso da maioria das versões tradicionais. A remoção do Nome de Deus e a ausência Deste nas versões comumente aceitas pela cristandade apóstata, causou uma terrível confusão na mente de muitos, pavimentando assim o caminho para pastores sem instrução e amor as escrituras promoverem a antibíblica doutrina da trindade. Sempre tenho conversado com religiosos e percebe-se claramente que são a favor desta omissão do Nome de Deus e até mesmo a endossam. Isso se dá porque os pastores evangélicos não entendem que não se deve “acrescentar nem tirar nada” da palavra de Deus, quanto menos o Nome do Autor Divino das Escrituras. Por isso o povo da religião babilônica (confusão) nem usam o Nome nem em suas traduções da palavra de Deus, nem em sua conversa diária. Vcs são uma vergonha! É em vão toda a forma de adoração dos evangélicos, que adoram um Deus trino pagão e removem o Nome de Deus de modo preconceituoso não só de suas Bíblias como de suas mentes. É impalatável pra vcs entenderem que “remover” o nome e substituir por palavras a bel prazer, tais como “Senhor” “Eterno” e “Deus” é adulterar a Bíblia.Vcs não admitem isso ao mesmo tempo que pregam que não se deve “acrescentar nada nem tirar nada dela”.(Provérbios 30:6) Um exemplo é a frase que vc mesmo cita: “Senhor dos exércitos” eu nunca ví em parte alguma do texto sagrado tal expressão. Simplesmente não existe. No texto da Bíblia aparece a frase “Jeová dos exércitos”, “senhor dos exércitos” não existe na bíblia. É por isso que Jesus disse a vosso respeito, “dizem mas não fazem!” A maioria de vcs evangélicos estão ao meu ver cegos pela tradição e doutrinamento pagão enxertado ou até mesmo OBRIGADO SOB PENA DE MORTE, no cristianismo apostata.( Eu me refiro aqui a séculos de doutrinação da igreja onde quem questionasse a doutrina da trindade era fatalmente executado pela classe clerical na ausência do laicicismo) Isso explica a situação moralmente decadente no meio de vcs. Em época de guerras sangrentas como em Ruanda em 1994 e a guerra do Iraque em 1990, a Igreja evangélica mostra que apoia o derramamento de sangue. Isto ficou claro como cristal, quando vimos 78% da Igreja evangélica americana apoiando e enviando seus jovens para a guerra. Vcs são uma vergonha para cristo, quando se sujam na politica partidária. Na violação da lei do silêncio. Assunto este recorrente em telejornais e denúncias infindáveis que testificam de um modo quase que geral (sei que não são todas as seitas evangélicas q assim fazem) apoiando a poluição sonora e perturbando a paz das pessoas com cultos barulhentos.(Digite IGREJA BARULHENTA NO YOUTUBE) Isso é o que vemos como frutos da religião babilônica dominada pelo Diabo. Essa é minha opinião sobre vcs. E não tem como convencer juiz algum de que estou errado. A não ser que ele seja um pastor e seja de raciocínio afetado pela cegueira que o faz perder noção do princípio da justiça e do amor que Cristo pregou. Sim, justiça e amor identificam os verdadeiros seguidores de Cristo. João 13:35. Os maiores criadores de ateísmo e agnosticismo são vcs chamados “evangélicos”. Sei que a discussão sobre a antibíblica trindade não terá fim enquanto satanás estiver solto e promovendo mentiras que desonram a Deus.

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  • Silva  On 19 de fevereiro de 2013 at 2:52

    Queruvim.continuo com TODO RESPEITO a lhe afirmar que Você esta muito Errado.a Doutrina da Trindade é Bíblica e como já citei desde o Seculo II já era ensinada pela Igreja Cristã.

    A Doutrina da Trindade só foi rejeitatada pelos Hereges Monarquistas , pelos Modalistas e pelos Arianos.

    Hoje existe teologos que rejeitam a doutrina bíblica da Trindade.muitos Liberais e outros que nem acreditam na Bíblia como Palavra de Deus.

    Desculpe te dizer,maistalvez não saibas Muitas Igrejas Evangelicas Não participam de Guerras.

    Muitas Igrejas Usam o Nome de Deus em seus Livros e revistas e Hinarios.porem te digo que o Nome de Deus Não é Jeová.o verdadeiro nome de Deus é Yahweh.porem Jesus Não usou o nome de Deus quando esteve na terra e o nome da Yahweh Não aparece em Nenhum Manuscrito Grego do Novo Testamento.os Cristãos chamavam a Deus muitas vezes de Pai e Senhor.

    Desculpe,mais eu Já pesquisei sobre a ”Tradução do Novo mundo”.ela é Não tradução exata da Bíblia.ela é rejeita pela maioria dos eruditos em Hebraico e Grego.Nela Não aparece o Nome dos Tradutores.isso por que talvez Não saibas mais Nenhum era um Verdadeiro erudito em Hebraico e Grego.foi no minimo uma Tradução amadora.Hoje já se sabe embora o Anonimato que foram os Tradutores por que certos ex-membros das Testemunhas de Jeová que revelaram os Tradutores,nenhum deles era Erudito,por isso Não tinham qualificações para fazer uma Tradução da Bíblia.os membros deste comitê seriam Frederick W. Franz, Nathan H. Knorr, Albert Schroeder, Milton Henschel e George D. Gangas. A respeito de Frederick W. Franz, Raymond diz que “era o único com suficiente conhecimento das línguas bíblicas para tentar uma tradução deste gênero. Ele havia estudado grego por dois anos na Universidade de Cincinnati, porém o hebraico estudou por si próprio (autodidática)”5. Curiosamente, o dr. Walter Martin diz que durante uma prova de fiscal na Escócia, em 24 de novembro de 1954, entre Walsh e Latham, “Frederick W. Franz admitiu sob juramente que não conseguia traduzir Gênese 2,4 a partir do hebraico” (um versículo que qualquer estudante do primeiro cursos de hebraico num Seminário Teológico poderia traduzir)6. Após repassar os dados, dr. Martin conclui que o Comitê Tradutor da Bíblia do Novo Mundo não merece qualquer respeito porque “não havia nenhum tradutor de reputação com títulos reconhecidos em exegese ou tradução grega ou hebraica”7.

    Aqui estão as observações escritas por famosos eruditos do grego e do Novo Testamento sobre o modo como a Tradução do Novo Mundo verte João 1,1 e que também servem como indicativos das opiniões acerca da Tradução do Novo Mundo em geral:
    •Dr. J.R. Mantey (que é citado às pp. 1158-1159 da Tradução Interlinear do Reino da Sociedade Torre da Vigia em inglês): “É uma surpreendente má tradução”, “Obsoleta e incorreta”, “Não é nem erudito, nem razoável traduzir João 1,1 como ‘A palavra era um deus’”.
    •Dr. William Barclay (da Universidade de Glasgow, Escócia): “O modo como esta seita torce deliberadamente a verdade se pode constatar em suas traduções do Novo Testamento. João 1,1 é traduzido por ‘A palavra era um deus’. Uma tradução gramaticalmente impossível. É suficientemente claro que uma seita que traduz o Novo Testamento desta maneira carece de honradez do ponto de vista intelectual”.
    •Dr. Bruce M. Metzger (da Universidade de Princeton, professor de linguagem e literatura do Novo Testamento): “Uma tradução horrivelmente má…”, “errônea”, “perniciosa…”, “repreensível”. “Se os Testemunhas de Jeová levam esta tradução à sério, são politeístas”.
    •Dr. Samuel J. Mikolasky (de Zurique, Suiça): “Esta tradução anártrica (usada sem o artigo) não tem o mesmo significado que o artigo indefinido ‘um’ tem em inglês. É algo monstruoso traduzir esta frase como ‘a palavra era um deus’”.
    •Dr. James L. Boyer (do Seminário Teológico de Winona Lake, Indiana): “Nunca ouvi nem li que haja algum erudito do grego que concorde com a interpretação deste versículo (João 1,1) da forma como insistem os Testemunhas de Jeová. Nunca encontrei com um deles (=membros da Sociedade Torre da Vigia) que tenha conhecimento do idioma grego”8.
    •Dr. Philip B. Harner (da Universidada de Heidelberg): “O verbo precedente a uma forma anártrica provavelmente significaria que o ‘Logos’ era ‘um deus’ ou pessoa divina de certa classe, pertencente à categoria geral do ‘Teos’, porém um ser distinto de ‘ho Teos’. Na forma que João usa, a palavra ‘Teos’ está colocada ao princípio para ênfase (descartando completamente a tradução ‘um deus’)”.
    •Dr. B.F. Westcott (cujo Novo Testamento em grego é usado pela Tradução Interlinear do Reino da Sociedade Torre da Vigia): “O predicado (Deus) sobressai enfaticamente primeiro, como em João 4,24. Necessariamente não tem o artigo…. Não se sugere inferioridade de natureza por esta forma de expressão, a qual sensivelmente afirma a deidade real da Palavra… Na terceira cláusula se declara que ‘a palavra’ é ‘Deus’ e, desse modo, está incluída na Deidade”.
    •Dr. Eugene A. Nida (director do Departamento de Tradução da Sociedade Bíblica Americana e responsável pela Versão Popular, cujo comitê trabalhou sob sua direção): “A respeito de João 1,1 há uma complicação apenas porque é evidente que a Tradução do Novo Mundo foi feita por pessoas que não levaram à sério a sintaxe grega”.
    •Dr. J.J. Griesbach (cujo Novo Testamento grego foi usado pea Sociedade Torre da Vigia em sua publicação da “The Emphatic Diaglott”): “São tão numerosos e claros os argumentos e testemunhos nas Escrituras a favor da verdadeira divindade de Cristo que apenas posso imaginar como, reconhecendo a autoridade divina das Escrituras e o respeito às regras justas da interpretação, pode esta doutrina ser posta em dúvida por qualquer homem. Especialmente a passagem de João 1,1-3 é tão clara e tão superior a qualquer exceção que nenhum esforço, seja de comentadores ou de críticos, pode tirá-la das mãos dos defensores da verdade”.
    A Tradução do Novo Mundo Não serve para o estudo da Bíblia de maneira nenhuma.por isso Você Não consegue entender a Doutrina da Trindade.se você pesquisar uma Tradução erudira talvez compreenda.

    Eu te digo que usa uma Tradução erudita da Bíblia com toda certeza crerá na Trindade como ensino Cristão.

    vou lhe dizer umas verdades sobre a Tradução do Novo mundo.
    1-o texto dela foi alterado em grego,onde aparece Kyrios (Senhor) foi Substituido por Jeová,como já tinha dito Jeová(mais correto:Yahweh) Não aparece em nenhum Manuscrito Grego do Novo Testamento.
    2- toda vez que a Palavra Grega proskuneo que significa Adorar,aparece em relação a Jesus.ela foi ”traduzida” como Prestar Homenagem.
    3- a Tradução do Novo Mundo foi elaborada para Negar a Divindade de Jesus.

    Será que a Igreja(congregação) que Jesus estabeleu desapareceu no Seculo II?Não de maneira nenhuma Jesus ensinou que sua Igreja sempre existiria.
    As Testemunhas de Jeová que rejeitam a Trindade só começaram no Seculo XIX e sendo que Charlez Russel antes de começa os Estudantes da Bíblia(testemunhas de Jeova´) Não era Teologo,nem Bispo e nem Presbistero ou Pastor.Não Sabia nem Grego.charlez russel ensinou muitos erros como a Doutrina Pagão da Piramidologia.será que devo confiar nas Afirmãções de uma um grupo religioso que rejeita a Trindade com essa Historia?Não!

    Te afirmo,Nunca fui Testemunha de Jeová e nem pretendo ser.mais conheço seus ensinos pois tenho Parentes que são Testemunhas de Jeová,já tive acesso a muitos de seus livros.te digo Que as Testemunhas de Jeová ensianam muitos erros.

    Finalizando.você tem diretio a crer assim como eu.porem tenho total direito de discorda respeitosamente de Você.Afirmo que Deus é Uno e Trino e afirmo que Jesus é Deus.

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    • queruvim  On 19 de fevereiro de 2013 at 19:17

      Acha desrespeitoso falar a verdade com franqueza e sem rodeios? Eu não estou te desrespeitado, apenas falando francamente e de homem pra homem. Se alguma coisa o choca, é justamente aquilo que decides nem comentar nada a respeito. A doutrina trinitária tem produzido um tipo de cristianismo que realmente envergonha. Sei que alguns são pessoas de juízo e, infelizmente, ainda estão na religião babilônica, senão Deus não teria ordenado para que “saissem de babilônia” (Apoc 18:4)

      Silva afirmou em seu post anterior:

      como já citei desde o Seculo II [a trindade] já era ensinada pela Igreja Cristã.

      Não é isso que diz o artigo que publiquei acima. E você ignorou o que postei em resposta a suas declarações, por exemplo, as palavras de Justino o Martir, quando este disse:

      Justino o Martir afirmou em Dialogo com Trífon:
      ““[O Filho] é distinto Daquele que fez todas as coisas, — numericamente, quero dizer, não [distinto] na vontade.”11″

      Você se faz de surdo e ignorou declarações como esta abaixo e que aparece no artigo principal desta página:

      Conforme diz a obra The Church of the First Three Centuries:

      “A moderna doutrina popular da Trindade . . . não deriva apoio da linguagem de Justino: e esta observação pode ser estendida a todos os Pais Pré-Nicéia; isto é, a todos os escritores cristãos durante três séculos após o nascimento de Cristo. É verdade que falam do Pai, do Filho e do Espírito profético ou santo, mas não como co-iguais, não como uma só essência numérica, não como Três em Um, sentidos hoje aceitos pelos trinitaristas. O diametralmente oposto é a realidade. A doutrina da Trindade, segundo explicada por esses Pais, era essencialmente diferente da doutrina moderna. Isto afirmamos como fato tão irrefutável como qualquer fato da história das opiniões humanas.”

      Desculpe te dizer,maistalvez não saibas Muitas Igrejas Evangelicas Não participam de Guerras

      Em todo o Brasil onde quer que eu ande, a junta militar tem recebido orientação apenas de um grupo como requerentes da eximição do serviço militar obrigatório e alternativo. Quando as TJ se identificam pelo nome e dizem que estão “procurando a eximição” os Sargentos imediatamente as identificam como “Testemunhas de Jeová”. Então larga de tapear. Estou aqui falando de um assunto sério. Sabemos que de um modo geral as religiões não possuem mecanismos que previne seus rebanhos de participarem do treinamento militar, antes até mesmo promovem a adoração do estado e só conheci um grupo que não canta o hino nacional. A partir do momento que a pessoa tem a reservista deve “apresentar-se imediatamente caso convocado”. estes são os fatos. O que você fala é só conversa. Na prática a coisa é bem diferente. Eu mesmo quando disse que estava procurando eximição me lembro das palavras do Sargente Edimilson Martins da zona sul de São Paulo me dizendo “Você é Testemunha de Jeová???????????????….o silêncio tomou conta do ambiente e dezenas de datilógrafas (na época) pararam de digitar…ele quebrou o silêncio dizendo…eu vou te ferrar…vc vai ver!”

      Você está está discutindo aqui nesta página e achando que está falando com um bobo qualquer, mas decidi levar a frente esta discussão para expor a fraude que é as críticas de pastores e outros iguais a você. E isso fica claro uma vez que comparamos com atenção as declarações a luz da Bíblia Sagrada. Você ignorou quase tudo o que postei no post anterior, e isso é simples de entender. PRIMEIRO: Vcs evangélicos não estão ORGANIZADOS e portanto não tem responsabilidade alguma, basta apenas dizer que “segue a Cristo” no meio de um emaranhado de grupos doutrinalmente conflitantes entre sí chamados “evangélicos”(Em contraste com as palavras de Paulo sob inspiração em 1 Coríntios cap 1:10)

      Exorto-vos agora, irmãos, por intermédio do nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que todos faleis de acordo, e que não haja entre vós divisões, mas que estejais aptamente unidos na mesma mente e na mesma maneira de pensar. 11 Pois, foi-me exposto a respeito de vós, meus irmãos, pelos [da casa] de Cloe, que existem dissensões entre vós.

      O que as pessoas precisam ver é que, na verdade, não são muitos, mas apenas DOIS GRUPOS. O que segue a estrada “larga e espaçosa” e os que seguem a estrada “estreita e apertada”. Cristo disso que “larga e espaçosa é a estrada que conduz a destruição”. Ao passo que ele conclui dizendo que “estreito e apertado é o caminho que conduz a vida e POUCOS são os que o acham”. COMO IDENTIFICAR A ADORAÇÃO VERDADEIRA?

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    • queruvim  On 19 de fevereiro de 2013 at 19:26

      Silva afirmou em seu post anterior:

      Muitas Igrejas Usam o Nome de Deus em seus Livros e revistas e Hinarios. porem te digo que o Nome de Deus Não é Jeová.o verdadeiro nome de Deus é Yahweh.porem Jesus Não usou o nome de Deus quando esteve na terra e o nome da Yahweh Não aparece em Nenhum Manuscrito Grego do Novo Testamento.os Cristãos chamavam a Deus muitas vezes de Pai e Senhor.

      Se o Nome de Deus “não é Jeová” como afirmas, por que então aparece em várias versões da tradução da Bíblia de João Ferreira de Almeida (por exemplo a Edição de 1995 no Salmo 83:18?)???

      “Jesus não usou o Nome de Deus quando esteve na terra”? E quer dizer das passagens onde Jesus leu citações do V.T onde o Nome aparece nos Mss em hebraico? Por exemplo, em Lucas 4:18 onde Jesus leu o rolo de Isaías o Nome aparece e Jesus evidentemente usou. No rolo que Jesus Cristo leu lemos:

      Isaías 61:1
      61 O espírito do Soberano Senhor Jeová está sobre mim, visto que Jeová me ungiu para anunciar boas novas aos mansos. Enviou-me para pensar os quebrantados de coração, para proclamar liberdade aos que foram levados cativos e ampla abertura [dos olhos] aos próprios presos;
      OBS: NAO APARECE A PALAVRA SENHOR NO TEXTO HEBRAICO (senHor EM HEBRAICO é Adohn)

      Jesus usava o nome divino quando citava ou lia o Velho Testamento. (Deuteronômio 6:13, 16; 8:3; Salmo 110:1; Isaías 61:1, 2; Mateus 4:4, 7, 10; 22:44; Lucas 4:16-21) Nos dias de Jesus e de seus discípulos, o Tetragrama aparecia em cópias do texto hebraico no que muitas vezes é chamado de Velho Testamento. O mesmo acontece hoje. No entanto, durante séculos os eruditos pensavam que o Tetragrama não aparecia nos manuscritos da tradução Septuaginta grega do Velho Testamento, bem como nos manuscritos do Novo Testamento. Mas, em meados do século 20, algo impressionante foi trazido à atenção dos eruditos: foram descobertos alguns fragmentos bem antigos da Septuaginta grega que existia nos dias de Jesus. Esses fragmentos contêm o nome pessoal de Deus escrito em caracteres hebraicos.
      ▪ Jesus usava e divulgava o nome de Deus. (João 17:6, 11, 12, 26) Jesus disse claramente: “Vim em nome de meu Pai.” Ele também enfatizou que suas obras eram realizadas “em nome de [seu] Pai”. De fato, o próprio nome de Jesus significa “Jeová É Salvação”. — João 5:43; 10:25.

      Portanto sua afirmação de que “Jesus não usava o nome” é equivocada.
      Sua visão a respeito do Nome como sendo Javé é igualmente equivocada como poderá ver neste artigo QUE EU PUBLIQUEI.

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    • queruvim  On 20 de fevereiro de 2013 at 22:28

      Siva afirmou acima:

      A Tradução do Novo Mundo Não serve para o estudo da Bíblia de maneira nenhuma.por isso Você Não consegue entender a Doutrina da Trindade.se você pesquisar uma Tradução erudira talvez compreenda.


      Não Silva, isto é uma afirmação totalmente enganosa. A TNM é mais fácil de entender, é uma tradução mais exata, isso posso atestar ao ver a exatidão na tradução de verbos. A uniformidade na tradução é outro ponto que a torna superior. Sem falar em sua linguagem que diferente das versões tradicionais não é arcaica. Por exemplo em Isaias 11:8 diz “cobra venenosa” ao invés de “basilisco” e muitos outros exemplos semelhantes. Outro ponto que quero deixar claro pra ti, a TNM usa o Nome de Deus e não substitutos, o que a torna mais próxima ao original em relação a outras versões. A Bíblia Almeida a até pouco tempo não havia sequer conseguido traduzir o cabeçalho do salmo 8, antes, o transliterou durante décadas. Foi somente nos anos 90 que começaram a aparecer alguma correção mais significativa. Mesmo assim a exatidão da TNM não tem comparação, por exemplo, Deut 10:4 verte corretamente a frase hebraica por “dez palavras” e não “dez mandamentos” que não é exatamente o que se lê no texto hebraico. As muitas palavras para homem em hebraico devem ser traduzidas ligeiramente diferente uma das outras, o que não acontece com a Almeida e outras versões devido a falta de exatidão.

      Quanto a minha leitura pessoal da Bíblia, a anos eu tenho lido nos idiomas originais. Uso o texto de BHS para ler o que vcs chamam erroneamente de “velho Testamento”. E para ler a parte das escrituras cristâs eu uso o texto grego de Westcott e Hort. Isso a 20 anos. Foi no meio do povo Judeu que eu aprendi a ler hebraico e desenvolvi meu apego pela Tradução do Novo Mundo, por ver claramente que esta é de fato a mais exata das versões disponíveis em português atualmente.

      PROVA ESMAGADORA de que suas palavras Silva são enganosas e apenas a opinião de um preconceituoso sem informação de confiança pode ser vista em exemplos bem claros e simples de entender no link abaixo:

      http://oapologistadaverdade.blogspot.com.br/search/label/Tradu%C3%A7%C3%B5es%20da%20B%C3%ADblia

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  • queruvim  On 19 de fevereiro de 2013 at 19:46

    SILVA AFIRMOU em seu último post:

    Desculpe,mais eu Já pesquisei sobre a ”Tradução do Novo mundo”.ela é Não tradução exata da Bíblia.ela é rejeita pela maioria dos eruditos em Hebraico e Grego.

    Em 1 João 5:19 diz que o “mundo jaz no poder do maligno” isto é Satanás o Diabo, portanto é fácil entender por que a maioria dos chamados líderes religiosos ou “eruditos” criticam a Tradução do Novo Mundo. Ou acha que nos dias de Cristo a maioria dos líderes religiosos eram a favor dele e de seus discípulos? Não, claro que não eram, pelo contrário, até mesmo diziam como lemos em João 7:15:

    Portanto, os judeus ficaram admirados, dizendo: “Como é que este homem tem conhecimento de letras, sendo que não estudou nas escolas?”

    Silva faz uma acusação e diz:

    Nela Não aparece o Nome dos Tradutores.isso por que talvez Não saibas mais Nenhum era um Verdadeiro erudito em Hebraico e Grego.foi no minimo uma Tradução amadora.

    Se é assim uma tradução “amadora” como diz de boca cheia, então como explica isso:

    Alguns especialistas em lingüística têm examinado certas Bíblias modernas — incluindo a Tradução do Novo Mundo — em busca de exemplos de tradução inexata e tendenciosa. Um desses eruditos é Jason David BeDuhn, professor-associado de estudos religiosos da Universidade do Norte do Arizona, EUA. Em 2003, ele publicou um estudo de 200 páginas sobre nove das “Bíblias mais usadas nos países de língua inglesa”. Seu estudo examinou vários trechos polêmicos, pois é onde “a tradução tem maior probabilidade de ser tendenciosa”. Na análise de cada trecho, ele comparou o texto em grego com as traduções de cada versão em inglês em busca de tentativas tendenciosas de mudar o sentido do texto. Qual foi sua avaliação? BeDuhn destaca que o público em geral e muitos eruditos bíblicos acreditam que as diferenças na Tradução do Novo Mundo (NM) se devem aos conceitos religiosos dos tradutores. No entanto, ele relata:

    “A maioria das diferenças são por causa da maior exatidão da NM como uma tradução literal, conservadora.”

    Ele ainda disse, num debate com um chamado apologista evangélico:
    “Você não pode produzir uma doutrina saudável com base em uma tradução ruim. A falta de exatidão de uma tradução iria invalidar qualquer doutrina erguida a partir dela. É por isso que eu digo que tradução precede interpretação”.

    Embora BeDuhn discorde de algumas opções de tradução usadas na Tradução do Novo Mundo, ele diz que essa versão “é a mais exata de todas as traduções comparadas”. Ele a chama de uma tradução “notavelmente boa”. O Dr. Benjamin Kedar, hebraísta em Israel, fez um comentário parecido sobre a Tradução do Novo Mundo. Em 1989 ele disse:

    “Essa obra reflete um esforço honesto de obter uma compreensão do texto tão precisa quanto é possível. . . . Eu nunca descobri na Tradução do Novo Mundo intento preconceituoso de dar ao texto uma interpretação que este não contenha.” QUER SABER SOBRE OS AUTORES DESTAS DECLARAÇÕES, SE SÃO LEIGOS OU NÃO? clique aqui

    Se fosse realmente verdade que a Comissão de Tradução da Tradução do Novo Mundo “não era composta de estudiosos competentes de hebraico e Grego” como afirmam alguns, então deveria ser relativamente fácil para os opositores apontarem centenas de erros infelizes de tradução em áreas que não são consideradas doutrinariamente controversas.

    A maioria dos ataques contra a TNM se foca em certos versículos controversos, considerados importantes por causa da relevância para a formulada doutrina trinitária .

    Tem muita coisa Silva, que vc não sabe… Opositores das Testemunhas de Jeová freqüentemente criticam a Tradução do Novo Mundo a partir das credenciais dos tradutores. Naturalmente, os tradutores eram anônimos, por isso não se sabe , se for o caso, os diplomas que tinham. Os tradutores não buscavam proeminência para si, mas apenas dar honra ao Autor Divino das Escrituras Sagradas.Em qualquer caso, a falta de títulos, não seria necessariamente algo que desqualificaria uma pessoa de ser um tradutor talentoso e capaz. Há mais maneiras de aprender línguas bíblicas e habilidades de tradução do que somente através de estudos universitários tradicionais.

    É interessante que um dos tradutores mencionados pelos opositores da TNM, como sendo parte da Comissão de Tradução era ninguém menos que o irmão George Gangas que nasceu na região da Nova Éfeso. Ele vivia na Grécia. George Gangas foi designado membro do Corpo Governante das Testemunhas de Jeová em 15 de Outubro de 1971. Em 1985, realizou-se na Grécia um dos Congressos Internacionais daquele ano. E ele discursava em grego para os Congressistas. Faleceu com 98 anos sendo que 66 desses como dedicado exclusivamente a tradução e pregação da palavra de Deus

    .PARA SABER MAIS CLIQUE neste link

    Sua afirmação Silva de que os Tradutores da TNM “não tinham qualificações para fazer uma tradução da Bíblia” é no mínimo enganosa. Eu diria mais, vc mente. Eu mesmo leciono idiomas a muito tempo e sei que a gente aprende mais no dia a dia do que nos poucos anos de curso.

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  • queruvim  On 19 de fevereiro de 2013 at 20:15

    Silva afirmou:

    vou lhe dizer umas verdades sobre a Tradução do Novo mundo.
    1-o texto dela foi alterado em grego,onde aparece Kyrios (Senhor) foi Substituido por Jeová,como já tinha dito Jeová(mais correto:Yahweh) Não aparece em nenhum Manuscrito Grego do Novo Testamento.

    Os mss originais continham o Nome de Deus. O texto grego que possuímos hoje não são os autógrafos, o que desbanca sua acusação como novamente, ENGANOSA. Um estudo que vá além das aparências revela que a Tradução do Novo Mundo esta correta. MUITAS VERSÕES DA PALAVRA DE DEUS usam o Nome no chamado Novo Testamento

    OBSERVE ESTE ARTIGO:

    O NOME DE DEUS E O NOVO TESTAMENTO

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  • queruvim  On 19 de fevereiro de 2013 at 20:22

    Silva afirmou:

    o dr. Walter Martin diz que durante uma prova de fiscal na Escócia, em 24 de novembro de 1954, entre Walsh e Latham, “Frederick W. Franz admitiu sob juramente que não conseguia traduzir Gênese 2,4 a partir do hebraico” (um versículo que qualquer estudante do primeiro cursos de hebraico num Seminário Teológico poderia traduzir)6. Após repassar os dados, dr. Martin conclui que o Comitê Tradutor da Bíblia do Novo Mundo não merece qualquer respeito porque “não havia nenhum tradutor de reputação com títulos reconhecidos em exegese ou tradução grega ou hebraica”7.

    Esta seção (ou parte desta seção) dos registros da corte são frequentemente usadas para apoiar a idéia que Franz e outros membros da Comissão de Tradução da TNM “não sabiam hebraico”

    Várias páginas na internet tem repetido as mesmas distorções graves ao citarem a transcrição deste julgamento. Certa página na internet diz que Franz estava sendo julgado “por não saber nada de hebraico” e que “cometeu perjúrio ao mentir.”

    Sei por experiência que muitos Evangélicos e outros críticos Católicos mentem descaradamente ao inventarem tais boatos que repetem todo o tempo.

    Vou citar aqui um exemplo. A página Veritatis.com faz o seguinte comentário:

    Curiosamente, o dr. Walter Martin diz que durante uma prova de fiscal na Escócia, em 24 de novembro de 1954, entre Walsh e Latham, “Frederick W. Franz admitiu sob juramente que não conseguia traduzir Gênese 2,4 a partir do hebraico” (um versículo que qualquer estudante do primeiro cursos de hebraico num Seminário Teológico poderia traduzir)6. Após repassar os dados, dr. Martin conclui que o Comitê Tradutor da Bíblia do Novo Mundo não merece qualquer respeito porque “não havia nenhum tradutor de reputação com títulos reconhecidos em exegese ou tradução grega ou hebraica”7.
    Veja por si mesmo o que dizem parte da transcrição nos autos:

    Observe parte da Transcrição da conversa com perguntas e respostas feitas a Frederick William Franz:

    P. Você também se familiarizou com o hebraico?
    R. Sim. …
    P. Portanto você tem um conhecimento lingüístico substancial ao seu dispor?
    R. Sim, para uso no meu trabalho bíblico.
    P. Penso que você consegue ler e seguir a Bíblia em hebraico, grego, latim, espanhol, português, alemão e francês?
    R. Sim. [Pursuer's Proof, p. 7]….
    P. Você mesmo lê e fala hebraico, certo?
    R. Eu não falo hebraico.
    P. Não?
    R. Não.
    P. Consegue, você mesmo, traduzir aquilo para o hebraico?
    R. O quê?
    P. Aquele quarto versículo do segundo capítulo de Gênesis?
    R. Você quer dizer este?
    P. Sim?
    R. Não. Eu não tentaria fazer isso [Pursuer's Proof, pp. 102, 103].

    Recentemente o Erudito Rolf Furuli pediu a dois Professores de hebraico que vertessem esta mesma passagem de Genesis 2:4 para o hebraico.

    “Pedi a dois de meus colegas que ensinam hebraico na University of Oslo, para traduzirem esta passagem. Ambos tiveram problemas ao tentarem traduzir do hebraico para o Inglês, muito embora ambos sejam Professores experientes, e seus resultados foram bastante diferentes.“

    Observou como o boato repetido pela Veritatis de que Frederick W. Franz “admitiu que não consegui traduzir Genesis 2,4 a partir do hebraico” é uma distorção do que lemos nos autos ?

    O irmão Franz não admitiu nada! Nem diz a transcrição que ele não sabia traduzir Genesis 2:4 “do hebraico”. Foi lhe pedido que traduzisse Gen.2:4 do Inglês para o hebraico. O que é bem diferente, para quem não é nativo de lingua hebraica.

    Ademais , Franz não disse que “não sabia” mas que “não faria”.

    Portanto vemos que muitos são praticantes de “perjúrio” justamente aquilo que acusam sem ao menos terem lido os autos do processo.

    Se alguém desejar ler os autos podem me enviar e-mail(oraculodejeová@hotmail.com)

    Devia ser mais cuidadoso Silva antes de copiar e colar mentiras de seus correligionários tentando difamar ou ridicularizar as Testemunhas de Jeová.

    http://www.uniblog.com.br/fredfranz/

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  • queruvim  On 19 de fevereiro de 2013 at 20:37

    Obrigado Silva pela sua participação neste post. Suas acusações servem de base para os sinceros avaliarem quem realmente está falando a coisa certa. Mas pretendo encerrar este assunto com você por aqui mesmo. Ate porque ao recortar mentiras provenientes de fontes americanas e repetí-las aqui, como muitos tem feito, fica claro quem são os que REALMENTE NÃO PENSAM POR SI MESMOS! Não é isso que muitos de vcs trinitários dizem? Que as TJ não “pensam por sí mesmas”?

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  • queruvim  On 20 de fevereiro de 2013 at 2:30

    Você Silva, defendeu a tese de que o Nome de Deus é Javé e não Jeová, contudo, jamais vi em culto algum o uso deste nome e jamais vi alguém usar este nome na conversa diária. Isso é o que eu chamo de apologia do vento ou vazia. Defendes o que julgas ser o certo sendo que nem você nem seus correligionários fazem questão alguma com isso. Eu já sei porque. Vocs afirmam que tanto faz falar “senhor” como falar “Jeová” etc, etc

    Mas o que muitos não sabem é que os servos de Deus da antiguidade, todos os que Deus usou para escrever a Bíblia USAVAM O NOME NO DIA A DIA SEM IMPEDIMENTO. Era parte da conversa diária deles. Hoje este modelo e paralelo só pode ser visto nos Salões do Reino das Testemunhas de Jeová.

    São os únicos que dão a conhecer o Nome de Jeová. Usam o Nome em sua conversa diária. A igreja evangélica além de apagar o Nome de suas versões da Bíblia cometem algumas gafes que podemos considerar aqui brevemente, por exemplo.

    Como eu já disse, o Nome Jeová é usado na Tradução João Ferreira de Almeida na Edição de 1995 no salmo 83:18 e em outras versões usadas em predileção pelos evangélicos. Se empregaram o Nome no salmo 83:18, por que o removeram nas outras quase 7.000 ocorrências onde este aparece nos manuscritos? Isso SIM É UMA INCOERÊNCIA.

    Falta de uniformidade na tradução da palavra de Deus, falta de exatidão, falta de vergonha. E sei muito bem que falar a vcs sobre isso é o mesmo que falar a uma parede. Os cultos barulhentos em que muitos evangélicos participam é projetado para insensibilizar a mente da pessoa ao repetir centenas de vezes as mesmas distorções e equívocos. Satanás operando no meio evangélico de baixo de seus narizes e vcs não observam isso!

    Por exemplo, eu ví uma crente pulando igual pipoca dizendo sobre Jesus:

    “Jesus, nosso Deus vivo!” Ela citava mateus 16 onde tais palavras foram usadas com referencia a Jeová Deus, o Ser Supremo. Uma distorção grave da verdade e apregoada num clima de emoção irracional. A sensação de otimismo excessivo destes cultos está só afundando este povo. Os cultos evangélicos, estão, longe de achegar as pessoas a Deus, afastam-nas de Jeová Deus, ao diluir verdade simples da palavra de Deus a favor de teologia posterior criada a fim de desviar a adoração Daquele a quem Jesus chama de ” Único Deus Verdadeiro” em João 17:3.

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  • queruvim  On 20 de fevereiro de 2013 at 2:39

    Uma outra coisa que eu não poderia deixar de postar aqui é o seguinte:

    Você não sabe o que significa respeito. Se soubesses não iria tentar publicar supostos nomes de tradutores que demandaram para si o direito de anonimato.

    Provérbios 20:19 diz que “quem anda como caluniador está revelando palestra confidencial”. A tradução da Bíblia lançada no ano passado a KJV também tem seus tradutores no anonimato, e nem por isso vemos alguém tentando “entrar a força” neste tipo de informação confidencial a fim de ridicularizar a eles.

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  • Silva  On 21 de fevereiro de 2013 at 3:14

    Caro Queruvim.quero só termina nosso debate com algumas reafimações do que eu disse e defensa da Igreja Cristã.

    1-o Nome de Deus :Não é Jeová.por que essa palavra Não corresponde exatamente ao Nome Divino,Não é uma Transliteração e nem uma adaptação correta dp Hebraico para o Português.esse nome hibrido só surgiu no Seculo VXI.é uma mistura do nome Jhvh e a palavra Adonai(senhor).a muitos evangelicos Sabem disso e por isso Não usam a palavra Jeová.ensina em uma Igreja que o nome de Deus é Jeová seria ensina uma Mentira.só para saberes já li o livro”o nome devino que durará para sempre” e com todo respeito Não me conveceu.

    Eu queruvim vou te responder aqui mesmo dentro do corpo de suas respostas.O Léxico Brown-Driver-Briggs afirma de modo equivocado que a pronúncia “Jeová” era desconhecida até 1520, quando então foi introduzida por Galatinus (cujo nome completo era Pietro Colonna Galatino ), e que este defendia o uso da pronúncia “Jeová”. Ocorre, porém, que em 1270 na obra Pugio Fidei, de Raimundo Martini, o nome “Jeová” já aparecia.A obra de Raimundo Martini (c. 1220-1287) já usava o Nome na forma “Jeová” o que torna sua declaração uma historicamente impossível. Não fez o básico de sua lição de casa, além de mostrar que tens antagonismo contra o uso do Nome na forma Jeová! Simples assim. E estudos mais recentes feitos agora no século 21 revelaram muito mais do que se pensava. Encontramos a forma “Jeová” escrita Ιεωά em textos gregos do 2º e 3º séculos E.C. A repetição de que “Jeová” é uma mistura da palavra “Adonay” com o Tetragrama é altamente duvidosa nos estudos mais recentes, onde percebeu-se que os papiros em grego que mencionei já continham a forma Jeová, além do fato de que quando os judeus massoretas foram vocalizar o Tetragrama, usaram a forma Yehwah amplamente. Para uma avaliação, observe, por exemplo, o livro de Gênesis. No texto massorético hebraico da Bíblia Hebraica Stuttgartensia, das 165 vezes em que o Nome de Deus, o Tetragrama, aparece, 12 vezes é pontuado para se ler Yehovah, 2 vezes Yehwih e uma vez em Gênesis 2:16 é incerto. Na maioria dos textos onde ocorre o tetragrama no B19 usa-se a vocalização “Yehwah”.O que fica evidente neste mapeamento da vocalização do Tetragrama é que o “e” na palavra Yehwah é um sheva e não um hateph Patah, que ocorre na primeira sílaba da palavra “Adonai”. Em “Adonai” temos um hateph patah, um holem e um qamets. Portanto se leu a brochura mais bem elaborada em defender o uso do Nome e não se “convenceu”, lamentável, o que de fato acontece é que você está repetindo equívocos e não tem feito sua lição básica de casa, assim como muitos teólogos da cristandade, que são contra o uso do Nome Daquele que disse que não havia eliminado a Faraó imediatamente, e por que motivo? “Para que o meu Nome seja declarado em toda a terra” Exodo 9:16 ESTE ARTIGO VAI AJUDAR os que querem entender este assunto melhor.

    2-é verdade o Tetragrama Hebraico(JHVH)aparece mesmo em alguns poucos Manuscritos Gregos da Versão dos Lxx.porem nos tempo que Jesus esteve na Terra era costume respeito usar a Palavra Senhor.Reafirmo Não existe nenhum Manuscrito Grego ou tradução antiga do Novo Testamento em que apareça escrito o Tetragrama.então você Não tem prova para suas afirmações.

    “Era costume usar a palavra Senhor”…Isso é apenas uma opinião sua.Ofato é que o Nome Jeová era usado todo tempo nos dias de Cristo. Os escritores da Bíblia eram todos judeus e usavam o Nome Jeová da mesma forma que os árabes hj usam a palavra ALÁH. O que não entende é que os MAIS ANTIGOS MSS da LXX usavam o Nome e este foi REMOVIDO por gente igual a você a medida que vieram aparecendo novas cópias. PARA ENTENDER O QUE ACONTECE É SÓ LER AQUI

    3-eu Citei sim os Tradutores da Tradução do Novo Mundo,para prova a verdade que Não eram eruditos.Não desrespeitei .sobre George Gangas te digo que ele Não era erudito em Grego.o fato dele fala grego Não o tornar um erudito,antes dele participar da Tradução,ele era Cosinheiro.

    A equipe de Tradução da WATCHTOWER é chamada em certa publicação altamente respeitada de “Titans” no campo de tradução simultânea e você vem com essa conversa? Não existe nenhuma organização na terra que chega perto da Organização de Jeová neste assunto. O fato de não se mencionar o nome dos tradutores visava justamente evitar a idolatria comum no meio Gospel a qual vc pertence! Sobre a declaração de que Gangas era “cozinheiro”, implica isso que por cozinhar, será que isso não revela algo? Eu conheci vários de posição elevada dentro da organização que no intervalo do almoço em grandes Congressos estavam lavando banheiros! Eu duvido que líderes evangélicos como Silas Malafaia, Edir Macedo e outros estariam cozinhando para uma Assemblèia de milhares, que poucos minutos depois estariam ouvindo os no púlpito. Será que o fato de Gangas discursar em grego em ter sido criado em Éfeso onde estudou e por ter trabalhando mais de 30 anos junto a equipe de tradução da WATCHTOWER não fez dele também um “orador”, um “discursante habilidoso” e um “tradutor” de excelência ? Na sua opinião ele só seria isso se fosse diplomado em uma grande universidade não é? Mas ai é onde vcs se enganam. O maior instrutor que ja viveu não estudou em escolas de erudição e todos os que Deus usou para escrever a Bíblia eram pessoas humildes. Suas palavras demonstram que rejeitarias as cartas de Pedro por este ser, menos que um “cozinheiro” mas sim um “pescador”

    3-Reafirmo que Existe Igrejas Evangelicas e membros individuais que Não participam de Gurerras,por exemplo Muitos Anabatistas,Quarker e outros são pacifistas.

    A informação que veio a tona em centenas de páginas na internet, de fontes como Pew Research Center, altamente respeitado pela margem de acertos em suas pesquisas, revelam um numero de 77 por cento de apoio da Igreja Evangélica Americana a guerra travada no Iraque em 1990. Aqui no Brasil o fato de usarem a reservista e adorarem ao estado com seu hino idólatrado revela a postura da igreja evangélica caso surja um conflito armado. Como eu já te falei detalhadamente e vc vem citar algumas minorias evangélicas dos Estados Unidos. E já que vc tem aminésia vou repetir o que já postei mas que vc não enxerga com seu cristianismo mundano apostatado.
    O livro History of Christianity, de Paul Johnson, diz:

    “Dentre 17.000 pastores evangélicos, nunca houve mais de cinqüenta que cumprissem longos termos de prisão [por não apoiarem o regime nazista] em qualquer época.”

    Contrastando tais pastores com as Testemunhas de Jeová, Johnson escreveu:

    “Os mais valentes eram as Testemunhas de Jeová, que proclamavam a sua inequívoca oposição doutrinal desde o início e sofreram em conseqüência disso. Recusaram qualquer cooperação com o Estado nazista.”

    Voucitar aqui uma matéria da wikipedia com AS RESPECTIVAS FONTES (uma vez que alguns papagaios estão dizendo q a WIKIPEDIA não é de confiança mas clica lá e vê se as fontes QUE A WIKIPEDIA CITA são fiáveis ou não!)

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Neutralidade_das_Testemunhas_de_Jeov%C3%A1

    Neutralidade quanto a cargos políticos

    A neutralidade dos professos cristãos dos primeiros séculos da nossa Era é muitas vezes referida em comentários tais como:

    “Os cristãos mantinham-se alheios e separados do estado, como raça sacerdotal e espiritual, e o cristianismo parecia capaz de influenciar a vida civil apenas desse modo, sendo este, é preciso confessar, o mais puro, por praticamente se esforçarem a incutir mais e mais o sentimento sagrado nos cidadãos do estado.”[10]

    “Ao passo que eles inculcavam as máximas da obediência passiva, recusavam-se a tomar qualquer parte ativa na administração civil ou na defesa militar do império. (…) Era impossível que os cristãos, sem renunciarem a um dever mais sagrado, pudessem assumir o caráter de soldados, de magistrados ou de príncipes.”[11]

    “Os cristãos (…) evitavam cargos públicos e o serviço militar.”[12] QUEM HOJE SÃO ASSIM A NÃO SER AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ?

    “O primitivo cristianismo foi pouco entendido e foi considerado com pouco favor pelos que governavam o mundo pagão. Os cristãos recusavam-se a participar em certos deveres dos cidadãos romanos. Os cristãos (…) achavam que era uma violação da sua fé entrar no serviço militar. Não queriam ocupar cargos políticos. Não adoravam o imperador.”[13]

    Neutralidade quanto ao serviço militar

    Os primitivos cristãos professos negavam-se a servir no exército romano, tanto nas legiões como em serviços auxiliares, considerando tal serviço totalmente incompatível com os ensinos do cristianismo. Diz Justino, o Mártir, do Século II EC, no seu “Diálogo com o Judeu Trífon”:

    “Nós, que estávamos cheios de guerra, e de matança mútua, e de toda a iniquidade, transformamos cada um de nós, em toda a terra, as nossas armas guerreiras, as nossas espadas em relhas de arado, e as nossas lanças em implementos de lavoura.”[14]

    No seu tratado “A Grinalda, ou De Corona”, ao considerar “se a guerra é mesmo apropriada para os cristãos”, Tertuliano (c. 200 EC) argumentou à base das Escrituras a ilegalidade até mesmo da própria vida militar, concluindo:

    “Proscrevo para nós a vida militar.”[15]

    Maximiliano, mártir do Século III EC ao ser ameaçado de morte pelo tribunal romano por recusar alistar-se nas forças militares, disse:

    “Não servirei. Vós podeis decapitar-me, mas eu não servirei aos poderes deste Mundo; servirei, sim, a meu Deus.”‘[16]
    Referem ainda algumas outras obras:

    “No segundo século, o cristianismo (…) tinha afirmado a incompatibilidade do serviço militar com o cristianismo.”[17]
    “Os primitivos cristãos pensavam ser errado lutar, e não serviam no exército mesmo quando o Império precisava de soldados.”[18]

    “Uma cuidadosa análise de toda a informação disponível mostra que, até o tempo de Marco Aurélio [121-180 EC], nenhum cristão tornou-se soldado; e nenhum soldado, depois de tornar-se cristão, permanecia no serviço militar.”[19]

    “Ver-se-á logo que a evidência da existência de um único soldado cristão entre 60 e cerca de 165 EC é extremamente insignificante;(…) até o reinado de Marco Aurélio, pelo menos, nenhum cristão se tornava soldado após seu batismo.”[20]

    “O comportamento dos cristãos era muito diferente daquele dos romanos. (…) Visto que Cristo havia pregado a paz, recusavam-se a tornar-se soldados.”[21]

    “Os bem primitivos cristãos não serviam nas forças armadas, (…) desde o fim do período do Novo Testamento até a década de 170-180 A.D. não há evidência alguma de cristãos no exército.”[22]

    4-a Grande maioria dos Evangelicos São fies a Cristo.amam a Deus e amam ao seu proximo.fazem caridade:cuidam de doentes,dão comida e roupas a moradores de rua,tentam ajudar viciados em bebidas alcoolicas e drogas a abandonar o vicio.são pessoas honestas que procuram viver uma vida que elevados padrões de Moral.os solterios vivem em Castidade e os casados são fies ao seu compromissso.Não julgem o erros de alguns condenando a todos,isso não é justo.tenho que afirma que alem de tudo quando um membro da Igreja se afastar os Irmãos procuram atravez de conversar e amor traze-lo de voltar a Igreja.eu sei porem como São tratados aqueles que deixam de ser Testemunhas de Jeová.com total faltar de amor ,com sinceridade isso Não é de Deus.


    Sei que tem muita gente boa no meio evangélico, mas Jeová Deus não quer gente boa, Ele quer gente obediente. Quanto ao amor ao próximo, a prova a gente vê quando a coisa “fica preta”. Como eu mencionei acima, em época de guerras eles amarelam e de um modo geral demonstram quem realmente são apoiando derramamento de sangue. Isso é INTRÍSICO com a política partidária. Foi o que ocorreu em Ruanda na Africa em 1994. Vcs mostraram quem realmente são. Como grupo são uma vergonha que desonram a Cristo. Já havia colocado este link antes mas vc está ignorando. A sugestão que eu dou a todos os evangélicos sinceros é que saiam do meio da confusão (babel) religiosa e hipocrisia do meio evangélico e procurem adorar o Verdadeiro Deus Jeová no meio da verdadeira congregação cristã, que não tolera pecadores impenitentes, assim como fazia a primitiva igreja. Eles “nem sequer comiam com ” certos que eram expulsos por pecados tais como “fornicação”, “adultério”, “ganância”etc. As TJ fazem o mesmo hoje, seguindo 1 Cor 5. Precisa entrar no meio das TJ pra ver isso. Ficar repetindo estereótipos e falsidades contra elas não ajuda em nada. O clamor de alguns desassociados praticantes de apostasia não é o que deveria alimentar a sua mente ao dar opinião sobre o procedimento da desassociação. O fato é que a verdadeira adoração não é “como a casa da sogra” onde se prega o que quer e se faz o que quer. Isso só entende quem entra nos Salões do Reino das Testemunhas de Jeová. Sim! o local da adoração aceitável a Deus. Se o procedimento de remover pecadores impenitentes fosse usado no meio evangélico e católico, tais igrejas ficariam abarrotadas de cadeiras vazias.

    como já afirmei Teolfilo de Antioquia já usava a Palavra Trindade ,isso é uma das varias provas Historicas de que a Igreja no Seculo II já ensinava a Trindade. e todos os Pais da Igreja chamavam Jesus Cristo de Deus e Não um deus.

    Termina aqui esta discussão. O Silva continua repetindo os mesmos erros. Eu já lhe havia respondido que a palavra trindade, usada por Tertuliano antes do concílio de Niceia não tinha a acepção e entendimento semelhante ao da moderna teologia da trindade. O recorte abaixo está no artigo acima, que vc ignora!

    Tertuliano (c. 160 a 230 DC) foi o primeiro a usar a palavra latina trinitas. Conforme observado por Henry Chadwick, Tertuliano propôs que Deus é ‘uma substância que consiste em três pessoas’. Isto não significa, porém, que tivesse em mente três pessoas co-iguais e co-eternas. Entretanto, suas idéias foram usadas como ponto de partida por escritores posteriores que elaboravam a doutrina da Trindade.The Early Church, de Henry Chadwick, impressão de 1980, página 89.

    O conceito de Tertuliano sobre Pai, Filho e espírito santo era bem diferente da Trindade da cristandade, pois ele era subordinacionista. Ele considerava o Filho subordinado ao Pai. Na obra Against Hermogenes (Contra Hermógenes), ele escreveu:

    “Não devemos supor que haja algum outro ser, exceto unicamente Deus, que seja não gerado e incriado. . . . Como pode algo, exceto o Pai, ser mais velho, e por isso deveras mais nobre, do que o Filho de Deus, o Verbo unigênito e primogênito? . . . Esse [Deus] que não precisou de um Criador para lhe dar existência, será muito mais elevado em categoria do que [o Filho] que teve um autor que o trouxe à existência.” The Ante-Nicene Fathers, Volume III, página 487.

    Quanto a chamar a Jesus de Deus , já te expliquei que a palavra THEÓS em grego não é específica além de ser anartra ( ou seja não havia artigo indefinido em grego, por isso Jesus foi cada dia que passava sendo confundido com O DEUS a saber O THEÓS Jeová Deus, e te dei um link para estudar, mas continua a ignorar

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