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Por que Católicos, Evangélicos e outros desconhecem a data mais importante do ano?

Por volta do ano 155 EC, Policarpo de Esmirna, que nasceu no ano 69 E.C e era representante das congregações da Ásia, visitou Roma para tratar de alguns assuntos, entre eles a data na qual os cristãos deveriam celebrar a morte de Cristo. Policarpo havia sido aluno do apóstolo João!

Certo historiador disse:

“No que se refere ao dia da celebração da Pascha [a Refeição Noturna do Senhor], o costume das igrejas quartodecimanas da Ásia seguia o da igreja de Jerusalém. No 2.° século, essas igrejas, na sua Pascha [ou páscoa] no 14 de nisã, comemoravam a redenção realizada pela morte de Cristo.” — Studia Patristica, Volume V, 1962, página 8.

Irineu de Lião, que era aluno de Policarpo, escreveu numa carta:

“Nem Aniceto [de Roma] conseguiu persuadir Policarpo a não guardar o que sempre tinha guardado com João, o discípulo de nosso Senhor, e com os outros apóstolos com que se associara; nem Policarpo conseguiu persuadir Aniceto a guardá-lo, pois este disse que ele se devia apegar ao costume dos anciãos que lhe antecederam.” (Eusebius, Livro 5, capítulo 24)

Polícrates de Éfeso, respondendo em nome dos da Ásia Menor, disse:

“Nós guardamos o dia sem alterá-lo, nada lhe acrescentando nem tirando.” Daí ele alistou muitas autoridades, inclusive o apóstolo João. “Todos estes”, sustentou ele, “guardavam o décimo quarto dia como Pascha, segundo o Evangelho, em nada se desviando disso”. Polícrates acrescentou: “Eu, da minha parte, irmãos, . . . não me amedronto com ameaças. Porque os superiores a mim disseram: Temos de obedecer a Deus antes que aos homens.” — Eusebius, Livro 5, capítulo 24.

Com o fim de resolver este e outros assuntos que dividiam os professos cristãos no seu império, o imperador pagão Constantino convocou em 325 EC um sínodo ecumênico, o Concílio de Niceia. Este emitiu um decreto que ordenou a todos na Ásia Menor a se harmonizarem com o costume romano, que celebrava a morte de Cristo todos os domingos.

A History of the Christian Councils (História dos Concílios Cristãos), de K. J. Hefele, declara:

“Foi declarado especialmente indigno que esta, a mais sagrada de todas as festividades, seguisse o costume (o cálculo) dos judeus, que tinham sujado as mãos com o mais temível dos crimes, e cuja mente ficara cegada.”(Volume 1, página 322)

Adotar esta posição era encarado como “‘sujeição humilhante’ à Sinagoga, o que aborrecia a Igreja”, diz J. Juster, citado em Studia Patristica, Volume IV, 1961, página 412.

Em resumo, foi baseado em um anti semitismo puro que a Cristandade, Católicos, Ortodoxos e Protestantes abandonaram o costume bíblico e apostólico de de celebrarem a morte de Cristo no dia 14 de Abibe ou Nisã, no calendário dos judeus. 



 

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Este ano, a Celebração será na sexta-feira 19 de abril.

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“Persistam em fazer isso em memória de mim.” — Lucas 22:19.

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