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TV Globo menciona “Testemunhas de Jeová” como vítimas do Partido dos Trabalhadores do Nacional Socialismo (Nazismo)

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O artigo transcrito diz:

Papa visita Auschwitz e pede: ‘Senhor, perdoe tanta crueldade’

“Nesta sexta-feira (29), o Papa Francisco fez o mundo todo refletir sobre um dos fatos mais vergonhosos da história. Foi na viagem à Polônia.

Cada vez que um Papa entra no maior campo de concentração que já existiu – e este já é o terceiro Papa –  relembra ao mundo, com grande comoção, os horrores do Holocausto. Francisco quis entrar sozinho e a pé.

A frase irônica, no letreiro nazista do complexo de Auschwitz, “O trabalho liberta”, foi o primeiro impacto. Ali dentro o que existiu foram trabalho escravo, exploração e tortura de seres humanos, num passado muito recente.

Francisco exigiu o silêncio como dever de respeito, também para rezar e refletir. Entre 1940 e 1944, durante a Segunda Guerra Mundial, mais de 1,1 milhão de judeus foram exterminados ali junto com ciganos, testemunhas de Jeová, presos políticos e homossexuais.

Francisco foi ao muro da morte, onde os soldados de Hitler fuzilavam; à praça do apelo, onde enforcavam, nas celas subterrâneas do bloco 11, onde matavam de fome e de sede, e onde testaram pela primeira vez o gás mortal.

Em meio às misérias humanas, um ato de generosidade extrema ficou para sempre: numa cela morreu o franciscano polonês Maximiliano Kolbe, hoje santo, que ofereceu a vida para salvar um pai de família.

Francisco abraçou emocionado 11 sobreviventes, três deles com mais de 100 anos. Cumprimentou cristãos que ajudaram a esconder judeus e parentes dos deportados.

No campo de Birkenau, onde ficavam os incineradores e as câmaras de gás, Francisco passou ao lado dos fornos crematórios. Em 1944, ali eram assassinadas seis mil pessoas por dia.

No livro de honra do memorial, que é patrimônio da Unesco, as únicas palavras que o pontífice deixou foram escritas: “Senhor, perdoe tanta crueldade”.

Para o Papa argentino, muito amigo da comunidade judaica de Buenos Aires, foi uma experiência forte que ele queria viver. Para que o mundo não esqueça e os jovens que o acompanham em Cracóvia aprendam a identificar e a combater o mal.

À noite, Francisco pediu que os peregrinos rezassem pelos mortos na guerra na Síria. Nesta sexta-feira (29) um bombardeio atingiu uma maternidade, em Idlib. Até agora, foram confirmados dois mortos e vários bebês feridos.”

 

A pergunta óbvia é: Por que no meio de tantas religiões chamadas “cristãs” apenas uma, como grupo, é reconhecida como não tendo apertado a mão do regime nazista?

 

O livro History of Christianity, de Paul Johnson, diz:

“Dentre 17.000 pastores evangélicos, nunca houve mais de cinqüenta que cumprissem longos termos de prisão [por não apoiarem o regime nazista] em qualquer época.”

Contrastando tais pastores com as Testemunhas de Jeová, Johnson escreveu:

“Os mais valentes eram as Testemunhas de Jeová, que proclamavam a sua inequívoca oposição doutrinal desde o início e sofreram em conseqüência disso. Recusaram qualquer cooperação com o Estado nazista.”

Quantas Testemunhas de Jeová foram mortas pelos Nazistas? 

Entre 2500 e 5000 é o número comumente apresentado pelos registros seculares tais como a obra “Estado de Terror” de William Shulman, ( State of Terror: Germany 1933-1939. Bayside, New York: Holocaust Resource Center and Archives). Aproximadamente 12.000 testemunhas de Jeová foram enviadas aos campos de concentração onde foram forçadas a usar o triângulo roxo que os identificava especificamente como testemunhas de Jeová. Aproximadamente 2.500 de seus membros que estavam encarcerados perderam suas vidas sob o regime nazista.

O número exato de pessoas mortas pelo regime nazi continua a ser objeto de pesquisa.
Documentos liberados recentemente do segredo no Reino Unido e na União Soviética indicam que o total pode ser algo superior ao que se acreditava. No entanto, as seguintes estimativas são consideradas muito fiáveis.

6 – 7 milhões de polacos
dos quais 3 – 3.5 milhões de polacos judeus
5.6 – 6.1 milhões de judeus
dos quais 3 – 3.5 milhões de judeus polacos
3.5 – 6 milhões de outros civis eslavos
2.5 – 4 milhões de prisioneiros de guerra (POW) soviéticos
1 – 1.5 milhões de dissidentes políticos
200 000 – 800 000 roma e sinti
200 000 – 300 000 deficientes
10 000 – 25 000 homossexuais
2 500 – 5 000 Testemunhas de Jeová

 

As Testemunhas de Jeová foram caçadas pelos nazistas por não apoiarem o Governo de Hitler

A Igreja Batista e o Nazismo