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O Péssimo trabalho da Comissão Real Australiana em relação as Testemunhas de Jeová

Assim como o Supremo Tribunal da Rússia considerou as Testemunhas de Jeová “extremistas” e muitas delas já estão indo para prisões e celas em comum com assassinos perigosos como os do Estado Islâmico,  observamos agora a Comissão iReal Australiana fazer um trabalho ao meu ver, péssimo, tendencioso, valendo-se de uma abordagem antagonista e totalmente parcial. A Comissão Real é um quasi-judicial body, ou seja não se diz que os que ali estavam foram “intimados” como se fosse um julgamento, mas no caso das Testemunhas de Jeová houve um clima bastante diferente do ambiente descontraído da Comissão Real feita com a Igreja Evangélica. O clima era de um julgamento cujo veredito já era por demais previsível e antecipado assim como o da Rússia.  Se pesquisar no YouTube a procura da Comissão Real envolvendo a “Igreja Cristã” ou a “Pentecostal” não encontrará facilmente, se é que encontrará algo falando sobre a Igreja Evangélica! Mas se deparará com milhares de vídeos falando sobre as Testemunhas de Jeová nesta Comissão.

Por que este silêncio envolvendo o comparecimento da Igreja Evangélica e Pentecostal na comissão Real Australiana?

Talvez a resposta esteja neste link

Por que podemos afirmar que a Comissão Real Australiana não é tão “real” assim?

O fato é que o resultado da pesquisa e ouvidoria da Comissão revelou ( Caso em Estudo nº 55) que a Igreja Evangélica na Austrália “priorizou a proteção dos pastores …ao invés da proteção das crianças” e  “Não possuem nenhum processo que providencie apoio pastoral ou comunicação de informação de um processo disciplinar de um ministro”. “Não se exige uma credencial para chamar alguém de “pastor”.”  

A Igreja evangélica foi orientada pela Comissão Real Australiana a relatar a partir de agora casos envolvendo abuso de menores. Ou seja, não foi relatado em números um caso sequer de pedofilia na Igreja Evangélica Australiana! Repito:

Não houve relatórios em números de  casos de pedofilia na Igreja Evangélica Australiana!

Conta outra! Conta outra por favor!

Eles não fizeram a lição básica de casa. Os motivos são claros! A Igreja Evangélica possui, de acordo com pesquisas, infelizmente um número bem maior do que a Igreja Católica de predadores sexuais em suas fileiras.  (fonte: #)

Se a Igreja “Cristã” Pentecostal na Austrália seguir de perto e se comprometer a relatar detalhadamente inclusive às autoridades casos de abuso contra menores ficará mais do que claro a realidade da situação e não o teatro fingido que foi a Comissão na abordagem envolvendo as Testemunhas de Jeová.  Estavam simulando propositalmente que as TJ são um grande problema, enquanto outras instituições sequer registros fazem!  Isso é o mesmo que ir jogar futebol sem regras. Vale tudo…pode chutar a bola , jogador pode defender o Gol como se fosse goleiro. Agora, se for as Testemunhas de Jeová…não!   Elas tem que ser cobradas porque precisa melhorar nas regras que eles mesmos sequer observam! Quanta hipocrisia da Comissão iReal e de seus coadjuvantes!

Enquanto as Testemunhas de Jeová apresentaram 15 casos por ano, acho que essas igrejas negligentes e desorganizadas apresentariam uns 15 casos por semana se nos basearmos neste link!

Em outras palavras, a Igreja Evangélica é totalmente negligente em relatar qualquer assunto sobre pedofilia. Diferente das Testemunhas de Jeová, que possuem tudo relatado e devidamente arquivado para consulta. É o sujo falando do lavado e dizendo:

“Vocês não lavaram o calcanhar!” Quando nem ele sequer tomou banho! Hipócritas!

Já receberam as Testemunhas de Jeová com um pré julgamento. Ao invés de consultarem a política interna da Organização de Jeová, vieram com esta pérola de pergunta: ” “Será que a confidencialidade  é mais importante do que proteger a criança em perigo?”

É obvio que deveriam saber que há sim regras claras nas diretrizes dadas aos Anciãos das TJ, exigindo a notificação às autoridades quando necessário. Avalie as conclusões equivocadas e cheia de malícia maldosa no relatório desta comissão imprudente. CONTINUA AQUI