Category Archives: Testemunhas de Jeová

Qual é a origem da religião, o seu ponto de partida?

Imagem Watchtower Society

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A The New Encyclopœdia Britannica (Nova Enciclopédia Britânica) diz que “até onde os peritos conseguiram descobrir, jamais existiu um povo, em qualquer parte, em qualquer tempo, que não fosse de algum modo religioso”.

Eva é mencionada como dizendo “produzi um homem com a ajuda de Jeová”. Ou seja, ela sabia da correta adoração do Criador Jeová, e empregou o Nome de Deus conforme registrado em Gênesis 4:1. Portanto, a adoração de Jeová é a mais antiga forma de religião que se sabe.  O texto original e os mais antigos textos da Bíblia, destacam o Nome Jeová nesta passagem. Padres, pastores e outros que professam o cristianismo simplesmente removeram o Nome de Deus de milhares de passagem das Escrituras e o substituiu pelo pronome “SENHOR” ou pela palavra “Deus” que não é a mesma coisa.  Portanto, este artigo não está sendo tendenciosos ou algo assim, mas está sendo verdadeiro, objetivo e revelador. A Bíblia, ao alistar uma longa linhagem de homens fiéis da antiguidade começando com Abel, os chama de “tão grande nuvem de testemunhas”. (Hebreus 11:4;12:1) Pessoas de destaque, tais como Noé, Abraão, Isaque, Jacó, José, Moisés e Davi, estão alistadas  como testemunhas de Jeová. Mais de 2.700 anos atrás, os servos do único Deus verdadeiro foram chamados pelo próprio Deus de suas “testemunhas”.  ( leia Isaías 43:10)

Gên. 10:8-10: “Ninrode . . . apresentou-se como poderoso caçador em oposição a Jeová. . . . E o princípio do seu reino veio a ser Babel [conhecida mais tarde como Babilônia].”

Todavia, como grupos religiosos, diversas religiões foram surgindo com o passar de tempo e tiveram sua origem na antiga Babilônia, mais especificamente na torre de Babel. O chamado “Velho Testamento” da Bíblia é de data anterior à de todos os outros livros religiosos do mundo. Cuidado com a afirmação de alguns ao falarem sobre este assunto.

“O Egito, a Pérsia e a Grécia sentiram a influência da religião babilônica . . . A forte mistura de elementos semíticos, tanto na primitiva mitologia grega como nos cultos gregos, é agora tão geralmente admitida pelos eruditos, que dispensa comentário adicional. Tais elementos semíticos são em grande parte mais especificamente babilônicos.” — The Religion of Babylonia and Assyria (Boston, EUA, 1898), M. Jastrow, Jr., pp. 699, 700.

Seus deuses: Havia tríades de deuses, e entre as suas divindades havia representantes de várias forças da natureza e algumas que exerciam influência especial em certas atividades da humanidade. (Babylonian and Assyrian Religion, Norman, Okla., EUA; 1963, de S. H. Hooke, pp. 14-40)

“A trindade platônica, em si meramente um rearranjo de trindades mais antigas, datando de povos mais primitivos, parece ser a trindade filosófica racional de atributos que deram origem às três hipóstases, ou pessoas divinas, ensinadas pelas igrejas cristãs. . . . O conceito deste filósofo grego [Platão] da trindade divina . . . pode ser encontrado em todas as antigas religiões [pagãs].” — Nouveau Dictionnaire Universel (Paris, 1865-1870), editado por M. Lachâtre, Vol. 2, p. 1467.

O uso de imagens: “[Na religião mesopotâmica] a imagem desempenhava um papel central no culto, bem como na adoração privativa, conforme indica a ampla distribuição de réplicas vulgares de tais imagens. Fundamentalmente, a deidade era considerada presente na sua imagem se demonstrasse certas características e parafernália específicas e fosse cuidada de modo apropriado.” — Ancient Mesopotamia — Portrait of a Dead Civilization (Chicago, EUA, 1964), de A. L. Oppenheim, p. 184.

Crença a respeito dos mortos: “Nem o povo nem os líderes do pensamento religioso [em Babilônia] jamais encararam a possibilidade de aniquilamento total daquilo que uma vez veio a existir. A morte era uma passagem para outra espécie de vida.” — The Religion of Babylonia and Assyria, p. 556.

A posição do sacerdócio: “A distinção entre sacerdote e leigo é característica desta religião [babilônica].” — Encyclopædia Britannica(1948), Vol. 2, p. 861.

A prática da astrologia, adivinhação, magia e feitiçaria: O historiador A. H. Sayce escreve: “[Na] religião da antiga Babilônia . . . todo objeto e a força da natureza tinham alegadamente seu zi, ou espírito, que podia ser controlado pelos exorcismos mágicos do Xamã, ou sacerdote-feiticeiro.” (The History of Nations, Nova Iorque, 1928, Vol. I, p. 96)

“Os caldeus [babilônios] fizeram grande progresso no estudo da astronomia no esforço de descobrir o futuro nas estrelas. Esta arte nós chamamos de ‘astrologia’.” — The Dawn of Civilization and Life in the Ancient East (Chicago, EUA, 1938), R. M. Engberg, p. 230.

 

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