Negam as Testemunhas de Jeová a divindade de Cristo ?


Jesus olhando para Deus no céu

Em toda a história moderna das Testemunhas de Jeová, observamos que elas adoram a Jeová Deus. Oram para Jeová,  por intermédio de Cristo, mas a oração é dirigida exclusivamente a Jeová Deus.(Veja João 4:23) Jamais verá no Salão do Reino as TJ orando para Jesus. Outras igrejas que eu conheci,  andando por todo o Brasil, (mais notadamente evangélicas), dirigem suas orações a “Jesus”. Seus hinos são, segundo eles, “para Jesus” e seus louvores são “para Jesus”. Timidamente usam o Nome de Deus, Jeová, mas a maioria quando o faz, estão na verdade imaginando que este é Jesus.(veja o artigo Quem é Jeová)

Não é raro encontrarmos páginas na internet e pessoas que afirmam que as TJ “negam a divindade de Jesus”.

Isso não é verdade. Nós o consideramos uma divindade ou divino. Observe a prova disso logo abaixo neste artigo. Se por acaso você ouviu isso ou costuma dizer que “As TJ negam a divindade de Cristo”. Preste atenção neste artigo, se esforce e leia com atenção, visto que na palavra de Deus lemos : “Não deves estar andando entre o teu povo com o objetivo de caluniar” (Lev. 19:16) A Bíblia também diz: “Não deves testificar uma falsidade contra o teu próximo” (Ex. 20:16) Se tu acreditas que a Bíblia é realmente de Deus, então, certamente se esforçará em saber o que as Testemunhas de Jeová dizem e não o que outros dizem a respeito dela. Mesmo que ache que já sabe, sugiro que leia este artigo e abandone o preconceito.

O que é uma divindade?

O Dicionário de  Webster define “divindade” da seguinte maneira:

   “A qualidade ou estado de ser divino, um ser divino, DEUS, DEUSA” ( on line)

O mesmo dicionário define “divino” como :

“algo de Deus, relacionado a Deus ou procedendo diretamente de Deus, ou um deus

Fica claramente conclusivo que as Testemunhas de Jeová não negam a divindade de Cristo, uma vez que o consideram “um ser divino” e que recebeu “toda autoridade no céus e na terra” sendo ele o Rei designado por Deus. As TJ não consideram Jesus “como um mero anjo” como repetem muitos. Isso simplesmente não é verdade. Nenhuma criatura de Deus, nem mesmo no domínio celestial possui tanto poder quanto Jesus Cristo, nosso Líder e Senhor. (Veja o que diz a página OFICIAL das TJ a respeito de Quem é Jesus)

Daniel o profeta em visão diz assim:

““Continuei observando nas visões da noite e eis que aconteceu que chegou com as nuvens dos céus alguém semelhante a um filho de homem; e ele obteve acesso ao Antigo de Dias, e fizeram-no chegar perto perante Este. E foi-lhe dado domínio, e dignidade, e um reino, para que todos os povos, grupos nacionais e línguas o servissem. Seu domínio é um domínio de duração indefinida, que não passará, e seu reino é um que não será arruinado”. Daniel 7:13

Só o fato de Jesus ter RECEBIDO algo de outro , assim como lemos em Daniel 7:13 e Mat. 28:18,19,  prova que ele não é o Deus Todo-poderoso. Pois Jeová, o Deus Todo-poderoso e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, disse:

Quem me deu primeiro alguma coisa, que eu o deva recompensar? Debaixo dos céus inteiros, é meu.” (Jó 41:11)

Observe este texto com mente aberta. Não é evidente que Jesus recebeu poder de outra pessoa? Não é isso que a Bíblia diz em sua simplicidade? Não é ela um livro para pessoas simples também, tais como pescadores e lavradores? Por que então crer que Jesus é o próprio “Antigo de Dias” mencionado no texto ? Tem isso coerência? Deveria rechaçar este texto assim como fazem os trinitários e procurar um texto que “refuta este texto”? Ou seria melhor aceitar este texto e tentar aceitar os demais também sem contradize-los? Quando a Bíblia chama Jesus de “Deus” em João 1:1 temos que entender que Moisés foi também chamado assim em Exodo 7:1. Qual a explicação? Que Moisés era Deus ? Não,  mas “um deus” ou poderoso. É por isso que Isaías 9 chama Jesus de “Deus poderoso” mas jamais “Deus Todo Poderoso” *. Tal frase é aplicada somente a Jeová (IHVH) o Pai. Além disso Isaías diz no mesmo capítulo 9 que  Jesus recebeu tais títulos, por que “o próprio Jeová ´faria`isso”.

Confronte a Bíblia e ela se harmonizará.

É interessante observar o que os responsáveis pela obra de pregação e organização do povo de Jeová dizem sobre este assunto:

A revista Despertai! de 08 de Fevereiro de 1985, página 20 diz:

As Testemunhas de Jeová não negam a deidade, ou divindade, de Cristo. Mas não partilham o entendimento filosófico dos trinitaristas quanto a tais termos. Ao se referirem à “divindade de Jesus”, os trinitaristas não querem dizer que ele seja “um deus”, ou “semelhante a Deus”, mas que ele é “Deus”, uma das três pessoas coeternas da “Divindade”.

A consideração do contexto de Colossenses 2:9 mostra claramente que possuir Cristo “divindade” ou “natureza divina” não o torna igual ao Deus Todo-poderoso. (Para uma consideração deste texto leia este artigo No capítulo anterior, Paulo diz: “Deus achou bom que morasse nele toda a plenitude.” (Col 1:19) Portanto, toda a plenitude mora em Cristo porque isso “foi do agrado do Pai” (Al, So), porque foi “pela própria escolha de Deus” (NE).  Portanto, a plenitude da “divindade” que mora em Cristo é dele em resultado duma decisão do Pai. Mostrando adicionalmente que ter Cristo tal “plenitude” não o torna a mesma pessoa do Deus Todo-poderoso, há o fato de Paulo  mais tarde, falar de Cristo como estar “sentado à direita de Deus”. — Col 3:1″. Estudos Perspicaz Vol. 1 no tópico: “Divino”. 

Fica claro que as TJ acreditam que Jesus é uma divindade. Mas não a divindade suprema, Jeová Deus. Dizer que Jesus é uma divindade não é o mesmo que dizer que existem 2 deuses! Na verdade, os anjos são chamados de “deuses” na Bíblia, bem como qualquer outro ser que recebe poder conferido pelo Ser Supremo Jeová Deus. Até mesmo juízes humanos e Reis são chamados de “deus” ou “Deus” (Nos textos da Bíblia não se fazia diferenciação entre maiúsculas e minúsculas) Para entender melhor o uso e significado da palavra Deus leia este artigo antes de prosseguir com esta leitura.

Quanta mentira na internet e quantas acusações falsas levantadas contra as Testemunhas de Jeová!

Para mim não há prova maior de que os chamados evangélicos que vivem repetindo que “as Testemunhas de Jeová negam a divindade de Cristo” são mentirosos ou antagonistas descuidados!  Cuidado com essa igreja chamada evangélica! Se não aceita o que as TJ ensina é um direito de todos, mas testificar falsidades ou inverdades e sair por ai repetindo estas, nada tem que ver com ser um cristão. É por isso que há tanto escândalo a cada dia no meio evangélico. Eu mesmo certo dia lecionava idiomas quando uma aluna, pastora, disse: “As Testemunhas de Jeová não acreditam em Jesus”!

Como pode tal afirmação ser verdade? De fato, a revista A Sentinela, publicada pelas TJ desde 1879,  vem a mais de 130 anos em sua página dizendo na página 2 :

´Esta revista …incentiva a fé em Jesus Cristo, cujo sangue derramado abriu o caminho para que nós pudéssemos ter vida eterna`

COMENTÁRIOS de estudiosos do assunto:

Vou postar aqui a avaliação deste assunto feita por Saga, um estudioso e apologista cristão falando sobre a afirmação de que “As TJ negam a divindade de Cristo”:

Essa acusação é séria e causa desinformação caluniosa que gera preconceito e discriminação.

“[…] O […] dicionário define “divino” como : “algo de Deus, relacionado a Deus ou procedendo diretamente de Deus, ou um deus“ Fica claramente conclusivo que as Testemunhas de Jeová não negam a divindade de Cristo […] não consideram Jesus “como um mero anjo” como repetem muitos. Isso simplesmente não é verdade”

Estes termos tais como “mero anjo”, “apenas uma criatura” e “deusinho” querem induzir os ouvintes ao erro, os fazendo crer que inferiorizamos Jesus como alguém menor e de somenos importância. Aí eles se enchem de presunção de que eles são os defensores de Jesus e nos somos os inimigos de Cristo. Isso gera até o ridículo de a pessoa criar na cabeça dela uma rivalidade entre “Jesus x Jeová”, uma ignorância BLASFEMA que já vimos várias vezes por aí, e pior da boca de gente que se diz pastor. A pessoa passa a atuar contra Jeová e Seu Nome supostamente achando que com isso está agradando e defendendo a Jesus (Nisso ela se autointitula “Testemunha de Jesus”, diz que “O nome de Jesus é maior que todos os nomes” e coisas tais como “Na Nova Aliança devemos usar Senhor como nos ensina o NT, não Jeová que é coisa de judeus no AT! O NT substitui Jeovápor Senhor pois agora o mais importante e o centro de tudo é Jesus”!)

Olhe com atenção o link abaixo onde aparece material diretamente da página oficial das TJ e pergunte-se…que tipo de espírito está presente neste tipo de pastores que mentem todo tempo ao afirmarem que “negamos a divindade de Cristo” ? Certamente não é o espírito de Deus , que condena a mentira. (Ex. 20:16) Além disso preciso mencionar uma coisa que poucos sabem. Nos Estados Unidos na década de 1940 as Testemunhas de Jeová foram ao Supremo Tribunal mais de 40 vezes devido sua insistência em obter o direito de pregar a palavra de Deus em público, de casa em casa bem como sua recusa de prestar o serviço militar entre outros assuntos. Resultado, conquistaram benefícios na lei conhecida como  1º Emenda Americana que favoreceu todas as outras religiões e inclusive a Imprensa em sua liberdade de expressão. Não estavam recorrendo a tribunais devido a escândalos de arrecadação ilícita ou por fazer algo errado. Não, longe disso, elas contribuíram significativamente para se conseguir plenos direitos civis que beneficiaram a todos, inclusive os evangélicos nos Estados Unidos. Já ouviu falar de escândalos no Brasil envolvendo os Anciãos do povo de Jeová?

Já ouviu falar das Testemunhas de Jeová estarem encrencadas com a lei por cometerem crimes? Sobre o sangue, sabemos hoje que é uma obrigação do estado oferecer alternativas às transfusões de sangue. E sabemos também que as Testemunhas de Jeová nas diversas guerras sangrentas das nações nos últimos 120 anos mantiveram-se distantes disso. Por que? Simples, respeito a vida. Então o fato de recusarem sangue humano nada tem que ver com algo ilícito. Antes, é uma demonstração da obediência incondicional delas ao claro mandamento de Deus de “abster-se de sangue”. (Atos 15:29) Veja o artigo: Sangue – Salva vidas ou mata pessoas?

Por que Jesus é chamado de Filho de Deus? 

Jesus é o Deus Todo Poderoso?

Jesus e as Testemunhas de Jeová

ACESSE O SITE OFICIAL 

Quem é o “único Deus verdadeiro”?

Qual é a origem da doutrina da trindade?

Jesus é Deus?

A verdade a respeito do Pai do Filho e do espírito santo

O uso e significado da palavra “Deus” (Elohim) nas Escrituras Sagradas

Testemunha de Jeová – ENTREVISTA na TV

Perguntas Bíblicas respondidas

Dedique-se a um exame responsável. Caso haja dúvidas, vá a um salão do Reino perto de sua casa ou procure uma Testemunha de Jeová. Aceite um estudo da Bíblia semanalmente sem pagar nada. Ao orarem contigo verá as coisas cada vez mais claras.

 

Links adicionais:

 

O que é Divindade? Somente YHWH( Jeová) possui Divindade? O que a Bíblia diz sobre esse assunto?

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Comentários

  • Jonatan Almeida  On 29 jun 2013 at 12:38

    Excelente matéria!!! É raro ou difícil conhecer um evangélico que não conheça a frase “as Testemunhas de Jeová negam a divindade de Cristo” , de fato os líderes religiosos incitam isto em seus membros…É lógico que estes “falsos instrutores” não querem perder os 10% de seus membros. Embora sejam lançado milhares de mentiras sobre nós, nós continuaremos a pregar as boas novas:

    Felizes sois quando vos vituperarem e perseguirem, e, mentindo, disserem toda sorte de coisas iníquas contra vós, por minha causa.” — MATEUS 5:11.

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  • Vanderlei Martinez casale  On 17 out 2013 at 21:32

    Pelo exposto acima Cristo é divino ou divindade. Conforme o dicionário colocado acima ele é Deus. Em outra parte eles dizem que Cristo é Rei, e até acredito que ele é o Reis dos reis e Senhor dos senhores, conforme Apocalipse 19:16
    Agora só não podem acreditar no livro do profeta Isaías que diz: “Assim diz o Senhor, Rei de Israel, seu redentor, o Senhor dos exércitos:Eu sou o primeiro e eu sou o último, e além de mim não há Deus”. Se acreditam na Divindade de Cristo, então não tem nada a reclamar deste texto. É só proclamar que Jesus Cristo é Deus como também está escrito em João 10:30 ao 33

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    • Queruvim  On 9 nov 2013 at 23:59

      Vanderley, este artigo é uma resposta as acusações de evangélicos que dizem que “As TJ negam a “Divindade de Cristo”. Como o artigo demonstrou isso é errado. Consideramos Jesus uma divindade, ou seja, um ser divino ou poderoso. Mas contudo, chamar Jesus de Deus ou deus, não quer dizer que seja o mesmo que dizer que ele é o Ser Supremo. De fato a palavra “Deus” não é usada exclusivamente para se referir ao Ser Supremo NÃO!

      Estude com atenção O USO E SIGNFICADO DA PALAVRA DEUS NAS ESCRITURAS SAGRADAS

      Não existe a frase “Senhor dos Exércitos” em lugar algum na Bíblia hebraica. No texto massorético hebraico lemos Jeová dos Exércitos e não “Senhor dos Exércitos”.Quanto a João 10:30 escrevi um artigo que demonstra o quão está equivocado ao achar que quando Jesus disse: “Eu e o Pai somos um” estava se referindo a unidade em substância! Leia com atenção este artigo.

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    • Saga  On 10 nov 2013 at 12:49

      Problema de relacionar “Senhor”, “Senhor dos Exércitos” com “Senhor dos Senhores” é que tal igualdade não existe no hebraico, então vemos o quanto a exclusão que os evangélicos fazem com o nome de Jeová atrapalha seu conhecimento da Bíblia. Esse texto também diz que Jeová é “o Rei de Israel”, o que não é algo assim tão relevante ao tema, já que Davi e Salomão eram o que mesmo? Senão Reis de israel? Se a palavra “Senhor” ou “Rei” fazem de alguém o Deus de Israel, então, Jeová, Jesus e DAVI seriam o mesmo Deus. E se o termo “rei dos reis” é a prova de onipotência, então Nabucodonosor era o próprio Deus (todo IMPERADOR, aquele que governa sobre outros reis, é ele mesmo um rei dos reis, o Cesar romano por exemplo era um pois Roma tinha um reino que dominava sobre vários reinos, o rei Herodes por exemplo, servia ao Cesar)

      O contexto de João 10:30-33 demonstra que Jesus seria legitimamente considerado como UM deus, pois sua resposta baseada no Salmo 82 fala sobre isso, sobre ser um deus e não sobre ser O próprio Deus, Jeová. Se Jesus tivesse a intenção de dizer que era o Todo Poderoso Deus não faria sentido apelar ao Salmo 82 falando de “deuses” mortais que julgavam injustamente, os judeus aceitaram a defesa que Cristo fez usando o Salmo, o que não aceitariam se o tema fosse algo como a Trindade.

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  • ANTONIO MUNIZ  On 24 out 2013 at 15:23

    EMBORA JESUS SEJA CHAMADO DE ‘DEUS’, ISSO NAO FAZ DELE TODO-PODEROSO, COMO SÓ JEOVÁ É. POR QUE SE NAO EXISTISSE OUTROS ‘DEUSES’ LEGÍTIMOS, NAO PRECISARIA JEOVA SER DIFERENCIADO DELES, COMO O ‘TODO-PODEROSO’

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  • adriano  On 3 fev 2014 at 20:45

    Quem seria o Alfa e o ômega…o Princípio e o Fim…Jeová ou Jesus ??

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  • Karmo  On 23 fev 2014 at 14:39

    Satanás é deus (2 Cor. 4:4), os anjos são deuses (Salmos 82:6), homens poderosos são considerados deuses, Jesus é deus (Isaías 9:6), mas só Jeová é o deus Todo-poderoso, o Ser Supremo. (Salmos 83:18)

    Coloquei a palavra deus em letras minúsculas de propósito para trazer a ideia de que deus é um substantivo comum a vários seres poderosos.

    Ninguém compartilha com Jeová essa posição ímpar, por isso Isaías 43:10 diz que além dele não há mais nenhum outro deus igual a ele.

    Portanto, a ideia arraigada em nossa cultura de que Deus sempre se refere ao Ser Supremo, é equivocada, e temos de ter em mente que de modo algum é suficiente para identificar a maior pessoa do Universo – Jeová.

    Creio que esse é um dos fortes motivos para o Criador fazer questão de que seu nome seja conhecido em toda a terra. Se deuses falsos têm nome, por que não teria o Criador do Universo?

    Jesus é a imagem do Deus invisível, do Deus que jamais foi visto por algum ser humano. Jesus reflete a glória de seu Pai, de modo que um reflexo não é o mesmo que o objeto que é refletido, como no caso de um espelho onde se vê a imagem de algo ou de alguém. É muito fácil de entender quando se tem boa vontade e sinceridade de coração.

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  • carlos  On 6 abr 2014 at 16:41

    Jesus foi adorado aqui na terra – “Cremos que o nosso Senhor Jesus, enquanto esteve na terra, realmente foi adorado e assim procedido corretamente.” – A Sentinela de 15 de Julho de 1898, página 216, volume encadernado.

    Jesus foi adorado aqui na terra – “Muitos da Cristandade poderiam aprender numerosas lições com aqueles sábios gentios [Os Magos]: Eles caíram diante dele, prostraram-se, então fisicamente expressaram sua reverência. (2) Eles adoraram-no em seus corações […].” – A Sentinela 1 de janeiro de 1906, página 15, em inglês.

    Até aqui observamos Russell, embora não crendo que Jesus fosse o próprio Jeová, ensinando a adoração a Jesus, inclusive afirmando que a Cristandade deveria aprender a lição com os Magos que vieram adorar Jesus. Russell morreu aos 31 de outubro de 1916 crendo que deveria adorar a Jesus.

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    • Queruvim  On 6 abr 2014 at 16:58

      Jesus foi adorado aqui na terra – “Cremos que o nosso Senhor Jesus, enquanto esteve na terra, realmente foi adorado e assim procedido corretamente.” – A Sentinela de 15 de Julho de 1898, página 216, volume encadernado.

      Jesus foi adorado aqui na terra – “Muitos da Cristandade poderiam aprender numerosas lições com aqueles sábios gentios [Os Magos]: Eles caíram diante dele, prostraram-se, então fisicamente expressaram sua reverência. (2) Eles adoraram-no em seus corações […].” – A Sentinela 1 de janeiro de 1906, página 15, em inglês.

      RESPOSTA DO SITE TRADUÇÃO DO NOVO MUNDO DEFENDIDA: O que ocorre aqui em sua argumentação é apenas um embuste. A palavra “adorar” em Inglês antigo era usada normalmente com referência a autoridades e tinha a acepção de “reverência”,”profunda admiração”, “homenagem” e não “adorar” no sentido moderno. Pode ver que suas citações são de um século atras ou antes ou ainda reminiscente deste uso arcaico da palavra worship! Não passa de um embuste ou artifício enganoso.

      Fiz questão de apagar quase todo seu post visto que além de repetir a mesma ideia enganosa, embusteira, prossegue atacando as TJ chamando-as de nomes e adjetivos pejorativos a partir desta conclusão ou premissa tão fraca. Sabe Carlos, aprende uma coisa, consultar material escrito e palavras usadas a mais de 100 anos a fim de tentar inutilmente ridicularizar o movimento religioso mais exemplar que existe, é um desespero. Escrevi uma resposta a este tipo de embuste neste artigo, que espero que leia com atenção. Não espere ter seus posts aceitos aqui em vista de arquitetar argumentos do engano. O que acham leitores desta página, de uma pessoa que ridicularizasse o Banco Central de um país, por citar fatos ocorridos a 50 anos ou mais? É obvio que todo o sistema financeiro desde então, teria mudado radicalmente, com novos gerentes e administradores! Isto tornaria a pessoa que arquitetasse tais críticas, como sendo insensata, cujas críticas podem ser muito bem classificadas como anacrônicas e coisa de falsário que usa golpe baixo para tentar denegrir a imagem ATUAL DE UMA ORGANIZAÇÃO, a partir de supostos erros do passado. Você e os que acolhem este tipo de material não possuem consciência e são ao meu ver pessoas que fazem o trabalho sujo de advogados do Diabo. Cria vergonha nesta cara e vai ajudar os evangélicos que estão cada dia mais atolados na política partidária e corrupção, maçonaria e evasão de divisas, além de violação da lei do silêncio entre tantas coisas que acontecem HOJE. Não preciso recorrer a palavras ditas por estes professos cristãos da atualidade, antes, observamos AÇÕES que os colocam em luz nada favorável.

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      • Alexandre Martins TJ  On 6 abr 2014 at 18:53

        Pode causar estranheza a um espírito relativista como o do Sr. Carlos que as TJs tenha um corpo de princípios coeso e lógico, que vem atravessando os anos, os lustros e as décadas sempre enriquecido, sempre desdobrado, mas permanecendo inalterado em suas linhas essenciais (desafiamos qualquer opositor a apresentar entre nossas doutrinas essenciais mudanças drásticas, por exemplo, apresentem qualquer mudança no que se refere a crença no falso deus trino). Estranheza ainda maior pode causar que esse sólido e vasto conjunto de princípios seja aceito por um tão grande número de pessoas das mais variadas procedências, idades e condições, sem que surjam, continuamente dissidências, o que é tão comum no protestantismo. Que o digam as tantas denominações que surgem em toda esquina. (desafiamos qualquer opositor a apresentar uma facção cismática das Testemunhas de Jeová que, caso tenha existido, não se extinguiu).

        Para um espírito atolado no relativismo e no permissivismo modernos, só poderia explicar tal fenômeno uma “lavagem cerebral”, imposta para modificar o pensamento dos que entram, seguida de uma drástica e ditatorial disciplina intelectual para impedir que saiam da linha “ortodoxa” os cérebros já “lavados”. Quando postos em presença da majestosa e monumental uniformidade na Fé que caracteriza a Organização de Jeová, não resta aos fanáticos anti-testemunhas de Jeová recorrer a citações Ctrl+C/Ctrl+V. Se nossos ensinos são tão corrompidos, porque não combatê-los com a Bíblia? Porque não considerar o que é atualmente publicado pela Organização de Jeová?

        Nós nunca aceitamos rótulos que nos relacionassem a homens. Sempre consideramos pejorativos termos como “russelitas”, “rutherfordistas” ou o que quer que seja que nos aplicadas. Não somos como os luteranos, calvinistas, wesleyanos, etc. Levamos em nossa identificação como cristãos o NOME DE JEOVÁ.

        O Sr. Carlos (tive oportunidade de ler seu post inteiro antes de ser apagado corretamente pelo irmão Queruvim) perguntava-nos com que direito nós afirmávamos sermos a única religião verdadeira. Respondo-lhe, com o direito demonstrado pelas nossas ações: (Mateus 7:17) . . ., toda árvore boa produz fruto excelente”. Mostrem nossos detratores seus frutos e veja se são bons ou podres. E responda-nos, Sr. Carlos, qual é a religião verdadeira hoje em dia? Qual a religião que “adora o pai em espírito e verdade”? A resposta é óbvia.

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  • Saga  On 6 abr 2014 at 19:35

    Acho que existe algum tipo de tolerância infinita na Cristandade com relação aos erros desses professos cristãos, por mais que errem, ontem, antiontem, agora ou amanhã, sempre terá uma indulgência para errar mais.

    No caso das TJs, não existe escrúpulo algum, se pode caçar algo de dois séculos atrás para procurar alguma falta e assim descartar a religião em questão, com a qual não se tem tolerância alguma: TJs devem ser incapazes de errar – sua organização deve ser perfeita e imutável, os seus lideres devem ser inspirados, seus anciãos….perfeitos, seus membros…impecáveis…e além disso deve ter conhecimento completo e total da parte de todos seus membros sobre tudo tendo todas respostas sobre qualquer questão da Bíblia.

    É um padrão muito elevado, para sempre se estar em cima e se dizer “AHÁ! Te peguei!”, já as igrejas da Cristandade podem pintar e bordar, ontem, hoje e sempre e continuarão sendo os verdadeiros servos de Cristo, pois sempre se podem esquecer ou perdoar suas falhas e delitos com uma desculpa qualquer.

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    • Saga  On 6 abr 2014 at 20:09

      Cristandade pode matar em guerra? Pode?
      Cristandade pode apoiar ditadura? Pode?
      Cristandade pode se aliar ao fascismo e apoiar nazismo? Pode?
      Cristandade pode se associar com comunistas? Pode?
      Cristandade pode apoiar a escravidão e o racismo? Pode?
      Cristandade pode participar de genocídio étnico (como em Ruanda)? Pode?
      Cristandade pode ordenar mulheres (Pastoras, Bispas) e gays? Pode?
      Cristandade pode celebrar casamentos homossexuais e? Pode?
      Cristandade pode cometer ou consentir com imoralidade – pedofilia, homossexualismo, adultério e fornicação? Pode?
      Cristandade pode apoiar. capitular, consentir ou se omitir diante da evolução? Pode?

      As igrejas podem ser encaixadas nesses itens acima a vontade que não recebem o mesmo tratamento que a “seita” das TJs, esses fazem parte de uma “seita pseudo-cristã” né, já os grupos que compõem a Cristandade são todos igrejas legitimas e verdadeiras, devem ser perdoadas de qualquer deslizezinho, afinal de contas, a “Igreja de Cristo” é formada por pecadores né, e o fato dela pecar ou errar não significa que Cristo as tenha rejeitado, ele só rejeitou essa seita so “jeovistas russelitas” aí que “dizem que são cristãos mas não são”. [/sic]

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      • Alexandre Martins TJ  On 6 abr 2014 at 20:38

        Lutero (bem como os principais reformadores, por exemplo, Calvino, Zwingli, Cranmer) aceitava a opinião de que Jesus não possuía nenhum irmão de sangue, crendo também na doutrina tradicional da Perpétua Virgindade de Maria, e reconhecendo seu status como Teotokos (Mãe de Deus):

        “Cristo era o único filho de Maria. Das entranhas de Maria, nenhuma criança além dEle. Os ‘irmãos’ significam realmente ‘primos’ aqui: a Sagrada Escritura e os judeus sempre chamaram os primos de ‘irmãos’.” (Martinho Lutero, Sermões sobre João 1-4, 1534-39)

        “Cristo, nosso Salvador, foi o fruto real e natural do ventre virginal de Maria. Isto se deu sem a cooperação de um homem, permanecendo virgem depois do parto.” (Martinho Lutero, idem.)

        “Deus diz: ‘o filho de Maria é meu Filho somente.’ Desta forma, Maria é a Mãe de Deus.” (Martinho Lutero, Ibidem)

        “Deus não recebeu sua divindade de Maria; todavia, não segue que seja conseqüentemente errado afirmar que Deus foi carregado por Maria, que Deus é filho de Maria, e que Maria é a Mãe de Deus. Ela é a Mãe verdadeira de Deus, a portadora de Deus. Maria amamentou o próprio Deus; ele foi embalado para dormir por ela, foi alimentado por ela, etc. Para o Deus e para o Homem, uma só pessoa, um só filho, um só Jesus, e não dois Cristos. Assim como o seu filho não são dois filhos… Mesmo que tenha duas naturezas.” (Martinho Lutero, “Nos Conselhos e na Igreja”, em 1539)

        Pronto, podemos declarar aos quatros ventos que o protestantismo é mariolátra. Não é esta a tática dos nossos opositores protestantes, ciscar aqui e ali em publicações antigas que nunca pretenderam a infalibilidade, equívocos apresentados não por má-fé mas por maior falta de esclarecimento?

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      • Saga  On 6 abr 2014 at 21:20

        Então Martins: “…os luteranos, calvinistas, wesleyanos, etc”, pegando carona na pergunta que o opositor fez, com que direito estes religiosos afirmam serem da verdadeira religião? Os evangélicos brasileiros chegam a não apenas se autoproclamar, apóstolos mas também profetas e inspirados, com que direito fazem esse? O que não conheço é um fiel religioso que ache que sua religião é falsa.

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      • Thales Faces  On 7 abr 2014 at 11:26

        A Cristandade é o oposto do que Jesus disse que seria com os verdadeiros Cristãos.

        João 15:17-20

        17 Estas coisas eu vos mando, que vos ameis uns aos outros.
        18 Se o mundo vos odeia, sabeis que me odiou antes de odiar a vós.
        19 Se vós fizésseis parte do mundo, o mundo estaria afeiçoado ao que é seu.
        Agora, porque não fazeis parte do mundo, mas eu vos escolhi do mundo, por esta razão o mundo vos odeia.

        20 Lembrai-vos da palavra que eu vos disse: O escravo não é maior do que o seu amo. Se me perseguiram a mim, perseguirão também a vós;
        se observaram a minha palavra, observarão também a vossa.

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    • Alexandre Martins TJ  On 7 abr 2014 at 9:55

      Caro Saga. O que predomina nestas denominações é o relativismo. Para tais não importa a religião e sim a fé. ora, se religião não importa, porque a ojeriza contra as Testemunhas de Jeová? Em certa ocasião, conversando com um “pastor” de uma dessas milhares de seitas protestantes pentecostais, ele declarou que acreditava no predestinacionismo calvinista, porém, ensinava na sua igreja a doutrina arminiana. Explicando sua atitude, ele disse que a maioria dos membros da igreja não entenderiam a doutrina calvinista. Isto exemplifica o caos existente nestas denominações. Tudo para eles é relativo, nada é absoluto.

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  • Alexei  On 7 abr 2014 at 8:23

    Eita…outra pancada!!!

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  • A SERVIÇO DO REINO  On 7 abr 2014 at 13:47

    perfeito os comentários dos irmãos e o Saga parece que tirou da minha boca as perguntas…..
    Interessante que somos ridicularizados no meio religioso, e apenas bem poucas boas pessoas reconhecem nosso bom trabalho e são imparciais o suficiente para saber analisar uma coisa desprovidos de preconceitos.

    Mas irmãos, devemos ficar felizes, nosso Cabeça nos disse pra esperarmos esse tipo de tratamento mesmo. Ruim seria se todo mundo nos aceitasse, aí sim poderíamos desconfiar. Mas pelo contrário, além de nossas doutrinas estarem baseadas na bíblia, o que confirma a nossa posição como religião verdadeira, a oposição também é um elemento para nos identificar como povo de Deus. Se Jesus foi odiado, quanto mais nós.

    NÃO EXISTE RELIGIÃO MAIS PERSEGUIDAS QUE NÓS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ.

    Isso me dá a certeza que estamos no caminho certo, no caminho apertado e estreito, que nos dará a vida eterna, e espero que num futuro bem próximo, se Jeová e Jesus nos achar dignos, estaremos todos nós aqui desse blog e mais alguns milhões ao redor do mundo se curvando e adorando e reconhecendo o Senhor Jeová como o único Deus que merece que toda criatura o sirva, e se curvando também ao nosso Senhor Jesus, reconhecendo e o agradecendo por ter sido tão fiel e nos dar a oportunidade de adorar junto com ele o Pai dele.

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  • Saga  On 7 abr 2014 at 18:42

    Alexandre Martins,

    Você frisou algo interessante, que no começo o Protestantismo tinha uma doutrina diferente, então vemos que essa religião, desde a Reforma até os nossos tempos, mudou e mudou bastante. Vejam o caso do que chamam de “Avivamento Pentecostal” ocorrido no inicio do século XX, não é radicalmente diferente?

    Mas enfim, voltando ao caso citado, vemos que os evangélicos seguiam ao Catolicismo na veneração a Maria como sendo a mãe de Deus, Virgem Perpetua e outras coisitas más. O tratamento prestado a Maria pelos evangélicos atuais é bem diferente de como era lá em idos de 1500s.

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  • epistolas  On 7 abr 2014 at 22:08

    Algumas coisas, no meu entender, fazem a divindade do Filho de Deus não ter o sentido exatamente igual à divindade de Jeová. Uma delas é o fato do Filho ter sido gerado por Jeová, tendo passado a usufruir uma união com Ele, que vai além do nosso entendimento. Para Cristandade Jesus é divino no mesmo sentido que o Pai, quando estranhamente o chama de Deus Filho. Mas, de acordo a Bíblia, a divindade do Pai não foi originária de outra pessoa. Já a divindade do Filho é originária da insondável presença que usufrui do espírito de Jeová, desde os indefinidos tempos passados. Um exemplo de divindade originária foi quando o Deus todo-poderoso, Jeová, que nenhum humano viu, nem pode ver, revelou-se na pessoa de seu Filho, fazendo com que nele residisse a plenitude da divindade. Ninguém jamais viu a Deus, mas aquele que é um com o Pai, Jesus, o ‘deus unigênito’, este o tem revelado. Acho que se esses teólogos conhecessem o verdadeiro sentido da divindade de Jesus, estariam mais perto de entenderem quem é Jeová. E, mais ainda, a possibilidade de saber que Deus é uma pessoa, não uma força ou um grupo de três pessoas. Que Jeová é ALGUÉM, não ALGO.

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    • Saga  On 8 abr 2014 at 15:57

      Realmente o epistolas fez um comentário interessante, com um bom apoio bíblico, pois quase tudo que disse acima pode ser referenciado com um texto da Escritura.

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  • marcus  On 1 jun 2014 at 8:03

    Concordo com voces em nao considerar Jesus como DEUS ja que a tnm e a sentinela e despertai tambem nao considera Jesus como Deus. Em toda biblia Jesus é o que ha de vir mas em apocalipse 1.8 na tnm jeova é que ha de vir, toda personalidade de Jesus foi alterada na tnm. Portanto todas as outras traduções da biblia tem Jesus como Deus e em apocalipse 1.8 com certeza é Jesus que ha de vir em todad as outras biblias, nao existe a palavra jeova. Portanto amigos favor ler a biblia em outras traduções e em todas as outras traduções Jesus é Deus vivo nao so em apocalipse mas em toda biblia e em minha vida.

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    • Queruvim  On 1 jun 2014 at 13:40

      O que manda são os textos originais da Bíblia. E os mais antigos manuscritos da Bíblia hebraica apresentam o Nome Jeová cerca de 7000 vezes somente no chamado Velho Testamento. Preferimos ficar com o que é mais original do que com o que veio depois.A TNM é deferente por que é mais exata e resgatou o entendimento original. Além disso o mundo está na mão do inimigo da vida eterna (1 João 5:19) É tolice achar que Deus está com a maioria , sendo que Cristo disse que a estrada larga, para onde vão a maioria, “leva a destruição”. Mateus 7:13

      Para o Sr ter uma ideia, Moisés e os homens que adoravam a Deus em sua volta, raras vezes usavam a palavra “Senhor” para se dirigir ao Verdadeiro Deus. Tanto é assim que a palavra “Senhor” ocorre somente 40 vezes no V.T ao passo que o Nome de Deus ocorre mais do que qualquer outro nome. Para tentar ajudar sua mente condicionada vou citar um exemplo, para ver se clareia para ti. Suponhamos que entrasse em uma máquina do tempo e votasse aos dias de Moisés, ouviria todo tempo eles usarem UM NOME e não a palavra “Senhor” ao se referirem a Deus. Caso SEMPRE dissesse que adora “ao Senhor” ou “A Deus” isso não seria específico e não seria o padrão deles. O Sr seria um apóstata e poderia ser apedrejado. Simples assim.

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  • João Kunga  On 1 jun 2014 at 18:30

    Eu me sinto tão perplexo de facto por não entender como alguém que Líder religioso com uma mente sã, chama à Jesus de ”FILHO DE DEUS”, diz que ” JESUS FOI ENVIADO E RESSUSCITADO”,” DEVEMOS IMITAR À JESUS PORQUE OROU PARA O SEU PAI”… Depois ainda vem dizer tal bagatela: ” Jesus, Jesus é Deus Todo Poderoso meu filho”, Um Pastor me disse algo como: – Olha quando você faz uma coisa má nas escondidas Jeová está a ver” eu pensei- Será que está se referindo à quem? a Jesus ou mesmo ao Pai de Jesus, Jeová? Será que tinha noção de quem ele falava?

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  • João Kunga  On 1 jun 2014 at 20:56

    Sabe Queruvim, algumas vezes até a cabeça doí tentando perceber o que se passa com certas pessoas, não é que eu não saiba o porque de serem assim é que procuro uma forma de reconsiderar mas não vejo como negar de que eu aprendi ” A VERDADE VERDADEIRA” mesmo lendo nas outras traduções e ver tantas explicações, vê so isso daí de um que se diz pesquisador de religiões como: Islã, Testemunhas de Jeová, Catolicismo,etc, da página Carm escreveu explicando sobre porque Jesus ”não sabia do dia e da hora em que iriam acontecer os sinais” e outras coisas que ele não sabia.

    ¤¤¤
    Como homem, Jesus era limitado
    pelas limitações de um homem. É
    por isso que temos versículos como
    Lucas 2:52, “E crescia Jesus em
    sabedoria, em estatura e em graça
    diante de Deus e dos homens.”
    Logo, nesse momento do seu
    ministério, Jesus podia dizer que
    ele não sabia nem o dia nem a
    hora do seu retorno. Ele não está
    negando ser Deus, está
    confirmando que é homem.¤¤¤

    UMA PESSOA QUE CRESCE DIANTE DE OUTRA PESSOA É A MESMA PESSOA?

    Vamos supor que eu aceite que Jesus é o Deus , tá bom, depois vem textos como: Gálatas 4:4-5, “Mas, vindo a
    plenitude dos tempos, Deus enviou
    seu Filho, nascido de mulher,
    nascido debaixo de lei, para
    resgatar os que estavam debaixo de
    lei, a fim de recebermos a adoção
    de filhos.” Al
    Este: Hebreus 2:9, “Vemos, porém,
    aquele que foi feito um pouco
    menor que os anjos, Jesus, coroado
    de glória e honra, por causa da
    paixão da morte, para que, pela
    graça de Deus, provasse a morte
    por todos.” Pela graça de quem? Dele ou de Deus? Quem é Deus afinal?

    Então você está se mentir querido Marcus…

    Daí você vai dizer:
    – Jesus disse que Ele e o são um, ok!

    Eu perguntaria:
    – Em que sentido? Daí passo ao texto:

    ““ Também, não estou mais no
    mundo, mas eles estão no
    mundo e eu vou para ti. Santo
    Pai, vigia sobre eles por causa do
    teu próprio nome que me deste,
    para que sejam um (em grego
    `en), assim como nós somos .”
    Jesus aqui pede ao Pai (não ao Pai e o Espírito Santo) que tornasse os homem um,como assim? Para que que fossem unidos como Pai e o Filho eram. E mais:

    “…a fim de que todos sejam um,
    (grego `en) assim como tu, Pai,
    estás em união comigo e eu
    estou em união contigo, para
    que eles também estejam em
    união conosco, a fim de que o
    mundo acredite que me
    enviaste” João 17:11,21

    Daí o seu ego talvez não iria ceder, sabe porque? Porquê te sentes tão bem quando discutes com uma TJ, pra ti é fama, é como se o porco lutasse com um decente e lhe sujasse iria se sentir tão bem, diria sorrindo: – ”Ah. ele ficou como eu”’

    Para não lutar faz como os Tessalonica, vai pesquisar de Verdade ” pesquisa parcial não é pesquisa,nem é de inteligente”.

    Não leu aquilo abaixo numa das matérias de Queruvim? Se pelo menos se desrespeita tanto os irmãos voluntários da Torre de Vigia, que nem a Jw.org acessa, leia a matéria daqui antes de dizer deturpices .

    quando aborda a trindade.
    Então, João 10:30 prova a
    trindade? Claro que não! Até
    porque o escritor inspirado usa a
    palavra “um” (em grego HEN) que é
    neutra ou seja, de um modo geral
    aplicada a coisas impessoais.
    Obviamente seriam “um” em
    propósito e não como pessoa.
    Quando Paulo falou de Apolo ele se
    referiu tanto a sí mesmo como a
    Apolo como sendo “um só” e
    disse : “Quem planta e quem rega é
    um só” E usou a palavra HEN. Será
    que Paulo e Apolo eram uma só
    pessoa ? Aplicar João 10:30 da
    forma como fazem alguns
    trinitários é não somente
    gramaticalmente errado como
    também ignora as declarações
    claras da Bíblia onde Cristo e seu
    Pai são diferenciados. Em João
    5:32,37 Jesus disse claramente :
    “Há outro que dá testemunho de
    mim…o próprio Pai que me
    enviou dá testemunho de
    mim.Vós nem ouvistes jamais a
    sua voz , nem vistes a sua
    figura”.
    É interessante observar também
    que Jesus não teve a menor
    intenção de se referir a palavra
    “Deus” na frase “Eu o e o Pai
    somos um”. Há uma infinidade de
    textos que demonstam que o Filho
    é diferente do Pai e que estes não
    são a mesma pessoa. Jesus disse
    em João 14:28 :
    “…vou embora para o Pai porque o
    Pai é maior do que eu”. Além
    disso, Jesus chama seu Pai de “O
    único Deus verdadeiro” ( João
    17:3 ) E que o Pai de Jesus é o Deus
    de Jesus, Aquele a quem ele chama
    de “meu Deus” em João 20:17 .
    Além disso, mais de 60 anos após a
    ascensão, Jesus é visto dizendo
    numa visão revelada ao idoso
    Apóstolo João em Apocalipse 3:12:
    “‘Aquele que vencer — eu o farei
    coluna no templo do meu Deus,
    e ele, de modo algum, jamais
    sairá [dele], e escreverei sobre
    ele o nome do meu Deus e o
    nome da cidade do meu Deus, a
    nova Jerusalém, que desce do
    céu da parte do meu Deus, e
    aquele meu novo nome.”
    Lembre-se que isto foi falado por
    Cristo após ter subido ao céus. O
    que indica então o contexto global
    das Escrituras ? Obviamente que os
    Evangélicos e outros que costumam
    citar João 10:30 “Eu e o Pai somos
    um” a fim de “provar” a trindade,
    estão ignorando o contexto geral
    da palavra de Deus e introduzindo
    sua teologia nas Escrituras
    Sagradas!

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    • Queruvim  On 1 jun 2014 at 21:33

      Boas dissertações!

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    • oTESTEMUNHAdeJAH  On 1 jun 2014 at 21:56

      Hoje em dia o que mais existe pela internet são de fato eruditos formados pelo GOOGLE com ênfase em CTRL C + CTRL V!

      Sobre o que você citou em eles usarem João 10:30 que diz: “Eu e o Pai somos UM” esse argumento é tão contraditório que eles mesmos ficam em maus lençóis depois de o usarem, uma vez que eles não creem que Jesus seja o Pai, isso é o que eles tentam afirmar sem perceber quando usam esse texto.

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  • João Kunga  On 1 jun 2014 at 22:21

    Obrigado Queruvim, o mal mesmo é estas boas dissertações encontra um indolente em leitura, porque não iria ler vinha logo espalhar gangrenas robotizadas.

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  • Saga  On 16 ago 2014 at 16:24

    Quevuvim:
    “Em toda a história moderna das Testemunhas de Jeová, observamos que elas adoram a Jeová Deus. Oram para Jeová, por intermédio de Cristo, mas a oração é dirigida exclusivamente a Jeová Deus.(Veja João 4:23) […] Outras igrejas que eu conheci, andando por todo o Brasil, (mais notadamente evangélicas), dirigem suas orações a “Jesus”. Seus hinos são, segundo eles, “para Jesus” e seus louvores são “para Jesus”. Timidamente usam o Nome de Deus, Jeová, mas a maioria quando o faz, estão na verdade imaginando que este é Jesus. ”

    Fato, e é incrível como não conseguem concordar entre si, a pergunta sobre “Qual é o nome de Deus?” ou “Quem é Jeová?”, varia de pessoa pra pessoa dentro do meio gospel, mesmo quando a pergunta recai sobre pastores ou teólogos, ou aos chamados “profetas”. Ou seja, dentro do assunto bíblico mais básico de todos que é CONHECER A DEUS (João 17:3), eles estão em confusão, pois não se entendem a este respeito. As respostas variarão de pessoa para pessoa.

    “Não é raro encontrarmos páginas na internet e pessoas que afirmam que as TJ “negam a divindade de Jesus”. Isso não é verdade. Nós o consideramos uma divindade ou divino […] na palavra de Deus lemos : “Não deves estar andando entre o teu povo com o objetivo de caluniar” (Lev. 19:16) A Bíblia também diz: “Não deves testificar uma falsidade contra o teu próximo” (Ex. 20:16) Se tu acreditas que a Bíblia é realmente de Deus, então, certamente se esforçará em saber o que as Testemunhas de Jeová dizem e não o que outros dizem a respeito dela […] abandone o preconceito”

    Essa acusação é séria e causa desinformação caluniosa que gera preconceito e discriminação.

    “[…] O […] dicionário define “divino” como : “algo de Deus, relacionado a Deus ou procedendo diretamente de Deus, ou um deus“ Fica claramente conclusivo que as Testemunhas de Jeová não negam a divindade de Cristo […] não consideram Jesus “como um mero anjo” como repetem muitos. Isso simplesmente não é verdade”

    Estes termos tais como “mero anjo”, “apenas uma criatura” e “deusinho” querem induzir os ouvintes ao erro, os fazendo crer que inferiorizamos Jesus como alguém menor e de somenos importância. Aí eles se enchem de presunção de que eles são os defensores de Jesus e nos somos os inimigos de Cristo. Isso gera até o ridículo de a pessoa criar na cabeça dela uma rivalidade entre “Jesus x Jeová”, uma ignorância BLASFEMA que já vimos várias vezes por aí, e pior da boca de gente que se diz pastor. A pessoa passa a atuar contra Jeová e Seu Nome supostamente achando que com isso está agradando e defendendo a Jesus (Nisso ela se autointitula “Testemunha de Jesus”, diz que “O nome de Jesus é maior que todos os nomes” e coisas tais como “Na Nova Aliança devemos usar Senhor como nos ensina o NT, não Jeová que é coisa de judeus no AT! O NT substitui Jeová por Senhor pois agora o mais importante e o centro de tudo é Jesus”!)

    “Nenhuma criatura de Deus, nem mesmo no domínio celestial possui tanto poder quanto Jesus Cristo […] Daniel o profeta em visão diz assim: ““Continuei observando nas visões da noite e eis que aconteceu que chegou com as nuvens dos céus alguém semelhante a um filho de homem; e ele obteve acesso ao Antigo de Dias, e fizeram-no chegar perto perante Este. E foi-lhe dado domínio, e dignidade, e um reino, para que todos os povos, grupos nacionais e línguas o servissem. Seu domínio é um domínio de duração indefinida, que não passará, e seu reino é um que não será arruinado”. Daniel 7:13

    Só o fato de Jesus ter RECEBIDO algo de outro , assim como lemos em Daniel 7:13 e Mat. 28:18,19, prova que ele não é o Deus Todo-poderoso. Pois Jeová, o Deus Todo-poderoso e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, disse:

    “Quem me deu primeiro alguma coisa, que eu o deva recompensar? Debaixo dos céus inteiros, é meu.” (Jó 41:11)”

    Belo argumento!

    “Observe este texto com mente aberta. Não é evidente que Jesus recebeu poder de outra pessoa? Não é isso que a Bíblia diz em sua simplicidade? Não é ela um livro para pessoas simples também, tais como pescadores e lavradores? Por que então crer que Jesus é o próprio “Antigo de Dias” mencionado no texto ? Tem isso coerência?”

    Pois é, alguns evangélicos dizem que o “Ancião de Dias” (Na Tradução de Almeida) é Jesus! Pra vocês verem o nível de loucura na “hermenêutica bíblica” que eles usam.

    “A revista Despertai! de 08 de Fevereiro de 1985, página 20 diz:
    “As Testemunhas de Jeová não negam a deidade, ou divindade, de Cristo. Mas não partilham o entendimento filosófico dos trinitaristas quanto a tais termos. Ao se referirem à “divindade de Jesus”, os trinitaristas […] querem dizer que […] ele é “Deus”, uma das três pessoas coeternas da “Divindade””

    Perfeito.

    “Quanta mentira na internet e quantas acusações falsas levantadas contra as Testemunhas de Jeová! Para mim não há prova maior de que os chamados evangélicos que vivem repetindo que “as Testemunhas de Jeová negam a divindade de Cristo” são mentirosos ou antagonistas descuidados! Cuidado com essa igreja chamada evangélica […] testificar falsidades ou inverdades e sair por ai repetindo estas, nada tem que ver com ser um cristão. É por isso que há tanto escândalo a cada dia no meio evangélico. Eu mesmo certo dia lecionava idiomas quando uma aluna, pastora, disse: “As Testemunhas de Jeová não acreditam em Jesus”! Como pode tal afirmação ser verdade? De fato, a revista A Sentinela, publicada pelas TJ desde 1879, vem a mais de 130 anos em sua página dizendo na página 2 : ´Esta revista …incentiva a fé em Jesus Cristo, cujo sangue derramado abriu o caminho para que nós pudéssemos ter vida eterna` […] …que tipo de espírito está presente neste tipo de pastores que mentem todo tempo ao afirmarem que “negamos a divindade de Cristo” ? Certamente não é o espírito de Deus , que condena a mentira. (Ex. 20:16)”

    O termo “divindade de Cristo” é usado em diferentes sentidos por aí, e a Cristandade confunde ambos de forma proposital quando quer dar má fama aqueles que descreem da Trindade.

    O termo aparece muito na literatura acadêmica e na imprensa jornalistica, em especial quando se discute o chamado “Jesus Histórico”, também chamado de “Jesus humano”, ou seja o termo “Cristo Divino” se torna um contraponto ao Jesus histórico. Em geral a Divindade de Cristo inclui os seguintes pontos:

    • Aceitar a sua Filiação Divina; que ele é o Filho de Deus.
    • Aceitar sua Preexistência; que ele existia antes de nascer de Maria
    • Aceitar seu Messiado. que ele nasceu em Belém conforme as profecias, sendo o sucessor legitimo do “legendário” rei Davi e tendo sido ungido rei e salvador por decreto divino.
    • Aceitar seu Nascimento Virginal; nasceu de Maria, ainda virgem, cumprindo a profecia de Isaías
    • Aceitar seus milagres; tinha poder sobre doenças e até mesmo a morte.
    • Aceitar o Resgate. que ele é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, que resgatou a humanidade ao derramar o seu sangue no calvário cumprindo assim o significado profético dos rituais da Torá.
    • Aceitar sua Ressurreição dos Mortos e Ascensão aos Céus.
    • Aceitar seu Senhorio e Reino.
    • Aceitar sua Vinda Escatológica como juiz, juri e executor, de vivos e mortos.

    Quem nega pontos acima, é alguém que embora aceita a existência de Jesus como homem, não acredita em “sua divindade”, acha que ele era apenas um “homem bom”, “um rabi”, “um filosofo e sábio”, “um revolucionário” ou um “profeta” como outros que já houveram na Terra. A estas pessoas, se diz que negam a divindade de Cristo! Você vê esse tipo de “especialista” direto por aí no Fantástico, nas revistas Veja, Época, Galileu e Super Interessante, mas não é o caso das Testemunhas Cristãs de Jeová.

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  • Saga  On 17 ago 2014 at 1:17

    O USO DO TERMO DIVINDADE DE CRISTO

    Um exemplo de como e em que contextos é usado o termo “divindade de Cristo”

    Alunos de teologia do Instituto Bíblico das Assembleias de Deus Monte Esperança escreveram uma monografia sobre Divindade de Cristo, onde trouxeram o assunto assim:

    "Jesus Cristo não foi apenas um grande professor e um bom homem [...] devemos examinar brevemente Suas reivindicações únicas, de nascimento original, a vida única e exclusividade da sua morte, e a maior evidência da sua divindade que é a ressurreição. [...] Para todas as aparências humanas, o Senhor Jesus Cristo era apenas um pregador itinerante bastante obscuro, sem educação formal, ministrou apenas 3 anos e meio na pequena província Romana da Palestina, com um grupo heterogéneo de discípulos, e, finalmente, executado como um criminoso.Ele ainda fez declarações surpreendentes sobre si mesmo, reivindicações que, se não é verdade, teria marcado o rapidamente como sendo um louco ou um charlatão. Sua reivindicação de ser o Filho de Deus, de facto, levou à sua prisão e execução. [...] Jesus Fez da sua identidade o ponto fulcral do seu ensino. A grande e importante questão que punha aos que o seguiam era: “Vós, quem dizeis que eu sou?” Quando Pedro respondeu e disse, “Tu és o Cristo, o Filho do Deus Vivo” (Mt. 16.15,16), Ele não se mostrou chocado, não repreendeu Pedro. Pelo contrário, elogiou-o. [...] Segundo Norman Geisler:
    “Todas essas pessoas adoraram a Jesus sem uma palavra de repreensão por parte Dele. Jesus não apenas aceitou essa adoração, como até mesmo elogiou aqueles que reconheceram sua divindade (Jo 20.29; Mt 16.17). [...] Quando Jesus foi levado a julgamento perante o Sinédrio, o sumo-sacerdote judeu perguntou: “Você é o Cristo, o Filho do Deus Bendito?” Para essa pergunta Cristo respondeu simplesmente: “Eu sou” (Marcos 14:62). Tendo em vista a natureza exaltada de tal afirmação, e os seus resultados finais definitivos, não são apenas três pontos de vista possíveis pode-se entreter em referência à afirmação de Cristo de ser divindade: (1) Ele era um mentiroso e vigarista, (2) Ele era um louco, ou (3) Ele era exactamente quem ele disse que era. [...] McDowell apresenta neste capítulo sobre a divindade de Cristo com uma citação do apologista britânico famoso da Universidade de Cambridge, CS Lewis, que escreveu: ”Você deve fazer a sua escolha. Ou esse homem era, e é, o Filho de Deus, ou é um louco ou algo pior. Você pode calá-lo por um tolo, pode cuspir nele e matá-lo como um demónio, ou você pode cair a seus pés e chamá-lo Senhor e Deus. Mas não vamos vir com algum disparate sobre ele ser um grande mestre humano. [...] O NASCIMENTO DE CRISTO O nascimento de Jesus Cristo foi absolutamente único entre todos os nascimentos da história humana. O nascimento em si foi um nascimento humano normal, mas sua concepção foi por uma obra miraculosa do Espírito Santo, sem pai humano, como uma criação especial de Deus no ventre de uma virgem pura [...] A VIDA MILAGROSA DE CRISTO A vida e os ensinamentos de Jesus Cristo têm influenciado o mundo mais do que os de qualquer outro homem que já viveu. Eles são inexplicáveis se Ele era apenas um homem como os outros homens. [...] Tim La Haye diz que: “[...] É impossível vê-lo como um homem bom, se Ele não for o Filho de Deus, pois foi isso precisamente que Ele alegou ser. Se Ele não era Deus, mas alegou ser, então não pode ser bom; Ele seria ou louco ou um grande mentiroso.” [...] A IMPECABILIDADE DE CRISTO Todos os homens – mesmo os grandes e os chamados homens santos – são pecadores (Rm 3.23), em algum grau, e admitem isso a menos que sejam loucos, para não o fazer. Mas o Senhor Jesus, único entre todos os homens que já viveu, nunca pecou, seja por acção ou omissão, sempre fez exactamente o que era certo. [...] A NOTÁVEL MORTE DE CRISTO
    Todos os homens morrem, mas ninguém pode simplesmente volitivamente morrer e “entregar o espírito” (uma frase usada por todos os escritores dos quatro Evangelhos), como Jesus fez, quando todas as profecias bíblicas referentes Sua morte tinham sido finalmente cumprido (Jo 19,28-30) [. . .] A RESSURREIÇÃO DE CRISTO O nascimento, a morte e a ressurreição de Jesus foram os acontecimentos mais importantes da história da humanidade [...] A morte de Jesus foi expiatória e seu sangue, Deus propôs para expiação de nossos pecados: “sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus, ao qual Deus propôs para a propiciação pela fé no seu sangue” (Rm 3.21,22). Isso significa que a morte de Jesus foi diferente, pois ele morreu em nosso lugar, pagando a nossa dívida para com Deus.[41] Little diz que: “A suprema credencial de Jesus para autenticar a Sua pretensão à divindade foi o facto de ter ressuscitado dentre os mortos.”[42] “Se a ressurreição aconteceu, não há dificuldade alguma com qualquer dos outros milagres.” [...] Tim La Haye nos diz que: Hoje, quase no vigésimo primeiro século da era cristã, nós temos uma decisão a tomar. A qual relato devemos dar crédito – ao das quinhentas testemunhas oculares que viveram naqueles dias, ou ao dos cépticos “eruditos” que viveram mil e setecentos anos depois dos acontecimentos? Se nossa decisão baseia-se na evidência e não meramente na aversão pelo sobrenatural, há somente uma escolha: Jesus de facto ressuscitou dentre os mortos CONCLUSÃO Em conclusão vemos que Jesus não foi um mero líder revolucionário ou um simples fundador de uma nova religião. Ele não tinha nenhum treinamento formal rabínico (João 7:15). Ele possuía nenhuma riqueza material (Lucas 9:58, 2 Coríntios 8:9). [...] O nascimento de Jesus foi sem igual, seus milagres provaram a sua divindade. Por meio de seus ensinamentos, ele virou o mundo de cabeça para baixo (Actos 17:6). Claramente Jesus não cometeu pecado algum. Ele viveu e morreu, para redimir a humanidade caída. Ele deu a si mesmo em resgate (Mateus 20:28), como os documentos de prova, ele foi, e é, tanto o Filho do Homem e Filho de Deus[...] O resto do Novo Testamento retracta Jesus como divino. Ainda que a Bíblia ensine que Jesus era um ser humano, ela ensina que ele era muito mais do que isso. Ela atribui a ele a natureza essencial e carácter de divindade"

    Perceba como ligaram a realidade ou não de sua divindade com o fato de de nascido de uma virgem, ter feitos milagres, ter ressuscitado e de ser o Filho de Deus, etc e etc, claro que eles também creem que ele era o próprio Deus, segunda pessoa da S.Trindade, mas tomam essas coisas como estando relacionadas ou como sendo sinônimas, sim, fale com um deles e veja como que ser “Filho de Deus” dá na mesma que ser “Deus”, parece que entendem “Filho de Deus” como “Deus Filho”!!!

    Vejam esse: http://www.bibliaonline.net/estudos/?acao=tema&estudo=21&licao=9
    “`Quem é o que vence o mundo, senão aquele que crê ser Jesus o Filho de Deus?” (1Jo 5:5).

    As ideias sobre quem Jesus era variaram não só na antiguidade mas hoje também são diversas. Alguns separam o Jesus bíblico do que eles chamam de Jesus histórico e afirmam que os dois podem não ter tido muito em comum. Supostamente, o Jesus histórico foi um homem comum com uma acentuada sensibilidade para o divino, e isso é tudo. E, certamente, Ele não era o Filho de Deus ressuscitado! Outros acreditam que Jesus foi um mero revolucionário político que, de maneira sutil, tentou subverter o Império Romano. Podemos ser tentados a achar que essas questões são meros exercícios acadêmicos e filosóficos. Mas quem Jesus era e o que Ele declarou sobre Si mesmo afeta cada ser humano. Aquilo que pensamos sobre Jesus influencia dramaticamente nossa maneira de nos relacionar com Deus, de entender o plano de salvação e nossa confiança na salvação. […] Depois de ter ressaltado a importância da fé em Jesus como Messias e Filho de Deus, João continua expondo ao público quem foi esse Filho de Deus, e uma das coisas que diz sobre Jesus é que Ele veio “por meio de água e sangue” (1Jo 5:6). […] Assim, Seu batismo e Sua crucificação apontam para quem Jesus era e o que Ele deveria realizar por nós. Nos dois casos, as manifestações divinas e as reações humanas mostraram que Ele era, realmente, o Filho de Deus (Mt 3:17; Mt 27:50-54). Nestes versos, João ainda estava lidando com o falso ensino desses anticristos. Esses conceitos estavam afetando a mente dos crentes. Se Jesus não tivesse sido nem o Messias nem o Filho de Deus, a mensagem deles seria: a morte expiatória do Filho de Deus não é necessária para nossa salvação. O Filho de Deus não morreu na cruz em nosso lugar a fim de nos redimir. Esse conceito levaria a uma compreensão completamente diferente da salvação e da Divindade. A redenção se daria por meio do conhecimento (gnosis), não por meio da cruz. […] A que testemunhas João apela a respeito da divindade de Jesus? 1Jo 5:9, 10. […] Os oponentes de João – que questionavam a verdadeira divindade de Cristo, ou que questionavam a verdadeira humanidade de Cristo, ou que pretendiam separar o divino do humano – tinham uma visão diferente de Jesus e não criam nEle no sentido bíblico. […] ‘A vida eterna é esta: que Te conheçam, a Ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste’ (Jo 17:3)”`

    Notaram que ligou o fato de Jesus ser o Cristo, o Filho de Deus e sua morte redentora como fazendo parte da “divindade” dele?

    Tem este outro exemplo: http://pibitu.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=107:jesus-historico-x-jesus-divino&catid=37:estudos-biblicos&Itemid=28 de um pastor aí, que diz:

    "Jesus histórico X Jesus Divino [...] Os racionalistas e os mitologistas determinaram que o Jesus histórico fosse apenas um homem desprovido de qualquer habilidade de operar milagres ou de natureza divina. Para alguns autores Jesus não passou de um judeu de seu tempo, tentando cumprir a esperança sociopolítica revolucionária de seu povo, entre outros Jesus foi o messias sofredor, que erroneamente acreditou que a sua morte suscitaria os eventos que produziram o reino judaico de Deus. Os liberais do século XX promoveram um Jesus que se ajustava a suas crenças no progresso social e na evolução moral. Jesus foi o grande mestre ético que enfatizava a paternidade de Deus, a fraternidade de toda a humanidade, o valor infinito da alma e a justiça mais elevada por meio do amor. Há outros que chegam a dizer que existe uma improbabilidade de que o Jesus histórico pudesse ter uma notoriedade [...] Jesus de Schweitzer era consistentemente apenas escatológico, que tentou convencer que Deus interviria de modo sobrenatural para estabelecer o seu reino aqui na terra durante a sua vida, pelo fato de não surgir este reino imediatamente como Jesus havia previsto, sugerido então que em certo sentido ele morreu sem sucesso, baseado que em sua morte foi o cumprimento para se tornar um mártir. O teólogo que mais influenciou na historia critica foi Rudolf Bultman que desenvolveu uma agenda demitologizadora, tentando tirar o que para ele, chama de evidências mitológicas em que os textos evangélicos estão embrulhados. Seguindo um raciocínio existencialista (filosófico), Bultman retratou Jesus sendo como um homem qualquer que chamava o povo a viver a vida e a incerteza do futuro, desapropriando-o Ele do sobrenatural e dos milagres. [...] O Jesus histórico também é considerado um homem santo e carismático na visão de Gesa Vermes. Esse estudioso judeu comparou e correlacionou Jesus com outros fluentes, lideres religiosos de seu tempo.
    [...] Jesus Divino
    A divindade de Cristo é fundamental, porque sem Ele o cristianismo perde o seu sentido. Para o crente, não pode haver duvida, Jesus em sua obra redentora realizou as seguintes coisas: fez da religião uma atividade livre e direta com Deus, criou um mundo de realidade espiritual, criou um mundo de realidades espirituais para o homem redimido, e tem comunhão constante com este mundo, além de ser a revelação de Deus como Pai, cujo amor é sua característica fundamental para com os perdidos [...] A divindade de Cristo é o sustento de todo o Cristão que desfruta de uma experiência com Deus em Cristo, com total segurança e confiabilidade. [...] A divindade de Cristo também resulta no fato de que nossa redenção Nele não é meramente uma experiência individual, é também social e histórica. Os credos do cristianismo permitem entender os grandes fatos fundamentais, ninguém pode entender a história cristã sem reconhecer a centralidade de Cristo na experiência do individuo. No Novo Testamento o Jesus ressuscitado é considerado por todos os lados como Senhor da Igreja e o redentor dos homens. Sua ressurreição foi um ponto de partida em sua obra messiânica. O propósito divino de redenção marcou um novo período, o Jesus ressurreto foi o que transformou os primeiros discípulos e juntamente com este fator importante está também sua impecabilidade, consciência messiânica, e a revelação de si mesmo como objeto de religião e de que é o juiz final e o único mediador entre Deus e os homens. Por último suas relações únicas como filho com o Pai Eterno. A qualquer consideração crítica quanto à origem tanto da divindade como dos Evangelhos Sinópticos não se pode contestar com as evidencias que acabamos de mencionar. Algumas especulações da filosofia religiosa moderna histórica crítica procuram eliminar alguns dos elementos do Cristo Divino, mas a mensagem do Evangelho é clara e inequívoca"

    Viram né?
    Esses três exemplos podem nos fazer ver na prática, que os trinitários fazem um jogo duplo com este termo, as vezes o usando em um sentido geral ou genérico (O preexistente e divino Filho de Deus que faz milagres, ressuscitou, nos salvou etc) e outras vezes num sentido muito especifico (Ele era o próprio Deus encarnado, 100% humano e 100% divino como dizem os Credos Históricos).

    NÃO PODEMOS DIZER QUE NEGAMOS A DIVINDADE DE JESUS
    Por isso é muito perigoso que uma Testemunha de Jeová consinta em dizer que não acredita na Divindade de Cristo, pois dará a entender que considera Jesus um simples homem (como os judeus e os céticos que são críticos do Cristianismo e da Bíblia) ou um profeta (como os islâmicos), e é importante não entrar nesses “times”, pois isso é dar munição ao adversário, ficaremos marcados como alinhados com gente que não crê em Jesus Cristo ou que renega a Bíblia Sagrada como sendo autoritativa. O que não cremos é na Trindade, algo que ao contrário da divindade de Cristo, não está em parte alguma da Bíblia.

    DIVINDADE DE CRISTO NA BÍBLIA
    Podemos encontrar referências a divindade do Filho de Deus em Filipenses 2:5-7. Col 1:19, 2:9 e João 1:18, João 10:33-36 mas NOTEM QUE em todos estes casos ELE É DIFERENCIADO DO Onipotente Jeová (as vezes no mesmo verso já mostra a diferença entre eles) citam-se duas pessoas, e apenas uma delas é Deus propriamente dito; João 10:34-36 e 1:18 fazem uma distinção bem clara entre [ A ] “Deus” e outros chamados [ B ] “deuses”, sendo Jesus não é incluso ou se inclui no primeiro grupo e sim no segundo (10:36), o versículo 1:18 fala de [A ] “Deus, o invisível” e do [ B ] “deus que foi gerado”, E MAIS UMA VEZ o Deus que não foi visto de que João fala novamente não é Cristo Jesus. O evangelista João ainda demonstra que o próprio Jesus em João 17:3 fala sobre o “único Deus verdadeiro”, mas não se identifica como sendo este, ao contrário, mostra que este que o enviou é seu Pai (17:1).

    ATITUDE DO TRINITARISTA COM O CONTEXTO BÍBLICO
    É evidente que qualquer texto que um trinitarista apresente em seu favor SEMPRE tem de ser descontextualizado, sem isolar a frase que lhe interessa e sem esquecer o resto da passagem ou do contexto do capitulo em questão, todos argumento que for tentar criar já vem natimorto de fábrica.

    Isso se torna mais evidente quando vemos que o ensino da Trindade não é uma preocupação dos escritores bíblicos, então não vamos ter nenhum capitulo dedicado a explicar, esclarecer ou comprovar essa doutrina! Ou seja: o contexto de 1 João 5:7 não envolve mostrar que Deus é trino, ele estava falando de como a filiação divina de Cristo foi testemunhada por água e sangue junto com o espírito. O contexto de João 8:58 não envolvia Cristo tentando provar que ele era Jeová, o contexto de Mateus 28:19 não fala de um Deus Triuno, o contexto de Mateus 2:2 não fala dos magos querendo adorar o menino Jesus como Deus dos Judeus, o contexto de Lucas 1:43 não fala de Maria sendo escolhida como a mãe do próprio Deus, o contexto da profecia de Isaías 7:14 a respeito do menino Emanuel não falava nada sobre a criança seria Deus em pessoa e assim vai, os trinitaristas precisam pegar esses textos e isolar as frases e expressões que lhe interessam.

    Isso torna difícil a missão deles de compreender versos bíblicos que porventura falem da “divindade de Cristo”.

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