Igrejas Evangélicas e a guerra


Os comentários abaixo devem fazer os aderentes de tais Igrejas se questionarem se realmente a Igreja a que pertence segue os mandamentos de Cristo. Não é uma crítica que visa difamar mas ajudar aos Evangelicos sinceros a verem que precisam mudar até mesmo suas doutrinas referente ao envolvimento com a guerra em harmonia com as declarações inspiradas por Deus e as palavras de Cristo. Mateus 26:52

Peço que não se ofenda com  o teor desta página mas que procure ver a coerência dela e em que ela pode ajudar a voce a sair da Babilonia ou confusão religiosa e adorar a Deus do modo Dele.

Esta página também é uma resposta a alguns poucos indivíduos de quase todas as Igrejas que se juntam em atacar e difamar as Testemunhas de Jeová se esquecendo de ver o que está acontecendo no meio das Igrejas as quais eles apoiam!

Não julgo a ninguém ao postar o que postei aqui. E nem considero ninguém que esteja apoiando as guerras e derramamento de sangue de conflitos como “condenados” visto que eles podem mudar amanhã. Não podem ?

Então se você é Evangélico veja o que dizem historiadores e uma análise do ponto de vista imparcial e factual. Não tendencioso;  e tome uma atitude.

Evangélicos e o legado de terem ido ao Iraque violando a orientação de Jesus em Mateus 26:52.

Os Batistas na América e na Grã Bretanha favoreceram a Revolução Americana.

“Nenhuma classe do povo americano foi uma defensora mais devotada dos princípios da Revolução; nenhuma mais desejosa de entregar o seu dinheiro e os seus bens ao seu país; nenhuma mais pronta a marchar para os campos de batalha e nenhuma mais heróica no combate real do que os Batistas da Virginia” (Howison, History of Virginia, II, p. 170).

“Recordei-me com satisfação que a sociedade religiosa da qual sois membros tem sido, através de toda a América, uniforme e quase unanimemente, a constante amiga da liberdade civil, e a promotora principal de nossa gloriosa revolução (George Washington em uma carta à Convenção Batista da Virginia).

“Creio que todos os ministros batistas na cidade, exceto dois, e a maioria dos nossos irmãos no país, esteve do lado dos americanos na disputa passada… O grito por um rei esteve entre nós e quando lutáveis, as batalhas eram coroadas com a vitória; e até agora acreditamos que a independência da América, por um momento, vai garantir a liberdade deste país, mas se aquele continente tivesse ficado reduzido [à servidão], então a Grã Bretanha já não continuaria livre por muito tempo” (Carta do pastor batista londrino, John Rippon, em 01/05/1784, ao Dr. James Manning, presidente da Brown University).

Pastores Batistas na América serviram como capelães e soldados na Guerra Revolucionária

“Os ministros batistas estiveram ansiosos para entrar no exército como capelães. Pastores líderes do leste, dos estados centrais e do sul estiveram com os seus irmãos armados em todas as preparações laboriosas, privações e perigos da Guerra Revolucionária” (William Cathcart – Baptist Patriots in the American Revolution – p. 34).

Seis dos 21 capelães da Guerra Revolucionária eram batistas. Estes incluíam David Jones, o primeiro capelão batista da América, o qual pregou para as tropas do General George Washigton, em Valley Forge, e John Gano, o mais famoso capelão batista daquele tempo.

John Gano era o pastor da Primeira Igreja Batista em Nova York. Durante a Guerra Revolucionária, dizem que ele batizou o General George Washington no Rio Hudson, depois que o General compartilhou o seguinte com ele:

“Estive investigando a Escritura e creio que o batismo por imersão é ensinado na Palavra de Deus; portanto, desejo recebê-lo de vossa mão. Não desejo que qualquer parada seja convocada no exército, mas uma simples demonstração de ordenança.”

Quando John Gano retornou a Nova York, após a Guerra Revolucionária, ele descobriu que o prédio da Primeira Igreja Batista tinha sido usado como um estábulo e fora muito danificado pelas tropas britânicas, O que o levou a pregar aos seus membros restantes um sermão embasado em Ageu 2:3:

“Quem há entre vós que tendo ficado, viu esta casa na sua primeira glória? E como a vedes agora? Não é esta como nada diante dos vossos olhos, comparada com aquela?”

 

VEJAM AQUI UMA DENUNCIA CONTRA OS EVANGÉLICOS QUE NÃO TEM REFUTAÇÃO NEM DESCULPAS REFERENTE AO APOIO DELES AO REGIME DE HITLER QUE RESULTOU NA MORTE DE MILHARES DE INOCENTES, JUDEUS, TESTEMUNHAS DE JEOVÁ E MUITOS OUTROS

clique aqui MAS RESPIRE ANTES,  SE FOR AMANTE DE CRISTO E DA VERDADE E DA JUSTIÇA

 

A Teologia cristã Americana e o apoio a guerra

Por Greg Cook

(matéria que poderá ver na íntegra no site: http://www.incommunion.org/?p=201

“Meus olhos viram a glória

da vinda do Senhor:

Ele está pisando o vinhedo

onde as uvas do furor estão armazenadas;

Ele soltou os relampagos do destino

com sua espada veloz:

Sua verdade está marchando.

– “O Hino de batalha da Republica,” por Julia Ward Howe

Ao passo que eu caminhava saindo de casa em direção a Credit union outro dia,parei para ler uma placa em frente da Igreja Batista no final da rua. Um lado dizia, Apoiamos nossas tropas e sua missão — liberdade!” O outro lado terminava com o pensamento: “liberdade se compra com sangue — agradeça a Deus pela Cruz!”

Essas palavras refletem os sentimentos da grande maioria dos Evangélicos americanos inclusive os Batistas referente a guerra e a decisão do Presidente americano Bush em invadir o Iraque.

O Centro de pesquisa popular e de imprensa intitulado Different Faiths, Different Messages afirmou que ,a vasta maioria dos americanos brancos Evangélicos, de linha Protestantes e Catolicos apoiaram a ação militar contra o Iraque . O maior apoio veio dos Evangélicos, 77 por cento apoiaram a guerra, com­parado com os 62 porcento de catolicos e de linha protestante. Como pode a fidelidade ao Cristo co-existir com a guerra sendo que ele é o Principe da Paz ? “(Grifo é meu)

Poderá ver o artigo no link acima.

Que modelo de comportamento em caso de guerra armada era seguido pelos primitivos cristãos ?

Os primitivos cristãos professos negavam-se a servir no exército romano, tanto nas legiões como em serviços auxiliares, considerando tal serviço totalmente incompatível com os ensinos do cristianismo. Diz Justino, o Mártir, do Século II EC, no seu “Diálogo com o Judeu Trífon”:

“Nós, que estávamos cheios de guerra, e de matança mútua, e de toda a iniquidade, transformamos cada um de nós, em toda a terra, as nossas armas guerreiras, as nossas espadas em relhas de arado, e as nossas lanças em implementos de lavoura.” [14]

No seu tratado “A Grinalda, ou De Corona”, ao considerar “se a guerra é mesmo apropriada para os cristãos”, Tertuliano (c. 200 EC) argumentou à base das Escrituras a ilegalidade até mesmo da própria vida militar, concluindo:

“Proscrevo para nós a vida militar.” [15]

Maximiliano, mártir do Século III EC ao ser ameaçado de morte pelo tribunal romano por recusar alistar-se nas forças militares, disse:

“Não servirei. Vós podeis decapitar-me, mas eu não servirei aos poderes deste Mundo; servirei, sim, a meu Deus.”‘ [16]

Referem ainda algumas outras obras:

“No segundo século, o cristianismo (…) tinha afirmado a incompatibilidade do serviço militar com o cristianismo.” [17]
“Os primitivos cristãos pensavam ser errado lutar, e não serviam no exército mesmo quando o Império precisava de soldados.” [18]
“Uma cuidadosa análise de toda a informação disponível mostra que, até o tempo de Marco Aurélio [121-180 EC], nenhum cristão tornou-se soldado; e nenhum soldado, depois de tornar-se cristão, permanecia no serviço militar.” [19]
“Ver-se-á logo que a evidência da existência de um único soldado cristão entre 60 e cerca de 165 EC é extremamente insignificante;(…) até o reinado de Marco Aurélio, pelo menos, nenhum cristão se tornava soldado após seu batismo.” [20]
“O comportamento dos cristãos era muito diferente daquele dos romanos. (…) Visto que Cristo havia pregado a paz, recusavam-se a tornar-se soldados.” [21]
“Os bem primitivos cristãos não serviam nas forças armadas, (…) desde o fim do período do Novo Testamento até a década de 170-180 A.D. não há evidência alguma de cristãos no exército.” [22]

Explicando o que acabou por conduzir os que se diziam cristãos a envolverem-se no exército, certa obra afirma:

“Os cristãos que viviam mais perto do tempo de nosso Salvador criam, com indubitável confiança, que ele havia inequivocamente proibido a guerra — que eles abertamente afirmavam esta crença e que, em apoio dela, estavam dispostos a sacrificar, e realmente sacrificaram, suas fortunas e suas vidas. Os cristãos, porém, mais tarde, tornaram-se soldados. E quando? Quando sua fidelidade geral ao cristianismo ficou relapsa, quando, em outros sentidos, violaram os princípios dele, (…) Em suma, tornaram-se soldados quando deixaram de ser cristãos.” [23]

COMO AGEM OS VERDADEIROS CRISTÃOS HOJE ?

Em face da sua neutralidade quanto aos assuntos e divergências entre nações ou facções militarizadas, as Testemunhas de Jeová negam-se a executar qualquer tipo de trabalho, obrigatório por lei ou não, que contribua para o esforço de guerra. Assim, rejeitam inclusivamente qualquer tipo de emprego, mesmo civil, que de alguma forma envolva a produção de armamento ou outros produtos directamente fabricados para fins militares. Não aceitam a incorporação militar, o uso de farda, nem mesmo a realização de tarefas civis mas que de alguma forma estejam sob a alçada de organizações militares. Entendem que tais trabalhos violariam príncipios bíblicos (NM), tais como:

  • Isaías 2:4
“E ele certamente fará julgamento entre as nações e resolverá as questões com respeito a muitos povos. E terão de forjar das suas espadas relhas de arado, e das suas lanças, podadeiras. Não levantará espada nação contra nação, nem aprenderão mais a guerra.”
  • Mateus 5:44
“No entanto, eu vos digo: Continuai a amar os vossos inimigos e a orar pelos que vos perseguem.”
  • Mateus 26:52
“Jesus disse-lhe então: Devolve a espada ao seu lugar, pois todos os que tomarem a espada perecerão pela espada.”

Aguardam o tempo em que acreditam que serão cumpridas as seguintes promessas bíblicas:

  • Salmos 46:8-9
“Vinde, observai as atividades de Jeová, como ele tem posto eventos assombrosos na terra. Ele faz cessar as guerras até a extremidade da terra. Destroça o arco e retalha a lança, as carroças ele queima no fogo.”
  • Salmos 72:7-8
“Nos seus dias florescerá o justo e a abundância de paz até que não haja mais lua. E terá súditos de mar a mar e desde o Rio até os confins da terra.”
  • Isaías 32:17, 18
“E o trabalho da verdadeira justiça terá de tornar-se a paz; e o serviço da verdadeira justiça: sossego e segurança por tempo indefinido. E meu povo terá de morar num lugar de permanência pacífico, e em domicílios de plena confiança, e em lugares de descanso sem perturbação.”
  • Isaías 54:13
“E todos os teus filhos serão pessoas ensinadas por Jeová e a paz de teus filhos será abundante.”
  • On the Road to Civilization, A World History, Filadélfia, EUA, 1937, de A. K. Heckel e J. G. Sigman, pág. 237, 238
  • The Ante-Nicene Fathers, Vol. I, pág. 254
  • The Ante-Nicene Fathers, 1957, Vol. III, pág. 99@ ���
  • An Historian’s Approach to Religion, de Arnold Toynbee
  • A Short History of Rome, de G. Ferrero e C. Barbagallo, 1919, pág. 382
  • The New World’s Foundations in the Old, de R. e W. M. West, 1929, pág. 131
  • The Rise of Christianity, de E. W. Barnes, 1947, pág. 333
  • The Early Church and the World, de C. J. Cadoux, 1955, pág. 275, 276
  • Our World Through the Ages, de N. Platt e M. J. Drummond, 1961, pág. 125
  • Christian Attitudes Toward War and Peace, Abingdon, 1960, pág. 67-8
  • Uma Investigação da Concordância da Guerra com os Princípios do Cristianismo, de Jonathan Dymond pág. 60, 61, em inglês
  • Despertai! de 22 de Agosto de 1993, página 8

Video Evangélicos e a guerra mais click aqui

O livro History of Christianity, de Paul Johnson, diz:

“Dentre 17.000 pastores evangélicos, nunca houve mais de cinqüenta que cumprissem longos termos de prisão [por não apoiarem o regime nazista] em qualquer época.” Contrastando tais pastores com as Testemunhas de Jeová, Johnson escreveu: “Os mais valentes eram as Testemunhas de Jeová, que proclamavam a sua inequívoca oposição doutrinal desde o início e sofreram em conseqüência disso. Recusaram qualquer cooperação com o Estado nazista.”

A Cristandade – CATÓLICOS , EVANGÉLICOS , PROTESTANTES E OUTROS PROFESSOS CRISTÃOS Por que acumularam um registro assim ?

Evangélicos admitem racismo na igreja Batista e relação com o Nazismo

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Simbolo dos professos Cristãos que apoiavam os Nazistas. Sim, tantos Evangélicos protestantes como Católicos.

“Não podemos escamotear as manchas que marcaram a postura espiritual, ética e social da Igreja como foi o caso da escravatura, do racismo e da xenofobia, do apartheid e até do nazismo, e outras que ainda infelizmente marcam.”

“O livro de Philip Yancey “Alma Sobrevivente” da Editora Mundo Cristão denuncia alguns dos aspectos mais tenebrosos da história da Igreja, e o livro de Erwin Lutzer “A Cruz de Hitler”, da Editora Vida, dá-nos uma panorâmica histórica muito pertinente do que foi a conivência de alguns setores da igreja alemã protestante e católica durante o regime nazi, apontando alguns aspectos que nos dias de hoje devemos ter em consideração, para não tropeçarmos nos mesmos erros.”

“Frequentei duas igrejas durante a minha adolescência. A primeira, uma igreja batista com mais de mil membros, orgulhava-se de sua identidade de ‘uma igreja que ama a Bíblia e onde as pessoas são amáveis’, bem como do sustento de 105 missionários em outros países, cujos cartões eram afixados num enorme mapa que ficava na parte posterior do santuário. Essa igreja era uma das principais referências de famosos oradores evangélicos. Conheci a Bíblia ali. Ela não possuía um laço muito forte com a Convenção Batista do Sul, uma denominação formada em 1845, quando os abolicionistas do Norte decidiram que os donos de escravos não se encaixavam no perfil de um missionário, o que fez com que os sulistas se separassem em protesto. (…)” (p. 24)

“A outra igreja que frequentei era menor, mais fundamentalista e mais abertamente racista (aquela a cujo sepultamento eu havia assistido).

Ali pude aprender a base teológica do racismo. O pastor ensinava que a palavra hebraica cam significa ‘queimado’, ‘preto’, fazendo do filho de Noé o pai de todas as raças negras. Numa maldição imprecada por Noé, Cam deveria ser o mais baixo dos servos (veja Gn 9:18-27).

Era isso o que eu ouvia quando meu pastor explicava por que os negros eram bons garçons e as negras, boas empregadas domésticas. Ele imitava seus movimentos na plataforma, mexendo os quadris como se estivesse evitando uma mesa, fingindo agitar uma bandeja com comida acima de sua cabeça, e todos nós ríamos de suas brincadeiras. ‘Os garçons negros são bons nesta profissão porque este é o trabalho que lhes foi destinado por Deus por meio da maldição de Cam’, dizia ele. Ninguém se preocupava em destacar que a maldição fora pronunciada, na verdade, contra o neto de Noé, Canaã, e não contra Cam.”

“Na mesma época, o Baptist Record, uma publicação do Estado do Mississippi, publicou um artigo que defendia a ideia de que Deus queria os brancos governando sobre os negros porque ‘uma raça cuja inteligência média beira a estupidez’ está obviamente ‘privada de qualquer bênção divina’. Se alguém questionasse essa doutrina claramente racista, os pastores saíam com o expediente infalível da miscigenação (mistura de raças), que alguns especulavam ser o pecado que havia levado Deus a destruir o mundo nos dias de Noé. A simples pergunta ‘você quer que sua filha traga para casa um namorado negro?’ silenciava todos os argumentos raciais.” (pp. 25,26)

“Em 1995, quase 150 anos depois de ter apoiado a escravidão, a Convenção Batista do Sul arrependeu-se formalmente de sua política de longo prazo de apoio ao racismo. Um pastor da Igreja Baptista Abissínia disse: ‘Finalmente, respondemos à carta de Martin Luther King Jr., enviada da prisão de Birminghan em 1963. Infelizmente, 30 anos depois’.”

“Contudo as fotos que chamaram minha atenção foram as que retratavam pastores protestantes e padres católicos prestando a saudação nazista. E o que me surpreendia ainda mais eram as fotos de bandeiras com a suástica enfeitando igrejas cristãs – flâmulas da suástica com a cruz de Cristo no centro!”

friedrichcoch

Pastor

Evangelico Friedrich Coch

“Em pé, naquele museu, decidi-me a estudar como Hitler conquistara a simpatia da igreja cristã. Sabia que 95% do povo alemão era formado por protestantes ou católicos. Agora, só queria saber por que os cristãos da Alemanha não condenaram Hitler corajosamente e a uma só voz. Perguntava-me por que milhões de pessoas, de bom grado, tomaram a Hakenkreuz (cruz gamada ou quebrada) de Hitler, colocando sobre ela a cruz de nosso redentor crucificado. Somente mais tarde viria a compreender quanto essa confusão de cruzes iludiu a igreja alemã, atraindo o julgamento de Deus.” (pp. 14)”

A Igreja Evangélica Luterana da América estava entre as denominações que oferecem recursos para congregações de apoio à família militar. A ELCA mantém uma Gabinete para os Ministérios de Capelania Federal. O Rev. Morton Darrell dirige o bureau. Contato 202-822-6414.

Richard Land é presidente da Comissão de Ética e Liberdade Religiosa da Comissão http://erlc.com/ para a Convenção Batista do Sul, a maior denominação protestante do país. Ele disse em 2003 que a guerra no Iraque preenchiam os critérios para uma guerra justa. Contato através Jill Martin, 615-782-8417.

A Associação Nacional de Evangélicos apoiou a invasão do Iraque em 2003. Contato Richard Cizik, vice-presidente para assuntos governamentais, em 202-789-1011.

Sabe-se que muitos grupos e Associações Evangelicas foram CONTRA a guerra, contudo a maioria apoiou a guerra e membros Batistas foram majoritariamente a favor ao passo que alguns Batistas se opuseram, mostrando a CONFUSÃO dentro das religiões CHAMADAS CRISTÂS.

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Os textos abaixo podem estar em Inglês:

Pastores Batistas oram para tropas armadas na revolução americana

Guerra do Iraque e a Igreja Evangélica nos Estados Unidos

Os maiores defensores da guerra do império americano contra o Iraque foram os Evangélicos

Embora os políticos têm frequentemente abusado da “teoria da Guerra Justa”, continua sendo uma parte integrante da ética cristã, ao examinar as questões de guerra e paz. Assim, deve-se perguntar, foi a guerra do Iraque “apenas” com base nos critérios da histórica teoria da guerra justa?

Vamos olhar para uma amostragem dos comentários proferidos por líderes evangélicos que antecederam a guerra.

Henry Blackaby Pastor Evangélico e professor de seminário Teológico Batista disse a Agape Press,

“Aqueles que se opõem à guerra para libertar o Iraque precisam de ler a Palavra de Deus.” Blackaby disse: “Não há dúvida de que a atual guerra para libertar o Iraque é uma “guerra justa – de acordo com os padrões bíblicos.” Blackaby passou a dizer que aqueles que se opõem ao presidente cortejam o julgamento de Deus.

Num sermão em sua igreja em Atlanta, Charles Stanley defendeu a “guerra ao terror”. Stanley disse que em “toda a Escritura há evidência de que Deus favorece a guerra por razões divinas e às vezes a usa para realizar a Sua vontade. ”

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Em seguida este Pastor Evangélico Charles Stanley, da Primeira Igreja Batista de Atlanta tenta defender tal patriotismo citando Romanos 13.

A tentativa mais sistemática pelos evangélicos para defender o ataque ao Iraque a partir da perspectiva da teoria da Guerra Justa foi uma carta aberta organizada por Richard Terrenos e assinado por Bill Bright, Carl Herbster, Colson, e Kennedy.

Nesta carta eles escreveram:

“A Guerra justa exige uma autorização da autoridade legítima.” Acreditamos que é sábio e prudente ir até a Assembléia Geral da ONU e pedir ao Conselho de Segurança das Nações Unidas para impor as suas próprias resoluções. Entretanto, como cidadãos americanos, acreditamos que, no entanto será útil a votação da ONU no Conselho de Segurança , a autoridade legítima que autorize a utilização da força militar …”

Inclusive culparam o Iraque que como sabemos NADA tinha a ver com o ataque de 11 de setembro.

O problema óbvio é que sabemos que o Iraque não estava envolvido na orquestração e planejamento dos atentados em Nova York e Washington e que os iraquianos NÃO abrigavam membros da Al-Qaeda.

Estes Evangélicos até mesmo escreveram que estavam “confiantes ” de que “nosso Governo” não terá como alvo “os civis, mas apenas militantes” , mas por fim mais de 15.000 civis no Iraque perderam a vida nesta guerra.

É inegavel que tais Igrejas Evangélicas tem culpa de sangue perante Deus por não terem seguido a orientação das Escrituras Sagradas.

1 João 3:10:

Os filhos de Deus e os filhos do Diabo evidenciam-se pelo seguinte fato: Todo aquele que não está praticando a justiça não se origina de Deus, nem aquele que não ama seu irmão. 11 Porque esta é a mensagem que ouvistes desde [o] princípio, que devemos ter amor uns pelos outros; 12não como Caim, que se originou do iníquo e que matou a seu irmão.”

Revelação 13:9 :

Se alguém matar com a espada, terá de ser morto com a espada. Aqui é que significa a perseverança e a fé dos santos.”

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Comentários

  • ogro  On 6 de março de 2012 at 9:48

    Eu gostaria que voce escrevesse um pequeno artigo sobre serviço militar brasileiro. Nao sou TJ mas eu vi tanto site evangélico apoiando o serviço militar.Eu nao entendo como alguém que afirma servir a Deus pode servir o exercito e numa guerra matar um soldado do outro lado que também e’ evangélico e achar que ta tudo bem ta tranquilo servi meu pais Jesus me apoia.Ou trabalhar numa fabrica de misseis e saber que aquela arma em alguns dias vai poder tirar a vida de alguém e esta pessoa evangélica dormir tranquila achando que e’ boa crista.Pra mim e’ covardia,medo de contrariar os governantes,medo de serem perseguidos.Fazem media com o Reino de Deus e o reino dos homens.Quando o Brasil entrar em guerra real eu quero ver muitos jovens e velhos evangélicos vestidos como soldados matando só por medo de servir a Deus e serem presos ou executados por nao pegar em armas.Vou para por aqui pois se eu continuar vai virar um livro de 100 paginas. Obrigado e desculpa o desabafo mas quando eu vi num site que a Bíblia incluído o novo testamento apoia serviço militar, eu fiquei p da vida.Ta’, no velho testamento teve muita guerra muita defesa e ataque e apoio de Deus mas SERVIU seu proposito pra quela época.Com a vinda de Cristo tudo mudou. Eu sei ate que os judeus esperavam um messias guerreiro que os lidera-se contra o exercito romano, ate’ hoje estão esperando.Se eu de pesquisar na internet e ver filmes bíblicos chego a conclusão de que o Reino de Deus nao e’ desta fonte poque os evangélicos nao enxergam? Sabe de uma coisa, deixa eles, quando Jesus voltar e perguntar se eles fizeram algo que provoca-se a morte de alguém, eles vão dizer orgulhosos que serviram a pátria nas forças armadas e mataram alguns dos inimigos da amada e idolatrada pátria salve salve. Quero ver Jesus dando tapinha nas costas deles dizendo que ele fizeram muito bem ou, dizer: Eu fui tao claro em dizer sobre mansos, amar o prossímio,primeiro o reino de Deus e sua justiça,etc,etc,etc.

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  • queruvim  On 6 de março de 2012 at 18:39

    Obrigado por seu comentário oportuno e seu senso de justiça tão apreciado! vou ver o que posso fazer. Mas como deve saber este link traz um excelente artigo a respeito. http://www.watchtower.org/t/archives/index.htm

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  • julio  On 22 de setembro de 2012 at 2:04

    Não atacamos igrejas não visamos destruilas e pior ainda estão por fora não apoiamos guerras pois o senhor nos deixa bem claro o valor que tem uma alma não damos conta de pagar pela nossa propia imagina pagar por um massacre de guerra não deverian estar perdendo tempo com tais discusões ja que afirmão estaren certos se preocupão em defender suas religiões enquanto não falan nem do amor de jesus este site poderia ser bem melhor aproveitado para glorificar o nome de Deus não com discusões vãns que não levão as pessoas ao arrependimento só as comfunde a cada dia mais afastando delas o verdadeiro objetivo que é jesus cristo para atravez dele consseguirmo chegar ao pai

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  • Martinho Ferreira de Lima  On 11 de fevereiro de 2013 at 2:05

    Muito boa e procedente a matéria, entretanto para ser sincera e verdadeira, como desejam os TJs deveriam confessar que muitos TJ também se submeteram ao Nazismo. Como interpretar essas palavras de Rutherford escreveu:

    “O governo atual da Alemanha declarou-se enfaticamente contra os opressores do grande comércio e em oposição à influência religiosa errada nos assuntos políticos da nação. Esta é exatamente a nossa posição… ‘Longe de estarmos contra os princípios advogados pelo seu governo da Alemanha, nós apoiamos sinceramente esses princípios e sublinhamos que Jeová Deus, através de Jesus Cristo, causará a realização completa destes princípios…” A verdade é que os TJ negociaram um acordo com Adolf Hitler, mas este não aceitou. No documento TJ intitulado “Declaração de fatos” fica exposta claramente a hipocrisia das Testemunhas de Jeová:

    “(Os) Estudantes da Bíblia estão lutando pelos mesmos objetivos e ideais elevados e éticos que o Reich alemão nacional proclamou a respeito do relacionamento do homem com Deus…não existem pontos de vista conflitantes…mas antes, pelo contrário, no que diz respeito aos objetivos puramente religiosos e apolíticos…estes estão em harmonia completa com…o Governo Nacional do Reich alemão.”. E tem muito mais declarações de simpatia e tentativa de apoio dos TJ ao Terceiro Reich.

    Tenho certeza que essa publicação será subtraída porque já conheço os metidos TJ. Só passam pros fiéis aquilo que for favorável.

    *Não simpatizo com judeus, católicos nem protestantes, mas simpatizo com a verdade dos fatos.

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  • queruvim  On 11 de fevereiro de 2013 at 3:05

    Prezado leitor Martinho Ferreira,

    Por que deveria eu “subtrair” suas palavras? Elas são baseadas em um mal entendido.

    1) Um ponto básico que o Sr, Sr Matinho, deixa de mencionar é que estas declarações do Juiz Joseph Franklyn Rutherford, o então Presidente da Sociedade Torre de Vigia, foram redigidas em Junho de 1933, quando o caráter genocida e ditatorial do Regime de Hitler ainda não era sequer claramente observado. O que torna sua avaliação, uma crítica anacrônica ou seja, fora de tempo, e sem querer, uma forma de testificar uma falsidade contra as TJ. Eu quero acreditar que seja por falta de conhecimento e não por ódio contra as TJ. Até porque você me parece ser uma pessoa que não olhou o assunto de maneira detida.E isso pode acontecer com qualquer pessoa que não se dedica a pesquisar um assunto.

    2) As TJ jamais apoiaram o regime Nazista, até porque elas não se envolvem na política.

    3) Romanos 13 fala do respeito pelas autoridades, isso explica as declarações da Organização de Jeová. É evidente que jamais diriam isso anos depois quando o regime já encarcerava e executava milhares de Testemunhas de Jeová.

    4) Sua citação não deixa de ser recortes descontextualizados e acaba cumprindo um adágio que diz que “texto fora do contexto é pretexto”. Em vista de inúmeros outros comentários semelhantes ao seu, na contra-mão dos historiadores seculares, eu postei o artigo abaixo que certamente será de proveito. Só gostaria de saber sua opinião sobre, em que errou o historiador Paul Johnson quando disse:

    O livro History of Christianity, de Paul Johnson, diz:

    “Dentre 17.000 pastores evangélicos, nunca houve mais de cinqüenta que cumprissem longos termos de prisão [por não apoiarem o regime nazista] em qualquer época.” Contrastando tais pastores com as Testemunhas de Jeová, Johnson escreveu: “Os mais valentes eram as Testemunhas de Jeová, que proclamavam a sua inequívoca oposição doutrinal desde o início e sofreram em conseqüência disso. Recusaram qualquer cooperação com o Estado nazista.”

    Quanto ao artigo que escreví sobre DECLARAÇÕES DE FATOS, documento este escrito em Junho de 1933:

    https://traducaodonovomundodefendida.wordpress.com/2011/11/19/declaracao-dos-fatos-o-que-este-documento-revela-a-respeito-das-testemunhas-de-jeova/

    Uma observação feita pelo clérigo holandês Johannes J. Buskes, que ficou preso com algumas das Testemunhas, confirma a declaração de Lages. Buskes escreveu em 1951:
    “Naquele tempo, eu fiquei com muito respeito por elas por causa da sua confiança e do poder da sua fé. Nunca me esquecerei daquele jovem — que não deve ter tido mais de 19 anos — que distribuiu panfletos que prediziam a queda de Hitler e do Terceiro Reich. . . . Ele podia ter sido libertado em meio ano se prometesse desistir de tal atividade. Ele se negou enfaticamente a fazer isso e foi sentenciado por tempo indefinido a trabalhos forçados na Alemanha. Sabíamos muito bem o que significava isso. Na manhã seguinte, quando ele foi levado embora, e nós nos despedimos dele, eu lhe disse que íamos lembrar-nos dele e orar por ele. Sua única resposta foi: ‘Não se preocupem comigo. O Reino de Deus virá com certeza.’ Uma coisa assim a gente não esquece, mesmo quando se tem todas as possíveis objeções aos ensinos dessas Testemunhas de Jeová.”

    Sugiro Sr martim que assita com atenção e sem preconceitos este vídeo:

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  • August Dickmann  On 21 de fevereiro de 2014 at 21:09

    Queruvim parabéns pela sua mansidão e também perspicácia em suas respostas!!!!
    E realmente estas calúnias contra o povo de Jeová que estão espalhadas pela internet não condizem com os fatos Já expostos por historiadores seculares.

    Só pra avisar aqui é o Cefas mudei meu nick-name,
    Abraços!

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  • Sandro Molina  On 27 de outubro de 2016 at 16:14

    O CRISTÃO DEVE LUTAR NUMA GUERRA!

    Por que você acha que um dos nomes de Deus é o “SENHOR DOS EXÉRCITOS”?! Por que você acha que o próprio Deus disse em Eclesiastes 3:8 que “há tempo para tudo: para amar, para GUERREAR…”? Por que Deus ordenou ao povo de Israel que para a conquista da Terra Prometida fossem dizimados e exterminados cerca de 15 povos, incluindo mulheres, crianças e idosos? Abrão era o pai da fé e lutou em muitas guerras (leia Gênesis 14:8-20) e venceu; Gideão ganhou batalhas; Josué lutou contra os amalequitas e venceu; o Rei Davi guerreou contra diversos povos e venceu. Aliás, ele pede no Salmo 144:1 que “Deus o adestre para a GUERRA”. Mas os que lêem a bíblia superficialmente e se dizem conhecedores da Palavra vão dizer que Deus ordenou a guerra contra os povos inimigos só no Antigo Testamento, que no Novo Testamento não há nenhuma ordenança sobre isso. Argumento falso! DEUS NÃO MUDA! É só ler Malaquias 3:6 e Tiago 1:7. Deus não muda! É o mesmo ontem, HOJE e amanhã! Mas vamos ao Novo Testamento. O Apóstolo Paulo em Romanos 13:1-7 escreve que “devemos no sujeitar às autoridades, ao Estado, que tem sobre todo cidadão o direito de vida e de morte com vistas à manutenção da ordem social”. E ai daquele que resistir ao Governo, pois estará resistindo ao próprio DEUS!!! Deus apóia a guerra justa! Se assim não fosse, não existiriam os policiais e soldados que tem a missão de trazer a ordem e a paz, mesmo que isso signifique matar seu semelhante. Por que você acha que Jesus em Lucas 3:14 não repreendeu o soldado para que abandonasse as armas? Jesus “esqueceu” de dizer da proibição de matar o próximo numa ocasião de guerra? Tenho certeza que não! Por que João Batista batizou os soldados e não os repreendeu, dizendo que lutar numa guerra é errado? Pelo contrário, concordou que eles se contentassem com o que estavam fazendo e com o salário que ganhavam (Mateus 3:14). Pedro é muito claro: “sujeitai-vos, pois, a toda ordenação humana por amor do Senhor; quer ao rei, como superior; quer aos governadores, como por ele enviados…”. (1 Pedro 2:13-14). Ele reconhece que o Governo é instituído por Deus e que o cristão deve sempre se submeter ao Governo debaixo de Deus. O cristão deve responder à chamada do Governo para ir à guerra, porque Deus deu a autoridade de espada às autoridades governantes. Para os cristãos reformados, o Catecismo de Westminster (Londres, Inglaterra), quando as maiores autoridades da igreja da Inglaterra na época se reuniram por 6 anos (1643 a 1649), inspirados pelo Espírito Santo de Deus, registraram na pergunta 136 que o cristão deve MATAR numa guerra legítima, em justiça pública e numa defesa necessária.
    Tanto no Antigo Testamento como no Novo, Deus ordenou a guerra como instrumento da causa da justiça.
    A proibição é contra o assassinato, não contra tirar vidas. Nem sempre tirar uma vida é assassinato, segundo a Bíblia. A pena capital não é assassinato.
    Por fim, quem pensa o contrário NÃO CONHECE a bíblia e ao Deus que serve!!!

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  • Queruvim  On 27 de outubro de 2016 at 22:43

    Sandro Molina errou em quase tudo o que falou! Você afirmou:

    Por que você acha que um dos nomes de Deus é o “SENHOR DOS EXÉRCITOS”?! Por que você acha que o próprio Deus disse em Eclesiastes 3:8 que “há tempo para tudo: para amar, para GUERREAR…”?

    RESPOSTA:

    Não existe a expressão “Senhor dos Exércitos” em parte alguma das Escrituras Sagradas. Em Hebraico não ocorre jamais a frase Adon tseva·’óhth, mas sim a expressão

    יְהוִה, צְבָאוֹת

    Yehvih tseva-óhth, a saber JEOVÁ dos Exércitos. Ele possui muitos exércitos celestiais a sua disposição e já usou o antigo Israel como seus executores em muitas guerras. Cristo e seus anjos poderosos virão na guerra do Grande dia de Deus com um exército de anjos e outros seres celestiais de categoria especial para executarem os iníquos. Tudo isso explica porque Jeová é chamado de “Jeová dos Exércitos”. Ademais quando Eclesiastes foi escrito (por volta do ano 1000 A.E.C) Israel ainda estava em campanhas militares contra habitantes da terra prometida, os quais Deus ordenou que fossem removidos. Naquele tempo, Jeová deu aos israelitas o dever sagrado de servir como executores da parte dele na Terra da Promessa, à qual os levou. (Deut. 7:1)

    SANDRO Molina afirmou também:

    Por que Deus ordenou ao povo de Israel que para a conquista da Terra Prometida fossem dizimados e exterminados cerca de 15 povos, incluindo mulheres, crianças e idosos?


    Jeová Deus dirigiu os antigos israelitas vitoriosamente contra “sete nações mais populosas e mais fortes” do que eles, não “15 povos” como você afirma. (De 7:1)

    Abrão era o pai da fé e lutou em muitas guerras (leia Gênesis 14:8-20) e venceu;

    Foi Jeová Deus que falou diretamente a Abraão que lhe daria toda aquela terra e foi por ordem Dele que ele guerreou. Lemos em Gênesis 13:14:

    “Levante os olhos, por favor; do lugar onde você está, olhe para o norte, para o sul, para o leste e para o oeste, 15 porque toda a terra que você está vendo eu darei a você e à sua descendência,* como uma propriedade permanente.+ 16 E vou tornar a sua descendência* como as partículas de pó da terra, de modo que, se alguém pudesse contar as partículas de pó da terra, a sua descendência* poderia ser contada.+ 17 Vá, percorra esta terra no comprimento e na largura, pois vou dá-la a você.”

    Em vista disso lemos em Gên. 14: 20 Melquisedeque, Rei de Salém afirmar que “louvado seja o Deus Altíssimo, Que lhe entregou os seus opressores!”. Atualmente, Jeová Deus não está se comunicando com ninguém de forma direta e lhe ordenando guerras.

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  • Queruvim  On 27 de outubro de 2016 at 23:07

    Sandro afirmou:

    “Os que lêem a bíblia superficialmente e se dizem conhecedores da Palavra vão dizer que Deus ordenou a guerra contra os povos inimigos só no Antigo Testamento, que no Novo Testamento não há nenhuma ordenança sobre isso. Argumento falso! DEUS NÃO MUDA! É só ler Malaquias 3:6 e Tiago 1:7. Deus não muda! É o mesmo ontem, HOJE e amanhã!

    Em primeiro lugar, dizer que as TJ estudam a Bíblia “superficialmente”, é acusa-las justamente daquilo que as barulhentas igrejas evangélicas fazem! Que Deus não muda, isso nós já sabemos, Ele é “um só” (Deut 6:4; Gal 3:20) Mas mudou na teologia evangélica e passou a virar uma aberração teológica de três cabeças, uma trindade. O assunto Sandro, não é se Deus muda ou não, não estamos falando sobre a natureza de Deus ou quem é ele, mas sim sobre suas ordens e leis, e elas sempre mudaram. Muitas das leis dadas no antigo Israel chegaram ao fim, “pois Cristo é o fim da Lei” (Rom 10:4).

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  • Queruvim  On 27 de outubro de 2016 at 23:20

    A sujeição cristã às autoridades superiores jamais poderia ser absoluta. Seria impossível o cristão manter uma boa consciência e fazer a vontade divina se violasse a lei de Deus, por isso ser exigido pela autoridade política. Por este motivo, a sujeição às autoridades superiores sempre tem de ser encarada à luz da declaração dos apóstolos perante o Sinédrio judaico: “Temos de obedecer a Deus como governante antes que aos homens.” — At 5:29.

    A leitura cuidadosa dos primeiros sete versículos do capítulo 13 de Romanos revela que as “autoridades superiores” políticas eram “ministro de Deus” para louvar os que fazem o que é bom e punir os que praticam o que é mau. O contexto mostra que é Deus, não as autoridades superiores, quem determina o que é bom e o que é mau.

    Portanto, se o imperador romano ou qualquer outra autoridade política exigisse algo que Deus proibia, ou, inversamente, se proibisse algo que Deus exigia, eles não mais atuariam como ministro de Deus. Jesus declarou: “Pagai de volta a César as coisas de César, mas a Deus as coisas de Deus.” (Mateus 22:21) Quando o Estado romano exigia algo que pertencia a Deus, tal como a adoração ou a vida duma pessoa, os verdadeiros cristãos seguiam o conselho apostólico: “Temos de obedecer a Deus como governante antes que aos homens.” — Atos 5:29.

    Romanos 13:1 está falando de uma submissão relativa e não absoluta. Este texto tem sido traduzido de diversas maneiras:

    “Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores, pois não há autoridade exceto por Deus; as autoridades existentes acham-se colocadas por Deus nas suas posições relativas.” (NM)

    “Seja todo súdito obediente às autoridades governantes, porque não há autoridade que não esteja sob o controle de Deus, e as autoridades existentes foram constituídas sob o Seu controle.” (We)

    “Que todos obedeçam às autoridades. Porque não existe nenhuma autoridade sem a permissão de Deus, e as que existem foram colocadas por ele.” — BLH.

    E no que se refere às guerras e lutas humanas,os cristãos do primeiro século, se empenhavam-se pela paz por “forjar das suas espadas relhas de arado”. (Isaías 2:4) Notando um paralelo interessante, Geoffrey F. Nuttall, professor de história religiosa, comentou: “A atitude dos primeiros cristãos para com a guerra era mais parecida à atitude das Testemunhas de Jeová, o que achamos muito difícil de admitir.”

    Nós estudamos este assunto muito bem sr Sandro. Certo artigo que estudamos em julho de 1994 dizia:

    A recusa dos primitivos cristãos de praticar a adoração do imperador e a idolatria, de abandonar as reuniões cristãs e de parar de pregar as boas novas resultou em perseguição. Acredita-se em geral que o apóstolo Paulo foi executado às ordens do Imperador Nero. Outros imperadores, notavelmente Domiciano, Marco Aurélio, Setímio Severo, Décio e Diocleciano também perseguiram os primitivos cristãos. Quando esses imperadores e as autoridades subordinadas a eles perseguiram os cristãos, certamente não agiram como “ministro de Deus”.
    9 Tudo isso ilustra que, embora as autoridades superiores políticas em alguns sentidos sirvam como “arranjo de Deus” para manter a sociedade humana em ordem, elas continuam a ser parte do sistema mundial de coisas de que Satanás é deus. (1 João 5:19) Pertencem à organização política mundial simbolizada pela “fera” de Revelação 13:1, 2. Esta fera recebe seu poder e sua autoridade do “grande dragão”, Satanás, o Diabo. (Revelação 12:9) Portanto, é lógico que a submissão dos cristãos a essa autoridade é relativa, não absoluta. — Note Daniel 3:16-18.

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  • Queruvim  On 27 de outubro de 2016 at 23:32

    Suas declarações Sandro a respeito da sujeição às Autoridades, quando cita 1 Pedro 2:13,14 se esquece de que na mesma carta Pedro diz que temos de ter “temor de Deus”(v.17) e ” o próprio Cristo sofreu por [nós], deixando um modelo para seguir[mos] fielmente os seus passos.”(v.21)

    Que “modelo deixou Jesus no que tange ao uso de armas? Criou ele um exército para militar?

    “Jesus disse-lhe então: Devolve a espada ao seu lugar, pois todos os que tomarem a espada perecerão pela espada.” Mateus 26:52

    Parece que ignorou essas declarações de Jesus!

    É por isso que a Igreja Evangélica que você representa cometeu a tolice de apoiar as Gerras de Hitler!

    O livro History of Christianity, de Paul Johnson, diz:

    “Dentre 17.000 pastores evangélicos, nunca houve mais de cinqüenta que cumprissem longos termos de prisão [por não apoiarem o regime nazista] em qualquer época.”

    Contrastando tais pastores com as Testemunhas de Jeová, Johnson escreveu:

    “Os mais valentes eram as Testemunhas de Jeová, que proclamavam a sua inequívoca oposição doutrinal desde o início e sofreram em conseqüência disso. Recusaram qualquer cooperação com o Estado nazista.”

    Qual era realmente a postura dos cristãos nos anos que se seguiram à morte de Jesus e dos Apóstolos?

    “Ao passo que eles inculcavam as máximas da obediência passiva, recusavam-se a tomar qualquer parte ativa na administração civil ou na defesa militar do império. (…) Era impossível que os cristãos, sem renunciarem a um dever mais sagrado, pudessem assumir o caráter de soldados, de magistrados ou de príncipes.”1

    “Os cristãos (…) evitavam cargos públicos e o serviço militar.”2

    “O primitivo cristianismo foi pouco entendido e foi considerado com pouco favor pelos que governavam o mundo pagão. Os cristãos recusavam-se a participar em certos deveres dos cidadãos romanos. Os cristãos (…) achavam que era uma violação da sua fé entrar no serviço militar. Não queriam ocupar cargos políticos. Não adoravam o imperador.”3

    1- A Short History of Rome, de G. Ferrero e C. Barbagallo, 1919, pág. 382
    2 The New World’s Foundations in the Old, de R. e W. M. West, 1929, pág. 131
    3 The Rise of Christianity, de E. W. Barnes, 1947, pág. 333

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  • CREDENDIO  On 28 de outubro de 2016 at 9:09

    Sandro Molina: Será que Jeová, apoiaria uma guerra entre as 12 tribos de Israel?
    Hoje em todas as nações existem servos leais de Deus, é do agrado de Deus que ambos se ataquem em uma guerra, sera que apoiaria isto ?
    Sabemos que Jeová estava apoiando Israel a conquistar a terra prometida, mas não quer dizer que faz isto hoje com nenhuma nação, afinal o israel hoje é espiritual não mais uma nação terrestre.
    A guerra colocaria irmão contra irmão e isso seria contrário ao mandamento de Jesus de terem ‘amor entre si’. — João 13:35.
    Deus não usará humanos para travar a futura guerra contra os perversos, mas sim seu Filho, Jesus Cristo, e outras poderosas criaturas espirituais. Esse exército celestial acabará com toda a opressão. — Isaías 11:4; Apocalipse 19:11-16.

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  • E. E. H.  On 28 de outubro de 2016 at 14:07

    Este link traz uma série de artigos interessantes, que nos ajuda a entender o modo como Deus encara a guerra.
    https://www.jw.org/finder?pub=w15&issue=20151101&wtlocale=T&srcid=share

    Realmente Deus não muda. Esse link fala um pouco mais desse assunto.
    https://www.jw.org/finder?docid=502014343&wtlocale=T&srcid=share

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