Homo sapiens “descobertos” não passam de pedaços de ossos e não “um crânio”


A Revista ou periódico científico semanal NATURE, publicou neste dia 08 de junho de 2017 o que seria uma “descoberta” científica. Segundo a revista foram encontrados o que evolucionistas acreditam ser os restos fósseis mais antigos do  chamado Homo sapiens. Estes supostos achados datam de 300 mil anos em local em Jebel Irhoud, Marrocos. Isso é segundo alguns, 100.000 anos mais antigo do que os fósseis descobertos anteriormente de Homo sapiens que foram datados. Logo em seguida publicaram na NATURE uma comparação entre o crânio humano e o de tal “achado” como pode ver na imagem abaixo:

O que a maioria dos estudiosos e pessoas impressionadas pelas novas “descobertas” não sabem, é que este crânio à esquerda não existe. É apenas uma “reconstrução” fantasiosa. Na verdade, ACHARAM PARTES DE UM CRÂNIO em Jebel Irhoud , que não chega a ser sequer  nem 20% de um crânio completo. Observem no vídeo abaixo como a criatividade dos evolucionistas vai longe. Pegam partes de um crânio, datado as pressas sem um confirmação unânime da comunidade científica e publicam com estardalhaço.

 

Veja abaixo a “reconstrução” da farsa do Homo Sapiens encontrado no Marrocos.

Atualmente o mundo inteiro está sabendo a respeito da ameaça da microcefalia que atingiu o Brasil em 2015 e 2016. Muitos ficaram assustados com o fato de mães darem a luz filhos com o tamanho do crânio reduzido. Nenhum cientista ou médico ousaria afirmar que estes bebês com tal deformação são “homens macacos”. Contudo,  há livros de ciência que promovem a teoria da evolução dos hominídeos que mostrou ser depois de uma avaliação mais cuidadosa, crânios de pessoas com microcefalia! Este artigo apresenta mais sobre isso.

▪ Fato: No início do século 20, todos os fósseis usados para apoiar a ideia de que humanos e macacos evoluíram de um ancestral em comum cabiam em uma mesa de bilhar. Desde então, a quantidade desses fósseis aumentou. Hoje se diz que eles encheriam um vagão de carga. No entanto, a grande maioria deles consiste de apenas alguns ossos e dentes. Crânios completos, sem falar de esqueletos completos, são raros

 

G 11/11 de 2011 diz:

Os neandertais eram como nós?

“Por muito tempo, acreditou-se que os neandertais eram inferiores ao Homo sapiens. Mas esse conceito está mudando. Aos poucos, tem-se descoberto que os neandertais tinham habilidades que antes pensava-se ser exclusivas da nossa espécie”, diz a revista New Scientist. Descobertas recentes indicam que os neandertais construíam abrigos e fogões rudimentares, dominavam o fogo, usavam roupas, cozinhavam, faziam ferramentas e cola para fixar pontas de lança no cabo. Também há evidências de que eles cuidavam dos doentes, usavam ornamentos simbólicos e enterravam os mortos. Segundo Erik Trinkaus, professor de antropologia física na Universidade de Washington, Saint Louis, EUA, “os neandertais eram pessoas e provavelmente tinham a mesma capacidade mental que nós temos”.

 

G de 04/08  2008 acrescenta:

 

“Fósseis problemáticos

Os cientistas muitas vezes retratam os “estágios” finais da “evolução humana” na seguinte seqüência: de Homo habilis Homo erectus; de Homo erectus Homo sapiens, ou “homem moderno”Mas dois fósseis encontrados não muito longe um do outro, no Quênia, têm sido interpretados como indicando que as duas espécies, o Homo habilis e o Homo erectus, consideradas ancestrais humanos, viveram ao mesmo tempo. “Sua co-existência torna improvável que o Homo erectus tenha evoluído do Homo habilis”, declara Meave Leakey, um dos autores do relatório.”

Farsa do “Homem de Piltdown” desmascarada 40 anos depois

 

Em 1912, o paleontólogo britânico Arthur Smith Woodward, do Museu de História Natural em Londres, e o colecionador de antiguidades Charles Dawson anunciaram a descoberta de um novo fóssil de hominídeo que trazia revelações sobre a evolução humana. Chegou a ser exposto no Museu Britânico de História Natural. Só que anos mais tarde descobriu-se que o artefato, conhecido como “homem de Piltdown”, era falso e produto de uma fraude.  O crânio era moderno e o maxilar tinha sido encaixado.

Piltdown_gang_(dark)

Fileira de trás: (da esquerda para a direita) F. O. Barlow, G. Elliot Smith,Charles Dawson, Arthur Smith Woodward. Fileira da frente: A. S. Underwood, Arthur Keith, W. P. Pycraft e Sir Ray Lankester. Quadro pintado por John Cooke em 1915.

A descoberta, porém, caiu por terra só em 1953, quando  cientistas do museu e da Universidade de Oxford revelaram que  não passava de uma falsificação. A principal razão porque Piltdown não foi desmascarado como fraude mais cedo foi devido aos cientistas não terem acesso às “provas,” que foram fechadas no Museu Britânico. Os estudos realizados em 1953 e 1955 demonstraram que dentes foram lixados e tudo tratado com substâncias químicas para parecer objeto fossilizado.  Observou-se a erosão artificial nos dentes e a coloração da maioria dos materiais como os ossos, dentes em comparação a outros fósseis.

Kenneth Oakley, um arqueólogo do museu de Oxford, realizou testes químicos no “fóssil” que afirmaram que a mandíbula não podia ter mais de 50 mil anos. De acordo como estudo de Oakley, a mandíbula e o canino provavelmente eram de um orangotango e foram manipuladas e colocadas junto ao crânio de um humano moderno.

“Não era fácil descobrir a fraude em 1912, porém certas coisas como vestígios de metal em um dos dentes poderiam ter sido observados caso eles tivessem analisado o ‘fóssil’ da maneira correta. Só que ninguém fez isto até 1953”, disse Stringer. Interessante que até a década de 1980 ainda havia livros sendo publicados e glorificando o “homem de Piltdown” como sendo uma das “provas a favor da evolução”.

homem-de-piltdown

Foto do Museu de História Natural de Londres mostra crânio do homem de Piltdown – ( Imagem da AP)

Richad Lewont professor de zoologia Comparativa Universidade Harvard, professor desde 1973 autor de diversos livros, considerado como um dos mais brilhantes biólogos evolucionários, declarou em uma palestra ministrada no encontro anual da American Association for the Advancement of Science (AAAS), realizado em Boston – Massachusetts. Este no inicio de sua palestra propôs uma hipótese baseado no seguinte fato:  “Falta-nos o registro fóssil da cognição humana, e como tal nós inventamos histórias”. Por isso os cientistas estão às escuras: O Dr Lewotin confessou:

“O problema principal é a pobreza do registo fóssil. Apesar dos fósseis hominídeos que se alongam para trás no tempo até a mais ou menos 4 milhões de anos, não podemos ter a certeza que qualquer um deles está na nossa linha ancestral. Muitos deles podem ter sido ramos evolutivos periféricos. (…) Pior ainda é que os fósseis na nossa posse são difíceis de interpretar. Eu não faço a mínima ideia do que a capacidade craniana [dum fóssil hominídeo] significa. (…) O que é que um tamanho particular dum cérebro nos diz acerca das capacidades do animal agarrado a esse mesmo cérebro? Nós estamos com dificuldades sérias em tentar reconstruir a evolução da cognição. Eu nem tenho a certeza do que é que temos em mente quando se fala nesse problema.”

De fato, em alguns casos, os supostos ancestrais humanos foram reconstruídos apenas com base em “partes de um crânio”. O chamado Homem de Nebraska (pertencente à categoria das fraudes), por exemplo, foi “criado” apenas com base em um dente. O famoso homem Neandertal – uma fraude que continua estampada nos livros de biologia. Estudos posteriores mostraram que o suposto hominídio era era só um crânio falsificado de um homem.

As características do Homo habilis são idênticas a de um homem com MICROCEFALIA.

https://darwinismo.wordpress.com/2009/08/07/fraudes-evolucionistas-parte-i/

 

Você sabia que não existe nenhum hominídeo que não tenha sido UM ERRO ou uma FARSA? 

Segundo o evolucionismo, houve a seguinte seqüência de hominídeos (ancestrais do homem):

Australopitecus → Homo habilis → Homo erectus → Homo sapiens → Homo sapiens NEANDERTAL (extinto) & Homo sapiens sapiens (o homem contemporâneo, atual).

— SÓ QUE, alguns destes já foram comprovados serem fraudes, ou verdadeiros macacos (não tinham nada de humanos), mas AINDA CONTINUAM ESTAMPADOS NOS LIVROS DE BIOLOGIA.

— Como EXEMPLO DE MACACO, encontramos, com toda a certeza, o Australopithecus. Este foi estudado durante quinze anos por Lord Solly Zuckerman, um dos mais competentes anatomistas da Inglaterra, juntamente com a sua equipe, tendo-se concluído que SE ESTAVA PERANTE UM VERDADEIRO MACACO. O seu discípulo Charles Oxnard, Professor de Anatomia nos Estados Unidos e na Austrália, confirmou que NÃO SE TRATAVA DE UM ANCESTRAL DO SER HUMANO.

— Outros exemplos de Australopithecus, os achados na África do Sul (Australopitecus Afarensis), tidos como exemplo de macacos sul-africanos, (onde se enquadra o famoso fóssil de Lucy), por terem uma cultura humana ainda muito primitiva, foram reclassificados como sendo pigmeus.
— O Homo erectus foi criado com base APENAS em um crânio, um ‘fragmento’ de fêmur e três dentes molares, em 1891 e 1892, numa descoberta feita pelo Dr Eugene Dubois. Poucos depois, constatou-se que o crânio era de uma mulher pequena, o fêmur como sendo humano (do homem atual) e, os dentes molares, de macacos. Era um ERRO. Mas ele continua estampado em alguns livros.

—Sobre casos em que foram definidos serem ancestrais do homem apenas com base em crânios, temos:

• O famoso homem Neandertal – uma fraude que continua estampada nos livros de biologia ; o homem de Neandertal (Homo sapiens neandertal) teve como base apenas a descoberta de UM CRÂNIO.  Estudos posteriores mostraram ser idêntico aos homens atuais, e o Dr Adauto fala em um vídeo de suas palestras, que o Dr Von Zecten confessou ter arrancado o crânio do HOMEM DE NEANDERTAL de um cemitério. O homem Neandertal era só um crânio falsificado de um homem .

 

 

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Comentários

  • Antonio J. S. Junior  On 12 jun 2017 at 15:38

    Muito interessante essa “descoberta”. Os cientistas não falam que o teste do carbono 14 ou qualquer outro que utilizam para a datação de fósseis são limitados, e o tempo que está além desses limites são incorporados por especulação.

    Os ateus não param para ver o lado lógico da versão divina (bíblia) em que descreve os animais, o que inclui os macacos, como tendo sido criados PRIMEIRO que os humanos*. Se foram criados primeiros e seus sistemas ósseos se assemelham aos dos humanos, logo, é mais fácil associá-los aos seus esqueletos semelhantes (nós) sob a óptica da evolução a defini-los como espécies à parte de símios que foram extintas por algum motivo.

    Sobre as ferramentas encontradas: há um documentário do Discovery Channel (Não lembro o título) à respeito da vida no ambiente Cerrado em que uma das cenas mostra um macaco prego utilizando uma pedra para quebrar uma espécie de fruto de casca dura (Não lembro o nome do fruto). Isso mostra que a criação de ferramentas não é exclusiva dos humanos e, portanto, não pode ser uma regra no mundo da arqueologia, para definir a existência de humanos em um tempo muito distante no passado.

    Cada dia criativo durou milhões de anos, ao contrário do que diz a versão eclesiástica da bíblia, a saber, que foram dias literais. Assim, se os macacos foram criados milhões de anos antes que os humanos, não seria de admirar que esses fósseis taxativamente associados ao homo sapiens pelos cientistas, tenham sido datados dentro do período limitado de seus testes (algumas dezenas de milhares de anos).

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