Grupo de evangélicas se une para lutar pela legalização do aborto: ‘Nosso direito’


Foto: Arquivo pessoal/Camila Mantovani

A Igreja Evangélica está sendo dominada cada vez mais pelo inimigo da vida eterna. As Testemunhas de Jeová tem alertado as pessoas a respeito das religiões deste mundo dominado pelo Diabo. (1 João 5:19) A nova agora é tentar a liberação geral do aborto no meio evangélico. E esta onda deve contaminar geral, uma vez que pecadores não arrependidos raras vezes são desassociados nas igrejas da Cristandade. Gostaria de dizer que eu particularmente não costumo usar a palavra “aborto” no caso de uma gravidez interrompida de propósito. Acho mais apropriado se empregar o termo “assassinato de bebê” e não um eufemismo. Note o que certo movimento evangélico tem a dizer sobre isso:

“Legalizar o aborto é compreender que a vida precisa ser preservada. A legislação que temos hoje sobre o tema potencializa a morte. Ela não impede que aconteçam abortos e ainda mata mulheres. Queremos uma fé que dialogue”, afirma Camila Mantovani, de 24 anos, uma das fundadoras da Frente Evangélica pela Legalização do Aborto. O movimento, que surgiu em São Paulo, está se espalhando rapidamente para outras cidades do país.

“Nos chamou a atenção posicionamentos que falavam em nome de todas as religiosas. Achamos aquilo absurdo e compreendemos a importância de nos organizarmos e mostrarmos que o campo religioso e, especificamente o evangélico, é muito diverso no país”, destaca.

“Os homens que detém o poder político hoje, dentro das igrejas ou fora dela, essas mãos que seguram a bíblia e legislam no congresso em nome de Deus, representam os que historicamente roubam nossos direitos e nossa dignidade. Mas ninguém pode ter o monopólio sobre o evangelho ou sobre Deus. É por isso que insistimos em ser igreja. Porque ninguém vai falar por nós”, finaliza.

A funcionária pública Thamires Moreira, de 21 anos, evangélica também pensa assim! Note o que ela diz:

“Pensava assim justamente por ter nascido em um lar cristão e ter sido condicionada a vida inteira às doutrinas religiosas. Acredito que 99% da minha igreja é contra a legalização. Falta um olhar mais empático com o próximo e estudar realidades divergentes”, relata.

Note como Deus e a Bíblia Sagrada está totalmente fora de cogitação para estas evangélicas com ar de comunistas.

“Entendi que o aborto só está matando a mulher pobre, já que mulheres de todas as classes fazem, porém a diferença social faz com que a rica tenha acesso a uma boa clínica clandestina e a pobre não”, explica. Segundo a jovem, ao estudar os métodos contraceptivos, ela identificou que nenhum é 100% eficaz e percebeu que o abandono paternal era algo comum. “Se o senado fosse composto majoritariamente por mulheres, o aborto já tinha sido legalizado. A mulher quer e deve decidir sobre o seu corpo, mas o machismo enraizado cria limitações”, diz.

 

 

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