A Suprema Corte do Brasil coloca em liberdade dezenas de bandidos um após o outro


VEJA A LISTA! Alguns Ministros do Supremo Tribunal Federal do Brasil estão soltando da prisão ou atenuando penas para dezenas de bandidos presos em tribunais de instância inferior.  (leia também: “Temos um marginal dentro do Supremo.” afirma jurista.)

Observe a lista dos 20 corruptos (um deles, duas vezes). O ministro do STF também soltou Paulo Preto, preso pela Lava Jato de São Paulo

 

Sérgio Côrtes. Secretário da Saúde de Sérgio Cabral, membro da turma do guardanapo que abalou Paris, fazia negociatas até com próteses – culpado de um desvio de R$ 300 milhões para a quadrilha de Cabral, ficou notório pela mensagem de celular que enviou a um cúmplice: “Meu chapa, você pode tentar negociar uma coisa ligada à campanha. Pode salvar seu negócio. Podemos passar pouco tempo na cadeia… Mas nossas [^%¨*&#!}  têm que continuar”. Solto por Gilmar Mendes no dia 8 de fevereiro deste ano.

2) Daniel dos Santos Moreira.

3) Eliezer dos Santos Moreira.

4) Raniery Mazzilli Braz Moreira.

5) Maria Madalena Braz Moreira.

Todos 4 condenados por formação de quadrilha, corrupção ativa e falsificação de papéis públicos, em 2ª instância (Tribunal Regional Federal da 5ª Região) e 3ª instância (o STJ, que recusou habeas corpus). Foram presos na Operação Catuaba (fraude fiscal no setor de bebidas). Todos soltos por Gilmar Mendes no dia 5 de março, sob a alegação de que era preciso o julgamento do mérito pelo STJ. Mas o STJ não julga o mérito das ações. Apenas questões processuais – ou seja, foram respeitadas as regras do processo, de acordo com as leis abaixo da Constituição. Nesse caso, já havia a decisão liminar contra os réus – que foram soltos por Gilmar Mendes.

6) Celso Luiz Tenório Brandão. Ex-prefeito de Canapi, Alagoas, preso por formação de quadrilha, peculato e lavagem de dinheiro, depois de, com secretários municipais, assaltar o dinheiro do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), destinado à sua cidade. Com prisão preventiva decretada pela 11ª Vara Federal de Alagoas, e habeas corpus recusado pelo Tribunal Regional Federal da 5.ª Região (TRF-5) e no Superior Tribunal de Justiça (STJ), foi solto por Gilmar Mendes no dia 11 de abril. Mendes considerou a prisão do ex-prefeito “um constrangimento ilegal” porque, em sua opinião, ela era “desnecessária”.

7) Milton Lyra. Principal operador da cúpula do PMDB no assalto aos fundos de pensão das estatais. Nas palavras da procuradora geral da República, Raquel Dodge: “Há uma clara situação de ocultação de recursos de Lyra em outros países, o que obsta possibilidades de rastreio desses recursos e consequente recomposição dos danos ao erário”. Porém, Gilmar Mendes o soltou, no dia 15 de maio, alegando que “os supostos crimes são graves, não apenas em abstrato, mas em concreto, tendo em vista as circunstâncias de sua execução. Muito embora graves, esses fatos são consideravelmente distantes no tempo da decretação da prisão. Teriam acontecido entre 2011 e 2016”.

8) Marcelo Sereno. Principal operador do PT no assalto aos fundos de pensão, ex-secretário nacional de Comunicação do PT e chefe de gabinete de José Dirceu. Solto no dia 18 de maio por Gilmar Mendes com a mesma alegação anterior.

9) Ricardo Siqueira Rodrigues. Administrador do fundo Serpros, recebeu R$ 10 milhões de propina para adquirir papéis fraudulentos de uma empresa. Solto no dia 18 de maio por Gilmar Mendes, com a mesma alegação anterior.

10) Carlos Alberto Valadares Pereira. Recebeu R$ 1,2 milhão de propina para fazer o fundo Serpros adquirir papéis de uma arapuca fraudulenta. Solto no dia 18 de maio por Gilmar Mendes, que repetiu o seu carimbo.

11) Adeílson Ribeiro Teles. Ex-chefe de gabinete do presidente dos Correios. Recebeu propina para fazer o fundo de pensão da estatal, o Postalis, adquirir papéis fraudulentos. Solto por Gilmar Mendes no dia 18 de maio, dessa vez com uma variação do seu costumeiro carimbo: “verifico que os fatos apontados são consideravelmente distantes no tempo da decretação da prisão. Teriam acontecido entre 2014 a 2016”.

12) Sérgio Roberto Pinto da Silva. Doleiro da quadrilha de Sérgio Cabral, preso na Operação Pão Nosso, operava no desvio de recursos da Secretaria de Administração Penitenciária – isto é, da verba destinada aos presídios. Foi solto por Gilmar Mendes no dia 28 de maio, porque “entendo que os fundamentos usados pelo magistrado de origem, ao decretar a prisão preventiva em desfavor do ora requerente, também se revelam inidôneos para manter a segregação cautelar ora em apreço”.

13) César Rubens Monteiro. Ex-secretário da Secretaria de Administração Penitenciária do Rio, receptador de propina e repassador ao então governador Sérgio Cabral. Solto por Gilmar Mendes no dia 28 de maio – mesma justificativa anterior.

14) Paulo Vieira de Souza (vulgo Paulo Preto). Operador do PSDB, desviou pelo menos R$ 7,7 milhões da DERSA, estatal rodoviária do Estado de São Paulo. Denunciado por formação de quadrilha, inserção de dados falsos em sistema público e peculato. Solto duas vezes – no dia 11 de maio e no dia 30 de maio – por Gilmar Mendes, que considerou duvidoso o depoimento das testemunhas que Paulo Preto ameaçara.

15) Orlando Diniz. acusado de desviar R$ 10 milhões dos cofres públicos; Ex-presidente da Fecomércio do Rio, membro da quadrilha de Cabral. Talvez o réu dessa quadrilha – com exceção do próprio Cabral e de sua mulher, Adriana Ancelmo – com maior quantidade de provas contra si. Orlando Diniz é um dos financiadores de Gilmar Mendes no Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP). Foi solto por ele porque “muito embora graves, os crimes apurados na Operação Lava Jato e nas subsequentes operações foram praticados sem violência ou grave ameaça”.

16) Rony Hamoui doleiro, preso na Operação Câmbio, Desligo;

17) Paulo Sergio Vaz Arruda – doleiro, preso na Operação Câmbio, Desligo;

18) Athos Albernaz Cordeiro – doleiro, preso na Operação Câmbio, Desligo;

19) Oswaldo Prado Sanches – doleiro, preso na Operação Câmbio, Desligo;

Quatro doleiros, enviavam dinheiro roubado pela quadrilha de Sérgio Cabral para o exterior. Todos soltos por Gilmar Mendes no dia 1º de junho porque, segundo ele, “os crimes imputados aos quatro foram praticados sem violência ou grave ameaça e que os fatos alegados são consideravelmente distantes no tempo da decretação da prisão”.

20) Antônio Claudio Albernaz Cordeiro.  Também doleiro da quadrilha de Cabral – e, segundo revelou Cláudio Melo Filho, diretor de Relações Institucionais da Odebrecht, Albernaz Cordeiro recebeu R$ 1 milhão de propina, destinada ao ministro da Casa Civil de Temer, Eliseu Padilha.



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O Reino [ou Governo] de Deus — superior em todos os sentidos



Os investigados soltos por Gilmar desde maio

Na lista de agraciados por Gilmar estão presos da operação Pão Nosso, que apurava desvios em contratos da Secretaria de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro; da operação Rizoma, que investigava fraudes em fundos de pensão; e da operação Câmbio, Desligo, que desvendou a movimentação de grandes doleiros.

Confira a lista:

Hudson Braga – ex-secretário de Obras do ex-governador do Rio de Janeiro, Sergio Cabral, condenado por Bretas a 27 anos de prisão;

Carlos Miranda – principal operador de Sergio Cabral, que firmou acordo de delação premiada. Apesar do HC, continua preso por ter outro mandado de prisão expedido pelo juiz Sergio Moro;

Marcelo Sereno – ex-secretário nacional do PT, preso na Operação Rizoma;

Adeilson Ribeiro Telles – do Postalis (fundo de pensão dos Correios), preso na Operação Rizoma;

Ricardo Siqueira Rodrigues – operador financeiro, preso na Operação Rizoma;

Arthur Pinheiro Machado – operador, preso na Operação Rizoma, foi solto duas vezes por ordem de Gilmar Mendes

Sandro Alex Lahmann – empresário, preso na Operação Pão Nosso;

Carlos Mateus Martins – empresário, pai do delegado Marcelo Luiz Santos Martins, preso na Operação Pão Nosso;

Marcos Vinicius da Silva Lips – advogado e ex-subsecretário de Tratamento Penitenciário da Seap, preso na Operação Pai Nosso;



 

Esperam até mesmo o dia de jogo na Copa do Mundo para soltar os maiores criminosos que o Brasil já viu!

Edson Fachin e Gilmar Mendes dizem que soltura de Dirceu pelo STF foi ‘normal’

 

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