França prende erudito islâmico por acusação de estupro, segundo fonte judicial


Denunciado por estupro e preso na França acadêmico islâmico Tariq Ramadan.

 

Alvo de duas denúncias por crimes que teriam ocorrido na França em 2009 e 2012, o acadêmico islâmico de 55 anos, neto do fundador da Irmandade Muçulmana, foi denunciado por estupro e estupro de vulnerável, afirmou uma fonte judicial.

A primeira a acusá-lo, Henda Ayari, de 41 anos, uma ex-salafista que se converteu em militante feminista, diz que Tariq Ramadan a estuprou em 2012 em um hotel de Paris.

 

Uma segunda denúncia contra Ramadan foi apresentada poucos dias depois da primeira por outra mulher, que afirma ter sido estuprada além de ser  vítima de violência física em 2009 em um único encontro em um hotel na cidade de Lyon, leste da França.

Este parece que está imitando seu profeta. Maomé é citado por várias fontes como sendo um criminoso sexual.

Alguns muçulmanos têm vergonha pelo fato de seu profeta ter tido relações sexuais [com uma criança 9 anos!] No entanto, em vez de recriminá-lo, muitos muçulmanos mentem sobre a idade de Aisha e se esforçam muito para provar que ela era muito mais velha do que o que ela mesma disse em inúmeros Hadiths. Outros são tão sem vergonha que nem sequer tentam essa abordagem, mas continuam justificando a pedofilia de seu profeta.

Infelizmente, os muçulmanos abdicaram sua humanidade. Não há vestígio disso neles. Eles olham, falam, comem e defecam como uma pessoa normal, mas o que falta neles é a consciência. Isso é o que separa os humanos das criaturas menores como répteis e insetos.

Só em justificar esse crime de seu profeta, já mostra a profundidade de sua hediondez. Quando eles defendem um pedófilo só fazem provar para o mundo as bestas vis que são. Alguém escreveu um livro reunindo tudo o que os muçulmanos dizem a este respeito.” Texto de Ali Sina (2015).

Teologia do Estupro

“Toda vez que ele vinha me estuprar, ele rezava”, disse F., uma menina de 15 anos que foi capturada no Monte Sinjar há um ano e foi vendida a um combatente iraquiano [do ISIS] na faixa dos 20 anos. Ao “The New York Times”, ela quis ser identificada apenas por sua primeira inicial, por causa da vergonha associada ao estupro. “Ele me dizia repetidas vezes que isso é ‘ibadah'”, ela disse, usando um termo das escrituras islâmicas … que significa adoração. “Ele dizia que me estuprar era sua oração para Deus. Eu disse para ele: ‘O que você está fazendo comigo é errado, não deixará você mais próximo de Deus’. E ele disse: ‘Não, é permitido. É ‘halal'”, disse a a adolescente, que escapou em abril com a ajuda de contrabandistas, após permanecer escravizada por quase nove meses.

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