Hebraico – O mais antigo alfabeto da humanidade


      Por Queruvim

 

  • Apresentadas Provas de que o Hebraico é de fato a língua mais antiga que se conhece e o mais antigo Alfabeto
  • Evidências de que Moisés e os antigos Israelitas viveram realmente no Egito no tempo da 12º Dinastia Egípcia

Este artigo demonstrará claramente que o hebraico e seu alfabeto é de fato a língua mais antiga da humanidade.

Temos que nos lembrar que os nome de personagens anteriores ao dilúvio são claramente de etimologia hebraica, tal como o nome Adão que deriva-se de Adamah em hebraico que significa solo. Esta é uma das evidências ignoradas pelos da alta crítica ao discutirem sobre a língua mais antiga da humanidade.

Até recentemente havia apenas teorias conflitantes e debates sobre o assunto. O idioma hebraico antigo, comumente chamado paleo hebraico, é frequentemente mencionado pelos linguistas como sendo derivado do Fenício. Porém, em 2016 foram finalmente apresentadas evidências científicas nos campos da história e arqueologia e esclarecimentos adicionais sobre este assunto pouco entendido. Em sistemas não-alfabéticos, como os hieróglifos, a representação era pictográfica. Mas uma descoberta recente trouxe à tona a interpretação de um alfabeto em tábuas de pedra  que não eram “desenhos”, assim como o são os hieróglifos.

O Professor e Arqueólogo estudioso de epigrafia, Douglas Petrovich da Universidade de Wilfrid Laurier # no Canadá, após passar um tempo na decifração e interpretação de antigas inscrições, trouxe à luz em 2016 novas descobertas. Estas deixaram eufóricos e ansiosos os presentes em uma reunião na Sociedade Teológica Evangélica no Outono de 2015 em Atlanta. Todos os presentes ali aguardavam com expectativa a apresentação intitulada: “O Mais Antigo Alfabeto do Mundo– Textos em Hebraico do 19º Século Antes de Cristo“.  (“The World’s Oldest Alphabet – Hebrew Texts of the 19th Century BC.”)  Veja onde comprar o livro.

 

Professor Douglas N. Petrovich.

Bem antes de Petrovich, Sir Alan Gardiner já havia apresentado algo a respeito, mas fora como que silenciado pela alta crítica. Sabia-se que as inscrições por ele estudadas eram semíticas. O erudito independente Alan Gardiner não possuía os recursos que hoje o Dr. Petrovich tem à sua disposição. Petrovich demonstrou que os antigos israelitas, que viveram no Egito há 3800 anos atrás, converteram hieróglifos em caracteres hebraicos. Ao examinar as inscrições nas tábuas de pedra, Petrovich notou que estas continham escritas feitas por israelitas que desejavam se comunicar com judeus egípcios. Para isso, simplificaram os hieróglifos, um complexo sistema de escrita egípcia, convertendo-os nas 22 letras do alfabeto hebraico.

“Há uma conexão entre textos egípcios antigos e alfabetos preservados” afirmou Petrovich.

111816_bb_ancient-alphabet_main_free

 

Nas figuras abaixo, vemos inscrições alfabéticas em uma antiga tábua de pedra (à esquerda) que foram identificadas por Petrovich como sendo hebraico. Um desenho das inscrições (à direita) mostra as letras hebraicas antigas ao lado das correspondentes letras hebraicas modernas (verde). As inscrições ao longo da borda esquerda da tábua foram traduzidas como “O que foi elevado está cansado de esquecer.” Inscrições no topo foram traduzidas como “O superintendente de minerais, Ahisamach“.

111816_bb_ancient-alphabet_inline1-730_free

Imagem e figura Sinai 375a

Foram encontradas muitas dessas tábuas ou lajes de pedra contendo várias inscrições. Novas traduções dessas inscrições contêm referências a personagens da Bíblia, incluindo Moisés. Isso é um golpe para os críticos da Bíblia, inclusive aqueles que alegam que Moisés “jamais foi confirmado pela ciência” como um personagem real. Muitos arqueólogos tem afirmado que os israelitas, desde Jacó até Moisés, “jamais viveram no Egito”, diz o vídeo abaixo. Contudo, com o surgimento de novas descobertas, aquela velha zombaria do mundo acadêmico, que tenta de modo desesperado desacreditar os relatos da Bíblia,  passa novamente por um revés. De fato a maioria não quer admitir a possibilidade de judeus estarem no Egito no tempo que a Bíblia diz que ali estavam.  O Professor Petrovich aparece no vídeo abaixo. Conhecido por lecionar nos Estados Unidos, Canadá e Rússia.

Tradução do vídeo:

“Por mais de 150 anos, eruditos não foram capazes de identificar a língua exata do mais antigo alfabeto que conhecemos em inscrições no Egito e Sinai, que datam do Século 19 ao Século 15 A.C.  Nas últimas décadas muitos eruditos nos disseram que os Israelitas desde Jacó até Moisés “nunca viveram no Egito, pois nenhuma evidência deles foi encontrada por parte da arqueologia.” Graças às recentes descobertas do Professor Douglas Petrovich um erudito bíblico, epígrafo, arqueologista e pesquisador,  que ensinou nos Estados Unidos, Canadá e Rússia, estes problemas chegaram a um final.

[Professor Petrovich] : “O desafio para todos os que acreditam que existe credibilidade na Bíblia é…que evidência existe, visto que eruditos zombam da Bíblia, da fé judaica, do cristianismo, pois não foram apresentadas evidências de que israelitas viveram no Egito…  … Em meus estudos e avaliações compreensivas proveniente de meu trabalho como PHd, me deparei com evidências que eu sabia serem indicativas da presença de israelitas no Egito na cidade que sabemos é mencionada na Bíblia como sendo a [cidade] bíblica de Ramsés…

“Estas evidências consistem principalmente em vários animais, encontrados em Êxodo 11 e 12 no tempo da última páscoa, cães, gado, ovelhas e cabras, todos os quais morreram na data historicamente apropriada e de uma forma que a Bíblia descreve.”

 [Professor Petrovich] : “Uma das perguntas com que nos deparamos e que deve ser citada em um dos capítulos do livro envolve a questão que seria bom que nos apresentasse provas de que houve um êxodo de israelitas… e como poderíamos saber que estes eram israelitas. Eu basicamente, por meio desta pesquisa, me deparei com uma mina de ouro após outra…e fui capaz de identificar em registros históricos, José,  seus filhos Efraim e Manassés. O filho obscuro de Manassés,  Shekhem e provavelmente também Jacó.”

“Esta pesquisa conduziu o Professor Petrovich à pesquisas adicionais, mais notavelmente, que estes hebreus especialmente Manassés e junto com ele possivelmente Efraim, inventaram a primeira escrita alfabética  que foi deixada para a posteridade na forma de diversas dezenas de inscrições que datam de 1842 à 1446 a.C , 17 das quais o Professor Petrovich já decifrou e traduziu.”

 [Professor Petrovich] : “Uma das inscrições que eu traduzi, que nunca tinha sido plenamente traduzida antes, eram títulos e nestes títulos lemos “HEBREUS” “.

De fato estes títulos  “Seis pessoas do levante, hebreus de Betel, o amado, que era o lar da família de Jacó e Canaã antes de partirem para o egito.”

[Professor Petrovich] : ” Esta é de longe, por centenas de anos, a mais antiga referência aos hebreus. Eruditos conheciam o mais antigo alfabeto, mais não sabiam que língua era esta. Sabiam que era uma língua semítica, mas não sabiam que língua semítica era essa. Exceto que por volta de 1930, quando um erudito alemão raciocinou que era hebraico, ele finalmente estava certo. O mais antigo na história é o hebraico.”

O Professor Petrovich está perto de terminar a escrita deste livro, uma monografia que já foi aceita para publicação. Sua editora está ansiosa para sua impressão. Mas por ser uma monografia, fundos devem ser arrecadados para que isso aconteça.”

[Professor Petrovich] : “O título do livro é … O Mais Antigo Alfabeto do Mundo. Hebraico como a língua escrita proto-consonantal. Alguém contribuindo para este livro abrirá uma porta de entendimento a respeito da história da Bíblia e a respeito da história do Egito, como se relacionam.

No final do vídeo o Professor Petrovich se oferece para autografar o livro pertencente à doadores e se oferece para palestras onde aborda evidências de que israelitas realmente estiveram presentes na terra do Egito nos locais e épocas mencionados pela Bíblia. Isto se harmoniza com o que publiquei no artigo a respeito do papiro de IPUWER. #

Percebemos na entrevista com o Professor Douglas Petrovich, que sua pesquisa é tão focada em provas materiais, que chega-se a cogitar que o idioma hebraico usado pelos israelitas foi “inventado” por eles no tempo do Êxodo ou antes. Nós que temos uma convicção da autenticidade da Bíblia, agregamos o conhecimento das Escrituras Sagradas à tais descobertas e concluímos que esta proposição é certamente equivocada. O que impediria Adão, o primeiro homem e que usava 100% de sua capacidade cerebral ou um de seus descendentes, de ter criado um alfabeto? Ademais, há no texto de Gênesis, que é muito mais antigo que o livro bíblico de Êxodo, trechos claramente escritos por outras pessoas que foram transmitidos a Moisés, o escritor do Pentateuco. São os chamados colofões. ( Veja este assunto na página jw.org em Colofões  para uma explicação)

As palavras, “este é o livro da história de Adão”, talvez indicassem que Adão foi o escritor deste “livro”. (Gên 5:1) Comentando a frase “esta é a história” (“estas são as origens”), que ocorre freqüentemente em Gênesis, P. J. Wiseman observa:

“É a sentença concludente de cada seção, e, portanto, aponta para trás, para a narrativa já registrada. . . . Normalmente se refere ao escritor da história ou ao proprietário da tabuinha que a continha.” New Discoveries in Babylonia About Genesis (Novas Descobertas em Babilônia Sobre Gênesis), 1949, p. 53.

O rei assírio Assurbanipal falou sobre ler “inscrições em pedra da época anterior ao dilúvio”. (Light From the Ancient Past [Luz do Passado Remoto], de J. Finegan, 1959, pp. 216, 217)

Diversos eruditos têm  afirmado por mais de 150 anos que o alfabético encontrado nestas antigas inscrições estudadas por Petrovich  poderia ser baseado em qualquer um dos grupos de línguas semíticas antigas. Muitos pesquisadores afirmam que não se sabe o suficiente sobre essas línguas para especificar uma língua em particular. A identificação de Petrovich para as inscrições antigas como sendo o hebraico “carece de evidência”, disse o erudito bíblico e especialista em línguas semíticas Christopher Rollston da Universidade George Washington.  Não há maneira de saber qual das muitas línguas semíticas são representadas pelo sistema alfabético presente nestas tábuas, argumentou Rollston . 

Um erudito alemão identificou a antiga escrita egípcia como sendo o hebraico na década de 1920. Mas ele não conseguiu identificar muitas letras no alfabeto, levando a traduções implausíveis que foram rejeitadas pelos pesquisadores. 

Referindo-se às Tábuas da figura acima conhecida como Sinai 375a, Petrovich afirma que esta “contém três hieróglifos, sobre uma inscrição PCH (Hebraico proto-consonantal). A ortografia do nome do capataz no Sinai 375a é “Ahisamach” em Bíblias inglesas. Ele é o pai de Oholiab, um dos dois homens nomeados para construir o tabernáculo (depois do êxodo, mas antes da entrada em Canaã)…”  Petrovich afirma também que sua descoberta surgiu “enquanto cuidava [de seu] próprio negócio em [sua] mesa em Toronto, ao usar ferramentas on-line para realizar pesquisas totalmente independentes. O texto a que se refere Bruce Bower, a legenda do Sinai 115, data do Ano 18 de Amenemhat III (1842 aC, segundo [sua] datação).”  E ele prossegue dizendo:  

“Meu ponto de vista é que a permanência dos israelitas no Egito é “de 430 anos desde o primeiro diz” (Ex 12, 40-41), igual a 1876-1446 a.C, ao mesmo tempo, a visão consagrada pela maioria.  O número de inscrições traduzidas são de 18 se considerarmos o Sinai 345a, 345b, 346a e 346b independentemente, em vez de duas. Caso contrário, o número é 16. José aparece SOMENTE em inscrições do ME (Médio egípcio), que são reservadas para o um volume adicional e que ainda está sendo escrito. O mesmo vale para Manassés. As 3 figuras bíblicas mencionadas nas inscrições de número 16 são Asenate, Aisamaque e Moisés.”

Uma foto do Sinai 361, localizado no Museu do Cairo. Esta foto contém o nome Moisés (M-Sh, as duas letras mais completas no fragmento menor da inscrição) na parte inferior da primeira coluna vertical. Veja desenho eletrônico abaixo

Fiquei absolutamente surpreso ao encontrar [a referência a] Moisés, porque ele residiu no Egito por menos de um ano no momento de sua provocação de espanto lá”, lembrou Petrovich. “De fato, as letras hebraicas ‘M-Sh’ poderia ter outros significados, e eu tive que examinar todas as outras possibilidades para aqueles usos de palavras hebraicas com essas letras. Só depois de perceber que todas as outras possibilidades deviam ser eliminadas, seja por limitações contextuais ou gramaticais, fui forçado a admitir que essa palavra deve ser tomada como um substantivo próprio, e quase sem dúvida se refere ao Moisés a quem se atribui o primeiro Cinco livros da Bíblia hebraica, conhecida como a Torá.

Em Êxodo 12:40, 41, Moisés registra que “a morada dos filhos de Israel, que haviam morado no Egito, foi de quatrocentos e trinta anos”. Dessa fraseologia, é evidente que nem toda essa “morada” foi no Egito. Este período começa quando Abraão cruzou o Eufrates a caminho de Canaã, ocasião em que o pacto de Jeová com Abraão passou a vigorar. Os primeiros 215 anos desta “morada” foram em Canaã e, daí, um igual período foi passado no Egito, até que Israel ficou totalmente livre de todo controle e dependência do Egito, em 1513 AEC. Veja ( CRONOLOGIA )

Petrovich combinou identificações anteriores de algumas letras no alfabeto antigo com seus próprios estudos de cartas disputadas para explicar o script como sendo o hebraico.

Armado com todo o alfabeto incipiente, ele traduziu 18 inscrições hebraicas de três locais egípcios.

Várias figuras bíblicas aparecem nas inscrições traduzidas, incluindo José, que foi vendido como escravo por seus meio-irmãos e depois se tornou uma poderosa figura política no Egito, a esposa de José Asenate e o filho de José, Manassés, um líder em um negócio de mineração de turquesa que realizou viagens anuais à Península do Sinai no Egito [isso seria um avanço em um relato histórico  não registrado na Bíblia, com implicação de que, durante gerações, os hebreus foram proeminentes no Egito]. Moisés, que levou os israelitas para fora do Egito, também é mencionado.

Críticos contra atacam

Acusado de favorecer judeus ou até mesmo de ser apoiador do sionismo o Professor se defendeu da seguinte maneira:

 

Douglas Petrovich:

Não sou Sionista, Dan. Não sou nem mesmo judeu. Mas obrigado por se aparecer! Se desejar conhecer algumas das razões do porque podemos saber que é hebraico, tente estas: (1) um comparativo min (i.e adj comparativo+substantivo superior+preposição min+substantivo[s] inferior, neste caso sendo 3 em número), (2) consoantes duplamente faladas (i.e escritas uma vez e faladas duas vezes, como nas letras BGDKFT) , (3) Ordem VSO típica, (4) ausência de “letras vocálicas”, algo que se esperava nesta época, (5) cláusulas adverbiais, (6) cláusulas relativas, (7) construções atipicamente enfáticas, tais como ordem de palavras SVO, (8) duas “inscrições” bilíngues (observação: não o mesmo texto repetido duas vezes, mas movimento de ME (Médio Egípcio) para Hebraico… e novamente, em um caso), (9) uma formula padrão ME para designar (um hebreu em) posição oficial (i.e “superintendência”+ posto oficial+nome de oficial), (10) Mimação ocasional /opcional como o nome do homem a quem Orly Goldwasser corretamente atribuiu ( segundo minha avaliação) como sendo o inventor da língua, e (11) um provérbio hebraico típico que menciona “El” (uma das palavras para Deus usada diversas vezes no Pentateuco).

Quando questionado e vítima do recorrente ataque ad-hominen Observe o que o Professor disse em sua defesa a um usuário de nick Ben

 

Douglas Petrovich:

Ben, minhas credenciais incluem um M.A e Ph.D na Universidade de Toronto em Arqueologia Sírio-Palestina, com uma disciplina acadêmica primária em Egiptologia e secundária em religiões do Antigo Oriente Próximo. Isto deveria ser fora de cogitação da parte de qualquer um. E sim, minha pesquisa é absolutamente honesta.

A verdade sincera é que há poucas pessoas na terra que realmente são qualificadas para verificar a minha pesquisa, simplesmente porque exige-se um domínio de muitos campos/sub-disciplinas. Os que “podem” chegar mais perto são epígrafos de antigas línguas hebraicas e semitas. No entanto, mesmo todos estes, exceto um (que eu saiba) têm fraquezas evidentes, incluindo uma compreensão pobre ou inexistente de ME (Médio Egípcio). A maioria ou todos os poucos que se aproximam de ter todas as qualificações corretas realmente têm uma abordagem anti-teológica. Se você está procurando encontrar e julgar pessoas com uma agenda, seria honesto começar com eles.

 

 

Uma nova descrição do hebraico como o alfabeto mais antigo do mundo inclui estas letras hebraicas hebraicas propostas (meio), com correspondentes letras hebraicas modernas (à esquerda) e fontes hieroglíficas egípcias para letras (à direita).

Existe também uma forte tendência anti semita que rejeita de modo antecipado qualquer evidência que aponte para o idioma dos judeus como sendo o mais antigo alfabeto que existe. A descoberta de Douglas Petrovich nos faz afirmar cientificamente que em vista da grande similaridade entre o alfabeto fenício e o alfabeto hebraico, fica claro que foi o fenício que derivou do hebraico e não o contrário, como tem sido repetido em livros que tentam explicar qual foi o mais antigo idioma da humanidade.

 

 

Amostra do livro de Petrovich em PDF

Citado no Jerusalém Post 

Leia mais sobre este assunto e discussões acadêmcias em :

Leia também:

 

É a Bíblia o livro religioso mais antigo?

Uma pergunta que encontrei na pregação

 

AULAS DE INGLÊS, HEBRAICO E GREGO ON LINE!

Anúncios
Both comments and trackbacks are currently closed.

Comentários

  • Saga  On 10 abr 2017 at 12:23

    Queruvim, tem um interessante documentário sobre o Êxodo no NETFLIX, senão viu ainda, recomendo fortemente

    Curtir

  • Queruvim  On 10 abr 2017 at 15:17

    Saga, está on line este documentário?

    Curtir

  • KL  On 11 abr 2017 at 8:09

    Esse documentário tem quase duas horas não sei você Queruvim tem acesso ao referido canal mais poderá vê-lo dos meus arquivos. https://www.dropbox.com/s/uzj9b0mf5asjtu0/Patterns%20of%20Evidence-%20Exodus.mp4?dl=0

    Curtir

  • Paulo  On 12 abr 2017 at 8:31

    Excelente matéria !!!

    Curtir

  • Pragal TNM  On 12 abr 2017 at 10:05

    ANTES DA TORRE DE BABEL

    Os 3 mil idiomas falados hoje no mundo podem ter a mesma origem. Na busca dessa lingua-mãe, os pesquisadores descobrem semelhanças incríveis que talvez não sejam coincidências.

    http://super.abril.com.br/historia/antes-da-torre-de-babel/

    Curtir

  • Arildo Rodrigues do AGBM  On 15 abr 2017 at 0:17

    OI MEU QUERIDO IRMÃO, VOCE TEM ALGUM ARTIGO QUE FALA DA SEMANA SANTA, BOM DIA

    ________________________________

    Curtir

  • Queruvim  On 15 abr 2017 at 0:23

    Arildo, acho que não.

    Curtir

  • Saga  On 15 abr 2017 at 9:48

    Queruvim conseguiu assistir?

    Curtir

  • Queruvim  On 15 abr 2017 at 13:44

    Não pois não tive acesso e estou muito limitado de tempo… mas vou ver assim que for possível.

    Curtir

  • Silva Vagner  On 1 out 2017 at 23:41

    Eu gostaria de compartilhar a foto da rocha que Moisés bateu e que se partiu, brotando dela água para o povo quando estavam na região do monte Sinai.

    Estou postando essa foto para mostrar que o tradicionalmente Monte Sinai aceito como o verdadeiro está ERRADO!

    O VERDADEIRO MONTE SINAI E REGIÃO do Êxodo de Israel do Egito se encontra no que hoje é a ARÁBIA SAUDITA!

    Existem fotos de vários locais arqueológicos que batem com os detalhes fornecidos na Bíblia sobre o êxodo!
    Nessa mesma região existe um amontoado de pedras cheias de desenhos de bois que possivelmente serviu de altar para ser colocado o Bezerro de ouro.

    Existem até fotos que mostram o REAL Monte Sinai com o pico escurecido, como se tivesse sido queimado, o que se harmoniza com o fato de que o Sinai “pegava fogo” durante a manifestação de Jeová perante os israelitas:

                                             Deuteronômio 4:11,12:
    

    “Vós vos aproximastes, postando-vos ao pé do monte. Toda a montanha ardia em chamas que subiam até o céu, e estava envolvida por uma nuvem escura e densa.…”

                                                 Salmos 105:41:
    

    “Fendeu a rocha, e dela brotaram águas, que correram pelos lugares áridos como um rio.”

    Curtir

  • Queruvim  On 2 out 2017 at 0:34

    Quem costuma apontar lugares islâmicos e sugerir outros lugares sacros são os muçulmanos! Estudou o assunto detida e detalhadamente? O que o faz pensar assim?

    Curtir

  • Silva Vagner  On 2 out 2017 at 8:37

    Sim, considerei seriamente o assunto!
    O que me faz pensar assim são basicamente dois detalhes:

    1.A própria Bíblia afirma categoricamente que o monte Sinai-Horeb fica na Arábia! Veja:

    Gálatas 4:25
    “Ora, esta Agar é Sinai, um monte da Arábia,…”

    A atual península do Sinai, onde fica o tradicional monte, não pode ser o Sinai real porque aquele território sempre fez parte do Egito, como é até hoje!
    Mas na Bíblia encontramos essa informação, de que Midiã e o Horeb focavam na Arábia.
    Também somos informados de que Moisés, quando matou o egípcio, fugiu do Egito e foi para Midiã, onde ele teve o encontro com a sarça ardente. Se o local real de Midiã fosse onde é alegado hoje Moisés simplesmente AINDA ESTARIA MORANDO EM TERRAS DO EGITO, pois a atual península tradicional do Sinai ainda era terra do Egito.

                    Ezequiel 20:10
    

    “Por este motivo Eu os livrei das terras do Egito e os trouxe para o deserto.”

    Êxodo 3:12
    Assegurou-lhe Deus: “Eu estarei contigo! Esta é a prova de que Sou Eu quem te envia: quando fizeres o povo sair do Egito, vós prestareis culto a Deus neste mesmo monte”.

    Portanto, todas as informações bíblicas dão conta de que o monte Sinai ficava em terras FORA DO EGITO.
    E essa região à qual apontei fica realmente fora do Egito!

    Para confirmar que a atual península do Sinai ainda era Egito, temos uma publicação que explica claramente que aquela região toda pertencia ao Egito e era o limite da fronteira máxima ao sul que Israel fazia com o Egito nos tempos de Salomão. E isso mostra que essa região não se encaixa com o relato bíblico que coloca o monte Sinai em terras FORA DO EGITO, nas terras de Midiã, na Arábia!

    https://wol.jw.org/pt/wol/d/r5/lp-t/1102003124

    Israel nos dias de Davi e de Salomão
    DEUS prometeu dar aos descendentes de Abrão a terra que ia “👉desde o rio do Egito👈 até . . . o rio Eufrates”. (Gên 15:18; Êx 23:31; De 1:7, 8; 11:24) Depois que Josué entrou em Canaã, levou uns quatro séculos para que a Terra Prometida alcançasse essa extensão.

    O Rei Davi derrotou o reino arameu de Zobá, que ia até o Eufrates no norte da Síria.* Ao sul, as vitórias de Davi contra os filisteus estenderam 👉as fronteiras de Israel até o Egito👈. — 2Sa 8:3; 1Cr 18:1-3; 20:4-8; 2Cr 9:26.

    Fronteiras (tempo de Salomão)
    De modo que Salomão reinou “desde o Rio [Eufrates] até a terra dos filisteus e 👉até o termo do Egito👈”, prefigurando o governo pacífico do Messias. (1Rs 4:21-25; 8:65; 1Cr 13:5; Sal 72:8; Za 9:10) “.

    Outro detalhe que se harmoniza:
    A distância desse local na Arábia exigiria vários mêses de viajem para uma multidão alcançar, viajando a pé.
    E a Bíblia registra que a viajem dos israelitas até o Sinai levou 3 mêses. O Sinai atual é mais perto, o que exigiria menos tempo de viajem.

    A área que fica em frente ao atual monte Sinai é bem pequena para acomodar milhões de israelitas, enquanto o monte Sinai na Arábia possui um vasto espaço capaz de acomodar esses milhões de pessoas recém saídos do Egito.
    Como diz o “Perspicaz” sobre a pequena área que fica em frente ao atual Sinai tradicional:

    …”por não haver nenhuma planície extensa diante do Jebel Musa.”__ https://wol.jw.org/pt/wol/d/r5/lp-t/1200004135?q=monte+sinai&p=par

    Também existe um altar de pedras feito ao pé desse monte na Arábia. E esse detalhe é mais um que se soma aos relatos bíblicos, pois a Bíblia diz que Moisés construiu um altar aos pés do monte Sinai:

    Êxodo 24:4: “Assim, Moisés escreveu todas as palavras de Jeová.+ Levantou-se então de manhã cedo, construiu um altar ao sopé do monte e erigiu 12 colunas correspondentes às 12 tribos de Israel.”

    Enfim, basta se procurar no Google sobre “REAL MONT SINAI” que se acha muita informação sobre esses detalhes interessantes!

    Eu não penso que sejam locais que devam ser considerados sagrados, como os protestantes, católicos e muçulmanos fazem.
    Mas são objetos arqueológicos que devem ser conhecidos pelos que amam a palavra de Deus e tudo o que a confirme!

    O mais triste dessa história é que os Sauditas não gem interesse nenhum em divulgar informações que confirmem a veracidade da história de Israel, os quais são considerados inimigos!

    Curtir

  • Queruvim  On 2 out 2017 at 12:26

    Vou pesquisar assim que tiver tempo>>>
    http://www.bible.ca/archeology/bible-archeology-exodus-mt-sinai-arabia-gal-4-25.htm

    Curtir

  • Queruvim  On 2 out 2017 at 12:35

    Estive vendo que alguns peritos dizem que a “arabia” nos dias do Apóstolo Paulo incluía a península do Sinai. Em textos gregos Heródoto falou algo a respeito:

    Heródoto

    A primeira vez que a palavra “Arábia” é usada como um termo para uma área geográfica designada é em meados do século V aC pelo famoso historiador e viajante grego, Herodotus ou Heródoto (aproximadamente 450 aC). Ele viajou para o Egito e escreveu sobre sua viagem em seu livro, The Persian Wars.

    Em seu trabalho monumental sobre árabes antigos, o Dr. Israel Eph’al da Universidade de Tel Aviv observa que:

    “Herodoto, uma fonte importante para a demografia do século XXI a respeito da Península egípcia e do Sinai, chama toda a região a leste do Nilo e do ramo Pelusiano, do Mediterrâneo ao Mar Vermelho, “Arábia” e sua população de “árabes” ([Heródoto, Guerras Persas 2: 8, 15, 19, 30, 75, 124, 158 [LCL 1: 283, 291, 297, 309, 361-363, 425, 471]).

    O Golfo de Suez é chamado de “Mar da Arábia” e a região montanhosa [no Egito] a leste de Heliópolis “as montanhas árabes” (2: 8, 124 [LCL 1: 283, 425]). [No Egito] Daphnae (Tahpanhes bíblicos, atual Defeneh) é descrito como uma cidade fronteiriça com uma guarnição “contra os árabes e os sírios” (2: 30 [LCL 1: 309]), e a cidade de Patumus (bíblica Pithom) perto de Bubastis na aproximação de Wadi Thumilat como “cidade da Arábia” (2: 158 [LCL 1: 471]) “.

    (Eph’al 1982: 193-194, ênfase adicionada, a biblioteca clássica Loeb, LCL, referências entre colchetes […] foram adicionadas pelo autor).

    A descrição de Heródoto, portanto, incluiria toda a Península do Sinai na Arábia do seu dia. Não somente Heródoto, mas Alexandre o Grande, Flavio Josefo, Plutarco e Estrabo se referem a regiões que hoje tomaríamos como Egito ou até mesmo Síria como sendo “arábia”. Precisa levar em consideração isso também.

    As fontes antigas, tanto contemporâneas quanto quase contemporâneas do apóstolo Paulo, falam por si mesmas. Quando o apóstolo Paulo escreveu que o Monte Sinai estava na Arábia, ele estava aproveitando a compreensão contemporânea da localização geográfica da “Arábia”. A antiga Arábia incluiria o território do Delta do Nilo Oriental e do Golfo Árabe (Mar Vermelho – Golfo de Suez ) através da Península do Sinai para o Golfo Pérsico. Não se limitaria apenas ao quadrante noroeste da Arábia Saudita, como argumentariam os defensores de Jebel al-Lawz.

    Com base no exposto, os historiadores e geógrafos antigos diferem com a afirmação recente do Sr. Cornuke de que “a Arábia nunca esteve na península do Sinai quando Paulo escreveu isso [Gal. 4:25] “(8 de agosto de 2012, sessão AM, Camp-of-the-Woods, Speculator, NY). A geografia bíblica e secular do primeiro século incluiu a Península do Sinai em “Arábia”. Em resumo, parece que o apóstolo Paulo não teria concordado com as afirmações do Sr. Cornuke sobre o Monte Sinai nunca estar na Península do Sinai.

    Uma discussão detalhada sobre isso aparece neste link:
    http://www.lifeandland.org/2012/06/how-accurate-are-bob-cornuke%E2%80%99s-claims-2/

    Curtir

  • Silva Vagner  On 2 out 2017 at 13:22

    Muito bom o link que você postou:

    http://www.bible.ca/archeology/bible-archeology-exodus-mt-sinai-arabia-gal-4-25.htm

    E essa informação que você trouxe sobre onde era a “Arábia” para alguns do passado nos mostra o motivo de que ainda existem dúvidas que impedem de se “bater o martelo”.

    Mas o que pode desempatar esse jogo são todos os outros detalhes que vão pendendo para um lado:
    Por exemplo:

    O mar Vermelho tem dois braços onde os israelitas poderiam ter atravessado antes de chegarem no Sinai.
    E dos dois braços existe uma conclusão interessante:
    O único braço do mar Vermelho que possui em seu leito uma “ponte natural” onde os israelitas poderiam ter atravessado é justamente o braço que margeia a Arábia Saudita de hoje.
    O braço do mar Vermelho que faz a margem do lado tradicional não tem essa “ponte” submersa.

    Portanto é nos detalhes que vamos por eliminação chegando à conclusão que o monte Sinai que mais se encaixa com os fatos é o Monte que está do lado da Arábia e não do Egito.

    Curtir