Londonistão: 500 igrejas fechadas, 423 novas mesquitas


A cristandade está perdendo espaço, enquanto a islamização da capital britânica, continua em ritmo acelerado.

“Londres é mais islâmica do que muitos países muçulmanos juntos”, diz Maulana Syed Raza Rizvi, pregador islâmico de Londres.

A cidade de Londres – apelidada de “Londonistão” pela afamada jornalista  Melanie Phillips – agora tem 423 novas mesquitas, que são “construídas sobre as tristes ruínas do cristianismo inglês”. Assim escreve o jornalista e escritor italiano do Arutz Shevá o colunista Giulio Meotti em um artigo escrito para o Intituto Gatestone. A Igreja Unida de Hyatt , por exemplo, na Hamilton Road, foi comprada pela comunidade egípcia e está sendo convertida em uma mesquita. A Igreja de São Pedro é agora a Mesquita de Madina, e a Mesquita Brick Lane costumava ser uma igreja Metodista. Não só os edifícios são convertidos, mas também as pessoas: “O número de convertidos ao Islã [em Londres] dobrou, muitas vezes eles abraçam o Islã radical, como aconteceu com Khalid Masood, o terrorista que atingiu Westminster”.

Dentro de uma geração, o número de fiéis será três vezes menor do que o dos muçulmanos que vão regularmente à mesquita na sexta-feira. Um estudo realizado em 2015 mostrou que o nome mais comum na Inglaterra não era outro senão Mohammed e suas variações.

Birmingham, a segunda maior cidade da Inglaterra, tem uma população que é 21,8% muçulmana; Manchester apresenta 15.8% de muçulmanos, e Bradford, com bem mais de 300.000 habitantes, é 1/4 muçulmana, inclusive a metade de suas crianças. Em Leicester, também, a 10ª maior cidade da Grã-Bretanha, metade das crianças são muçulmanas. Meotti cita um relatório no The Spectator segundo o qual apenas duas das 1.700 mesquitas na Grã-Bretanha seguem a interpretação modernista do Islã, em comparação com 56% nos Estados Unidos.

Mas possivelmente o mais revelador é a presença em Londres de nada menos que 100 tribunais da sharia (lei islâmica), de acordo com estatísticas oficiais; Há provavelmente muitos mais. “O advento deste sistema judicial paralelo foi possível graças à Lei de Arbitragem Britânica e ao sistema de Resolução de Disputas Alternativas”, de acordo com Giotti. “Estes novos tribunais baseiam-se na rejeição da inviolabilidade dos direitos humanos: os valores de liberdade e igualdade que são a base do direito comum inglês”.

Um dos principais juízes britânicos, Sir James Munby, disse que os tribunais devem ser mais “multiculturais” – uma alusão ao “islâmico”. Personalidades como o ex-Arcebispo de Canterbury, Rowan Williams, e o Supremo Lord Lord Phillips, sugeriram que a lei britânica deveria “incorporar” elementos da lei da sharia. Analistas continuam a observar e relatar a tendência, e invariavelmente concluir perguntando: “Alguém está fazendo alguma coisa para detê-lo?”

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Comentários

  • phanegomes  On 8 abr 2017 at 10:03

    A Europa inteira está virando um “istão”, parte, creio eu, pelo seu secularismo e sua pouca valorização de sua própria história, além de uma boa dose de politicamente correto. É frustrante ver o que está acontecendo lá, mas prefiro manter na cabeça que é algo que TEM que acontecer, nessa altura do campeonato, pra mostrar para todos, que o fim é iminente!

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  • L. Rodrigues  On 29 maio 2017 at 9:47

    Impressionante! A confirmação da ambição islâmica


    Resultado: propagação global do ódio religioso…
    As profecias se cumprindo sem qualquer falha… basta observar com atenção o palco internacional…

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  • Queruvim  On 20 jun 2017 at 12:04

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  • L. Rodrigues  On 20 jun 2017 at 20:20

    É verdade! Já li algo, ainda que pouco, sobre a biografia de Maomé, é a ideia que retive foi a de que foi um guerreiro que conquistou Meca com um exército de 10 000 soldados. Como pode alguém afirmar que o Islão é religião de paz, se teve origem num guerreiro?! O resultado está à vista, agora e na história das regiões muçulmanas do mundo. O que acontece é quem pratica o verdadeiro Islão promove o jiadísmo, no entanto, quem pratica o verdadeiro cristianismo -originado Homem mais pacífico que já viveu – promove a verdadeira paz.

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  • L. Rodrigues  On 29 ago 2017 at 9:35

    Esta reportagem tem meia dúzia de anos mas está cada vez mais atual…
    Ainda hoje foi divulgado que as autoridades espanholas estimam que em 2016 existiam no país cerca de 800 mesquitas clandestinas, fora de qualquer controlo das entidades oficiais.
    Mas o “mainstream” da mídia não fala disto… e, alguém que fale – ainda que factualmente – sobre o assunto é logo rotulado de racista xenófobo. Criam-se as condições perfeitas para o ódio religioso…
    Profecias a cumprirem-se!

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