Quem são os “Filhos de Deus” mencionados em Gênesis 6:2?


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Não são poucos os que afirmam que a expressão “filhos de Deus” mencionada em Gênesis 6:2 não se refere aos anjos. Estes dizem que esta expressão “ocorre em diversos contextos nas escrituras… e não se referem somente a anjos”. Esta explicação dada por muitos é errada. A expressão empregada no texto hebraico em Gênesis 6:2 é usada de forma limitada e sempre se refere aos anjos. Os que ousam avaliar este assunto não raro estão tentando diluir o correto entendimento de Gênesis 6:2! Por exemplo, certo site de “apologética” diz:

“As ocorrências de bene elohim com referência a homens que têm um relacionamento de aliança com Deus são tão numerosas no AT quanto aquelas que se referem a anjos (cf. Dt 14.1; 32.5; Sl 73.15; Os 1.10 — e, cremos, Gn 6.2 também)”

Ao examinarmos cada um dos textos mencionados por estes pesquisadores descuidados, observaremos que não empregam a mesma expressão usada em Gênesis 6:2, a saber  בְנֵי-הָאֱלֹהִים  benéh HaElohim, literalmente “filhos do Deus”. O autor destas palavras cita Deuteronômio 14:1, mas a expressão empregada não é a mesma.

“Filhos do.” Hebr.: benéh     “Do [verdadeiro] Deus.” Hebr.: ha·’Elo·hím, com o artigo definido ha, “o”, precedendo ao título ’Elo·hím. Por outro lado observe a diferença:

Deut. 14:1

בָּנִים אַתֶּם, לַיהוָה אֱלֹהֵיכֶם

Banim ´Atem LaYehováh ´Elohekhem

A frase hebraica empregada em Gênesis 6:2 é mais corretamente vertida com um sentido articulado ( “filhos do Deus”) e não genitiva (” filhos de Deus”).

Uma coisa que eu ouvi a vida inteira no meio das Testemunhas de Jeová, é que esta expressão é usada nas Escrituras Sagradas somente com referência a anjos. Anos depois constatei isso com meus próprios olhos lendo o Texto Massorético Hebraico. Não podemos acreditar cegamente no que os homens dizem. Temos que averiguar com atenção o que a Bíblia diz. E foi o que fiz, somente para confirmar pela milésima vez, que as TJ estavam certas.

 

A Obra Estudo Perspicaz das Escrituras de três volumes explica debaixo do tema Nefilins:

Quem eram os ‘filhos de Deus’ que geraram os nefilins?

Quem eram “os filhos do verdadeiro Deus” envolvidos nisso? Eram eles homens que adoravam a Jeová (diferentes da humanidade iníqua em geral), conforme alguns afirmam? Evidentemente que não. A Bíblia dá a entender que o casamento deles com as filhas dos homens resultou em atiçar a maldade na terra. Noé e seus três filhos, junto com as respectivas esposas, eram os únicos no favor de Deus e foram os únicos preservados através do Dilúvio. — Gên 6:9; 8:15, 16; 1Pe 3:20.

Considere o seguinte, se estes “filhos do verdadeiro Deus” eram apenas homens, surge a pergunta: Por que eram seus descendentes “homens de fama” mais do que aqueles dos iníquos, ou do fiel Noé? Também se poderia fazer a pergunta: Por que mencionar seu casamento com as filhas dos homens como algo especial? Casamentos e ter filhos já ocorriam por mais de 1.500 anos.

Portanto, os filhos de Deus, mencionados em Gênesis 6:2, devem ter sido anjos, espirituais “filhos de Deus”. Esta expressão é aplicada aos anjos em Jó 1:6; 38:7. Este conceito é apoiado por Pedro, que fala dos “espíritos em prisão, os quais outrora tinham sido desobedientes, quando a paciência de Deus esperava nos dias de Noé”. (1Pe 3:19, 20) Judas também escreve sobre “os anjos que não conservaram a sua posição original, mas abandonaram a sua própria moradia correta”. (Ju 6) Os anjos tinham o poder de se materializar em forma humana, e alguns anjos fizeram isso para trazer mensagens de Deus. (Gên 18:1, 2, 8, 20-22; 19:1-11; Jos 5:13-15) Mas o céu é a moradia correta das pessoas espirituais, e os anjos ali têm posições de serviço sob Jeová. (Da 7:9, 10) Abandonarem esta moradia para morar na terra e deixarem seu serviço designado para ter relações carnais equivalia a uma rebelião contra as leis de Deus, e era perversão.

A Bíblia declara que os anjos desobedientes são agora “espíritos em prisão”, tendo sido ‘lançados no Tártaro’ e ‘reservados com laços sempiternos, em profunda escuridão, para o julgamento do grande dia’. Isto parece indicar que se encontram grandemente restritos, incapazes de novamente se materializar assim como fizeram antes do Dilúvio. — 1Pe 3:19;  2Pe 2:4; Ju 6.

John F. MacArthur, um dos mais influentes pastores evangélicos nos anos 70 e 80 e autor de mais de 150 livros, acredita que “os filhos de Deus” em Gênesis 6:2 se referia a  anjos que coabitaram com as filhas dos homens:

“Os filhos de Deus, identificados em outro lugar, quase que exclusivamente como anjos (jó 1.6;2.1;38.7), viram e tomaram esposas da raça humana. Isso gerou uma união sobrenatural que violava a ordem dada por Deus a respeito do casamento e da procriação (Gn. 2.24)(…) a passagem coloca forte ênfase no contraste entre e angélico versus humano. O NT coloca esse relato na sequencia com outros acontecimentos de Gênesis e identifica-o como envolvendo anjos caídos que habitavam em sere humanos (2 Pe. 2.4; jd. 6). A passagem de Mateus não nega, necessariamente, a possibilidade de os anjos serem capazes de procriar, mas diz apenas que eles não se casam. Para procriarem fisicamente eles teriam que possuir um corpo humano masculino”. 

Norman Geisler, porém, deu a seguinte explicação:

“Alguns eruditos bíblicos creem que a expressão “filhos de Deus” seja uma referência à linhagem piedosa de Sete (através da qual viria o redentor – Gn 4:26), que se entremeou com a linha ímpia de Caim. Eles alegam que: (a) isso se coaduna com o contexto imediato; (b) evita todo o problema decorrente da interpretação de que eram anjos; (c) está de acordo com o fato de que os seres humanos também são mencionados no AT como “filhos” de Deus (Is 43:6). Outros estudiosos acreditam que “filhos de Deus” seja uma referência a grandes homens, a “varões de renome na antiguidade”. Apontam para o fato de que o texto refere-se a “gigantes” e “valentes” (v. 4). Ainda, isso evita o problema de os anjos (espíritos) coabitarem com seres humanos. Outros ainda combinam estas interpretações e especulam que os “filhos de Deus” eram anjos que “não guardaram o seu estado original” (Jd 6) e que na realidade possuíram seres humanos, levando-os a um cruzamento com “as filhas dos homens”, produzindo assim uma raça superior, cuja semente foram os “gigantes” e os “varões de renome”. Esta posição parece explicar todos os pontos, exceto o problema insuperável de os anjos, não tendo corpos (Hb 1:14) e sendo assexuados, coabitarem com seres humanos.”

Observei um erro nesta explicação. Isaías 43:6 não emprega a expressão “filhos do [Verdadeiro] Deus”( beneh HaElohim) mas “meus filhos” ( בָנַי Banai). Ademais a explicação de que “os filhos de Deus eram anjos”  não é uma especulação. Especulação é uma suposição acerca de alguma coisa, sem comprovação ou sem fundamentos empíricos. Na verdade, se deixarmos o preconceito de lado e usarmos de observação por comparar Gênesis 6 com Judas 6 a conclusão é clara ou evidente.

Gleason Archer, ( comente um erro ao usar a expressão hebraica que não é exatamente a que ocorre no texto massorético) na sua Enciclopédia de temas Bíblicos, diz que os filhos de Deus, se referem a linhagem piedosa de Sete, que se relacionou com a linhagem impiedosa de Caim. Ele diz:

“O termo “filhos de Deus” (bene elohim) é empregado no AT para anjos ou homens, verdadeiros crentes, compromissados totalmente com a obra de Deus. Entre as passagens que se referem a anjos como bene elohim estão Jó 1.6; 2.1; 38.7; Salmos 29.1; 89.6 (89.7 no Texto Massorético).

O Targum verte Jó 1:6 por “Tropa de Anjos” e o Códice Alexandrino verte o texto com o uso do substantivo plural “aggeloi” (anjos) na tradução da expressão bene há’elohim (Filhos do[verdadeiro] Deus) como pode ver abaixo:

καὶ ὡς ἐγένετο ἡ ἡμέρα αὕτη καὶ ἰδοὺ ἦλθον οἱ ἄγγελοι τοῦ θεοῦ παραστῆναι ἐνώπιον τοῦ κυρίου καὶ ὁ διάβολος ἦλθεν μετ᾽ αὐτῶν

Isto indica que os judeus da antiguidade em suas versões do hebraico para o grego entendiam que a expressão empregada em Jó 1:6 se refere a anjos. A mesma expressão empregada em Gênesis 6! Muitos pesquisadores dizem que ‘alguns entendem que eram anjos, outros entendem que não’, daí concluem:

Não importa a interpretação adotada, o ponto parece ser o mesmo: o pecado agora está transpondo fronteiras espirituais (sejam celestiais, sejam terrestres).” David Merkh

Contudo, o texto da Bíblia deixa clara qual é a interpretação correta!  Ao lermos Gênesis 6, vemos que os “filhos do [verdadeiro] Deus” tiveram relações com as mulheres, algo que já acontecia a muito tempo, então o texto não estava falando de humanos. Também estes relacionamentos aumentaram a violência na terra, algo que indica que não eram simples acasalamentos ou uniões familiares. Jó 1:6 usa a mesma expressão empregada em Gênesis 6:2 com referência a anjos. E Judas 6,7 fecha claramente o entendimento ao dizer que as pessoas de Sodoma e Gomorra “igual a estes” ou de forma “semelhante a estes, ( a saber: os anjos) , fornicaram” (ὅμοιον τρόπον τούτοις ἐκπορνεύσασαι). Aqui está a chave para resolver este enigma. Muitos tradutores da Cristandade fazem questão de sequer traduzir o adjetivo que aparece aqui no texto grego, (homoion ὅμοιον) obscurecendo o entendimento correto.

Na verdade os anjos são citados diretamente neste texto de Judas, como tendo cometido imoralidade sexual “igual” ou “semelhante” ( homoion) aos habitantes de Sodoma e Gomorra. Este versículo inspirado já elimina dúvidas. E quando adicionamos ao quebra cabeça os outros textos, o assunto fica mais do que evidente. Não é uma questão de se ficar com dúvidas teológicas. Alguns teólogos não dão o braço a torcer, pois entendem que este é um entendimento “dos Testemunhas de Jeová” ou de “judeus”. Puro preconceito e birra teológica! O amor ao texto da Bíblia e ao que ela diz deveria ser decisivo e não a defesa da doutrina da Igreja a qual a pessoa pertence. Muitos pastores e teólogos de destaque amarelam rejeitando o que a Bíblia realmente diz. Há alguns que não possuem capacidade para entender algo tão simples, são limitados mesmo! Mas acredito que a maioria não quer aceitar o que seus olhos observam no texto. Preferem tornar incólume a tradição e doutrina particular de suas Igrejas.

 

Rebatendo o questionamento de que “Viola a Lei Natural Estabelecida por Deus”

Alguns se recusam a aceitar o entendimento de que os “filhos do [Verdadeiro] Deus” eram anjos. Alegam que “se um anjo caído tem poder reprodutor, a lei da natureza ainda impediria que o fruto desse relacionamento misto fosse reprodutor”. A despeito de sua intenção, este argumento não refuta a clara declaração de que “igual” ou “semelhante” à Sodoma, estes  anjos “cometeram imoralidade sexual”. Judas 6,7. O resultado destas relações não refutam que houve de fato tais relações!

Certo site afirma a impossibilidade de anjos cruzarem com humanos e afirma:

“Não há nada no relato da criação que aceite a ideia de uma geração mista entre entidades de diferentes espécies.” Claro que não há, afinal, a Bíblia não é um manual detalhado de biologia. Não há nada no relato da criação que aceite a ideia de um homem ter relações sexuais com outro homem, não é mesmo? Isso é um desvio ou perversão do modelo estabelecido por Deus. Mas isto acontece! É justamente por causa da perversão sexual deliberada,  do que foi originalmente intencionado, que estes anjos foram condenados a punição judicial da destruição eterna.

A respeito da Terminologia referente aos anjos, “mal’ak”.

Moisés em seus escritos emprega a palavra “mal’ak” ao se referir a anjos. Significa isso que a expressão empregada em Gênesis 6:2  e Jó 1:6 não se refere a anjos? Quem defende a ideia de que “se não foi empregada a palavra “mal’ak”, então não eram anjos”, comete a falácia da falsa dicotomia. Neste entendimento ou  Moisés usa “mal’ak” ou então não é um anjo. Mas o fato é que a frase hebraica “filhos do [Verdadeiro] Deus” também se refere a anjos e é assim reconhecida pela maioria dos Comentários da Bíblia. ( Veja Benson Commentary Jó 1:6; Também Cambridge Bible for Schools and Colleges; Ellicott’s Commentary for English Readers ; Pulpit CommentaryBarnes’ Notes on the BibleJamieson-Fausset-Brown Bible Commentary; Gill’s Exposition of the Entire Bible; Geneva Study Bible ) Esta falsa dicotomia é um argumento enganoso que exige um pouco mais de estudo de sua parte a fim de não ser enganado. Engana os que não se aprofundaram. Imagine um exemplo de como este argumento é fraco. Já pensou em um homem viajando por todo o Brasil e sempre pegando “ônibus”, mas de repente ele chega em uma cidade onde as pessoa não falam “ônibus” mas sim “coletivo”. Deveria alguém defender a ideia de que para se referir a um ônibus, emprega-se sempre e “somente” a palavra “ônibus”? Este tipo de argumento é apenas para detrair a atenção. Não tem força alguma. Muito embora em Jó 1:6 a vasta maioria dos comentários da Bíblia reconheçam que a expressão hebraica é empregada com referência a anjos, ainda assim negam o mesmo entendimento a Gênesis 6:2 onde se emprega a mesma expressão em hebraico!

“Não se casam nem são dados em casamento” O que significa? 

Jesus certa vez afirmou em Lucas 20:35:

35  mas os que são considerados dignos de ganhar aquele sistema de coisas e a ressurreição dentre os mortos não se casam nem são dados em casamento. 36  De fato, eles nem podem mais morrer, porque são como os anjos, e são filhos de Deus por serem filhos da ressurreição.”

Jesus estava dizendo que os anjos são assexuados, não são unidos em pares de “macho e fêmea”, assim como se dá com os seres humanos. Se alguém perguntasse a Cristo sobre os anjos, se estes comem alimento físico, é óbvio que ele diria que estes não se alimentam fisicamente. Mas isto não quer dizer que isto não aconteceria jamais. De fato, os anjos materializados que vieram à terra assumindo corpos carnais se alimentaram e diferentes ocasiões mencionadas nas Escrituras. ( Gên. 18:1-5; 19:1-3 ) De forma similar, anjos não se casam nem são dados em casamento, mas isso não significa que não tenha acontecido uniões sexuais. A Bíblia diz que anjos são “espíritos”, pois lemos  “Não são todos eles espíritos para serviço público, enviados para ministrar aos que hão de herdar a salvação?” — HEB. 1:14.

Eu não poderia usar este texto para dizer que anjos jamais assumiram corpos carnais. De forma similar eu não posso usar o texto de Lucas 20 para afirmar que estes mesmos anjos jamais tiveram relações sexuais com mulheres.

Portanto ao fazermos como que uma viagem para uns 4.500 anos no passado, para cerca de 2.500 AEC, a Bíblia nos diz que rebeldes filhos espirituais de Deus se materializaram em forma humana e “foram tomar para si esposas”. Este cruzamento desnatural produziu os violentos nefilins, “os poderosos da antiguidade, os homens de fama”.  Os nefilins devem ter causado muito medo nas pessoas. A palavra “nefilins” significa “derrubadores”, os que fazem outros cair. . De fato, os humanos adotaram os modos violentos e depravados desses anjos materializados recém-chegados. Os nefilins eram a descendência híbrida das relações ilícitas entre mulheres e anjos renegados materializados. — 1 Pedro 3:19, 20.

É provável que antigos mitos e lendas reflitam o comportamento violento desses assassinos. A sua conduta anárquica afetou o mundo pré-diluviano a ponto de Jeová dizer: “‘Vou obliterar da superfície do solo os homens que criei . . . porque deveras deploro tê-los feito.’ Mas Noé achou favor aos olhos de Jeová.” O relato apresenta em seguida as medidas específicas e práticas que Noé tinha de tomar para salvar do Dilúvio a si mesmo, bem como a sua família e uma variedade de espécies animais. — Gênesis 6:1-8, 13-8:22; 1 Pedro 3:19, 20; 2 Pedro 2:4; Judas 6.  Após o grande dilúvio os anjos materializados, porém, perderam seus corpos carnais e retornaram desmoralizados ao domínio espiritual. Como demônios, numa condição rebaixada, continuaram a se opor a Deus e à sua família justa de anjos leais. Tudo indica que, desse tempo em diante, Jeová proibiu esses espíritos maus de se materializarem. (Judas 6) No entanto, eles ainda exercem uma influência poderosa nos assuntos humanos.

Ocasionalmente, anjos definitivamente materializaram corpos humanos, até mesmo comendo e bebendo com homens. (Gên 18:1-22; 19:1-3 ) A declaração de Jesus, quanto a homens e mulheres ressuscitados não se casarem, nem serem dados em casamento, mas serem como os “anjos no céu”, mostra que não existe casamento entre tais criaturas celestiais e indica também não haver entre elas a distinção de sexo. (Mt 22:30) Mas isto não quer dizer que essas criaturas angélicas não podiam materializar formas humanas e entrar em relações conjugais com mulheres humanas. Deve-se notar que a referência de Judas a anjos não conservarem sua posição original e a abandonarem sua “própria moradia correta” (referindo-se aqui certamente a abandonarem o domínio espiritual) é logo seguida pela declaração: “Assim também Sodoma e Gomorra, e a cidades em volta delas, as quais, da mesma maneira como os precedentes, tendo cometido imoralidade sexual de modo excessivo e tendo ido após a carne para uso desnatural, são postas diante de nós como exemplo de aviso.” (Ju 6, 7) De modo que o peso conjunto da evidência bíblica indica um desvio de anjos, a realização de atos contrários à sua natureza espiritual, ocorrendo nos dias de Noé. Portanto, não parece haver razão válida para se duvidar que os ‘filhos de Deus’, de Gênesis 6:2-4, eram filhos angélicos.

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Comentários

  • Franz sommerfeld  On 18 de janeiro de 2017 at 22:46

    Só questiona quem não aceita a verdade; ou não conhece as escrituras; ou é burrinho mesmo!…
    Como sempre inquestionável.
    Obrigado

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  • edson oliveira  On 19 de janeiro de 2017 at 14:51

    Boa Tarde.

    Primeiro gostaria de agradecê-lo pelos excelentes artigos, posso dizer que me ajudam muito sempre os leio e estudo .

    O Senhor teria alguma matéria sobre os sumérios e a bíblia. Uma das alegações mais comuns no arsenal do ateísta é que o relato de Gênesis da criação, foi copiada de mitos sumérios (ou babilônicos, conforme for a variação do ateísta). Eu já pesquisei na biblioteca da torre de vigia online e na Watchtower Library mas, gostaria de mais informação.

    Agradeço desde já

    Que Jeová sempre o ajude

    ________________________________

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