Evangélicos na política


 

 

Um levantamento feito pelo site de VEJA entre os postulantes aos cargos de prefeito, vice-prefeito e vereador de todas as capitais brasileiras na eleição deste ano encontrou 250 candidatos com funções hierárquicas evangélicas. São 195 candidatos-pastores, 33 missionários, 14 bispos, sete apóstolos e um presbítero.

Confira abaixo o quadro:

Aracaju (SE)  Pastores

11

Missionários

0

Bispos

0

Apóstolos

1

Presbíteros

0

Total

12

Belo Horizonte (MG) 19 4 3 0 0 26
Belém (PA) 11 0 2 0 0 13
Boa Vista (RR) 4 1 0 0 0 5
Campo Grande (MS) 9 4 0 0 0 13
Cuiabá (MT) 1 0 0 0 0 1
Curitiba (PR) 9 1 1 0 0 11
Florianópolis (SC) 2 0 1 0 0 3
Fortaleza (CE) 7 0 1 0 0 8
Goiânia (GO) 7 3 0 0 0 10
João Pessoa (PB) 7 0 1 0 0 8
Macapá (AP) 2 1 0 0 0 3
Maceió (AL) 4 1 0 0 0 5
Manaus (AM) 14 2 1 4 0 21
Natal (RN) 3 1 1 0 0 5
Palmas (TO) 2 1 0 0 0 3
Porto Alegre (RS) 2 0 0 0 0 2
Porto Velho (RO) 9 1 0 0 0 10
Recife (PE) 13 2 0 0 0 15
Rio Branco (AC) 7 2 0 1 0 10
Rio de Janeiro (RJ) 9 1 2 0 0 12
Salvador (BA) 16 2 0 0 0 18
São Luís (MA) 4 3 1 0 0 8
São Paulo (SP) 15 1 0 0 1 17
Teresina (PI) 2 1 0 1 0 4
Vitória (ES) 6 1 0 0 0 7

 

Os cristãos devem se envolver na política?

A Igreja Batista e o Nazismo

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Comentários

  • ageu g da rosa  On 28 de agosto de 2016 at 10:36

    realmente não tem como negar, o povo de jeová é impar em todos os sentidos,
    é a luz na escuridão. não fazem parte deste mundo como seu mestre (jesus) não fez. ja mais buscou um cargo politico, e jamais indicou que esse era o caminho para seus seguidores buscar. por tanto nem um tj no mundo se envolve nisso…
    o reino que nos buscamos é aquele que vem de cima, que jamais sera arruinado:
    (Daniel 2:44) entao sou tj com muito orgulho e convicção

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  • Alexei  On 31 de agosto de 2016 at 9:30

    A Babilônia diz que é casada com Deus mas vive cometendo fornicação com os reis da terra. ‘Saí dela povo meu!”. Não é a toa que a Bíblia a chama de mãe de todas as meretrizes e de todas as prostituições.

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  • gib  On 5 de setembro de 2016 at 15:42

    Não podemos nos esquecer que também muitos judeus estiveram na política: o Rei Davi; a Rainha Ester; Daniel foi 1º Ministro em três reinados; José do Egito foi o governador judeu mais famoso fora da terra natal, o senador José de Arimatéia cuidou carinhosamente do corpo de Jesus após a morte, etc.

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  • Queruvim  On 5 de setembro de 2016 at 21:30

    Davi foi escolhido por Deus para ser Rei. No passado, Deus indicava diretamente o Rei por meio de um Profeta que pronunciava oráculos e profecias inspiradas. Era como se Deus usasse a boca dos profestas como um celular e comunicava diretamente sua vontade ao ungir um Rei. Isso não tem nada que ver com “política”. A escolha não era por votação nem por eleição, mas por unção direta sob o comando do Juiz, Legislador e Rei, Jeová Deus. O mesmo aconteceu com José do Egito. Ele foi enaltecido por Deus e usado por ele. Recebeu sonhos e orientações divinas. Deus os usava diretamente e estes eram inspirados por Deus. Atualmente ninguém tem mais tais dons e inspiração divina para escrever a Bíblia ou escrever novas leis provenientes de Deus. Terminada a escrita da Bíblia cessou dons especiais de revelação ou designações de cargos sob unção direta do espírito santo.
    Jesus deixou o modelo para “seguirmos de perto os seus passos”. 1 Pedro 2: 21 diz:

    “De fato, para isso vocês foram chamados, porque o próprio Cristo sofreu por vocês, deixando um modelo para seguirem fielmente os seus passos”

    Jesus não orientou seus seguidores a se envolverem na política partidária. Em João 6:15 lemos:

    Então Jesus, sabendo que estavam para vir pegá-lo a fim de fazê-lo rei, retirou-se novamente para o monte, sozinho.

    Jesus não pregava uma sedição contra Roma e jamais orientou seus seguidores a criarem uma resistência política. Antes, orientou-os a pregarem o “Reino de Deus”, que é um Governo real e celestial. Não é um Governo humano. Jesus deixou isso bem claro quando afrimou ao Governador romano Poncio Pilatos:

    “Meu Reino[ou Governo] não faz parte deste mundo. Se meu Reino fizesse parte deste mundo, meus assistentes teriam lutado para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas o fato é que o meu Reino não é daqui.” João 18:36

    A igreja evangélica não entende este assunto e está envolvida até o pescoço com política partidária e corrupção. Isso não se da por falta de aviso.

    Ademais, Satanás é o governante deste Mundo aqui embaixo. Sim, os governos humanos estão sob seu controle e forte influência. Ele está manipulando o sistema. Participar da política é fazer parte do mundo de Satanás. VEJA>>>>João 17:16 e João 14:30.

    Jesus disse ali neste último texto:

    “Já não falarei muito mais com vocês, pois o governante do mundo está chegando, e ele não tem nenhum poder sobre mim. “

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  • Queruvim  On 5 de setembro de 2016 at 21:47

    Por que Jesus decidiu ser neutro?

    A neutralidade de Jesus na política deste mundo estava bem alicerçada em princípios bíblicos. Vejamos dois deles.

    “Homem tem dominado homem para seu prejuízo.” (Eclesiastes 8:9) É assim que a Bíblia resume a história dos governos humanos. Lembre-se que Jesus já existia no céu muito antes de vir à Terra. (João 17:5) Por isso ele sabia que o homem, por mais bem-intencionado que seja, não é capaz de cuidar das necessidades de bilhões de pessoas, nem foi criado para isso. (Jeremias 10:23) Jesus sabia que a solução dos problemas da humanidade não está nos governos humanos, e sim em outra fonte.

    “O mundo inteiro jaz no poder do iníquo.” (1 João 5:19) Você fica admirado com essa declaração? Muitos ficam. Talvez porque pensam nas pessoas sinceras que se envolvem na política para fazer do mundo um lugar melhor e mais seguro. Mas mesmo os governantes mais sinceros, por mais que tentem, não conseguem anular a influência daquele que Jesus chamou de “o governante deste mundo”. (João 12:31; 14:30) É por isso que Jesus disse a certo político: “Meu reino não faz parte deste mundo.” (João 18:36) Jesus era o futuro Rei do governo celestial de Deus. Se ele tivesse se envolvido na política, teria comprometido sua lealdade ao governo de seu Pai.

    Então, será que Jesus ensinou que seus seguidores não têm nenhuma obrigação com os governos na Terra? Pelo contrário. Ele os ensinou a ter o equilíbrio correto entre suas responsabilidades com Deus e suas obrigações com o governo. FONTEJW.ORG

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  • Queruvim  On 5 de setembro de 2016 at 21:53

    Os cristãos do primeiro século se envolviam na política?

    ▪ Antes de ascender ao céu, Jesus deu a seus discípulos instruções claras sobre como cumprir seu ministério, mas não deu nenhum conselho relacionado à política…CONTINUE A LEITURA>>> fonte>>
    http://wol.jw.org/pt/wol/d/r5/lp-t/2012329?q=pol%C3%ADtica&p=par

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  • gib  On 6 de setembro de 2016 at 16:14

    Pergunta: as testemunhas de jeová podem votar em algum candidato? Se não podem votar em qualquer candidato (em qualquer hipótese), então, seu texto está corretíssimo. Se podem votar, então, essa neutralidade das testemunhas de jeová em relação a política já foi por água abaixo.

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  • odirlei gimene santiago  On 6 de setembro de 2016 at 17:43

    Não podemos nos esquecer que também muitos judeus estiveram na política: o Rei Davi; a Rainha Ester; Daniel foi 1º Ministro em três reinados; José do Egito foi o governador judeu mais famoso fora da terra natal, o senador José de Arimatéia cuidou carinhosamente do corpo de Jesus após a morte, etc….

    e não podemos esquecer de um detalhe: todos estes mencionados NÃO ERAM CRISTÃOS. a ordem é para os CRISTÃOS não se envolverem com políticas governamentais. Cristo considera adúlteros espirituais quem o trai com a política do mundo. estes personagens bíblicos citados tiveram sim um papel dentro de um propósito divino adequado a época deles. na nossa época cristã, a ordem é pregar o reino de Deus como única esperança para a humanidade e não algum ideal político. se quiserem se envolver com a política, vão em frente. afinal, é necessário existir o falso cristão para que o verdadeiro fique em evidência

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  • Defensor da Verdade!  On 6 de setembro de 2016 at 18:00

    Sem falar que, a designação de Reis por parte de Jeová no passado, era para dar continuidade à seu propósito. NÃO É O QUE OCORRE HOJE!

    Também, não vemos os Apóstolos e os demais Cristãos primitivos, se envolvendo na política da época deles. Tanto eles quanto Jesus, sabiam que teriam uma “política maior” no céu, portanto, não tinha qualquer motivos para se infiltrarem em políticas humanas, eles tinham outra coisa em mente, muito maior e melhor. Assim são as Testemunhas de Yehwáh hoje, se sujeitam a algo maior e melhor, o Reino celestial, que por sinal, é perfeito e único e não imperfeito!

    Outro motivo, é que, Satanás sendo aquele que dirige e dá autoridades a esta política atual, não seria lógico se misturar com ela, pois seria como estar deixando Satanás ter autoridade sobre nós e sabemos que a maior autoridade sobre um Cristão é DEUS!

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  • Davi  On 9 de setembro de 2016 at 10:36

    Gib bom dia,

    Resposta a sua pergunta é não, nós em nenhum momento votamos em algum candidato.
    É digno de nota, que desde de que as Testemunhas de Jeová seguiram o Mandamento de Jesus em João 17:16, nós se mantemos neutro em todos os assuntos políticos e militares deste mundo.

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  • Alexandre  On 10 de setembro de 2016 at 20:10

    Mas e aquele texto que diz para orarmos pelos nossos governantes.
    1 Timóteo 1, 2
    E Romanos 13: 1, 2 que diz que toda autoridade é constituída por Deus.
    Gostaria de entender essas passagens.

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  • Queruvim  On 13 de setembro de 2016 at 10:41

    O objetivo de orar no caso referido em 1 Timóteo 2:1 é claramente expresso no texto:

    1 Timóteo 2:1-15

    2 Exorto, portanto, em primeiro lugar, a que se façam súplicas, orações, intercessões [e] se deem agradecimentos com respeito a toda sorte de homens, 2 com respeito a reis e a todos os em altos postos, a fim de que continuemos a levar uma vida calma e sossegada, com plena devoção piedosa e seriedade.”

    Portanto a oração é para que estes Governantes não impeçam o cristão de pregar livremente e realizar a obra para a qual foi comissionado por Cristo em Mateus 28:19,20. Não se diz que se ore para a prosperidade ou propósitos de tais Governantes. Não deixe de considerar o que realmente acontecerá com tais Governos conforme Daniel 2:44.

    O apóstolo Paulo escreveu em Romanos 13:1: “Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores, pois não há autoridade exceto por Deus.” Quem são as “autoridades superiores”? As palavras de Paulo nos versículos seguintes mostram que se trata de autoridades governamentais humanas. (Romanos 13:1-7; Tito 3:1) Jeová não deu origem às autoridades governamentais humanas, mas elas existem porque ele permite. Por isso, Paulo pôde escrever: “As autoridades existentes acham-se colocadas por Deus nas suas posições relativas.” O que isso indica sobre a autoridade terrena? Que está subordinada, ou é inferior, à autoridade de Deus. (João 19:10, 11) Portanto, quando há um conflito entre a lei do homem e a lei de Deus, os cristãos têm de guiar-se por sua consciência, que é treinada pela Bíblia. Têm de “obedecer a Deus como governante antes que aos homens”. — Atos 5:29.

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  • Pragal TNM  On 19 de setembro de 2016 at 10:42

    http://www1.folha.uol.com.br/poder/eleicoes-2016/2016/09/1814577-evangelicos-buscam-atuacao-politica-mais-coesa-com-campanha.shtml

    Evangélicos buscam atuação política mais coesa com campanha
    22

    19/09/2016 02h00
    Líderes evangélicos planejam usar as eleições municipais deste ano para consolidar sua força política no país.

    Pela primeira vez em disputas eleitorais, há uma organização de caráter nacional dando sustentação a candidaturas protestantes, pentecostais e neopentecostais.

    A Concepab (Confederação dos Conselhos de Pastores do Brasil), instituição que desde 2009 reúne pastores de diferentes denominações, tem acompanhando de perto ao menos 100 candidatos a prefeito, vice-prefeito e vereador em todo o país -grande parte é ligada à Igreja Universal e à Assembleia de Deus.

    Gustavo Serebrenick/Brazil Photo Press/Folhapress)
    O senador Marcelo Crivella, candidato a prefeito no Rio
    O senador Marcelo Crivella, candidato a prefeito no Rio
    O objetivo é conseguir eleger no mínimo 60% desses candidatos. Na avaliação da entidade, isso garantiria representação com peso suficiente para que, a partir de 2017, os políticos evangélicos passassem a trabalhar de maneira mais coesa, reivindicando as mesmas pautas em suas cidades, independentemente dos partidos e das igrejas às quais são vinculados.

    “Por toda essa articulação que estamos fazendo, buscando o diálogo além de partidos e denominações, acreditamos que essas eleições serão um passo importante na conquista da representação político-partidária dos evangélicos”, disse o bispo Robson Rodovalho, fundador da igreja Sara Nossa Terra e presidente da Concepab.

    Embora ninguém admita isso em público, os líderes que comandam a articulação também querem com isso reduzir a influência exercida pelo bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal.

    Grande parte das candidaturas apoiadas por essa organização nacional é do PRB, partido ligado à Universal. Das 52 candidaturas a prefeito acompanhadas de perto pela direção nacional da Concepab, 43 são do PRB.
    A principal é a do senador Marcelo Crivella (PRB), sobrinho de Edir Macedo e o líder das pesquisas na disputa pela prefeitura do Rio. Segundo o Datafolha, Crivella tem 29% das intenções de voto.

    Segundo os dados compilados pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), até agora a candidatura de Crivella foi integralmente bancada com recursos que o PRB recebe do fundo partidário, que é financiado pelo Orçamento da União. Até a segunda-feira passada (12), a campanha registrou o repasse de R$ 1,9 milhão dos cofres do partido.

    Andre Borges/Folhapress
    O bispo Rodovalho, da igreja Sara Nossa Terra
    O bispo Rodovalho, da igreja Sara Nossa Terra
    CAPITAIS

    Mesmo atuando para que a articulação dos candidatos evangélicos seja suprapartidária, o bispo Rodovalho diz que o PRB concentra a maioria dos candidatos às eleições municipais por ser um partido “mais estruturado para um trabalho de alcance nacional neste momento”.

    Ele ressalta, no entanto, que a intenção é fortalecer o segmento evangélico, independentemente dos partidos que abriguem esses candidatos. Em Macapá, capital do Amapá, por exemplo, a confederação de pastores apoia dois candidatos a prefeito: Clécio Luís (Rede) e Aline Gurgel (PRB).

    Além do Rio e de Macapá, outras 12 capitais do país estão na mira dos evangélicos. Maceió (AL), Manaus (AM), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), São Luís (MA), Campo Grande (MS), João Pessoa (PB), Porto Velho (RO), Boa Vista (RR), Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC) e Aracaju (SE).

    Candidato do PRB à Prefeitura de São Paulo, Celso Russomanno, que ao lado de Crivella é uma das principais apostas do partido no país, não está na lista da confederação de pastores. Na relação só entram aqueles que são declaradamente evangélicos e têm atuação em suas igrejas.

    Russomanno, que viu sua vantagem na corrida paulistana encolher nas últimas semanas, é católico e também não conta com a simpatia do bispo Robson Rodovalho.

    Na capital paulista, Rodovalho decidiu que a Concepab não vai se posicionar no primeiro turno. Em 2012, o bispo foi um dos signatários de uma carta de apoio ao petista Fernando Haddad, que venceu o tucano José Serra no segundo turno da eleição.

    Além de todos serem evangélicos, os candidatos carregam bandeiras e propostas comuns. “A pauta da defesa da família tradicional e da vida está presente em todas as campanhas”, diz o bispo Robson Rodovalho, referindo-se a posições contrárias ao casamento gay e ao aborto.

    O grupo de candidatos evangélicos também atua alinhado com o movimento Escola Sem Partido, defensor de projeto de lei que visa restringir a manifestação de opiniões de natureza política por professores em sala de aula.

    *

    IGREJA NA URNA
    Confira alguns dos candidatos evangélicos a prefeito nas capitais

    João Henrique Caldas (PSB)
    Maceió (AL)
    sem denominação especificada

    Silas Câmara (PRB)
    Manaus (AM)
    Assembleia de Deus

    Clécio Luís (Rede)
    Macapá (AP)
    sem denominação especificada

    Aline Gurgel (PRB)
    Macapá (AP)
    Universal

    Ronaldo Martins (PRB)
    Fortaleza (CE)
    Universal

    Íris Rezende (PMDB)
    Goiânia (GO)
    sem denominação especificada

    Vanderlan Cardoso (PSB)
    Goiânia (GO)
    Sem denominação especificada

    Enivaldo Holanda Júnior (PDT)
    São Luis (MA)
    Sem denominação especificada

    Rose Modesto (PSDB)
    Campo Grande (MS)
    Sem denominação especificada

    Luciana Cartaxo (PSD)
    João Pessoa (PB)
    Sem denominação especificada

    Marcelo Crivella (PRB)
    Rio de Janeiro (RJ)
    Universal

    Alex (PRB)
    Boa Vista (RR)
    sem denominação especificada

    Sebastião Mello (PMDB)
    Porto Alegre (RS)
    Sem denominação especificada

    Gean Loureiro (PMDB)
    Florianópolis (SC)
    Sem denominação especificada

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