Qual é a origem da religião, o seu ponto de partida?


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A The New Encyclopœdia Britannica (Nova Enciclopédia Britânica) diz que “até onde os peritos conseguiram descobrir, jamais existiu um povo, em qualquer parte, em qualquer tempo, que não fosse de algum modo religioso”.

Eva é mencionada como dizendo “produzi um homem com a ajuda de Jeová”. Ou seja, ela sabia da correta adoração do Criador Jeová, e empregou o Nome de Deus conforme registrado em Gênesis 4:1. Portanto, a adoração de Jeová é a mais antiga forma de religião que se sabe.  O texto original e os mais antigos textos da Bíblia, destacam o Nome Jeová nesta passagem. Padres, pastores e outros que professam o cristianismo simplesmente removeram o Nome de Deus de milhares de passagem das Escrituras e o substituiu pelo pronome “SENHOR” ou pela palavra “Deus” que não é a mesma coisa.  Portanto, este artigo não está sendo tendenciosos ou algo assim, mas está sendo verdadeiro, objetivo e revelador. A Bíblia, ao alistar uma longa linhagem de homens fiéis da antiguidade começando com Abel, os chama de “tão grande nuvem de testemunhas”. (Hebreus 11:4;12:1) Pessoas de destaque, tais como Noé, Abraão, Isaque, Jacó, José, Moisés e Davi, estão alistadas  como testemunhas de Jeová. Mais de 2.700 anos atrás, os servos do único Deus verdadeiro foram chamados pelo próprio Deus de suas “testemunhas”.  ( leia Isaías 43:10)

Gên. 10:8-10: “Ninrode . . . apresentou-se como poderoso caçador em oposição a Jeová. . . . E o princípio do seu reino veio a ser Babel [conhecida mais tarde como Babilônia].”

Todavia, como grupos religiosos, diversas religiões foram surgindo com o passar de tempo e tiveram sua origem na antiga Babilônia, mais especificamente na torre de Babel. O chamado “Velho Testamento” da Bíblia é de data anterior à de todos os outros livros religiosos do mundo. Cuidado com a afirmação de alguns ao falarem sobre este assunto.

“O Egito, a Pérsia e a Grécia sentiram a influência da religião babilônica . . . A forte mistura de elementos semíticos, tanto na primitiva mitologia grega como nos cultos gregos, é agora tão geralmente admitida pelos eruditos, que dispensa comentário adicional. Tais elementos semíticos são em grande parte mais especificamente babilônicos.” — The Religion of Babylonia and Assyria (Boston, EUA, 1898), M. Jastrow, Jr., pp. 699, 700.

Seus deuses: Havia tríades de deuses, e entre as suas divindades havia representantes de várias forças da natureza e algumas que exerciam influência especial em certas atividades da humanidade. (Babylonian and Assyrian Religion, Norman, Okla., EUA; 1963, de S. H. Hooke, pp. 14-40)

“A trindade platônica, em si meramente um rearranjo de trindades mais antigas, datando de povos mais primitivos, parece ser a trindade filosófica racional de atributos que deram origem às três hipóstases, ou pessoas divinas, ensinadas pelas igrejas cristãs. . . . O conceito deste filósofo grego [Platão] da trindade divina . . . pode ser encontrado em todas as antigas religiões [pagãs].” — Nouveau Dictionnaire Universel (Paris, 1865-1870), editado por M. Lachâtre, Vol. 2, p. 1467.

O uso de imagens: “[Na religião mesopotâmica] a imagem desempenhava um papel central no culto, bem como na adoração privativa, conforme indica a ampla distribuição de réplicas vulgares de tais imagens. Fundamentalmente, a deidade era considerada presente na sua imagem se demonstrasse certas características e parafernália específicas e fosse cuidada de modo apropriado.” — Ancient Mesopotamia — Portrait of a Dead Civilization (Chicago, EUA, 1964), de A. L. Oppenheim, p. 184.

Crença a respeito dos mortos: “Nem o povo nem os líderes do pensamento religioso [em Babilônia] jamais encararam a possibilidade de aniquilamento total daquilo que uma vez veio a existir. A morte era uma passagem para outra espécie de vida.” — The Religion of Babylonia and Assyria, p. 556.

A posição do sacerdócio: “A distinção entre sacerdote e leigo é característica desta religião [babilônica].” — Encyclopædia Britannica(1948), Vol. 2, p. 861.

A prática da astrologia, adivinhação, magia e feitiçaria: O historiador A. H. Sayce escreve: “[Na] religião da antiga Babilônia . . . todo objeto e a força da natureza tinham alegadamente seu zi, ou espírito, que podia ser controlado pelos exorcismos mágicos do Xamã, ou sacerdote-feiticeiro.” (The History of Nations, Nova Iorque, 1928, Vol. I, p. 96)

“Os caldeus [babilônios] fizeram grande progresso no estudo da astronomia no esforço de descobrir o futuro nas estrelas. Esta arte nós chamamos de ‘astrologia’.” — The Dawn of Civilization and Life in the Ancient East (Chicago, EUA, 1938), R. M. Engberg, p. 230.

 

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Comentários

  • Jones Kecio  On 5 de agosto de 2016 at 19:06

    Concluí um estudo sistemático à base do livro “o homem em busca de Deus”.Sabe,eu tive um forte impacto sobre um fato que no decorrer deste estudo ficou-me esclarecido:Todas as religiões falsas podem ser determinadas apenas em um único aspecto:a imortalidade da alma.

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  • Jonatas Marinho  On 7 de agosto de 2016 at 21:54

    Pensei q era um artigo científico mas parece-me tendencioso.

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  • Queruvim  On 7 de agosto de 2016 at 22:54

    O quê no artigo especificamente, parece lhe “tendencioso”? Tendencioso é adulterar documento e remover o Nome de Deus em Gênesis 4:1 e trocar pelo pronome “Senhor”. Algo feito todo tempo pelos evangélicos e católicos em suas versões preferidas da Bíblia. Está na hora de todo religioso tradicional começar a reavaliar onde está realmente a verdade sobre Deus.

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  • Ramiro antunes  On 8 de agosto de 2016 at 10:14

    Concordo com você, Jones Kecio: a doutrina da imortalidade da alma é universal nas religiões falsas. Todas as religiões discordam umas das outras em muitíssimas coisas, mas é impressionante como TODAS (exceto as Testemunhas de Jeová) concordam entre si e são unânimes em defender essa doutrina antibíblica. Ela a principal coluna de sustentação das crenças de quase TODAS as religiões.

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  • Jones Kecio  On 9 de agosto de 2016 at 12:35

    Tendencioso?Esse site defende a Bíblia com raciocínio lógico e evidências claras,esse é seu principal foco.O seria tendencioso?Menciona a Bíblia?Comprová-la como superior a todos os outros livros?mostre a desonestidade do conteúdo,se houver.

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  • odirlei gimene santiago  On 9 de agosto de 2016 at 20:39

    tem quem acha que esse post não é científico…..e essas fontes é o que então? os fiéis da ciência precisam entender, que quando ela é honesta, atesta a veracidade da bíblia e atesta a existência de um criador extremamente sábio e poderoso

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  • Redfield  On 10 de agosto de 2016 at 23:46

    Enquanto lia o artigo achei algumas coisas que velem a pena ponderar.

    Parte 1

    O dono do site disse ” O chamado “Velho Testamento” da Bíblia é de data anterior à de todos os outros livros religiosos do mundo. Cuidado com a afirmação de alguns ao falarem sobre este assunto”

    Gostaria de saber no que vc se baseia para fazer tal afirmação? se for na arqueologia e datação por carbono, como explicar o fato que segundo essa ciência, a existência do homem é muito mais antiga do que os 7000 anos que a Bíblia diz ter? se a ciência concorda em algum ponto com vcs, ela é verdadeira e honesta, agora se provar algo que desmente o que acreditam, então ela é tendenciosa e mentirosa?

    ”Não é muito incomum que ouçamos o velho argumentum ad antiquitatem, ao dizer que a bíblia é o livro mais antigo da humanidade e esse tipo de alegação de senso comum, a qual não condiz com a realidade da coisa.

    Para se ter ideia, a bíblia que conhecemos, tem como seu livro mais antigo, em escrita, o livro de Jó, porém, a data não é precisa, gira entre 1300 AEC e 800 AEC. Os demais livros do conjunto começaram a ser escritos no século VII AEC, a partri do reinado de Josias.

    Segue, abaixo, uma listagem de livros antigos (muitos de cunho religiosos/mitológico), conhecidos e reconhecidos arqueologicamente.

    Séc. XXX AEC – As Instruções de Shuruppak é um pedaço significativo da sabedoria da literatura suméria. Dedicado a ensinar a piedade adequada, inculcar a virtude, e preservar os padrões da comunidade, ele era comum em todo o antigo Oriente. As Instruções de Shuruppak contem preceitos que refletem o que, posteriormente, foi incluído nos Dez Mandamentos e outras frases que são refletidas no livro bíblico dos Provérbios.

    Séc. XXVII AEC – O Épico de Etana narra o lendário rei Etana de Kish é o tema de um épico que remonta a cerca de 2600 AEC , embora as informações sobre a história antiga acadiano permanece, infelizmente, escassos na internet. A história de sua vida gira em torno de sua devoção à deusa Ishtar (também conhecido como Inanna) e anseio doloroso para um herdeiro para o trono.

    Séc. XXV a XXIV AEC – Os textos das pirâmides, considerados pela maioria dos historiadores, arqueólogos e teólogos como os mais antigos documentos religiosos do mundo, os Textos da Pirâmide compilam inscrições encontradas em túmulos egípcios antigos, por 10 membros da família real. Os escritos que acompanham esses reis e rainhas abrangem quase 250 anos , com o mais antigo descoberto na pirâmide da Quinta Dinastia governante Unas (também referida como Unis) e que data entre 2400 e 2300 AEC .

    Séc XXV AEC – Palermo Pedra, alinhado com a V Dinastia, esta impressionante laje de basalto, esculpida fragmentada é considerada, atualmente, como uma das primeiras obras de literatura histórica do antigo Egito.

    Séc XXV AEC – A Sabedoria de Ptah-Hote, cuja data real dos rolos de papiro é disputada, alguns afirmando em 2400 AEC e outros em 2600 AEC (se não, mais velho). Não importa a realidade da data, porém, todos concordam que o livro tem origem no antigo Egito e foi escrito por vizir Ptah-Hotep na V Dinastia, a serviço do Faraó Djedkare Isesi, onde ele esboçou uma extensa série de assessorias em como viver uma vida virtuosa, pacífica, de dever cívico e uma rejeição do egoísmo e da ganância. Ele também fornece um quadro para a estrutura hierárquica egípcia, bem como um servo e mestre devem interagir uns com os outros, para além da forma como os governantes chegam ao poder através da vontade divina. Várias traduções deste antigo tomo existem, embora o mais popular é a edição de 2006, compilada pelo renomado egiptólogo francês Christian Jacq.

    Séc XXIV AEC – O Código de Urukagina, o qual é amplamente considerado como um dos primeiros tratados políticos.

    Séc XXIII AEC – Os Hinos de En-hedu-ana, ela é considerada o primeiro autor explicitamente “nomeado” na história. A suméria En-hedu-ana (também conhecida como Enheduana ou Enheduanna) trabalhou como alta sacerdotisa do serviço de Nanna, o deus da lua. Ela escreveu 42 hinos do templo, surpreendentemente eloquente para elogiar não só o seu mestre principal, mas a deusa do amor e da guerra Ishtar/Inanna e suas respectivas instituições de culto.Enquanto En-hedu-ana não criou o conceito de honrar os deuses por meio da música e da poesia, ela popularizou a prática com seu talento e ajudou os historiadores a esclarecer ainda mais sobre o conceito de tornar a religião mais pessoal e acessível às massas. A alta sacerdotisa viveu entre 2285-2250 AEC e muitos estudiosos contemporâneos utilizam-na como um ícone de empoderamento das mulheres. No entanto, alguns historiadores acreditam que muitos dos versos de En-hedu-ana originavam mais um desejo de reforçar a popularidade de seu pai, o rei Sargão, que atribuiu-lhe a posição de sacerdotisa. Independente das suas motivações, é claro, sua influência como uma figura religiosa e literária tanto impactou significativamente o curso da história humana como de suas percepções e práticas.

    Séc XXI AEC – O Código de Ur-Nammu, escrito entre 2100 e 2050 AEC , discute as filosofias jurídicas do rei sumério.A maioria das observações feitas envolvem punições adequadas para delitos específicos – por exemplo, homicídio e roubo.

    Séc. XX AEC – Epopeia de Gilgamesh (Mesopotâmia, atual Iraque). Poema épico escrito em tábuas de argila, em língua acádia. Conta a trajetória de um rei sumério que governa após o Grande Dilúvio. Sendo ele um semi-deus, busca a vida eterna que lhe fora negada.

    Séc. XIX AEC – Textos do Caixão: Assim como os antigos Textos da Pirâmide,os Textos do Caixão envolvem uma série de feitiços e encantamentos encontradas em sarcófagos em todo o país . Remontando ao Império do Meio – que se estendeu entre 2200 e 1800 AEC – muitos deles apresentam profecias e orientações éticas para a transição para um pós-vida gratificante. Isso é significativo, porque marcou um momento na história antiga, quando as classes mais baixas podiam desfrutar de algumas das regalias oferecidas à realeza. Anteriormente, somente a elite poderia dar ao luxo de cercar-se com feitiços. Com a popularização da escultura de encantamentos em caixões, mais pessoas poderiam comprar os “navios” para o transporte as suas almas aos deuses após sua morte. Por causa de suas semelhanças com os códigos morais da cultura judaico-cristã, histórias e crenças, muitos historiadores e teólogos acreditam que os Textos do Caixão diretamente inspiraram aqueles que escreveram o Velho Testamento. Alguns não o fazem, no entanto, embora a semelhança permaneça inegável.

    Séc. XV AEC – Vedas (Índia). Coletânea de hinos, cantos e mantras. Foi escrito em sânscrito, portanto, é o livro mais antigo em língua hindo-europeia.

    Séc XIII AEC – O Livro dos Mortos (Egito). Uma coletânea de orações e hinos. Foi escrito em rolos de papiro. Em egípcio antigo chamava-se “Livro de Sair Para a Luz”.

    Séc XII AEC – O Enuma Elish é o mito de criação babilônico. A versão da biblioteca de Assurbanipal data do VII século AEC. A composição do texto, provavelmente, remonta a Idade do Bronze, nos tempos de Hamurabi ou talvez o início da Era Cassita (cerca de 18 a 16 séculos AEC), embora alguns estudiosos favoreçam uma data posterior a 1100 AEC. Tem cerca de mil linhas escritas em babilônico antigo sobre sete tábuas de argila, cada uma com cerca de 115 a 170 linhas de texto. A maior parte do Tablete V nunca foi recuperado, mas com exceção desta lacuna o texto está quase completo. Este épico é uma das fontes mais importantes para a compreensão da cosmovisão babilônica, centrada na supremacia de Marduk e da criação da humanidade para o serviço dos deuses. Seu principal propósito original, no entanto, não é uma exposição de teologia ou teogonia, mas a elevação de Marduk, o deus chefe da Babilônia, acima de outros deuses da Mesopotâmia. São várias as similiridades entre a história da criação no Enuma Elish e a história da criação no Livro do Génesis. O Génesis descreve seis dias de criação, seguido de um dia de descanso, enquanto que o Enuma Elish descreve a criação de seis deuses e um dia de descanso. Em ambos a criação é feita pela mesma ordem, começando na Luz e acabando no Homem. A deusa Tiamat é comparável ao Oceano no Génesis, sendo que a palavra hebraica para oceano tem a mesma raiz etimológica que Tiamat. Estas semelhanças levaram a que muitos estudiosos tivessem chegado à conclusão que ou ambos os relatos partilham a mesma origem, ou então uma delas é uma versão transformada da outra.

    Séc. XII AEC – I Ching (China) – O livro das adivinhações ou o livro das mutações.

    Sem precisão na época – O Livro de Jó (o mais antigo livro do judaísmo). Não há precisão sobre a época que foi escrito. Pode ser da época de Moisés ou da época de Salomão, portanto, seria menos antigo do que os Vedas e mais antigo do que o Bhagavad Gita.

    Sem época exata, escritos provavelmente depois de XII AEC e antes de V AEC :

    O Mahabharata (Índia) – coletânea de livros hindus.
    Os Upanixades (Índia) – comentários filosóficos sobre os Vedas.

    Séc. VIII AEC – a Ilíada e a Odisseia, poemas épicos de Homero. Ainda no mesmo século, a Teogonia de Hesíodo. Os três livros foram escritos na Grécia Antiga. Os assuntos são, respectivamente: A guerra de Tróia (Ilion, em grego), a viagem de Ulisses (Odisseu, em grego) e a origem dos deuses (Teo, em grego).

    Séc. IV AEC – Bhagavad Gita (Índia). “O Canto do Senhor” – diálogos filosóficos durante uma batalha espiritual, na qual o homem recebe a iluminação. Este livro foi incluído posteriormente no Mahabharata, mas pode ser ainda mais antigo do que pensam os historiadores.”

    Fonte: http://bardoateu.blogspot.com.br/2012/07/alguns-dos-livros-mais-antigos-da.html

    Parte 2

    ”Portanto, a adoração de Jeová é a mais antiga forma de religião que se sabe”

    Essa afirmação é tendenciosa pois usa como base o próprio livro religioso que vc acredita, para dizer que a sua religião é a mais antiga.

    No vídeo do link abaixo, tem um cara, que fala sobre o começo das religiões, Sobre como, porquê e quando elas surgiram, usando de pesquisas, estudos sérios e fontes cientificas. É o melhor vídeo que fala sobre religião no YouTube, pelo menos pra mim e muita gente. O Nome dele é ESTEVÃO SLOW do canal do SLOW. Para os que buscam conhecimento não tendencioso e cientifico, sobre esse assunto tão polêmico, que é a religião, é só seguir o link: https://www.youtube.com/watch?v=Etmngmo4tdc

    ”a doutrina da imortalidade da alma é universal nas religiões falsas. Todas as religiões discordam umas das outras em muitíssimas coisas, mas é impressionante como TODAS (exceto as Testemunhas de Jeová) concordam entre si e são unânimes em defender essa doutrina antibíblica.”

    Errado!!! religiões aniquilacionistas também não defendem a Imortalidade da alma, dizer que TODAS as religiões exceto as TJS defendem a imortalidade da alma é muito tendencioso e demonstra falta de conhecimento na Ciência da religião.

    Espero não ser censurado aqui e estar nos limites de discordância proposto pelo dono do blog, pois postar comentários que só favorecem um ponto de vista é muito tendencioso, anti-cientifico e demonstra muita mais muita falta de maturidade.

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  • Queruvim  On 11 de agosto de 2016 at 9:33

    O leitor RedField comentou:

    Espero não ser censurado aqui e estar nos limites de discordância proposto pelo dono do blog, pois postar comentários que só favorecem um ponto de vista é muito tendencioso, anti-cientifico e demonstra muita mais muita falta de maturidade.

    RESPOSTA:

    Tu falas em “limites de discordância proposto pelo dono do blog”, logo em seguida sugere que alguém posta “comentários que só favorecem um ponto de vista”. Sua primeira afirmação é correta, diferente do que sugere na sua segunda declaração. O que não é permitido neste espaço é trollagem, entende? A pior delas é a trollagem religiosa. A pessoa afirma acreditar na Bíblia e a rejeita de modo descarado e recorrente. O único objetivo é tentar causar embaraço, dúvidas ou até mesmo tirar a pessoa de sua convicção, independentemente se sua vítima possa estar certo ou não. Romanos 16:17, que cremos ter sido escrito sob inspiração do Autor da Bíblia, nos diz:

    “Eu os exorto agora, irmãos, a ficar atentos àqueles que causam divisões e dão motivos para tropeço contrariando os ensinamentos que vocês aprenderam; afastem-se deles.+ 18 Porque homens como esses não são escravos de Cristo, nosso Senhor, mas dos seus próprios desejos,* e, com conversa suave e bajulação, seduzem o coração dos ingênuos.”

    Existe aquele tipo de pessoa que nutre um ódio religioso e quando lhe é apresentado evidências nas Escrituras, as rejeita e combate de modo incansável seus anteriores irmão de fé, principalmente se foi expulso do convívio religioso por conduta imoral, desonestidade ou teimosia em ensinar doutrinas não bíblicas. Portanto, os que se encaixam neste padrão não são bem vindos aqui.

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  • Queruvim  On 11 de agosto de 2016 at 11:49

    O leitor RedField, postou um comentário acima, que não vou reproduzir, devido ao tamanho, mas que poderá ler na íntegra logo acima, onde afirmou:

    Segue, abaixo, uma listagem de livros antigos (muitos de cunho religiosos/mitológico), conhecidos e reconhecidos arqueologicamente.

    Séc. XXX AEC – As Instruções de Shuruppak... ...

    RESPOSTA do blog TRADUÇÃO DO NOVO MUNDO DEFENDIDA:

    De acordo com a UNESCO, um livro deve conter pelo menos 50 folhas. Caso contrário, é considerado um folheto. Do ponto de vista da definição do que é um livro muitos atribuem erroneamente o termo “livro” a escritos que mal chegam a ser um “folheto”. Quando falamos em “livro religioso” o quadro muda totalmente. Não nos referimos apenas a alguns escritos de poucas linhas ou poucas páginas, tais como muitos dos antigos escritos sumerianos. Estes são em sua maioria fragmentários ou cheios de lacunas e palavras que faltam.
    Isto ocorre com “As Instruções de Shuruppak” que é “um pedaço” da literatura suméria, estando longe de ser considerado “um livro religioso”. Além disso os escritos falam sobre o mundo pós-diluviano, o que coloca a Bíblia como mais antiga. Há evidências claras de colofões ou trechos escritos em Gênesis foram evidentemente passados de geração em geração e compilados por Moisés. As Instruções de Shuruppak são datadas como sendo escritas por volta de 2600 AEC, o que seria uma incoerência, uma vez que a Bíblia aponta o ano 2370 AEC como a data do Dilúvio global, a história sumeriana deve ter começado depois dessa data. A Obra Estudo Perspicaz das Escrituras diz:

    "A Bíblia é um livro histórico, destacando-se nisso entre escritos antigos. As histórias dos antigos egípcios, assírios, babilônios, medos, persas e outros são, na maior parte, fragmentárias; seus primórdios ou são obscuros ou são obviamente míticos, da forma como são apresentados por eles. Assim, o antigo documento conhecido como A Lista dos Reis Sumerianos começa: “Quando o reinado foi baixado do céu, o reinado estava (primeiro) em Eridu. (Em) Eridu, A-lulim (tornou-se) rei e regeu 28.800 anos. Alalgar regeu 36.000 anos. Dois reis o regeram (assim) por 64.800 anos. . . . (Em) Bad-tibira, En-men-lu-Anna regeu 43.200 anos; En-men-gal-Anna regeu 28.800 anos; o deus Dumu-zi, um pastor, regeu 36.000 anos. Três reis o regeram (assim) por 108.000 anos.” — Ancient Near Eastern Texts (Textos Antigos do Oriente Próximo), editado por J. B. Pritchard, 1974, p. 265.

    O que se sabe, de fontes seculares, sobre estas nações antigas tem sido laboriosamente ajuntado de migalhas de informações obtidas de monumentos e tabuinhas, ou de escritos posteriores dos chamados historiógrafos clássicos, dos períodos grego e romano. Embora os arqueólogos tenham recuperado dezenas de milhares de tabuinhas de argila com inscrições cuneiformes assiro babilônicas, bem como grande número de rolos de papiro do Egito, a vasta maioria destes são textos religiosos ou documentos comerciais, consistindo em contratos, notas de venda, escrituras e matéria similar. O número consideravelmente menor de escritos históricos das nações pagãs, preservados quer em forma de tabuinhas, cilindros, estelas, quer em inscrições em monumentos, consiste principalmente em matéria que glorifica seus imperadores e relata as campanhas militares deles em termos grandiloquentes.
    A Bíblia, em contraste, fornece uma história extraordinariamente coerente e pormenorizada, que se estende por uns 4.000 anos, pois, não somente registra eventos com notável continuidade, desde o começo da existência do homem até o tempo da governança de Neemias, no quinto século AEC, mas também pode ser considerada como provendo uma cobertura básica do período entre Neemias e o tempo de Jesus e dos seus apóstolos, por meio da profecia (história escrita de antemão) de Daniel, no capítulo 11 de Daniel. A Bíblia apresenta uma relato vívido e fiel à realidade sobre a nação de Israel, desde o seu nascimento, retratando com candura sua força e suas fraquezas, seus êxitos e seus fracassos, sua adoração correta e sua adoração falsa, suas bênçãos e seus julgamentos adversos, e suas calamidades. Embora esta honestidade, por si só, não garanta uma cronologia exata, oferece deveras uma base sólida para se ter confiança na integridade dos escritores bíblicos e na sua sincera preocupação de registrar a verdade...
    O que especialmente distingue o registro bíblico dos escritos contemporâneos das nações pagãs é o senso do tempo, não apenas do passado e do presente, mas também do futuro, que permeia suas páginas. (Da 2:28; 7:22; 8:18, 19; Mr 1:15; Re 22:10) O elemento profético ímpar tornava a exatidão cronológica uma questão de importância muito maior para os israelitas do que para quaisquer das nações pagãs, visto que as profecias freqüentemente envolviam períodos de tempo específicos. A Bíblia, como Livro de Deus, destaca a pontualidade dele no cumprimento da Sua palavra (Ez 12:27, 28; Gál 4:4) e mostra que profecias exatas eram prova da sua Divindade. — Is 41:21-26; 48:3-7.
    É verdade que alguns dos documentos não-bíblicos são vários séculos mais antigos do que as cópias manuscritas mais antigas da Bíblia até agora descobertas. Gravados em pedra e inscritos em argila, alguns dos antigos documentos pagãos talvez pareçam muito impressionantes, mas isto não assegura sua exatidão, nem sua isenção de falsidades. Não é o material usado na escrita, mas o escritor, seu objetivo, seu respeito pela verdade e sua devoção a princípios justos — estes são os fatores importantes que fornecem uma base sólida para se ter confiança tanto em assuntos cronológicos como em outros. A grande antiguidade dos documentos seculares certamente é sobrepujada pela qualidade vastamente inferior do seu conteúdo, quando comparados com a Bíblia. Visto que os registros bíblicos evidentemente foram feitos em materiais perecíveis, tais como papiro e velino, seu contínuo uso e o efeito deteriorante das condições climáticas em grande parte de Israel (diferente do clima extraordinariamente seco do Egito) pode muito bem explicar a ausência da existência de cópias originais hoje em dia. Todavia, visto que a Bíblia é o Livro inspirado de Jeová, ela foi cuidadosamente copiada e preservada integralmente até hoje. (1Pe 1:24, 25) A inspiração divina, por meio da qual os historiadores bíblicos conseguiram escrever seus registros, assegura a fidedignidade da cronologia bíblica. — 2Pe 1:19-21.
    Ilustrando bem por que as histórias seculares não se habilitam como norma de exatidão pela qual julgar a cronologia bíblica há a declaração do escritor arqueológico C. W. Ceram, comentando a ciência moderna da datação histórica: “Quem quer que se ponha a estudar a história antiga pela primeira vez deve ficar impressionado com o modo positivo pelo qual os historiadores modernos datam acontecimentos que se verificaram há milhares de anos. No decurso de maiores estudos, essa admiração só poderá aumentar. Pois, se examinarmos as fontes da história antiga, veremos quão escassos, inexatos ou inteiramente falsos eram os registros, mesmo na época em que foram escritos pela primeira vez. E, se originalmente eram pobres, mais pobres ainda foram ficando até chegar a nós: semi-destruídos pelos dentes do tempo, ou pelo descuido e tosco uso dos homens.” Ele descreve adicionalmente a estrutura da história cronológica como “puramente hipotética, e que, além disso, ameaça desmoronar em cada junção”. — O Segredo dos Hititas, trad. de Milton Amado, p. 134, Ed. Itatiaia Ltda.
    Esta avaliação pode parecer extrema, mas, no que se refere a registros seculares, não é sem fundamento. As informações que se seguem tornarão claro por que não há motivo de se duvidar da exatidão da cronologia bíblica simplesmente porque certos registros seculares divergem dela. Ao contrário, é somente quando a cronologia secular se harmoniza com o registro bíblico que se pode ter certa medida de confiança nessa datação secular antiga. Ao se considerarem os registros dessas nações pagãs, que tiveram relacionamentos com a nação de Israel, deve-se ter em mente que algumas das aparentes discrepâncias nos seus registros talvez se devam simplesmente à incapacidade dos hodiernos historiadores de interpretar corretamente os métodos usados antigamente, similar à sua incapacidade de interpretar corretamente os métodos usados pelos historiadores bíblicos. No entanto, há consideráveis evidências de definitiva negligência e inexatidão, ou mesmo de deliberada falsificação, por parte dos historiadores e cronólogos pagãos."

    A Epopeia de Gilgamésh foi tão real quanto a fantasiosa estória de Alice no País das Maravilhas. Em sua Tabua XI há uma dificuldade insolúvel para os que a consideram párea para a Bíblia Sagrada, porque, embora conte como o épico de Atrahasis descreve o embarque na arca por todos os amigos e parentes de Utnapishtim, quando as águas diminuem parece que só ele e sua esposa sobrevivem. O relato conta que estes prontamente se tornam imortais, e se estabelecem em uma ilha remota. Estes escritos desabonam uma pretensão de seriedade literária que seja útil para historicidade e o colocam na categoria de algo totalmente folclórico.

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