Como os Maiores Grupos Religiosos se Espalharam


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Comentários

  • francisco  On 5 de agosto de 2016 at 7:40

    nao é convincente, o dizer ( espirito de oposiçao ), porque é claro, tambem, no nosso meio, quando se deparamos com comentarios que nao sao de acordo o que nòs achamos dizer que é oposiçao, quando na verdade muitas vezes é o ponto de vista da gente, que estar errado, por isso é nada mais e nada menos, deve, ser dito, se nao for o que a biblia diz, mas o cwerto, é que a maioria e nao por acaso, tem, atendencia infalivel de destorcer as palavras do SR. JESUS. pois hoje quando se puxa pela a palavra genoina dos apostolos genuino de DEUS, os 12 primeiros, logo se ver homens dizentes de DEUS, pregando um evangelo falsificado para satisfazer, os desejos dos outros, e nao a verdade. que JESUS falou.

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  • Jones Kecio  On 5 de agosto de 2016 at 12:49

    Com base em evidências bíblicas e seculares,qual é a origem da religião,o seu ponto de partida?

    RESPOSTA A ESTA PERGUNTA LOGO ABAIXO

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  • IDEALRADAR  On 5 de agosto de 2016 at 13:33

    Excelente postagem, realmente acrescentou informações que são muito úteis. Siga bem!

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  • Queruvim  On 5 de agosto de 2016 at 13:46

    Francisco, discordar não é problema. Mas o ponto principal é o seguinte: A pessoa afirma que a Bíblia é sem dúvida a palavra de Deus. Quando lhe mostramos na Bíblia um certo assunto e a pessoa toma como sendo “nossa opinião”. Então, apontamos outros textos que reforçam o que afirmamos. E depois de pacientemente apresentar várias passagens bíblicas e a pessoa ainda não aceita, e continua a tentar refutar a própria Bíblia Sagrada, empregando ironias, sarcasmo, mudando de assunto, ataques etc, fica evidente que há um “espírito de oposição” ao ensino que é salutar. Paulo escreveu: “Pois haverá um período de tempo em que não suportarão o ensino salutar, porém, de acordo com os seus próprios desejos, acumularão para si instrutores para lhes fazerem cócegas nos ouvidos; e desviarão os seus ouvidos da verdade.” (2 Tim. 4:2-4) Jesus havia predito que haveria apostasia. (Mat. 13:24, 25, 38)

    Não perdemos tempo com este tipo de pessoa. Rom. 16:17 enfatiza exatamente isso.

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  • Queruvim  On 5 de agosto de 2016 at 14:13

    Jones Kecio fez a seguinte pergunta:

    Com base em evidências bíblicas e seculares,qual é a origem da religião,o seu ponto de partida?

    A The New Encyclopœdia Britannica (Nova Enciclopédia Britânica) diz que “até onde os peritos conseguiram descobrir, jamais existiu um povo, em qualquer parte, em qualquer tempo, que não fosse de algum modo religioso”.

    Eva é mencionada como dizendo “produzi um homem com a ajuda de Jeová”. Ou seja, ela sabia da correta adoração do Criador Jeová, e empregou o Nome de Deus conforme registrado em Gênesis 4:1. Portanto, a adoração de Jeová é a mais antiga forma de religião que se sabe. Gên. 10:8-10: “Ninrode . . . apresentou-se como poderoso caçador em oposição a Jeová. . . . E o princípio do seu reino veio a ser Babel [conhecida mais tarde como Babilônia].”

    Todavia, como grupos religiosos, diversas religiões foram surgindo com o passar de tempo e tiveram sua origem na antiga Babilônia, mais especificamente na torre de Babel. O chamado “Velho Testamento” da Bíblia é de data anterior à de todos os outros livros religiosos do mundo. Cuidado com a afirmação de alguns ao responderem esta pergunta. A pergunta é sobre “livro” e não textos.

    “O Egito, a Pérsia e a Grécia sentiram a influência da religião babilônica . . . A forte mistura de elementos semíticos, tanto na primitiva mitologia grega como nos cultos gregos, é agora tão geralmente admitida pelos eruditos, que dispensa comentário adicional. Tais elementos semíticos são em grande parte mais especificamente babilônicos.” — The Religion of Babylonia and Assyria (Boston, EUA, 1898), M. Jastrow, Jr., pp. 699, 700.

    Seus deuses: Havia tríades de deuses, e entre as suas divindades havia representantes de várias forças da natureza e algumas que exerciam influência especial em certas atividades da humanidade. (Babylonian and Assyrian Religion, Norman, Okla., EUA; 1963, de S. H. Hooke, pp. 14-40)

    “A trindade platônica, em si meramente um rearranjo de trindades mais antigas, datando de povos mais primitivos, parece ser a trindade filosófica racional de atributos que deram origem às três hipóstases, ou pessoas divinas, ensinadas pelas igrejas cristãs. . . . O conceito deste filósofo grego [Platão] da trindade divina . . . pode ser encontrado em todas as antigas religiões [pagãs].” — Nouveau Dictionnaire Universel (Paris, 1865-1870), editado por M. Lachâtre, Vol. 2, p. 1467.

    O uso de imagens: “[Na religião mesopotâmica] a imagem desempenhava um papel central no culto, bem como na adoração privativa, conforme indica a ampla distribuição de réplicas vulgares de tais imagens. Fundamentalmente, a deidade era considerada presente na sua imagem se demonstrasse certas características e parafernália específicas e fosse cuidada de modo apropriado.” — Ancient Mesopotamia — Portrait of a Dead Civilization (Chicago, EUA, 1964), de A. L. Oppenheim, p. 184.

    Crença a respeito dos mortos: “Nem o povo nem os líderes do pensamento religioso [em Babilônia] jamais encararam a possibilidade de aniquilamento total daquilo que uma vez veio a existir. A morte era uma passagem para outra espécie de vida.” — The Religion of Babylonia and Assyria, p. 556.

    A posição do sacerdócio: “A distinção entre sacerdote e leigo é característica desta religião [babilônica].” — Encyclopædia Britannica (1948), Vol. 2, p. 861.

    A prática da astrologia, adivinhação, magia e feitiçaria: O historiador A. H. Sayce escreve: “[Na] religião da antiga Babilônia . . . todo objeto e a força da natureza tinham alegadamente seu zi, ou espírito, que podia ser controlado pelos exorcismos mágicos do Xamã, ou sacerdote-feiticeiro.” (The History of Nations, Nova Iorque, 1928, Vol. I, p. 96)

    “Os caldeus [babilônios] fizeram grande progresso no estudo da astronomia no esforço de descobrir o futuro nas estrelas. Esta arte nós chamamos de ‘astrologia’.” — The Dawn of Civilization and Life in the Ancient East (Chicago, EUA, 1938), R. M. Engberg, p. 230.

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