A morte de inocentes, “prova que Deus não existe”?


Certo leitor, e não são poucos, comentando na página da Globo, afirmou após ver a imagem abaixo:

“Essa imagem prova que não existe um Deus, para salvar ninguém da morte, nem para ajudar. Os que dizem que foram salvos, sofrem de psicose, porque a alucinação divina, só existe para eles, para o resto não…” Rodrigo Medina

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A Bíblia Sagrada responde a muitas perguntas. Inclusive, o porquê  Deus permite que inocentes morram. Sempre é bom ouvir o outro lado. Errado é a pessoa se “fechar” e achar que “não existe explicação” para algo. Ainda que respeitemos o direito de cada um de dar sua opinião, isso não significa que tudo o que uma pessoa diz ou pensa é a verdade. Há inúmeros trolls na internet cujo objetivo é o de “rivalizar” e se possível “assediar” a outros com suas afirmações. A página da Globo sempre abre a opção de comentários, e é fato que não é algo exclusivo desta página  a incidência de comentários repugnantes. Desde comentários criminosos, onde uma jovem desaparecida é difamada ao extremo e acusada de estar praticando sexo, quando na verdade em alguns casos estava realmente morta ou sequestrada. Isso só aumenta o sofrimento da família que não raro procura na mídia informações e acompanhamento do caso. São verdadeiros psicopatas que usam a rede social para ferir a outros, em suas crenças, preferências ou estilos de vida. Do outro lado do computador e confiante na impunidade, muitos empregam todo tipo de artifício verbal em seus comentários, a fim de zombar, difamar, chocar ou indignar as pessoas do outro lado.

O caso acima, um comentário feito por um leitor da página, apresenta uma afirmação que pode ser proveniente de uma pessoa que acredita realmente que a morte cruel de inocentes, como a vista na foto acima, seja uma “prova irrefutável” de que “Deus não existe”.  Pode ser também uma forma de externar um assédio contra os que acreditam em Deus. Não podemos julgar. Cristo nos orientou em Mateus 7:1: “Parem de julgar, para que não sejam julgados…”

As Testemunhas de Jeová procuram seguir o exemplo de Cristo. “Quando estava sendo insultado, não respondia com insultos. Quando estava sofrendo, não ameaçava, mas confiava-se Àquele que julga com justiça.” (1 Pedro 2:23)

Por que Deus permite isso?

Respondendo de uma forma direta e sem rodeios à afirmação do leitor no início deste artigo, sabemos que no domínio celestial houve uma controvérsia jurídica e litigiosa onde um opositor afirmou que Deus não deve se meter e que o homem pode viver muito bem sem a interferência de Jeová Deus. Não é de agora que Deus tem fornecido as respostas a estas indagações, como pode ver no próximo artigo escritos pelos escolhidos por Ele para divulgar boas notícias no meio de um mundo tenebroso…

Pessoas boas sofrem — por quê?

 

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Comentários

  • Francis  On 3 de setembro de 2015 at 18:58

    irmão Queruvim, como será que anda a situação de nossos irmãos na síria, se ainda estão lá….você sabe de algo???

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  • Queruvim  On 3 de setembro de 2015 at 19:22

    Devem estar entre os milhares que foram pra os campos na turquia. Não tenho informação. A organização é MUITO cautelosa ao falar sobre o desenvolvimento da obra no oriente médio e em países onde o Islã domina, visto que uma declaração pode fornecer tudo o que os demônios precisam, ao usarem humanos como instrumento, a fim de erradicarem a adoração verdadeira daqueles países. Coisa que Jeová Deus, por meio de seus anjos não permite.

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  • Felipels  On 4 de setembro de 2015 at 11:19

    Em vez de provar que Deus não existe, esses conflitos e o sofrimento que eles causam são mais uma prova de que A Bíblia é um livro diferenciado e inspirado pelo Criador. Pois ela já tinha predito uma deterioração da sociedade humana.

    Jesus já tinha profetizado:

    “Vocês ouvirão falar de guerras e notícias de guerras. Cuidado para não ficar apavorados, pois essas coisas têm de acontecer, mas ainda não é o fim. Porque nação se levantará contra nação e reino contra reino.”
    – (Mateus 24:6, 7).

    “E, por causa do aumento do que é contra a lei, o amor da maioria esfriará.” – (Mateus 24:12).

    O Apostolo Paulo também predisse:

    “Nos últimos dias haverá tempos críticos, difíceis de suportar.” – (2 Timóteo 3:1)

    Fico muito triste quando vejo tantas pessoas sofrerem nesse mundo mau. Oro para que o Reino de Deus venha. Me consola saber que em breve Jeová “enxugará dos seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem haverá mais tristeza, nem choro, nem dor. As coisas anteriores já passaram.” – (Apocalipse 21:4)

    Também me alegra saber que as pessoas que morreram nesses conflitos, incluindo crianças serão ressuscitadas no paraíso e que não se recordarão (ou não serão afetadas) – pelas lembranças ruins desse mundo. (Apocalipse 20:11-15; Daniel 12:13; e Isaías 65:17, 2 Pedro 3:13).

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  • PG Almeida  On 4 de setembro de 2015 at 12:33

    Obs: Irmão Queruvim! A matéria é grande.

    http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/08/o-que-ha-por-tras-da-crise-de-imigrantes-na-europa.html

    O que há por trás da crise de imigrantes na Europa?

    Entenda motivos e implicações do aumento do número de pessoas chegando ao continente fugindo da pobreza e de guerras civis.

    De acordo com dados da ONU (Organização das Nações Unidas), cerca de 2,5 mil imigrantes se afogaram no mar Mediterrâneo neste ano vítimas dos muitos barcos superlotados que tentam chegar à costa da Itália e da Grécia.
    O fluxo de pessoas desesperadas que parte da Síria e do norte da África na tentativa de alcançar a Europa já é muito maior que o registrado no mesmo período do ano passado.
    Números recentes mostram que milhares de pessoas estão usando uma rota perigosa através dos Bálcãs para chegar à Alemanha e a outros países do norte da União Europeia (UE).
    Na última semana, novas tragédias voltaram a expor ao mundo a gravidade do problema.
    Confira algumas questões-chave para entender a crise:

    Quantas pessoas estão migrando?
    Mais de 300 mil imigrantes já arriscaram suas vidas tentando atravessar o Mediterrâneo neste ano, segundo as Nações Unidas. Em todo o ano passado, foram 219 mil pessoas.
    Cerca de 200 mil pessoas desembarcaram na Grécia desde janeiro, enquanto outras 110 mil chegaram à Itália.
    A maioria dos que chegam às terras gregas optam pela viagem relativamente curta entre a Turquia e as ilhas de Kos, Chios, Lesvos e Samos – em frágeis botes de borracha ou em pequenos barcos de madeira.
    A viagem entre a Líbia e a Itália é mais longa e arriscada.
    Veja, a seguir, algumas das piores tragédias já ocorridas neste ano:
    Dois barcos com cerca de 500 imigrantes afundaram após deixar Zuwara, na Líbia, em 27 de agosto

    Corpos de ao menos 71 pessoas, que podem ser imigrantes sírios, foram descobertos em um caminhão abandonado na Áustria, também em 27 de agosto

    Naufrágio nos arredores da ilha de Lampedusa, na Itália,matou cerca de 800 pessoas em 19 de abril

    Ao menos 300 imigrantes se afogaram ao tentar atravessar as águas agitadas do Mediterrâneo em fevereiro

    Sobreviventes frequentemente relatam violência e abusos cometidos por traficantes de pessoas. Muitos imigrantes pagam milhares de dólares aos criminosos, e também é comum que sejam alvos de roubos.
    O caos na Líbia têm deixado os traficantes de pessoas livres para explorar os imigrantes.
    A Frontex, agência que controla as fronteiras externas da União Europeia, monitora as diferentes rotas usadas por imigrantes e como essas pessoas chegam aos limites do continente.
    Segundo o órgão, cerca de 340 mil foram detectados nas fronteiras desde o começo do ano. No mesmo período do ano passado, foram 123,5 mil.

    De onde eles vêm?
    O maior grupo de imigrantes é de sírios, que fogem da violenta guerra civil em curso no país.
    Afegãos e eritreus vêm em seguida, geralmente tentando escapar da pobreza e de violações aos direitos humanos.
    Os grupos originários da Nigéria e do Kosovo também são grandes – pobres e marginalizados integrantes do povo romà (cigano) são boa parte dos imigrantes vindos do último país.
    Na Itália, pessoas que chegam da Eritreia formam o maior grupo, seguidas por aquelas que vêm da Nigéria.
    Na Grécia, porém, os sírios formam a maior população, seguidos pelos afegãos.

    Para onde eles vão depois?
    País da União Europeia que mais recebe pedidos de asilo, a Alemanha espera a chegada de cerca de 800 mil refugiados neste ano.
    Rastreamentos recentes mostram milhares de pessoas tentando alcançar a Alemanha e outros países da UE por meio da Grécia e pelo oeste dos Bálcãs.
    Espera-se que cerca de 3 mil pessoas atravessem a Macedônia todos os dias nos próximos meses, segundo a ONU.
    Muitos então chegam à Sérvia, que diz já ter registrado a presença de 90 mil imigrantes neste ano. Eles seguem para a Hungria e outros países signatários Tratado de Schengen, entre os quais é mais fácil cruzar fronteiras sem ter de mostrar um passaporte ou outro documento.
    Só em julho, 34 mil pessoas foram detectadas tentando atravessar a fronteira entre a Sérvia e a Hungria.
    Diante desse fluxo, a Hungria está construindo uma barreira de 175 km para impedir a entrada de imigrantes. E instou seus parceiros de União Europeia a não enviarem de volta os migrantes que chegam por meio de seu território.
    A Convenção de Dublin, princípio central para lidar com pedidos de asilo na União Europeia, diz que a responsabilidade de examinar uma solicitação é do primeiro país do bloco em que a pessoa em questão pisou.
    Outros países enfrentam problemas com o aumento da chegada de imigrantes. A Áustria, por exemplo, espera receber 80 mil pedidos de asilo neste ano.
    Enquanto isso, milhares estão acampados no entorno de Calais, no norte da França. Muitos deles arriscam suas vidas tentando atravessar o canal da Mancha clandestinamente em direção ao Reino Unido.

    O que os políticos estão fazendo?
    A Frontex tem respondido pela maioria das operações de resgate. Depois de muita discussão, em abril os líderes da União Europeia concordaram em triplicar o financiamento da operação Triton para cerca de 120 milhões de euros (cerca de R$ 480 mil)
    No entanto, a Frontex afirmou neste mês que não recebeu a ajuda prometida pelos países-membros da UE para socorrer a Grécia e a Hungria.
    No ano passado, a Itália pôs fim à sua missão de procura e resgate, chamada Mare Nostrum (do latim “Nosso Mar”) após alguns países do bloco – incluindo o Reino Unido – afirmarem não ter como mantê-la financeiramente. Essa decisão foi duramente criticada por grupos de direitos humanos.
    Em abril, líderes da União Europeia prometeram reforçar a patrulha marítima no Mediterrâneo, desbaratar as redes de tráfico de pessoas e tomar e destruir barcos antes que imigrantes embarquem neles. Qualquer tipo de ação militar tem de respeitar a legislação internacional.
    Ainda há várias questões sobre como os imigrantes irão chegar à Europa e como a UE irá lidar com o problema.
    O bloco tentou, sem sucesso, persuadir seus países-membros a aceitar um sistema de cotas que estipulava aceitar 40 mil sírios e eritreus no decorrer dos próximos dois anos.
    No fim, concordaram em receber 32,5 mil, mas de forma voluntária.
    Outros 20 mil que estão nos campos da ACNUR, agência da ONU para refugiados, também seriam transferidos para a União Europeia, mas os detalhes ainda não foram decididos.

    Os países da UE estão fazendo uma divisão justa?
    Há anos a União Europeia tem tentado acordar uma política de asilo. Algo difícil quando se tem 28 Estados-membros, cada um com suas forças policiais e judiciárias.
    Defender os direitos dos imigrantes pobres está difícil em um ambiente econômico sombrio. Muitos europeus estão desempregados e temem a concorrência com os trabalhadores estrangeiros, e os países da União Europeia não se entendem sobre como dividir o problema dos refugiados.
    As regras conjuntas mais detalhadas foram estabelecidas no Sistema Europeu Comum de Asilo (CEAS, na sigla em inglês) – mas ter regras é uma coisa, colocá-las em prática em toda a União Europeia é um outro desafio.
    Há tensões dentro da União Europeia por causa da Convenção de Dublin – a Grécia reclama ter sido inundada com pedidos de asilo, já que muitos imigrantes chegam primeiro lá.
    A Alemanha anunciou a suspensão da regra e decidiu analisar a maioria dos pedidos de asilos de sírios, independentemente de como eles entraram na Europa.
    A Finlândia também está entre os países que pararam de enviar imigrantes de volta para a Grécia.
    O número de pedidos na União Europeia chegou a 626 mil em 2014, ante 435 mil em 2013, segundo a Comissão Europeia – órgão responsável pelas execuções do Parlamento Europeu e do Conselho da UE.
    A Alemanha concedeu a maioria, seguida por Suécia e Itália.

    Como os imigrantes obtêm asilo na União Europeia?
    Eles devem provar às autoridades que são alvo de perseguição e poderiam ser feridos ou até mesmo mortos se devolvidos para seu país de origem.
    De acordo com as regras da União Europeia, pessoas em busca de asilo têm direito a alimentação, a primeiros socorros e a serem abrigadas em um centro de recepção. Também deve ter suas necessidades avaliadas individualmente.
    As autoridades podem conceder o asilo em primeira instância. Se isso não ocorre, o solicitante pode apelar contra a decisão na Justiça, com chances de ganhar.
    A pessoa em busca de asilo deve receber o direito de trabalhar em até nove meses após sua chegada.

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  • alexandre silva  On 4 de setembro de 2015 at 14:34

    uma pessoa não nasce ateu .
    isto é um conceito que ela própria desenvolveu com o tempo,principalmente pelo péssimo testemunho de babilônia a grande(o império mundial da religião falsa) que a mesma observou, ou por causa de alguma decepção com as religiões deste mundo.
    o problema não esta na religião,pois existe a forma de adoração verdadeira que é aprovada por JEOVÁ,QUE DA AS PESSOAS DE CORAÇÃO DISPOSTO AS RESPOSTAS SOBRE A QUESTÃO ACIMA.
    AS FILOSOFIAS DE HOMENS, TAMBÉM DESEMPENHAM UM PAPEL PREPONDERANTE EM AFASTAR AS PESSOAS DE DEUS.POIS PARA JEOVÁ SÃO TOLICE.
    o grande inimigo de Deus, satanás é quem de fato está por traz tanto da filosofia mundana como da religião falsa,.
    mas Jeová tem usado o seu povo como o site jw e está pagina para enviar luz as pessoas de bom coração.
    parabéns irmãos pelo ótimo trabalho….

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  • neuza maria  On 7 de setembro de 2015 at 23:35

    As vezes , por estas e outras que acontecem no mundo, é que fico na dúvida: ‘será que já não estamos realmente vivenciando a ‘Grande Tribulação’?
    pois quando JESUS a profetizou, será que havia ocorrido estas barbaridades?

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  • PG Almeida  On 8 de setembro de 2015 at 9:24

    neuza maria On 7 de setembro de 2015 at 23:35

    A Grande Tribulação é um acontecimento único.
    Se você é uma estudante da Bíblia, continue a estudar com “oração” pra obter o entendimento correto.
    A Sentinela de 15/07/2013 pgn 3-8 trouxe esse assunto e lá tem um sub-topico “QUANDO COMEÇARÁ A GRANDE TRIBULAÇÃO?”:

    Se você não leu, ou não estudou, baixe ela no site:
    http://wol.jw.org/pt/wol/d/r5/lp-t/2013530
    Faça um estudo pessoal.

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