Provas da existência de Jesus Cristo e da confiabilidade do Novo Testamento


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Certo leitor desta página fez o seguinte comentário:
“É muito admirável ver como vocês que defendem a verdade na internet conseguem fazer isso, pois haja cabeça para aguentar as argumentações [ feita por] céticos e se manter sólido na fé e conseguir refutá-las! []… eu gostaria de saber quais sãos os textos da historia secular que confirmam a historicidade de Jesus …”
RESPOSTA DO AUTOR DO SITE TRADUÇÃO DO NOVO MUNDO DEFENDIDA:
 Prezado leitor , dedico bastante  tempo lendo escritores que viveram algumas décadas após Jesus, e posso afirmar com certeza, que há milhares de pessoas que escreveram falando sobre Jesus nos primeiros 200 anos E.C. Estes escreveram em latim, grego e outros idiomas. Ademais, alguns historiadores respeitados fizeram claras referências a Jesus. Os críticos não usam a mesma medida de julgamento a respeito da autenticidade e historicidade da Bíblia que usam ao falarem de escritores clássicos. Sabemos que há apenas alguns poucos escritos de homens como Platão, Sócrates, Aristóteles e outros. Muitos deles são cópias que foram feitas uns 900 anos depois dos originais. Observe a tabela abaixo e pergunte-se, já leu críticos e ateus questionando a historicidade de Platão com o mesmo ímpeto com que desafiam a autenticidade dos escritos do chamado “Novo Testamento”?
Autor Data da escrita
Copia mais antiga Tempo entre o original & cópia Número de Copias Exatidão das Copias
Lucrecio morreu 55 ou 53 A.E.C 1100 anos 2 —-
Plinio E.C 61-113 E.C 850 750 anos 7 —-
Platão 427-347 A.C E.C. 900 1200 anos 7 —-
Demostenes 4th Cent. A.C E.C 1100 800 anos 8 —-
Heródoto 480-425 A.C E.C 900 1300 anos 8 —-
Suetônio E.C 75-160 E.C 950 800 anos 8 —-
Tucidides 460-400 A.C E.C 900 1300 anos 8 —-
Euripedes 480-406 A.C E.C 1100 1300 anos 9 —-
Aristofanes 450-385 A.C E.C 900 1200 10 —-
Cesar 100-44 A.C E.C 900 1000 10 —-
Levi 59 BC-E.C 17 —- ??? 20 —-
Tácito circa E.C 100 E.C 1100 1000 anos 20 —-
Aristóteles 384-322 A.E.C E.C 1100 1400 49 —-
Sofocles 496-406 A.E.C E.C 1000 1400 anos 193 —-
Homero (Ilíada) 900 A.E.C 400 A.E.C 500 anos 643 95%
Novo
Testamento
1º Séc.. E.C (E.C. 50-100) 2º Séc. E.C
(c. E.C. 130 f.)
menos que 100 anos 5600 99.5%
Como pode ver alguns dos escritos clássicos, muito respeitados e citados por filósofos e até mesmo ateus, não podem ser comparados com os escritos do N.T no quesito, confiabilidade/autenticidade. Há partes ou fragmentos dos evangelhos que são de poucas décadas depois de Cristo, tais como o P 52, escrito em grego uncial, foi datado do começo do segundo século — apenas algumas décadas depois da escrita original do Evangelho de João!
Na mesma linha, perguntamos:

QUE EVIDÊNCIAS HÁ DE QUE CRISTO REALMENTE EXISTIU?

Cornélio Tácito, respeitado historiador romano do primeiro século, escreveu: “O nome [cristão] deriva-se de Cristo, a quem o procurador Pôncio Pilatos executou no reinado de Tibério.” Suetônio e Plínio, o Jovem, outros escritores romanos daquela época, também se referiram a Cristo. Além disso, Flávio Josefo, historiador judeu do primeiro século, escreveu sobre Tiago, a quem identificou como “o irmão de Jesus, que era chamado Cristo”. Josefo menciona Jesus Cristo no seu livro Antiguidades Judaicas. Embora alguns duvidem da autenticidade da primeira menção em que Josefo se refere a Jesus como o Messias, o Professor Louis H. Feldman, da Universidade Yeshiva, diz que poucos duvidam da genuinidade da segunda menção. Ali Josefo diz: “[Anano, o sumo sacerdote,] aproveitou  . . . para reunir um conselho [o Sinédrio], diante do qual fez comparecer Tiago, irmão de Jesus, chamado Cristo.” (História dos Hebreus, Antiguidades Judaicas, XX, 856)
 As obras de Tácito, Suetônio, Josefo, Plínio, o Jovem, e de alguns outros escritores clássicos incluem numerosas referências a Jesus.
Sem falar em centenas ou milhares de escritos de pessoas que são consideradas escritores cristãos, e que muito embora não fossem ‘historiadores” no sentido profissional da palavra, escreveram sobre pessoas que conheciam os apóstolos e que testificaram a respeito dos detalhes coincidentemente mencionados nos Evangelhos.  Segundo o erudito judeu Joseph Klausner, há também falando de Jesus o testemunho dos primitivos escritos talmúdicos. (Jesus of Nazareth, página 20)
Assim, The New Encyclopædia Britannica (A Nova Enciclopédia Britânica) conclui: “Estes relatos independentes provam que nos tempos antigos nem os oponentes do cristianismo jamais duvidaram da historicidade de Jesus, que foi disputada pela primeira vez e em bases inadequadas em fins do século 18, durante o século 19 e no início do século 20.” (O GRIFO É MEU)
Certos pesquisadores escreveram recentemente:
“Lamentavelmente, os eruditos hodiernos, na sua busca do Jesus “real” ou “histórico”, parecem ter escondido a verdadeira identidade dele atrás de camadas de especulações sem base, dúvidas sem sentido e teorias infundadas. De certo modo, são culpados da criação de mitos, a mesma culpa que erroneamente atribuem aos escritores dos Evangelhos. Alguns ficam tão ansiosos de promover a própria reputação e de relacionar seu nome a uma espantosa teoria nova, que deixam de examinar honestamente a evidência existente a respeito de Jesus. Neste processo, criam um “Jesus” equivalente à invenção duma fantasia erudita”.
Há muitas evidências tanto da parte de historiadores e outros escritores do 1º século quanto evidências arqueológicas que autenticam os relatos da Bíblia Sagrada como sendo relatos de testemunhas oculares e não mitologia. A revista Time comentou que “hoje quase nenhuma pessoa instruída duvida de que Jesus tenha existido”.  Eu me lembro de ter lido um artigo de Veja nos anos 80 em que dizia que ´Os Evangelhos são a única referência que possuímos a respeito do personagem chamado Jesus Cristo`. Isto mostrou ser uma ignorância do editor, algo raro nesta equipe tão respeitada. Hoje com o advento da internet e o mundo se tornando uma “aldeia global”, podemos ver muitos no oriente médio se referirem a homens da antiguidade como sendo personagens tão reais quanto foram D. Pedro II para nós aqui no Brasil.
Em Atos 18:2, o escritor bíblico Lucas se refere ao fato de que “[o imperador romano] Cláudio tinha ordenado que todos os judeus saíssem de Roma”. Suetônio, historiador romano do segundo século, também menciona esta expulsão. Na sua obra O Deificado Cláudio, o historiador diz: “Visto que os judeus causavam constantemente distúrbios às instigações de Cresto, ele [Cláudio] os expulsou de Roma.”  Se o Cresto aqui mencionado se refere a Jesus Cristo, e se os eventos em Roma acompanhavam o que ocorria em outras cidades, então os distúrbios realmente não eram às instigações de Cristo (quer dizer, os seguidores de Cristo). Antes, eram a reação violenta dos judeus à fiel atividade de pregação dos cristãos.
 Justino, o Mártir, em meados do segundo século, escreveu com referência à morte de Jesus: “Que estas coisas realmente aconteceram, podes averiguar dos Atos de Pôncio Pilatos.”  Além disso, segundo Justino, o Mártir, os mesmos registros mencionavam os milagres de Jesus, a respeito dos quais ele diz: “Que Ele fez essas coisas, podes saber dos Atos de Pôncio Pilatos.”  É verdade que esses “Atos”, ou registros oficiais, não mais existem. Mas, eles evidentemente existiam no segundo século, e Justino, o Mártir, confiantemente desafiava seus leitores a verificá-los para confirmar a veracidade do que ele dizia.

A Evidência Arqueológica

As descobertas arqueológicas também têm ilustrado e confirmado aquilo que lemos nas Escrituras Gregas. Assim, em 1961, o nome de Pôncio Pilatos foi encontrado numa inscrição nas ruínas dum teatro romano em Cesaréia. Até esta descoberta, havia apenas evidência limitada, à parte da própria Bíblia, da existência deste governante romano.
Existem também evidências externas da historicidade de Jesus. Os quatro Evangelhos apresentam pormenores específicos, exatos e autênticos da época em que ele viveu. Lugares, como Belém e Galiléia; pessoas e grupos de destaque, como Pôncio Pilatos e os fariseus; e costumes judaicos e outras peculiaridades não foram pura e simplesmente forjados. Faziam parte da estrutura da vida no primeiro século e são confirmados por fontes não-bíblicas e descobertas arqueológicas.
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