A Geração de 1914 já passou ?


‘Quero levá-la comigo’, diz mulher de 87 anos que reencontrou mãe de 115

Aposentada viajou de MT para MS com a família após 62 anos sem ver a mãe.
Parentes irão providenciar documentos da idosa para a viagem, diz a filha.

Do G1 MS

Idosa de 87 anos reencontra mãe de 115 anos  (Foto: Reprodução/TV Morena)Idosa de 87 anos reencontra mãe de 115 anos (Foto: Reprodução/TV Morena)

“Esperei 62 anos anos para rever a minha mãe, é uma emoção muito grande. Agora eu quero levá-la comigo”, disse ao G1 a aposentada Maria Rita de Almeida, de 87 anos, que viajou de Cuiabá, em Mato Grosso, e reencontrou nesta sexta-feira (2) a mãe Maria Alexandrina, de 115 anos. As duas não se viam desde que a filha mudou-se para o estado vizinho de Mato Grosso do Sul depois de casar.

Acompanhada por seis parentes, entre filhos e netos, Maria Rita saiu da cidade onde mora na quarta-feira (7) e passou quase um dia na estrada. Eles desembarcaram em Corumbána tarde de quinta-feira (1º) e foram recepcionados por um tio e duas primas da aposentada, que ela ainda não conhecia.

Como não havia meios de transporte para continuar a viagem até Ladário, cidade vizinha a Corumbá, o grupo ficou hospedado na casa dos parentes que haviam encontrado e onde devem ficar até a partida de volta para o Mato Grosso na segunda-feira (5).

A busca por Maria Alexandrina terminou somente no dia seguinte, quando uma viatura da Polícia Militar deu carona para Maria Rita até a casa de sua mãe e elas enfim reencontraram-se. “Ela demorou para me reconhecer, mas passou um tempinho e lembrou de mim. É um dia que eu nunca vou esquecer”, afirma.

Ela diz ter aproveitado o momento de emoção para convidar a mãe a ir morar no estado vizinho. “Ela respondeu com um sorriso que vai morar com a gente”, conta a aposentada. Maria Rita conta que a família irá providenciar os documentos de Maria Alexandrina, que foram perdidos após um incêndio há alguns anos e que serão necessários para a viagem e para viver em uma nova cidade.

De acordo com Antônio Almeida, filho de Maria Rita e neto da centenária, a alegria em rever a avó fez com que todo o esforço da viagem que fez junto com a mãe para reencontrá-la valesse a pena. “Foi uma vida inteira esperando o abraço da minha avó. Nós a procuramos tanto, era uma família que não esperávamos conhecer”, completa.”

A geração de 1914 ainda está bem viva, sim centenas deles ou talvez milhares no mundo inteiro!

O artigo acima mostra que aqueles que acham que quem nasceu antes da 1º guerra estão todos mortos não sabem fazer contas. 

E vale ressaltar acima de tudo, que um estudo mais detalhado e mais detido recentemente demonstrou claramente que “esta geração ” que Jesus disse que “não passará” não se referia a geração de toda a humanidade que viram o início das guerras que  evidenciavam o tempo da  “presença” de Cristo.  

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