Parábola do Rico e o Lázaro


  
PARÁBOLA DO RICO E DO LÁZARO
Alguém talvez pergunte: 
Mas a parábola do rico e do Lázaro, não deixa bem claro que [a doutrina de um INFERNO DE FOGO] é verdadeira?
Não!  Não deixa e nós veremos agora por quê!

   

Vamos ao texto:
Lucas 16:19-31

19Mas, certo homem era rico e costumava cobrir-se de púrpura e de linho, regalando-se de dia a dia com 
magnificência.20 Mas, certo mendigo, de nome Lázaro, costumava ser colocado junto ao seu portão, [estando] 
cheio de úlceras 21 e desejoso de saciar-se com as coisas que caíam da mesa do rico. Sim, também os 
cães vinham e lambiam as suas úlceras. 22 Ora, no decorrer do tempo, morreu o mendigo e foi carregado 
pelos anjos para [a posição junto ao] seio de Abraão. “Também o rico morreu e foi enterrado. 
23 E no Hades, ele ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu Abraão de longe, e Lázaro com ele 
[na posição junto] ao seio. 24 Por isso chamou e disse: `Pai Abraão, tem misericórdia de mim e manda 
que Lázaro mergulhe a ponta do seu dedo em água e refresque a minha língua, porque eu estou em angústia 
neste fogo intenso.’ 25 Mas Abraão disse: `Filho, lembra-te de que recebeste plenamente as tuas boas 
coisas no curso da tua vida, mas Lázaro, correspondentemente, as coisas prejudiciais. Agora, porém, ele 
está tendo consolo aqui, mas tu estás em angústia. 26 E, além de todas essas coisas, estabeleceu-se um 
grande precipício entre nós e vós, de modo que os que querem passar daqui para vós não o podem, nem 
podem pessoas passar de lá para nós. 27 Ele disse então: `Neste caso, peço-te, pai, que o envies à casa 
de meu pai, 28 pois eu tenho cinco irmãos, a fim de que lhes dê um testemunho cabal, para que não 
cheguem a entrar neste lugar de tormento.’  29 Mas Abraão disse: `Eles têm Moisés e os Profetas; que 
escutem a estes.’ 30 Ele disse então: `Não assim, pai Abraão, mas, se alguém dentre os mortos for ter 
com eles, arrepender-se-ão.’  31 Mas ele lhe disse: `Se não escutam Moisés e os Profetas, tampouco 
serão persuadidos se alguém se levantar dentre os mortos.'”
Vamos a análise:

Vers 22 = Ambos morreram na mesma ocasião, muita coincidência para um caso real não acha? 
Já vimos a condição dos mortos em outros artigos, tal passagem tem de se ajustar a passagem tal morte nesta parábola é simbólica, representa uma mudança de condição.

Vers 23 =Hades é o mesmo que seol , lugar que Cristo esteve 3 dias na sua morte.
Será que ele foi atormentado? Não!
HADES não tem localização geográfica, mas é a região tumular onde terminam todos os mortos, assim   na parábola ela é simbólica.
O rico ” viu ao longe “, a Lázaro, mas ainda era no hades que tudo estava ocorrendo. Quando as Bíblias foram traduzidas para o latim , as palavras SEOL e HADES foram vertidas por INFERNO que significa “o que jaz embaixo, mundo inferior.”
Então será que ambos estavam num local de tormento? Será que inferno tem uma repartição para os santos?
É isso que alguns na cristandade pregam.

Mas está bem claro que é outro simbolismo.

Vers 24 =Afinal o SEOL, HADES, INFERNO é espiritual ou físico para eles? 
A pergunta se dá porque na parábola fala-se de água e de chamas, se água e fogo estão sentido 
simbólico, da pra ver que o restante também é.
E até os corpos dos dois personagens mencionados preservam características físicas.

Vers 25 =Chamaria Abraão alguém que foi condenado á perdição de filho?

Vers 27 =Será que os salvos e os condenados iriam poder de vez em quando bater um papo como 
acontece na passagem?
Imagine pessoas salvas falando com seus filhos ou pais, que estão em chamas, por toda a eternidade.
Se fôssemos entender literalmente essa parábola, ela teria ocorrido por volta do ano 1513 AC, ou quando? 
Sim pois, Moisés e os profetas não viveram todos na mesma época, assim eles significam outra coisa no relato.

Por que o rico pediu para Lázaro ser enviado e não ele mesmo, o que seria mais convincente e o livraria do tormento?

Será que tais relatos se fossem entendidos literalmente concordariam com o que a Bíblia mostra como sendo a condição dos mortos?
Eclesiastes 9:5,6-10.
No relato o rico diz que se alguém dentre os mortos for ter com seus irmãos talvez eles não venham a parar onde ele parou.  Mas veja bem, será que se pode dizer que Lázaro estava morto se for entendido literalmente?

Diga-me o que é o contrario de vida?
E como estava Lázaro se fôssemos entender literalmente?
E por fim todas as Bíblias têm o tópico em negrito dizendo:

PARÁBOLA DO RICO E LÁZARO.”

E todas as parábolas de Jesus havia um significado oculto, que não ficava evidente aos iníquos.
Essa parábola não fugiria à regra.

Se fôssemos entendê-la literalmente, então não haveria significado oculto, mas Jesus sempre ensinava por parábolas e todas tinham um significado oculto que só era revelado aos seus discípulos.

Observe tais textos:  Mateus 13:10-11, 34-35
Significavam coisa bem diferentes embora houvesse sentido comparativo.

Veja: Lucas 8:1-15



Para que alguém pudesse ser atormentado deveria haver algo que sobrevivesse à morte do corpo, mas vimos no estudo IMORTALIDADE DA ALMA, que não há!
Muitos religiosos apelam para essa parábola para tentar provar que existe uma parte imaterial que sobrevive à morte do corpo e que será atormentada para sempre se tal pessoa quando na terra levou uma vida de pecado e independência.

Como podem eles criar uma doutrina em cima de apenas um versículo da Bíblia?

Onde eles encontram uma segunda referência que apoie a idéia de que existe um lugar literal denominado “Seio de Abraão” onde estão os justos e tendo um lado ruim onde estão os maus ,todos conscientes?
Quando se fala de estar ao seio de alguém , quer se dizer com isso estar numa posição de favor.
João 1:18  13:23

Entender ou interpretar a tal, como se referindo a uma região e localização, é algo puramente especulativo.
Alguns até dizem que o lugar para onde foi o rico é um lugar diferente do lugar onde estava o Lázaro, mas note que o congregante não diz que para o Seol vai somente os maus.
Eclesiastes 9:10
Jacó pensou que José estava lá (morto) e sabia que iria também para lá ao morrer.
Gênesis 37:35

Davi sabia que iria para o Seol ao morrer. 1° Reis 2:6
Jó pediu para ser escondido no Seol devido à grande provação por qual estava passando.  Jó 14:13

Observe estas palavras da Vulgata latina:
“Quis mihi hoc tribuat ut in inferno protegas me ut abscondas me donec pertranseat furor tuus et 
constituas mihi tempus in quo recorderis mei.”
Jó 14:13
Conforme as palavras acima,  pediu para ser escondino no inferno, ou seja, estava pedindo para morrer para que seu sofrimento cessasse.
Pediria tal coisa se o Seol, ou inferno fosse um local de tormento em fogo?
É claro que não, o inferno (Seol-Hades) é onde estão os mortos.
Apocalipse 20:13   Almeida revista e corrigida.
Este texto é também cumprimento das palavras de Isaías 65:13-14.
Portanto, assim disse o Soberano Senhor Jeová: “Eis que os meus próprios servos comerão, mas vós passareis fome. Eis que os meus próprios servos beberão, mas vós passareis sede. Eis que os meus próprios servos se alegrarão, mas vós passareis vergonha. 
Eis que os meus próprios servos gritarão de júbilo por causa da boa condição do coração, mas vós fareis clamores por causa da dor de coração e uivareis por causa do puro quebrantamento do espírito”.

O escritor do Salmo 89:48 deixa claro que ninguém que morre escapa do Seol. Um levita dos “filhos de Corá” sabia que Jeová pode por meio da ressurreição , nos retirar do Seol.
Salmo 49:15

Pedro mostra que Davi esta no Seol ou Hades até o dia de hoje, e que a profecia de Salmo 16:10 se cumpriu em Jesus Cristo , que não permaneceu no Seol, mas foi ressuscitado.
Atos 2:27-31

Vemos assim que, sem sombra de dúvida até os justos, ou na verdade, todos ao morrerem vão para o seol ou Hades (inferno)

Sobre a alegação de vida consciente no Seol com base em Isaías 14:9, perceba que é uma endecha, expressão proverbial dirigida ao rei de babilônia ( verso 4 ) e não tem nenhuma pretensão de ser história literal, até por que instrumentos, tronos, e gusanos não estariam neste lugar caso fosse literal, nem árvores poderiam falar (verso 8), mas este texto mostra claramente que o Seol aqui, é usado para aludir a uma mudança de circunstância, onde o altivo rei de Babilônia iria perder sua posição enaltecida e seria humilhado, e é desta mesma forma que a parábola do Rico e Lázaro contata por Jesus é corretamente entendida.
Como exemplo, veja o caso de Jonas, onde ele diz:  “Do ventre do Seol” -Jonas 2:2
Teria o Seol ou inferno, ventre?  O inferno se localiza na barriga de um peixe?
E para este lugar que todos os que morrem irão, para o ventre de um peixe?
Óbvio que não, aqui se esta falando de uma possível mudança de circunstância, onde aquele peixe poderia vir a ser a sepultura de Jonas.
A explicação da parábola do Rico e do Lázaro:

Jesus usa aqui o rico para representar os líderes religiosos judaicos, incluindo não só os fariseus e os escribas, mas também os saduceus e os principais sacerdotes. São ricos em privilégios e oportunidades espirituais, e comportam-se como aquele rico.
Sua vestimenta de púrpura régia representa sua posição favorecida, e o linho branco significa que eles se consideram justos.
Esta orgulhosa classe do rico encara as pessoas pobres, comuns, com total desprezo, chamando-as de `am ha·’á·rets, ou povo da terra.
Observe que o versículo 14, relaciona o amor egoísta ao dinheiro, aos fariseus.

O mendigo Lázaro representa, pois, essas pessoas, às quais os líderes religiosos negam a devida nutrição e privilégios espirituais.
Portanto, assim como o Lázaro cheio de úlceras, as pessoas comuns são menosprezadas como  espiritualmente doentes e dignas de se associarem apenas com cães. No entanto, os da classe de Lázaro têm fome e sede de alimento espiritual e, por isso, se encontram junto ao portão, procurando receber quaisquer míseras migalhas de alimento espiritual que porventura caiam da mesa do rico.
Observe o mencionado no verso 21 de Lucas 16 e compare com Mateus 15:24-28.
“Ora, no decorrer do tempo”, diz Jesus, “morreu o mendigo e foi carregado pelos anjos para a posição junto ao seio de Abraão.
Também o rico morreu e foi enterrado. E no Hades, ele ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu Abraão de longe, e Lázaro com ele na posição junto ao seio”.
Visto que o rico e Lázaro não são pessoas literais, mas simbolizam classes de pessoas, logicamente a morte deles também é simbólicaO que simboliza ou representa a morte de cada um deles?
Jesus acabou de indicar uma mudança nas circunstâncias, dizendo que `a Lei e os Profetas existiram até João, o Batizador, mas que dali em diante o reino de Deus estava sendo declarado’. Portanto, é com relação à pregação de João e de Jesus Cristo que tanto o rico como Lázaro morrem quanto à sua circunstância ou condição anterior.

Os da humilde e arrependida classe de Lázaro morrem para com a sua anterior condição espiritualmente despojada eentram numa posição de favor divinoAo passo que antes procuravam junto aos líderes religiosos o pouquinho que caísse da mesa espiritual, agora as verdades das Escrituras, apresentadas por Jesus, suprem as suas necessidades. 
São assim levados para a posição junto ao seio, ou situação favorecida, do Abraão Maior, Jeová Deus.
Por outro lado, os que compõem a classe do rico vêm a estar sob o desfavor divino devido à persistente recusa de  aceitarem a mensagem do Reino ensinada por JesusDesta forma, morrem para com a sua posição anterior de aparente favor. De fato, fala-se deles como estando em tormento figurativo.

O que atormenta os indivíduos da classe do rico são as mensagens de julgamento ardente de Deus, proclamadas pelos discípulos de Jesus.
Querem que os discípulos desistam de declarar essas mensagens, dando-lhes assim certa medida de alívio de seus tormentos.
Quão justo e apropriado é que tal reversão dramática ocorra entre a classe de Lázaro e a do rico!
A mudança nas condições ocorre poucos meses depois, em Pentecostes de 33 EC, quando o velho pacto da Lei é substituído pelo novo pacto.
Observe que na parábola, no verso 25, Abraão chama o rico de filho.
No verso 27 vemos que ele tem outro Pai.
Agora observe o texto bíblico que mostra que mesmo Jesus reconhecendo que aqueles fariseus eram “filhos” de Abraão, acusou-os de terem também outro Pai.  João 8:37, 44
Fica então inequivocamente claro que os discípulos, não os fariseus e outros líderes religiosos, são os favorecidos por Deus.
O “grande precipício” que separa o simbólico rico dos discípulos de Jesus, portanto, representa o julgamento imutável e justo de Deus.
Mas Abraão disse: `Eles têm Moisés e os Profetas; que escutem a estes.'” Sim, para que os “cinco irmãos” escapem dos tormentos, tudo o que têm a fazer é acatar os escritos de Moisés e dos Profetas, que identificam a Jesus como o Messias,e daí se tornar discípulos seus.
Mas o rico objeta: “Não assim, pai Abraão, mas, se alguém dentre os mortos for ter com eles, arrepender-se-ão. Contudo, diz-se-lhe: “Se não escutam Moisés e os Profetas, tampouco serão persuadidos se alguém se levantar dentre os mortos.” Deus não fornecerá sinais ou milagres especiais para convencer as pessoas.

Para granjear o Seu favor, elas devem ler e aplicar as Escrituras.

Esse é o verdadeiro significado da parábola.
Certo site chegou a perguntar o seguinte:

As Testemunhas de Jeová (TJ) afirmam que a palavra “Hades” significa “sepultura”, mas por que no texto de Lucas é 

dado o sentido de sofrimento?
A RESPOSTA BÍBLICA É:

Por que nesta parábola esta revelando uma verdade que os Judeus da época não poderiam entender.

Mateus 13:11: hoje nossos desafiantes também estão cegados para não entenderem (aceitarem) as verdades ensinadas nesta parábola.Ambas as as pessoas aqui são figuras retratando as circunstâncias vividas pelos fariseus e o povo comum sedento das 

verdades bíblicas que era 

desprezado como ovelha sem pastor, enquanto os Líderes Judaicos 
e fariseus amantes do 
dinheiro retratados na parábola como sendo a classe 
rico, não prestavam ajuda espiritual 
ao seus co-irmãos Judeus, as 
Escrituras mencionam que andavam esfoladas como ovelhas sem pastor, Jesus 
ao 
vir, deu lhes de comer, colocou numa 
posição de Favor, e começou a expor a classe do Rico como iníqua e atormentando estes com seus julgamentos 
ardentes (Lucas 12:49  Atos 5:27-33)

Deste tempo em 
diante se desejassem ter o favor 
de Deus deveriam se tornar cristãos e sair do Judaísmo, o 
precipício ficara intransponível. 
Os Fariseus desejavam que as advertências atormentadoras fossem aplacadas 
como que dando uma refresco por 
se parar de pregar e fazer 
lançar um julgamento adverso contra tais, mas isso 
não aconteceria.

O Rico (fariseus) pediram que um sinal fosse dado 
para mostrar aos 
seus correlativos para que 
se convencessem da verdade e mudassem o proceder, mas não seriam dados sinais, pois eles tinham 

Moisés e os profetas

(Escrituras Hebraicas) e, se não deram ouvidos e estes, não seria sinais que os convenceriam.

E de fato, mesmo Jesus tendo 

ressuscitado dentre os mortos e muitos outros, isso não foi o suficiente para que os 
Fariseus se 
convencessem de que Jesus fosse o MESSIAS OU CRISTO.
Esta é a verdadeira lição e significado da parábola.E a pergunta que deixo a nossos desafiantes é: Moisés e os profetas mencionados nesta parábola significam as Escrituras do AT, ou significa que Moisés e os profetas literalmente estavam vivos e poderiam pregar aos irmãos do Rico?
Lembrem-se, se disserem que são figuras simbólicos retratando o AT, terão de aceitar que o Rico, Lázaro e Abraão aqui também são figuras simbólicas.
Há poucos motivos para os clérigos da cristandade não conhecerem este entendimento da parábola de Jesus.
Um destacado comentário protestante, em inglês, A Bíblia do Interpretador, traz à atenção uma explicação similar.
Salienta que muitos interpretadores acreditam que as palavras de Jesus sejam “um apêndice alegórico que
pressupõe o conflito entre o primitivo cristianismo e o judaísmo ortodoxo. O rico e seus irmãos representam os
judeus descrentes.
Faz-se Jesus asseverar que eles se recusaram obstinadamente a se arrepender, apesar do testemunho óbvio a respeito de si próprio na Escritura e a predizer que deixariam de ficar impressionados pela sua ressurreição.
É concebível que Lucas e seus leitores tivessem dado alguma interpretação assim a estes versículos.”

E numa nota ao pé da página, sobre Lucas, capítulo 16, a Bíblia de Jerusalém, católica, em inglês e outras línguas, reconhece que esta é uma “parábola em forma de história, sem referência a qualquer personagem histórico”.

Em vista disso, podemos perguntar com razão: Por que não reconheceram, pelo menos, os clérigos da cristandade perante as pessoas de suas igrejas que se trata duma parábola?
Por que continuam os que sabem que a Bíblia não ensina a imortalidade da alma humana a dar uma aplicação literal a uma evidente parábola? Não é isso desonesto?
Não mostram desconsideração para com a Palavra de Deus, ocultando deliberadamente os fatos?

É de interesse notar que nos versos 29 e 30, a Bíblia NVI reconhece a interpretação como simbolizando não literalmente a Moisés e aos profetas e também aludindo à ressurreição de Cristo ou fenômenos milagrosos, mas deixa de entender os versos precedentes da mesma forma, pois, fazendo isto, aceitando também neste texto o caráter simbólico, não poderiam dizer que o tormento do Hades é literal.
De fato não é realmente literal, vemos na parábola, algo igual ao drama simbólico descrito em Gálatas 4:21-31 onde Abraão é novamente usado para representar Jeová, e a nação de Israel representada na pessoa de Agar, escrava de Abraão.
Sara, esposa legitima, representando a Jerusalém de cima.
Quando o novo pacto entra em vigor por meio da morte de Cristo em 33 EC, ocorre uma mudança de circunstâncias.
Ambas geraram filhos a Abraão, mas o filho por meio de Agar foi despedido junto com sua Mãe, pois Jeová disse que o descendente seria por meio de Sara, assim, as promessas de Deus se cumprem no filho de Sara, O Israel espiritual os filhos espirituais de Jeová, o descendente da mulher.  Gênesis 3:15


Fusão dos textos

Gálatas 4:21-31 e Lucas 16:19-31

Abraão é usado para representar Jeová, a nação de Israel está representada nas pessoas de Agar, e do Rico da parábola.
Sara, esposa legitima, representando a Jerusalém de cima, mãe do Israel espiritual sendo estes Jesusapóstolos e os discípulos.
Quando o novo pacto entra em vigor por meio da morte de Cristo em 33 EC, ocorre uma mudança de circunstânciasAmbas ( NI JC ) geraram filhos a Abraão (J), mas o filho por meio de Agar foi despedido junto com sua Mãe, pois Jeová disse que o descendente seria por meio de Sara ( JC ), assim, as promessas de Deus se cumprem no filho de Sara (JC), O Israel espiritual o descendente da mulher. -Gênesis 3:15
O que podemos dizer de Lázaro irmão de Marta, o qual Jesus ressuscitou.
Será que ele não teria dito nada a respeito da sua vida após a morte, de sua bem-aventurança no seio de Abraão?
Vale frisar que o Lázaro da parábola nada tem a ver com o Lázaro irmão de Marta.
Alias teria sido desamoroso da parte de Jesus ter ressuscitado Lázaro de tal estado feliz para novamente trazê-lo à vida terrena ,colocando-o novamente em risco de ir para o outro lado do Seol-Hades por algum pecado.
E bem que poderíamos fazer a pergunta: Para onde foram aqueles que morreram antes de o próprio Abraão nascer e morrer para se tornar o anfitrião receptor dos demais?
Sim pois, se as pessoas iam para o seio de Abraão ao morrer, para onde foram os que morreram antes de ele mesmo ir para lá?
Ou então ,visto que as obras criativas de Deus terminaram com Eva , quando ele criou tal inferno de fogo então?
Quando ele teria feito esta sub-divisão no seol, onde numa parte, ficariam os bons e noutra parte ficaria os pecadores?

Se mais tarde , for sua resposta, ela então contradiz as Escrituras, Eva foi a última criação, se foi antes, então você esta dando a entender que Deus já intencionava lançar alguns neste lugar, do contrário por que o criaria?
Será que Abraão é o chefe responsável pelo que acontece neste lugar? É a ele que as pessoas devem pedir misericórdia e não mais a Deus? Ou será que Abraão nesta parábola não simboliza outra pessoa?
O que foi que o rico fez de errado? É verdade que ele mostrou uma séria falta de atenção para com o mendigo, mas isso só, bastaria para condená-lo a queimar em literais chamas eternas?
O que foi que o mendigo fez que lhe resultou em ser agraciado com a posição de favor?

As Escrituras nos dizem que nenhum homem justo mendigaria o pão.  Salmo 37:25  109:1,10  Prov 20:4
Porém, em Mateus 5:3 no grego original temos uma frase que pode ser entendida como que dizendo:
Bem-aventurados os humildes ( pobres, mendigos ) de espírito, porque deles é o reino dos céus.
Aqui vemos uma mendicância que é uma bem-aventurança, e não a física que é sinal de desfavor de Deus.
Esta se ajusta perfeitamente ao simbolismo do mendigo da parábola, mas raciocine.
Será que passaria pelo coração de Jeová assar pessoas eternamente, em razão de alguns anos de pecado e por não querer servi-lo?

Deus respeita o livre arbítrio.

A sua lei estabelece uma regra perfeita de punição pelo erro.  Êxodo 21:24
Assim sendo, se alguém pecou durante 30 anos por exemplo, seria exercida de maneira correta a justiça de Deus se Ele submetesse tal pessoa a chamas eternas?
Veja a palavra de Deus relacionada a algo que os Israelitas faziam de errado.
E construíram os altos de Tofete, que está no vale do filho de Hinom, para queimarem no fogo a seus filhos e suas filhas, coisa que eu não havia ordenado e que não me havia subido ao coração.’   Jer 7:31 e também 32:35.
Realmente existem alguns  teólogos e “estudiosos” que apesar do claro simbolismo  e expressão metafórica, insistem que  Isaías 14:9-20 prova o tormento consciente sendo o verso 12 uma referência a Satanás.
Qual exegeta honesto, perceba que quando se lê o contexto, fica  evidente que se está referindo ao rei de Babilônia e não a um ser espiritual ( verso 4 e 16 ).
Agora entenda que, eles acreditam, que se trata do inferno, é a interpretação que dão para  Seol, veja que é claríssima a simbologia.
Será que no inferno tem reis e tronos (9). Será que o tormento permitirá uma conversa tão descontraída (10).
Será que existe música e instrumentos no inferno?
Será que o fogo ardente do inferno não mataria gusanos ou vermes?
Agora perceba que mesmo dizendo que se trata de uma expressão proverbial no versículo 4, estes teólogos são capazes de acreditar que tudo isso é uma declaração literal do inferno ou Seol.
Acredito que mais Bíblia e menos livros de filosofias e ficção teria sido de ajuda.
As Escrituras são claras sobre a condição de quem está no Seol.
Eclesiastes 9:5,10   Isaías  38:18-19
Jesus ainda nos deixou claro que é igual a um sono.  João 11:11
Mas eles insistem em que Deus queimará estas pessoas.

Eu lhe pergunto:

O que você faria com um cão que é indomável, incorrigível e que poderia por em risco sua família seus filhos e tod comunidade?

Opção 1 Bateria nele com um pedaço de pau de vez por outra, jogando-lhe também água fervente e atirando-o em cima de brasas incandescentes?

Opção 2 Sacrificaria o animal, mesmo ficando triste por isso , para que a paz de sua família prevalecesse?
A resposta que você dará, é ainda a resposta de alguém que não consegue demonstrar plenamente o amor.
Imagine agora o que faria aquele que a Bíblia diz que É AMOR.  1 João 4:8   Ezequiel 18:32
Então será que Jeová faria com humanos aquilo que você repudiaria fazer a um animal?

Pelo que sei da Bíblia, não existe consciência no Seol lav ) e nenhuma atividade consciente.


Eclesiastes 9:10  – Tudo o que a tua mão achar para fazer, faze-o com o próprio poder que tens, pois não há trabalho, nem planejamento, nem conhecimento, nem sabedoria no Seol, o lugar para onde vais”.
(Almeida revista e atualizada traz a tradução “além” e a corrigida “sepultura”.)
Quero destacar aqui que esta é a mesma palavra que muitas Bíblias traduzem por “inferno”, ou seja segundo as Escrituras, todos ao morrer vão para o inferno ou Seol, todos, e lá não existe atividade.


Esta crença de que existe uma subdivisão no Seol – pode-se perguntar – surgiu de onde então?
Os gregos anteriores a Sócrates e Platão também criam que a alma continuava viva após a morte.
Pitágoras, famoso matemático grego do sexto século AEC, sustentava que a alma era imortal e estava sujeita à transmigração. Antes dele, Tales de Mileto, considerado o mais antigo filósofo grego conhecido, achava que a alma imortal não existia apenas em homens, animais e plantas, mas também em objetos tais como um ímã, visto que pode mover ferro. Os antigos gregos afirmavam que as almas dos mortos eram transportadas através do rio Estige para um vasto domínio subterrâneo chamado de o mundo dos mortos.
Ali, juízes sentenciavam as almas quer ao tormento numa prisão com muros enormes, quer à bem-aventurança no Elísio.
Obviamente a filosofia grega foi enxertada no cristianismo apóstata, o que foi decisivo para teologia da cristandade. Na visão de alguns grupos evangélicos, após a ressurreição de Jesus, os que estavam na parte boa do Sseol foram levados aos céus junto com o Cristo, todos os fiéis desde o tempo de Abel.
Não é isso que a Bíblia ensina.
Estes textos deixam claro que a ressurreição ainda não havia ocorrido.
1 Coríntios 15:12-19  2º Timóteo 2:17-18
O fato de Paulo mencionar Jesus levando cativos ( Efésios 4:8) no idioma grego original das Escrituras, não indica que houve uma ressurreição. Não.
O texto esta explicado no contexto imediato.
Nos mostram que Jesus e os demais cristãos foram postos numa condição superior, numa alta posição conforme Paulo menciona em Efésios 2:6, uma posição como que “celestial”.

A palavra grega vertida incorretamente na ALMEIDA É: ( sunegeirw ) sunegeiro que significa: Levantar, por ao alto.   Jesus ao ascender da morte, subiu da morte ao alto, à vida, e depois de vencer a morte levou consigo os cativos (os seus servos) à uma condição superior, a uma posição elevada mas não os ressuscitou pois Paulo que se incluiu a estes estava bem vivo junto com todos os demais que depois ele passou a descrever como ocupando papeis fundamentais dentro da congregação.  Efésios 4:11-13
Aliás, se alguém disser que esta expressão “levou cativo o cativeiro”, significa que após sua ressurreição, ele ressuscitou servos fiéis do passado ou que tirou os do Seio de Abraão, para os levar ao céu, estará chamando Pedro de mentiroso, pois este disse claramente muito tempo depois de Jesus subir ao céu as seguintes palavras: Realmente, Davi não ascendeu aos céus” Atos 2:34
Ora, se não levou Davi então logicamente não levou mais ninguém.
Muitas deturpações têm sido feitas sobre a morte e a punição dos iníquos.

Este gráfico mostra uma noção distorcida sobre o inferno :       


A Cristandade criou crenças absurdas afim de poder 
“tentar” manter de pé a herética doutrina de um inferno de fogo.

As Escrituras dizem : No principio Deus criou o Céus e a Terra. -Gênesis 1:1
Mas a cristandade mudou isso , ela , segunda suas crenças distorcidas, deveria possuir uma Bíblia que rezasse:
No principio Deus criou o Céu e a Terra e o Inferno , tendo um lado 
bom e outra lado mal , e criou tambem o purgatório e o limbo ……….
Clique p/ ampliar.
Pois é, é difícil entender como eles podem inventar coisas assim, mas o ditado popular, é verdadeiro neste particularUma mentira sempre exige outra mentira para sustentar a primeira”
Veja como as pessoas infelizmente, por falta de estudo bíblico pessoal, por falta de interesse em se aprofundar mais nas Escrituras, passam a ter um conhecimento distorcido, errado, que geralmente acaba gerando doutrinas anti-bíblicas, por exemplo:
Algumas pessoas acreditam que o Diabo tem chifre e cauda e usa um tridente.
Será que um anjo criado por Deus teria tal aspecto, lembre-se de que Deus criou o anjo que se tornou Satanás, embora este tenha pecado isso não afetou sua aparência, assim como um homem bonito e atraente que se torna ladrão e bandido não deixa de continuar belo.
Esse é um dos motivos pelos quais muitos são enganados.
Leia este texto: 2 Coríntios 11:14
Outras pessoas acreditam que o Diabo vive no inferno e lá está a atormentar as almas perdidas.
Bem primeiramente a doutrina do tormento eterno consciente é uma heresia criada por pessoas que desconhecem o contexto geral da Bíblia, ou que muitas vezes sabem a verdade, mas se negam a reconhece-la por algum motivo pessoal.
Outra coisa é que, o Diabo nunca esteve e jamais estará no inferno , ele tinha acesso a apenas duas esferas, o céu e a terra.  Jó 1:6-7
Mais tarde a Bíblia diz que  ele foi expulso do céu por ocasião do inicio da presença de Cristo.
Veja: Revelação (Apocalipse) 12:7-10
Assim ele fica restrito a terra, sem acesso à esfera celestial.
Mais tarde porém, se nos diz que ele é lançado num abismo , ou seja ,é retirado da terra e lançado em um outro lugar ou condição, o  abismo.  Revelação (Apocalipse )20:1-3
A palavra grega em Revelação 20:3 é diferente de Hades , que algumas traduções vertem por inferno.
Assim, Satanás nunca estará no inferno ou Hades pois lá é um lugar apenas de pessoas mortas e nunca de pessoas vivas, não se menciona animais indo para lá em nenhuma passagem bíblica.
Apocalipse 20:13 Almeida corrigida
Ser dito que o fogo eterno espera Satanás e seus anjos não muda esta verdade, pois não se menciona nesta passagem a palavra inferno, ou Hades.
Tal fogo é uma expressão simbólica, que faz alusão ao lago de fogo , que é a segunda morte.
Geena foi uma das palavras que Jesus usou para se referir a futura destruição dos iníquos.
Marcos 9:43-48

A Bíblia muitas vezes associa simbolicamente fogo à destruição eterna.  Um exemplo é Judas 7 que diz: Assim também Sodoma e Gomorra, e as cidades em volta delas, as quais, da mesma maneira como os precedentes, tendo cometido fornicação de modo excessivo e tendo ido após a carne para uso desnatural, são postas diante [de nós] como exemplo [de aviso] por sofrerem a punição judicial do fogo eterno.

Observe que se diz que o fogo seria eterno

Porém sabemos que não há nenhuma cidade naquela região pegando fogo até hoje mas sim que toda aquela geração foi destruída para sempre.
Jesus quando disse que iria iniciar um fogo na terra e já estava aceso, era símbolo da exposição dos erros e hipocrisia dos falsos adoradores, bem como o alvoroço que as boas novas iriam causar.  Lucas 12:49

O apóstolo Paulo falou que o fogo iria expor as obras de todas as pessoas. – 1° Corintios 3:11-13
Assim, todas as passagens associadas ao fogo e tormento revelam que estes são simbolismos apropriados da destruição eterna da parte de Jeová Deus, sendo que o tormento das pessoas vem como resultado obtido pela exposição de suas convicções como sendo falsas e privando-as da bem-aventurança prometida aos santos, tormento esse, que nos seus efeitos, é eterno.

E pense nisto-Se Jeová pusesse pessoas para sempre em um local de tormento eterno, então ainda continuaria existindo o mal, vivendo não no meio dos bons ,mas ao lado deles, uma vez que haveria dentro do universo de Deus, um local de tormento eterno que jamais deixaria de existir.

Perguntamos: Era esse o propósito original de Deus no princípio?  Isaías 55:11.
O que acontece com a madeira quando a pomos no fogo? Ela queima, vira cinzas, a fumaça é a evidência e a lembrança de que a destruição por fogo é eterna e irreversível; esse é o destino dos iníquos.
Como poderia ajuntar todas  as coisas, no céu e na terra (o universo de Deus) em Cristo? Se houvesse tal lugar de tormento eterno, não poderia ser todas as coisas – Efésios 1:10  1° Cor 15:28.
Como Jeová poderia ser tudo para com todos?




Como se gerou tal doutrina anti-bíblica

Bem, a origem do inferno de fogo, é conforme as evidências apontam, totalmente anterior ao cristianismo, sim pois, para o judaísmo não existia tal lugar de tormento consciente, o lugar que atualmente as pessoas da cristandade dizem ser o inferno ou segundo as palavras hebraicas e gregas, o Seol e o Hades, não passavam da região comum para onde todas as pessoas mortas vão.

E o outro lugar que as pessoas pregam como sendo o inferno, segundo as palavras originais não passa de um vale que se depositava lixo no 1° século é HINOM.
O lago de fogo que as Escrituras dizem ser o fim derradeiro dos impenitentes não é uma passagem de difícil interpretação , pois logo no próprio versículo dá o significado:
Este significa a segunda morte”.  Versículo 14 do Capítulo 20.

Como se pode ver, o inferno, o falso profeta, a besta e a morte são lançados lá, e perceba que coisas como inferno, falso profeta e a besta e morte são condições, instituições políticas, coisas que não podem ser atormentadas mas que podem e vão sim, ser completamente eliminadas. –Apocalipse 19:20  20:13-14 (Thompson)
Passagens bíblicas mal analisadas e mal interpretadas fizeram com que muitos passassem a propagar erros.
Outros se utilizaram da ignorância popular com relação à Bíblia e usaram tais ensinamentos para exercerem uma pressão psicológica sobre os membros, assustando-os com um “Deus” cruel e sádico.

No passado antes do próprio Judaísmo ser fundado, já existiam noções não iguais às atuais, mas parecidas sobre um mundo subterrâneo, no qual as pessoas passariam a eternidade.
Mais tarde, passaram a existir muitas concepções de infernos, tanto quentes como gelados, e estavam nas religiões budistas, babilônicas, assírias e numa infinidade de outras religiões pagãs.
Que muitas filosofias e ensinos pagãos se infiltraram no cristianismo apóstata nós já sabemos e que muitas religiões inventaram crenças falsas para segurar e amendontrar seus adeptos também. Agora, será que nós iremos atrás de doutrinas que claramente contradizem as Escrituras e mancham o nome de nosso Deus?

Veja o comentário da Enciclopédia Barsa neste respeito:
Barsa Vol: 8 Tópico :Inferno
A idéia de punição após a morte não existia na maioria das religiões antigas, inclusive Israel no Judaísmo.
Mesmo em Israel, somente depois de lenta evolução de consciência moral foi que se impôs a idéia de punição depois da morte.

Agora fica novamente a pergunta: Vamos aceitar o que é verdade ou ficar com a mentira?
A resposta depende somente de cada um de nós!
Implicações adicionais da doutrina do tormento eterno.
1 – Segundo a doutrina da redenção ou resgate, Jesus assumiu o nosso lugar ao ser condenado pelos pecados da humanidade, de modo que sua vida qual humano deveria de ser extinta, uma vez que o salário do pecado é a morte, Jesus precisou  morrer por assumir nossa culpa e conseqüentemente o castigo destinado a nós pecadores, foi destinado a ele. Mas se esta doutrina de tormento eterno fosse verdadeira, Jesus teria de ir para um inferno de fogo e lá permanecer para sempre, pois este é o destino eterno dos pecadores contra Deus segundo esta falsa doutrina.
Sabemos que Jesus morreu, e como ser humano deixou de viver para sempre, de modo que não existe qual alma humana permanecendo eternamente num fogo eterno. Sua vida, a qual ele usufrui hoje, é uma vida espiritual num corpo imaterial novo, revestido de imortalidade, sua humanidade não existe mais, pois foi dada em resgate pelos humanos.
2 – Outro fator, é que a vida de todas as criaturas que Deus criou não é auto suficiente, pois esta vida é derivada e mantida pela benignidade imerecida ou graça de Deus.  A vida que usufruem é uma concessão e não um direito inato que lhes cabe, de modo que para que a vida das criaturas que fossem lançados neste hipotético local de tormento eterno fosse eterna, Duas coisas seriam necessárias e ambas são irreconciliáveis.
Primeira: Para que a vida destas criaturas atormentadas eternamente, fosse de fato, eterna, elas deveriam ter vida em si mesmos, sendo auto-suficientes pois, sendo abandonadas por Deus e desaprovadas por ele, a vida que elas derivam nesta eternidade não estar sendo sustentada por ele, pois ele não fornece manutenção de vida a pecadores.
E sabemos que isso não é possível porque nenhum ser vivo possui vida auto-suficiente, auto-sustentável.
Segunda: Se a vida que estas criaturas que vão para o fogo eterno será mantida e sustentada por Deus, então não há dúvidas de que o tormento destas criaturas é eterno em decorrência da manutenção de suas vidas sendo efetuada por Deus, sendo que o tormento destas não tem fim pelo fato de Deus estender a vida delas para que sofram eternamente em fogo e tormento eterno.   Isso porém é algo repulsivo e não compatível com a personalidade do Deus o qual as Testemunhas de Jeová conhecem das Escrituras, ao contrário, este tipo de comportamento é denominado sadismo.

 

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Comentários

  • Ramiro  On 11 de março de 2014 at 23:49

    Excelente explicação da parábola do RICO E LÁZARO e uma maravilhosa refutação(á luz das Escrituras)dessa doutrina demoníaca do INFERNO DE FOGO,que contradiz a Bíblia e também vai contra a personalidade de nosso amoroso Deus JEOVÁ! Que Jeová continue te abençoando meu querido irmão.

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  • SempreSimples  On 25 de março de 2014 at 9:13

    Esta conversando com um defensor da imortalidade da alma,
    perguntei pra ele o que acontece com as pessoas que morrem hoje, ou seja,
    qual o seu destino, com muito custo ele respondeu brevemente: pega por base a passagem do rico e do Lázaro. Perguntei pra ele porque Lázaro foi para o céu e Davi não foi (Atos 2:34) ?

    Ai foi aquela resposta que todo mundo conhece..kkkkk

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  • andrea  On 22 de julho de 2016 at 17:41

    Essa explicação da parábola foi muito bem feita fiquei arrepiada e muito emocionada como a luz da verdade esta expressa, tenho uma colega de trabalho que sempre discute sobre essa parábola eu nunca tive um argumento que convencer-se ela … mais sua explicação foi divina , que jeová lhe mantenha sempre assim muito obrigado.

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