Resposta a um artigo crítico sobre STAUROS


O crítico contende com o argumento das Testemunhas de Jeová (Letras vermelhas)

Com quantos paus se faz um stauros?

Durante toda a história cristã, a cruz, que em grego se chama stauros, é tida como o instrumento de execução de nosso Senhor Jesus Cristo. Instrumento através do qual, Ele consumou Seu plano. Mesmo assim, muitos evitaram representá-la, pois temiam acabar idolatrando a representação, se esquecendo de prestar a devida adoração a Deus. Esta preocupação mostra o zelo destas pessoas, e é certamente louvável da parte deles. No entanto, muitas vezes o zelo conduz a excessos. Principalmente quando o zelo provoca um asceticismo exagerado Observe que nesta introdução o autor afirma que “muitos evitaram representá-la” isto é a cruz, dai prossegue dizendo que isso demonstra “zelo” e é “louvável da parte deles”. Louvável que ele usa aqui, quer dizer o que ? Esta pergunta é oportuna visto que não é nada louvável as palavras que o autor antagônico das Testemunhas de Jeová usa a fim de fazer o desfecho de seu artigo! Ele diz em sua conclusão final que a obra das TJ é “incompleta” e que “Estas pessoas demonstram não estar realmente separadas do mundo”. Os historiadores discordam desta visão difamatória que esse autor pincela de modo irresponsável. Como reconheceu Friedrich Heer, professor católico-romano de História na Universidade de Viena: “Nos frios fatos da história alemã, a Cruz e a suástica se aproximaram cada vez mais, até que a suástica proclamou a mensagem de vitória do alto das torres das catedrais alemãs, bandeiras suásticas apareceram ao redor dos altares e teólogos, pastores, clérigos e estadistas católicos e protestantes deram boa acolhida à aliança com Hitler.”(O grifo é meu) O livro History of Christianity, de Paul Johnson, diz: “Dentre 17.000 pastores evangélicos, nunca houve mais de cinqüenta que cumprissem longos termos de prisão [por não apoiarem o regime nazista] em qualquer época.” Contrastando tais pastores com as Testemunhas de Jeová, Johnson escreveu: “Os mais valentes eram as Testemunhas de Jeová, que proclamavam a sua inequívoca oposição doutrinal desde o início e sofreram em conseqüência disso. Recusaram qualquer cooperação com o Estado nazista.” Estes fatos revelam o que sobre quem pode estar realmente  “separados do mundo” ? (… palavras deste próprio autor…) Apoiar derramamento de sangue é permitido pela maioria dos Evangélicos em tempo de guerra! (clique aqui e saiba mais)Isso é o que eu chamo de um enorme pedaço de pau no olho ao passo que ficam apontando cisco no olho dos outros! Voltando ao assunto da cruz e deixando um pouco de lado este argumento detrator e falso deste artigo tendencioso, o autor prossegue em suas críticas pró idolatria: Este zelo ascético não se limita àquela época. Hoje também enfrentamos situações similares. E no que diz respeito à cruz, não só evitam representá-la, como faziam antigamente. Recentemente, o grupo conhecido por Testemunhas de Jeová chegou até a negar que a cruz tenha sido o instrumento de execução de nosso Senhor. (Obs. Não foram as TJ a princípio, mas respeitadas obras de referencias dedicadas ao assunto (e não a perseguição religiosa) , quem afirmaram que a cruz não foi “o instrumento de execução” de nosso Senhor Jesus.) Será que o Teólogo e Erudito Gunnar Sammuelsson é Testemunha de Jeová ? Este Erudito após 3 anos e meio fazendo pesquisa exclusiva sobre este tema não acredita que Jesus tenha sido morto em uma cruz! Veja vídeo aqui O Ascetismo ou asceticismo é uma filosofia de vida na qual são refreados os prazeres mundanos, por outro lado as Testemunhas de Jeová se casam, tem filhos, comem , usam bebida alcoolica com moderação e fazem muitas coisas que exclue a elas da acusação vazia no início deste artigo. A aparência de santimonia não é evidente no meio das Testemunhas de Jeová. Elas vivem separadas do mundo mas não são ascetas como o artigo quer dar a entender. Quase todos os dias quando pregamos de casa em casa Evangélicos nos dizem que nos vestimos e usamos jóias e que portanto não somos cristãos. Esse mesmo argumento vazio deles pode ser usado contra a afirmação acima.Um vai ao extremo de nos chamar de “ascetas” outro vai ao extremo de nos chamar de “mundanos”. Falando ainda sobre porque as TJ evitam o uso da cruz o autor prossegue : Foi seu segundo líder, J. F. Rutherford, quem introduziu esta idéia. Então foi Rutherford quem escreveu o apêndice N.° 162 de The Companion Bible ? Esta obra declara a respeito de staurós :

indica um poste ereto ou estaca, em que se pregavam criminosos para serem executados. . . . Nunca significa dois pedaços de pau cruzados em qualquer ângulo, mas sempre apenas um pau.” (O grifo é meu.)

Conclui o apêndice:

A evidência está assim completa de que o Senhor foi morto numa estaca ereta e não em dois pedaços de pau cruzados em qualquer ângulo.”

A Tradução da Bíblia João Ferreira de Almeida diz em Atos 5:30: “O Deus de nossos pais ressuscitou a Jesus, ao qual vós matastes, suspendendo-o no madeiro.” Foi esta versão da bíblia produzida sob a influencia de Rutherford ? Versões católicas e protestantes da Bíblia, em certos versículos dizem que Jesus morreu num madeiro: Atos 10:39 na Almeida reza: “E nós somos testemunhas de todas as coisas que fez, tanto na terra da Judéia como em Jerusalém; ao qual mataram, pendurando-o num madeiro.” Atos 13:29 : “E, havendo eles cumprido todas as coisas que dele estavam escritas, tirando-o do madeiro, o puseram na sepultura;” Galatas 3:13: “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós, porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro;” Acha que madeiro pode ser uma “cruz” ? Então vamos estudar um pouco… MADEIRO definição:

estaca ou poste de madeira” fonte : http://www.dicionarioinformal.com.br/definicao.php?palavra=madeiro&id=149

Madeiro s.m. Peça grossa de madeira que serve de sustento das vigas do teto ou do soalho das casas. / Lenho ou trave grossa fonte Dicionário Aurélio: http://www.dicionariodoaurelio.com/dicionario.php?P=Madeiro

 

As citações feitas por este autor Anti Testemunha de Jeová , ao mencionar tradição e escritos religiosos dos dias do Imperador Constantino não prova nada. As citações que ele usa mostram o contrário!

Um certo homem entregou um de seus escravos, com ordens de chicoteá-lo pelo fórum, e então colocá-lo para morrer. Enquanto estavam executando suas ordens e atormentando o pobre infeliz, cuja dor e sofrimento o faziam se contorcer e se torcer horrivelmente, a procissão sagrada em honra a Júpiter mudou para aparecer atrás deles… E era uma punição severa para um escravo que cometeu uma falta, se ele fosse obrigado a tomar um pedaço de madeira (xulon), com o qual eles apoiavam a haste de uma carruagem, e o carregar pela vizinhança. Pois aquele que era visto experimentar esta punição não teria mais crédito em sua própria vizinhança familiar. E ele era chamado de furcifer (phourkipher), pois o que os gregos chamam de coluna ou suporte, é chamado de ‘furca’ (phourkan) pelos romanos.”Plutarco, Coriolanus 24.4-5. GRIFO ACRESCENTADO Online: http://www.greektexts.com/library/Plutarch/Coriolanus/eng/394.html

Portanto para a execução o texto menciona apenas um pedaço de madeira! O próprio autor usa de raciocínio que ele mesmo discorda : “Além disto, a forma variava de acordo com a quantidade de pessoas a serem crucificadas. Na crucificação dos 6000 prisioneiros de guerra por Crassus na Via Appia entre Roma e Capua (Bella Civilia I.120), o mais plausível é que tenham sido crucificados usando somente um poste vertical, que seria a forma mais rápida e simples. Assim, tanto este exemplo, como os exemplos em que as vítimas eram amarradas, não haveriam evidências traumáticas nos corpos.” “De fato, segundo Flávio Josefo (Guerras Judaicas 5:552-553) as tropas romanas tiveram que viajar 10 milhas para encontrar madeira, o que indica que esta estava escassa naquela região. Assim, Joe Zias considera que podia se economizar madeira, usando-se o mesmo poste transversal para várias crucificações.” Estes fatos falam contra a dedução de que cada individuo era pregado numa “cruz” como a conhecemos hoje com dois postes transversais.

The Encyclopaedia Britannica, Vol. 7, da Edição 11, pag. 506, diz:

Não foi senão até o tempo de Constantino que a Cruz foi usada publicamente como símbolo da religião cristã.”

É significativo o seguinte comentário no livro The Cross in Ritual, Architecture, and Art (A Cruz no Ritual, na Arquitetura e na Arte):

É estranho, porém, inquestionavelmente um fato, que em eras muito anteriores ao nascimento de Cristo, e desde então em terras não tocadas pelo ensino da Igreja, a Cruz tenha sido usada como símbolo sagrado. . . . O grego Baco, o tírio Tamuz, o caldeu Bel e o nórdico Odin, para seus devotos eram simbolizados por uma figura cruciforme.” — De G. S. Tyack, Londres, 1900, p. 1.

O livro The Non-Christian Cross (A Cruz Não-Cristã), de J. D. Parsons (Londres, 1896), acrescenta:

Não existe uma única sentença, em quaisquer dos numerosos escritos que compõem o Novo Testamento, que, no grego original, forneça até mesmo evidência indireta no sentido de que o stauros usado no caso de Jesus não fosse um stauros comum; muito menos no sentido de que consistia, não de uma única peça de madeira, mas de duas peças pregadas juntas na forma de cruz. . . . Não é pouco desencaminhador da parte de nossos instrutores traduzir a palavra stauros por ‘cruz’ ao verter os documentos gregos da Igreja para a nossa língua nativa, e apoiar essa sua ação por colocar ‘cruz’ em nossos léxicos como o significado de stauros sem explicar bem que isso de forma alguma era o sentido primário da palavra nos dias dos Apóstolos, que não se tornou seu significado primário senão muito tempo depois, e assim se tornou, então, se é que se tornou, apenas porque, apesar da falta de evidência corroborativa, foi por uma razão ou outra presumido que o stauros específico no qual Jesus foi executado tinha tal formato específico.” — Pp. 23, 24; veja também The Companion Bible (A Bíblia Companheira), 1974, Apêndice N.° 162.

Em Esdras 6:11 a versão grega do V.T usou a palavra xylon (a mesma palavra usada nos textos acima. Observe com atenção o que diz Esdras 6:11: “E por mim foi dada uma ordem que, quando alguém violar este decreto, se arranque da sua casa um madeiro e ele seja pregado nele, e sua casa se tornará por esta causa uma latrina pública.”

Se lermos somente a Bíblia nas linguas originais em hebraico, aramaico e grego JAMAIS FARIAMOS A FIGURA MENTAL DE UMA CRUZ. Olha o que este artigo ADMITE: “Ele fincou estacas (stauros) por todo este caminho e aquele, grandes estacas, foram colocadas juntas, as quais ele fez rachando um carvalho até o centro negro”. (14.11). Thucydides (Historia, 4.90.2) da mesma forma descreve a construção de uma cerca “fixando estacas (staurous)” por um canal, e stauros também foi usado no sentido de “cerca” ou como “pilha” servindo como fundação. (ex. Herodotus, Historiarum 5.16; Thucydides, Historia 7.25.6-8). Também foi usado para descrever a estaca usada para empalação (compare com o uso feito por Sêneca acima), apesar do termo mais comum ser skolops, exemplo: “…atirem seus corpos em rochas pontiagudas ou os empalem com uma estaca (skolopsi)” (Euripides, Iphigenia Taurica,1430). Assim, é verdade que stauros significava originalmente estaca. Entretanto, o emprego da cruz como símbolo religioso remonta muito além do tempo de Cristo, e, assim, tem origem não-cristã. Exemplo disto é seu emprego na Índia, nos tempos antigos. Ali, na Caverna da Elefanta, pode-se ver uma cruz sobre a cabeça duma figura empenhada em massacrar bebês. Em outra antiga pintura indiana, representa-se o deus Críxena (Khrishna) com seis braços, três dos quais seguram uma cruz. Quando os conquistadores espanhóis tomaram partes das Américas, ficaram surpresos de descobrir cruzes religiosas em muitos lugares. Escreve o autor Baring-Gould, em seu livro Curious Myths of the Middle Ages (Mitos Curiosos da Idade Média):

No estado de Oaxaca [México], os espanhóis verificaram que se erguiam cruzes de madeira como símbolos sagrados . . . Na América do Sul, o mesmo signo era considerado simbólico e sagrado. Era reverenciado no Paraguai. No Peru, os incas honravam uma cruz [cita de um único bloco de jaspe . . . Entre os muíscas, em Cumaná, cria-se que a cruz . . . era dotada de poder de afugentar espíritos maus; por conseguinte, recém-nascidos eram colocados sob tal signo.”

Semelhantemente, em outras partes do mundo, a cruz tem sido reverenciada desde os tempos antigos, e se lhe atribuem poderes místicos. Observa a Cyclopaedia of Biblical, Theological, and Ecclesiastical Literature (Enciclopédia de Literatura Bíblica, Teológica e Eclesiástica):

O sinal da cruz é encontrado como símbolo sagrado entre diversas nações antigas, que podem, concordemente, ser chamadas de . . . devotas da cruz. . . . O símbolo da cruz parece ter sido bem variado em seus significados. Por vezes, é o Falo [usado na adoração do sexo], às vezes é o planeta Vênus.

Mostrando que a cruz não era um símbolo utilizado pelo cristianismo primitivo, o livro Records of Christianity (Registros do Cristianismo) declara:

Até ;mesmo a Cruz não era empregada diretamente na decoração das igrejas . . . O símbolo mais primitivo de Cristo era um peixe (século II); nos túmulos esculpidos mais antigos, ele é representado como o Bom Pastor (século III).”

Também, J. Hall, em seu Dictionary of Subjects & Symbols in Art (Dicionário de Assuntos & Símbolos na Arte), escreve:

Após o reconhecimento do Cristianismo por parte de Constantino Magno, e ainda mais a partir do 5.° séc., a cruz começou a ser representada em sarcófagos [caixões de pedra], lamparinas, caixões e outros objetos.” (O grifo é nosso.)

Acrescenta Sir E. A. Wallis Budge na obra Amulets and Talismans (Amuletos e Talismãs):

A cruz não se tornou o supremo emblema e símbolo do Cristianismo senão no século IV.

Não, não existe registro do emprego da cruz por parte dos cristãos do primeiro século.

Segundo o léxico greco-inglês de Liddell e Scott, esta palavra significa:

madeira . . . II. uma vara ou pedaço de madeira. . . III. mais tarde, uma árvore. Na Versão Autorizada, em inglês, esta palavra é traduzida “árvore”, como em Atos 5:30, onde lemos: “O Deus de nossos pais ressuscitou a Jesus, a quem vós matastes e pendurastes numa árvore.” — Veja também Atos 13:29; Gálatas 3:13; 1 Pedro 2:24, VA.

 

Mas, não afirmam os escritores do início da Era Comum

que Jesus morreu numa cruz?

 

Por exemplo, Justino, o Mártir (114-167 E. C.) descreveu do seguinte modo o que ele cria ser o tipo de estaca em que Jesus morrera:

“Pois uma barra é colocada ereta, da qual a ponta mais alta é erguida num chifre, quando a outra barra é ajustada nela, e as pontas parecem de ambos os lados como chifres conectados ao chifre único.”

Isto indica que o próprio Justino cria que Jesus morrera numa cruz. No entanto, Justino não foi inspirado por Deus, como o foram os escritores da Bíblia. Nasceu mais de oitenta anos depois da morte de Jesus, e não foi testemunha ocular daquele evento. Crê-se que, ao descrever a “cruz”, Justino seguia um escrito anterior conhecido como a “Carta de Barnabé”. Esta carta não bíblica afirma que a Bíblia descreve Abraão como tendo circuncidado trezentos e dezoito homens de sua casa. Daí, atribui significado especial à cifra em letras gregas para 318, a saber, IHT. O escritor desta obra apócrifa afirma que IH representa as primeiras duas letras de “Jesus” em grego. O T é visto como o formato da estaca de morte de Jesus. A respeito deste trecho, a Cyclopœdia de M’Clintock e Strong declara:

O escritor evidentemente não estava a par das Escrituras Hebraicas, e [também] cometeu o erro crasso de supor que Abraão estava familiarizado com o alfabeto grego alguns séculos antes de este existir.” Um tradutor para o inglês desta “Carta de Barnabé” indica que contém “numerosas inexatidões”, “interpretações absurdas e frívolas da Escritura”, e “muitas basófias tolas de conhecimento superior em que incorre seu escritor”.

Dependeria de tal escritor, ou de pessoas que o seguissem, para lhe fornecer informações exatas sobre a estaca em que Jesus morreu? A cruz não se tornou popular como símbolo na cristandade senão no quarto século E. C., quando o imperador romano, Constantino, adotou o lábaro, uma bandeira que portava o símbolo [Artwork — Caractere grego]. No entanto, este não representava a estaca de morte de Jesus, mas as letras gregas khi (X) e hro (P) uma em cima da outra. Muitos começaram a considerar este símbolo como representando as primeiras duas letras da palavra grega para Cristo (XRristos). A autor deste artigo prossegue: Mateus 27:37 E por cima da sua cabeça (epanó tés kephalés autou) puseram escrita a sua acusação: ESTE É JESUS, O REI DOS JUDEUS. Este texto é reconhecido como sugerindo uma cruz formada de dois postes.

Gostaria de saber como ele vê tal “sugestão” neste texto! Ora, alguém pregado numa cruz ou alguém pregado num madeiro ou viga pode muito bem ter algo escrito sobre sua cabeça! Não há força alguma na argumentação apresentada aqui.

Se o escritor inspirado tivesse registrado que a inscrição ou titulus estava acima dos braços dele, estaria também acima da cabeça? Sim, estaria. Portanto, a frase ἐπάνω τῆς κεφαλῆς αὐτοῦ “acima da cabeça dele” não fornece indicação alguma a respeito do instrumento sob o qual Cristo foi pendurado. Os Apóstolos foram específicos ao dizerem que ele foi pendurado em um staurós. Staurós não se referia originalmente a um objeto cruciforme,como tem afirmado alguns de uns tempos para cá, mas apenas a uma estaca ou poste. Se o Apóstolo quisesse apresentar uma imagem de Cristo numa Cruz e com braços abertos, com o títulus logo acima/junto de sua cabeça, teria provavelmente empregado a preposição σύν e não ἐπάνω.

Além disso, observe o que um pesquisado chamado Alexandre em um comentário nesta página, fala sobre isso:

“Não tem muito sentido dizer que teria que estar escrito que a placa estava “em cima das mãos” se Jesus foi pendurado numa estaca pelo seguinte:
A cabeça é a parte mais importante do corpo, quando alguém fica de cabeça pra baixo, ninguém diz que “Fulano ficou de pés pra cima”, e sim, “Fulano ficou de cabeça pra baixo”.
Por isso não teria sentido a bíblia dizer que a placa ficou “por cima de suas mãos”, até porque ficaria confuso para o leitor que não testemunhou o ocorrido ler, pois poderia imaginar que Jesus não foi pendurado de pé, ou poderia imaginar que ele estava segurando a placa como um garçom segura uma bandeja etc. ficaria confuso. Por outro lado dizer que a placa estava “em cima da cabeça” fica claro pra qualquer um que a placa estava no alto, ACIMA de Jesus”.

É digno de nota, que apesar da Torre de Vigia argumentar que stauros significava simplesmente uma estaca, (AQUI O AUTOR IGNORA QUE SÃO SO LÉXICOS E DICIONÁRIOS QUE DIZEM ISSO!)vemos através deste versículo que o instrumento que foi usado na morte de Cristo não era composto apenas de um poste vertical É a “torre de Vigia” que “argumenta ou são os léxicos e dicionários ? A autorizada Strong’s Exhaustive Concordance of the Bible (Concordância Exaustiva da Bíblia, de Strong) fornece como significado primário de staurós “uma estaca ou poste”, e, para xy’lon, “lenho”, “árvore” ou “madeira”. The New Bible Dictionary (Novo Dicionário Bíblico) afirma: “A palavra gr. para ‘cruz’ (staurós, verbo stauróo) significa primariamente uma estaca ereta ou viga, e, secundariamente, uma estaca, conforme usada qual instrumento de punição e de execução.” O livro The Non-Christian Cross (A Cruz Não-Cristã), de J. D. Parsons, explica: “Não existe uma única sentença em nenhum dos inúmeros escritos que formam o Novo Testamento que, no grego original, forneça sequer evidência indireta no sentido de que o stauros usado no caso de Jesus fosse diferente do stauros comum; muito menos no sentido de que consistisse, não em um só pedaço de madeira, mas em dois pedaços pregados juntos em forma de uma cruz.” A Obra Concordant Literal New Testament with the Keyword Concordance declara: “stauros Padrão: cruz, uma estaca reta ou viga, sem qualquer barra transversal, agora, popularmente , cruz…” (GRIFO É MEU) “stauroo …, crucificar, enfincar uma estaca no chão ,pendurar numa estaca ,empalar , agora usado popularmente, crucificar, muito embora não houvesse barra transversal.”- (GRIFO É MEU)pp. 63, 64, Greek-English Keyword Concordance, Concordant Publishing Concern, 1983, 3rd printing of 6th edition of 1976.

Foram estes escritos sobre a influencia da Torre de vigia?

Observe a próxima argumentação : João 20:25 Disseram-lhe, pois, os outros discípulos: Vimos o Senhor. Mas ele disse-lhes: Se eu não vir o sinal dos cravos(hélón) em suas mãos (en tais khersin), e não puser o dedo no lugar dos cravos(hélón), e não puser a minha mão no seu lado, de maneira nenhuma o crerei. Esta importante declaração de Tomé não deixa espaço para a noção de que o instrumento usado na morte de Cristo foi uma crux simplex. O plural sugere o uso de dois pregos para fixar as mãos de Cristo, um para cada mão. (o plural sugere algo mais que sua avaliação inescrituristica ignora,  em vista das definições de stauros e xylon e em harmonia com o subtópico abaixo) Procure uma tradução que fale algo que se entenda ! Cravos ? Que Biblia é essa ? É a Tradução desatualizada ? Ninguem usa a palavra “cravo” e sim pregos !

É correto concluir de João 20:25 que Jesus foi pregado com um prego em cada mão?

É interessante notar o seguinte:

1º – Tomé queria ver nas suas (de Jesus) mãos O SINAL dos pregos. Não fala de ‘sinais’ dos pregos. . . Poderíamos raciocinar então que O SINAL se refere a marcas em ambas as mãos, sendo que cada uma poderia mesmo deter mais de uma marca. 2º – Tomé também queria por seu dedo NO SINAL dos pregos. Desta vêz não fala ‘nos sinais’ dos pregos. . . Ao passo que Tomé podia “ver” o sinal (não os sinais) dos pregos nas mãos, ele tocaria “no sinal” DOS PREGOS em ambas as mãos. Poderíamos subentender aqui que se trata de UM sinal provocado por vários pregos em cada mão ou apenas UM sinal em cada mão, que, somados, são DOIS sinais, ou seja, um sinal composto que equivaleria ao sinal de pregos? O que podemos raciocinar sobre esses detalhes não podem passar de meras conjecturas que, mesmo gramaticalmente há uma série de entroncamentos de difícil análise conclusivo.

Portanto, qualquer interpretação que se faça baseado apenas na letra pode levar a desvios da verdade. E nesse caso, é preciso procurar o contexto histórico do momento e harmonizá-lo ao conjunto das Escrituras.
Foi cerca de 300 anos depois da morte de Cristo que alguns professos cristãos promoveram a idéia de que ele morreu numa cruz de duas vigas. Mas essa idéia se baseava na tradição e no uso errado da palavra grega stau·ros´. É digno de nota que alguns desenhos antigos, que retratam execuções romanas, mostrem um único poste de madeira ou uma árvore.

A Enciclopédia de Literatura Bíblica, Teológica, e Eclesiástica (em inglês), de M’Clintock e Strong, comenta:

‘Muito tempo e esforço já foram desperdiçados em discutir se foram usados três ou quatro pregos para pregar o Senhor. Nono afirma que foram usados apenas três, no que é acompanhado por Gregório Nazianzeno. A crença mais comum advoga quatro pregos, opinião que é apoiada em grande medida e com argumentos curiosos por Curtius. Outros elevaram o número de pregos a tantos quantos catorze.’ — Volume II, página 580.

Mateus 27:35 diz simplesmente: “Tendo-o pregado numa estaca, distribuíram a sua roupagem exterior por lançar sortes.” Poucos detalhes são fornecidos, assim como em Marcos, Lucas e João. Após a ressurreição de Jesus, Tomé disse: “A menos que eu veja nas suas mãos o sinal dos pregos e ponha o meu dedo no sinal dos pregos, e ponha a minha mão no seu lado, certamente não acreditarei.” (João 20:25) Portanto, embora os criminosos fossem às vezes amarrados à estaca com cordas, Jesus foi pregado. Alguns têm concluído também de João 20:25 que foram usados dois pregos, um para cada mão. Mas, deve-se entender o uso que Tomé fez do plural (pregos) como descrição precisa, indicando que cada uma das mãos de Jesus foi furada com um prego diferente? Em Lucas 24:39, o ressuscitado Jesus disse:

“Vede minhas mãos e meus pés, que sou eu mesmo.”

Isto sugere que os pés de Cristo também foram pregados. Visto que Tomé não fez menção de sinal de prego nos pés de Jesus, usar ele o plural “pregos” pode ter sido uma referência geral a vários pregos usados para pregar Jesus. Assim, simplesmente não é possível afirmar hoje com certeza quantos pregos foram usados. Quaisquer ilustrações de Jesus na estaca devem ser entendidas como concepções artísticas que oferecem apenas uma representação baseada nos fatos limitados de que dispomos. Não devemos permitir que a controvérsia sobre tal pormenor insignificante obscureça a verdade todo-importante de que “ficamos reconciliados com Deus por intermédio da morte de seu Filho”. — Romanos 5:10. A crítica abaixo afirma que The Companion Bible comete “um erro”. Na verdade o crítico se precipitou ao dizer isso, uma vez que ignorou o uso da palavra “geralmente” na obra. The Companion Bible NÃO EXCLUE xylon de significar uma arvore verde ou viva, mas diz que “geralmente” xylon é usada de outra maneira ao passo que a palavra dendron é específica. Observe como foi apressada a crítica do autor destas palavras: A obra The Companion Bible possui vários erros, o que nos impede de tomar este trabalho como sério. Entre seus erros, podemos citar o que ela diz sobre a palavra xulon: 2. O xulon, que geralmente denota um pedaço de pau ou madeira morta, ou lenha, para combustível ou qualquer outro propósito. Não é como dredon, que é usado para uma árvore viva ou verde, como em Mateus 21:8; Apocalipse 7:1,3; 8:7; 9:4, etc. O autor não demonstra ter conhecimento sobre as palavras que tenta explicar, já que xulon é usada para uma árvore viva ou verde, nos seguintes textos: (Lc 23:31)

Porque, se isto se faz no lenho verde, que se fará no seco ( ignorou o uso da palavra “geralmente” na obra. The Companion Bible NÃO EXCLUE xylon de significar uma arvore verde ou viva, mas diz que “geralmente” xylon é usada de outra maneira…Esses críticos se esquecem que o indivíduo passou anos para publicar seu livro e leu tudo o que pode sobre o assunto durante anos ou talvez décadas e com uma frase irresponsável desta tenta refutar uma pesquisa séria sobre o assunto , não feita as pressas e com espírito de rivalidade igual a pesquisa TENDENCIOSA E ANTI-TESTEMUNHA DE JEOVÁ que permeia seus escritos)

“Pode-se afirmar com segurança que só depois do edito de Milão, em 312 A. D., foi a cruz usada como sinal permanente de nossa Redenção. De Rossi declara positivamente que nenhum monograma de Cristo, descoberto nas catacumbas ou em outros lugares pode ser atribuído a um período anterior ao ano 312. Mesmo depois daquele ano, que marcou época, a igreja, então livre e triunfante, contentou-se com o simples monograma de Cristo: a letra grega qui verticalmente cruzada por um rô, e às vezes horizontalmente por um iota. [Artwork — caractere grego] O crucifixo mais antigo mencionado como objeto de culto público é o venerado na Igreja de Narbonne, no sul da França, tão cedo quanto o 6.° século.” — The Ecclesiastical Review, (Baltimore, Maryland; setembro de 1920), N.° 3, página 275.

A forma da “cruz”, duas vigas em ângulos retos, “teve sua origem na antiga Caldéia e foi usada como símbolo do deus Tamuz (tendo a forma do Tau místico, a letra inicial de seu nome) naquele país e em terras adjacentes, inclusive no Egito. Por volta dos meados do terceiro século A. D., as igrejas ou se tinham apartado ou tinham parodiado certas doutrinas da fé cristã. A fim de aumentar o prestígio do sistema eclesiástico apóstata aceitavam-se pagãos nas igrejas à parte de uma regeneração pela fé, e permitia-se-lhes em grande parte reterem seus sinais e símbolos pagãos. Assim se adotou o Tau ou T, na sua forma mais freqüente, com o madeiro atravessado um pouco abaixado para representar a cruz de cristo. — Expository Dictionary of New Testament Words (London, Inglaterra; 1962), W. E. Vine, Vol. I, página 256.

Ao invés de considerar a estaca de tortura sobre a qual Jesus foi pendurado como sendo uma relíquia, os cristãos judeus como Simão Pedro, a considerariam uma coisa abominável. Em Gálatas 3:13 o apóstolo Paulo cita Deuteronômio 21:23 e diz: “Está escrito: “Maldito é todo aquele pendurado num madeiro. ” Conseqüentemente os judeus cristãos considerariam o objeto de execução de Jesus como amaldiçoado . Diz a memorável autoridade Judaica, Moses Maimonides, do século 12: “Eles nunca penduram sobre uma árvore que se agarra ao solo pelas raízes, mas em cima de uma madeira desenraizadas, que não pode ser uma maldição perturbadora: uma madeira sobre a qual ninguém foi enforcado é enterrada; a fim de que o mal nome não permaneça e as pessoas devem dizer: “Esta é a madeira em que fulano foi enforcado. Assim, a pedra com a qual ninguém foi apedrejado, e da espada, com que o morto foi morto, e o pano ou manto com que alguém tenha sido estrangulado, todas estas coisas estão enterradas junto com aqueles que morreram. ” (Apud Casaub. Em Barão. Exercitat. 16, um 34., Num.. 134) diz Kalinski em Vaticinia Observationibus Illustrata,pagina 342 :

Assim,visto que um homem pendurado foi considerado a maior abominação, os judeus também odiavam, mais do que qualquer coisa, a madeira sobre a qual ele havia sido pendurado, de modo que cobriam com a terra, como sendo uma coisa igualmente abominável.

O que dizer da caricatura encontrada em 1856 ? O artigo crítico considerado nesta página diz: “Uma outra evidência sobre a crucificação foi encontrada no Paedagogium, nas encostas das montanhas Paladinas em Roma. Em 1856, R. Garrucci examinou as paredes deste edifício (talvez uma prisão para escravos), e descobriu uma caricatura de Cristo crucificado. De acordo com Jack Finegan “Este desenho rude mostra um corpo humano com a cabeça de um asno, em uma cruz. À esquerda há uma pequena figura de um garoto ou jovem em atitude de adoração”. (Light From the Ancient Past, 1959, p. 373).” Abaixo da figura, há a inscrição “ALEXAMENOS SEBETE THEON”, que pode ser traduzida por “Alexamenos adora seu deus”, ou o vocativo, “Alexamenos, adore deus”. Dai o autor diz: “Não há dúvidas de que esta figura blasfema ironizava cristãos.” Devido as palavras de Tertuliano me parece claro que havia uma zombaria dos cristãos. Observe porém que as duas linhas que formam a “cruz” foram riscadas SOBRE o desenho e não ATRAS dele, o que sugere que pode muito bem não ser parte do grafite original. As discussões sobre esta caricatura apontam várias idéias.

Eu pessoalmente afirmo que Jesus morreu num “stauros” assim como diz a Bíblia sagrada, que não aponta evidencia em outro sentido. Ademais esta caricatura é datada como sendo produzida até mais de 2 séculos depois de Cristo, o que não prova nada. Clemente de Alexandria ao falar sobre uma lista de simbolos que eram permitidos aos cristãos usar, alista o peixe e a pomba mas NADA FALA SOBRE A CRUZ. Venerar a cruz da parte de escritores pré Nicéia revela antes a adoração de longa data que a muito era feita a cruz como simbolo de origem pagâ. “… não há lugar para a cruz kerymatica. .. Não há lugar no terceiro século para um Cristo crucificado, ou um símbolo de morte divina” Ante Pacem—Archaeological Evidence of Church Life Before Constantine (1985)

Deixarei transcrito aqui alguns textos da versão Almeida Corrigida Fiel (ACF) comparando-a com a The King James Version (Authorized) e a Almeida Atualizada (AA) com a Septuaginta Grega (LXX) ou o Texto Recebido (TR). ACF Deu 21:22 Quando também em alguém houver pecado, digno do juízo de morte, e for morto, e o pendurares num MADEIRO, *LXX ‘ean de genhtai en tini amartia krima qanatou kai apoqanh kai kremashte auton epi XYLOU’ 23 – O seu cadáver não permanecerá no MADEIRO, mas certamente o enterrarás no mesmo dia; porquanto o pendurado é maldito de Deus; assim não contaminarás a tua terra, que o Senhor teu Deus te dá em herança. *LXX ‘ouk epikoimhqhsetai to swma autou epi tou XYLOU alla tafh qayete auton en th hmera ekeinh oti kekathramenov upo qeou pav kremamenov epi XULOU kai ou mianeite thn ghn hn kuriov o qeov sou didwsin soi en klhrw ‘ [Rei Jaime ‘tree’ (árvore)]. *ACF Jos 8:29E ao rei de Ai enforcou num MADEIRO, até à tarde; e ao pôr do sol ordenou Josué que o seu corpo fosse tirado do MADEIRO; e o lançaram à porta da cidade, e levantaram sobre ele um grande montão de pedras, até o dia de hoje. *LXX ‘kai ton basilea thv Gai ekremasen epi culou didumou kai hn epi tou XYLOU ewv esperav kai epidunontov tou hliou sunetacen Ihsouv kai kaqeilosan autou to swma apo tou XULOU kai erriyan auton eiv ton boqron kai epesthsan autw swron liqwn ewv thv hmerav tauthv ‘ [Rei Jaime ‘tree’ (árvore)]. *ACF Esd 6:11Também por mim se decreta que todo o homem que mudar este decreto, se arrancará um MADEIRO da sua casa, e, levantado, o pendurarão nele, e da sua casa se fará por isso um monturo. *AA ‘Também por mim se decreta que a todo homem que alterar este decreto, se arranque uma VIGA da sua casa e que ele seja pregado nela; e da sua casa se faça por isso um monturo.’ *LXX ‘kai ap’ emou eteqh gnwmh oti pav anqrwpov ov allacei to rhma touto kaqaireqhsetai XYLOU ek thv oikiav autou kai wrqwmenov paghsetai ep’ autou kai o oikov autou to kat’ eme poihqhsetai’ [Rei Jaime ‘timber’ (madeira, viga)]. *ACF Jer 10:3 Porque os costumes dos povos são vaidade; pois corta-se do bosque um MADEIRO, obra das mãos do artífice, feita com machado; LXX ‘oti ta nomima twn eqnwn mataia XYLOU estin ek tou drumou ekkekommenon ergon tektonov kai xwneuma’ [Rei Jaime ‘tree’ (árvore, tronco)]. ACF Eze 21:10 Para grande matança está afiada, para reluzir está polida. Alegrar-nos-emos pois? A vara de meu filho é que despreza todo o MADEIRO. *LXX ‘opwv sfachv sfagia ocunou opwv genh eiv stilbwsin etoimh eiv paralusin sfaze ecoudenei apwqou pan XYLOU ‘[Rei Jaime ‘tree’ (árvore, tronco). ACF Luc 23:31Porque, se ao MADEIRO verde fazem isto, que se fará ao seco? *AA Porque, se isto se faz no LENHO verde, que se fará no seco? TR ‘oti ei en tw| ugrw XYLOU tauta poiousin en tw| xhrw ti genhtai’ [Rei Jaime ‘tree’ (árvore, tronco)]. ACF (Almeida Corrigida e Fiel) ACF Ato 5:30 O Deus de nossos pais ressuscitou a Jesus, ao qual vós matastes, suspendendo-o no MADEIRO. *LXX ‘o qeov twn paterwn hmwn hgeiren Ihsoun, on umeiv diexeirisasqe kremasantev epi xylou;’ [Rei Jaime ‘tree’ (árvore, tronco)]. *ACF Atos 10:39E nós somos testemunhas de todas as coisas que fez, tanto na terra da Judéia como em Jerusalém; ao qual mataram, pendurando-o num MADEIRO. LXX ‘kai hmeiv marturev pantwn wn epoihsen en te th| xwra| twn Ioudaiwn kai [en] Ierousalhm; on kai aneilan kremasantev epi xylou.’ [Rei Jaime ‘tree’ (árvore, tronco)]. ACF Atos 13:29 E, havendo eles cumprido todas as coisas que dele estavam escritas, tirando-o do MADEIRO, o puseram na sepultura; *LXX ‘wv de etelesan panta ta peri autou gegrammena, kaqelontev apo tou xylou eqhkan eiv mnhmeion.’ [Rei Jaime ‘tree’ (árvore, tronco)]. *ACF Gal 3:13 Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no MADEIRO;Paulo cita aqui Deut 21 onde aparece a palavra MADEIRO EM HEBRAICO! *LXX ‘Xristov hmav echgorasen ek thv katarav tou nomou genomenov uper hmwn katara, oti gegraptai, Epikataratov pav o kremamenov epi xylou,’ [Rei Jaime ‘tree’ (árvore, tronco)]. *ACF 1Pe 2:24 Levando ele mesmo em seu corpo os nossos pecados sobre o MADEIRO, para que, mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; e pelas suas feridas fostes sarados. *TR ‘ov tav amartiav hmwn autov anhnegken en tw| swmati autou epi to XULON ina taiv amartiaiv apogenomenoi th| dikaiosunh| zhswmen ou tw| mwlwpi autou iayhte’ [Rei Jaime ‘tree’ (árvore, tronco)]. *ACF Gen 40:19 Dentro ainda de três dias Faraó tirará a tua cabeça e te pendurará num PAU, e as aves comerão a tua carne de sobre ti. *AA (Almeida Atualizada ) …dentro de três dias tirará Faraó a tua cabeça, e te pendurará num MADEIRO, e as aves comerão a tua carne de sobre ti. *LXX ‘eti triwn hmerwn afelei Faraw thn kefalhn sou apo sou kai kremasei se epi xylou kai fagetai ta ornea tou ouranou tav sarkav sou apo sou’ [Rei Jaime ‘tree’ (árvore, tronco)]. *ACF Marcos 14:48 E, respondendo Jesus, disse-lhes: Saístes com espadas e VARAPAUS a prender-me, como a um salteador? TR ‘kai apokriyeiv o Ihsouv eipen autoiv wv epi lh|sthn exhlyete meta maxairwn kai XULWN sullabein me’ [Rei Jaime ‘clubs’ (clubes, paus)]. ACF Atos 16:24 O qual, tendo recebido tal ordem, os lançou no cárcere interior, e lhes segurou os pés no TRONCO. TR ‘ov paraggelian toiauthn eilhfwv ebalen autouv eiv thn eswteran fulakhn kai touv podav autwn hsfalisato eiv to XULON’ [Rei Jaime ‘stocks’ (armazenar, guardar)]. ACF Apocalipse 18:12 Mercadorias de ouro, e de prata, e de pedras preciosas, e de pérolas, e de linho fino, e de púrpura, e de seda, e de escarlata; e toda a MADEIRA odorífera, e todo o vaso de marfim, e todo o vaso de MADEIRA preciosíssima, de bronze e de ferro, e de mármore; *TR ‘gomon xrusou kai argurou kai liyou timiou kai margaritou kai bussou kai porfurav kai shrikou kai kokkinou kai pan XULON yuinon kai pan skeuov elefantinon kai pan skeuov ek XULOU timiwtatou kai xalkou kai sidhrou kai marmarou’ [Rei Jaime ‘wood’ (bosque)]. *ACF Apocalipse 22:2 No meio da sua praça, e de um e de outro lado do rio, estava a ÁRVORE da vida, que produz doze frutos, dando seu fruto de mês em mês; e as folhas da ÁRVORE são para a saúde das nações. TR ‘en mesw| thv plateiav authv kai tou potamou enteuyen kai enteuyen XULON zwhv poioun karpouv dwdeka kata mhna ena ekaston apodidoun ton karpon autou kai ta fulla tou XULOU eiv yerapeian twn eynwn’ [Rei Jaime ‘tree’ (árvore, tronco)]. A Palavra grega traduzida por “cruz” em muitas versões modernas da Bíblia é “stau-rós”. No grego clássico, esta palavra significava meramente uma estaca reta, ou poste. É digno de nota que a Bíblia emprega também a palavra “xý-lon” para identificar o instrumento de execução do filho de Deus. A Greek-English Lexicon, de Liddell e Scott, define isto como significando: “MADEIRA CORTADA e pronta para uso, LENHA, MADEIRO, etc. . . PEDAÇO DE PAU, TORA, VIGA, POSTE, PORRETE… ESTACA em que os criminosos eram pregados… “

A obra The Non-Christian Cross, de autoria de J. D. Parsons (Londres, 1896), diz: “… É um tanto desencaminhante, da parte de nossos mestres, traduzirem a palavra STAUROS por ‘cruz’ ao verterem os documentos gregos da Igreja para a nossa língua nativa, e apoiarem tal medida por incluírem “cruz’ em nossos léxicos como sendo o significado de stauros, sem explicarem cuidadosamente que esse, de qualquer modo, não era o significado primário dessa palavra nos dias dos Apóstolos, que não se tornou seu significado primário senão muito depois disso, e só se tornou tal, se é que se tornou, porque, apesar da falta de evidência corroborativa, presumiu-se, por uma razão ou outra, que o stauros específico em que Jesus foi executado tinha esse determinado formato.”–Pp. 23, 24; veja também ‘the companion Bible (Londres, 1885), Apéndice Número 162.

Assim, o peso da evidência indica que Jesus morreu numa estaca e não numa cruz tradicional. QUAIS FORAM AS ORIGENS HISTÓRICAS DA CRUZ DA CRISTANDADE? Encontraram-se diversos objetos, datando de períodos muito anteriores à era cristã, marcados com cruzes de feitios diferentes, em quase cada parte do mundo antigo. A Índia, Síria, pérsia e Egito produziram inúmeros exemplos. . . O USO DA CRUZ COMO SÍMBOLO RELIGIOSO EM TEMPOS PRÉ CRISTÃOS e entre povos não-cristãos pode ser considerado como quase universal, e em muitos casos ligava-se a alguma forma de culto da natureza.”–Enciclopédia Britanica (1946), vol.6, p 753.

 

 

Carregou Jesus um patibulum ou uma estaca sob a qual foi suspenso?

 

 

     

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Comentários

  • thiago  On 8 de maio de 2011 at 19:50

    Olá Irmão Oliveira, sou testemunha de Jeová e admiro de verdade o dom que Jeová te deu. Sua destreza em assuntos de exegese é admirável,eu tenho algum conhecimento de grego koiné, mesmo assim, gostaria de aprofundar o pouco que sei. Li alguma coisa sobre vc ministrar cursos online, e.., eu ficaria feliz se pudesse me ajudar. se necessário posso tentar falar pessoalmente dai verá minha sinceridade,de qualquer forma agradeço.

    att,

    Seu irmão Thiago

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  • Wanderleia  On 20 de novembro de 2011 at 3:38

    excelente pesquisa, conclusões exatas, a verdade não permite duas vertentes, que JEOVÁ continue lhe abençoando.

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  • julio  On 13 de agosto de 2012 at 3:17

    eu gosto das verdade da biblia e no futuro vou estudar com os tj

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  • lucas  On 4 de março de 2014 at 11:25

    O livro de Joao 3:13 ao 15 deixa claro o raciocinio e so ler que a biblia fala por si só. que nao sejam orgulhosos , como pregar uma serpente numa cruz? a cruz foi instituida por constatino e nao tem nada a ver com o Instrumento que Jesus foi pregado.

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  • burt walker  On 5 de março de 2014 at 10:43

    O Novo Testamento Judaico de David Stern, não usa a palavra cruz,, mas sim a palavra ESTACA (o grifo é meu ), para o instrumento usado na execução de Jesus, veja Luc: 23 ;23,33, assim se da com outros versiculos onde em outras traduções aparecem a palavra cruz .

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  • Makumbi Eduardo (Mak)  On 27 de março de 2014 at 12:23

    Jesus Cristo foi pendurado num “madeiro”, como vimos em Gálatas 3:13.
    Não morreu numa cruz.

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  • Mak  On 1 de abril de 2014 at 14:45

    Deus é Maravilhoso!

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