João 1:1 “Deus” , “Divino” ou “um deus” ?


Para uma consideração mais gramaticalmente detalhada a respeito de João 1:1 VEJA ESTE ARTIGO

“Gramaticalmente impossível” – assim afirmou o Dr. William Barclay, da Universidade de Glasgow, Escócia. “A distorção deliberada da verdade por esta seita é vista em sua tradução do Novo Testamento. João 1:1 é traduzido: ‘…a Palavra era um deus’, uma tradução que é gramaticalmente impossível. … É abundantemente claro que uma seita que traduza o Novo Testamento desta maneira é intelectualmente desonesta.” – An Ancient heresy in Modern Dress, Expository Times, p. 65, Outubro de 1957.

Observe a opinião de outro Erudito:

Robert H. Gundry, da Faculdade Westmont, Ca, USA, nos falou sobre isso:

Quanto a tradução de João 1:1b, “e a Palavra era um deus”, é gramaticalmente possível mas não é gramaticalmente favorecida.”

D. Moody Smith Jr e George Washington Ivey, Professor do N.T., nos escreveram:

Quanto a João 1:1, a tradução ‘um deus’ é possível, mas no contexto claramente não é o que se quer dizer. ‘Divino’ é melhor, mas João claramente quer dizer que Jesus era theos.”

Observem que estes dois eruditos são honestos o suficiente para dizer que a versão de João 1:1, como encontrada na TNM, é gramaticalmente possível! Claro, ambos rejeitam tal tradução, mas não com base na gramática. Portanto, surge uma pergunta na mente de alguns, ao saberem disso:

Quem exatamente está sendo “intelectualmente desonesto”? Tem sido a TNM, ou o erudito citado no prefácio deste artigo?

Stan Bruce, orador na Faculdade do Novo Testamento Grego para todas as Nações Cristãs, Hertfordshire, UK, tem escrito o seguinte por mais de 30 anos:

“Embora tenha que se reconhecer que [theos hn ho logos] poderia ser traduzido ‘a Palavra era um deus’, não há dúvida, porém, segundo as regras da gramática grega, que a frase pode também significar A Palavra era (o) Deus.” – Introdução ao Novo Testamento usando o Evangelho de João (em Inglês, 1999), Hodder and Stoughton publishers, “Lição 3,” p.23.

Mais uma vez, outro erudito está declarando, com base em gramática, que João 1.1c poderia ser traduzido da maneira como verteu a TNM. Observe, porém, o ‘equívoco’ deste erudito. Ele declara que “segundo as regras de gramática grega” o texto poderia ser traduzido também por “A Palavra era (o) Deus”. Ao passo que isso é verdade, tal tradução faria com que a “Palavra” fosse definida, e sendo “o Deus”. A conclusão seria óbvia: tal erudito estaria ensinando sabelianismo, uma forma de modalismo, e estaria afirmando que a Palavra era Deus, o Pai! Alguns trinitários perceberam isso e agora têm falado contra o entendimento de que theós aqui seja definido, mas que ocorre, sim, num sentido “qualitativo”. Bruce prossegue nesta mesma página: “Devemos basear nossa decisão, entre estas duas alternativas, no contexto. É certamente apropriado que [theós] seja entendido da maneira que é usado comumente em todo o Evangelho.”

O que revela o contexto dos Evangelhos?

Em João 6:38, Jesus disse: “Desci do céu não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou.”

Em contraste com isso, Deus é mencionado em Daniel 4:35 como Aquele que “age segundo sua própria vontade ENTRE O EXERCITO DOS CÉUS E OS HABITANTES DA TERRA”.

Em Hebreus 9:24, Paulo escreveu sob inspiração que Jesus entrou no céu para comparecer “PERANTE a face de Deus” por nós.

Como pôde Jesus comparecer PERANTE Deus e ao mesmo tempo SER o Deus Todo Poderoso, diante de quem comparece?

E Atos 9:20 declara que Paulo, após sua conversão, passou a pregar imediatamente que Jesus é “o Filho de Deus” e não o próprio Deus, como ensina a realmente distorcida teologia trinitariana.

João, na conclusão de seu Evangelho, escreveu que “estas coisas foram escritas para que creiais que Jesus é o Cristo , o FILHO DE DEUS.” (João 20:31) Temos que crer nisso!

Efésios 1:17 fala do Pai como sendo “DEUS de nosso Senhor Jesus Cristo”.

Paulo, o apóstolo para as nações, escreveu que Deus sujeitou a Jesus todas as coisas; mas, como ele tornou claro, “se EXCETUA Aquele que lhe sujeitou todas as coisas”. – 1 Cor. 15:27.

Por que Jesus teve de receber autoridade do Pai e depois entregar o reino ao seu Pai? Faz sentido se ele fosse o Todo Poderoso Deus? – 1 Cor. 15:24, 27, 28.

Jesus foi criado, conforme diz Apocalipse 3:14: “O principio DA CRIAÇÃO de Deus”. (Portanto, segundo este verso inspirado, Jesus é parte “da criação”.)
Em harmonia com isso, Colossenses 1:15 diz que ele foi o “primogênito de toda a criação”.

Isso explica por que Jesus foi tentado. Por outro lado, “Deus não pode ser tentado”, diz Tiago 1:13.

Não se deve estudar a palavra de Deus para tentar rebater ela mesma, mas se deve estuda-la para harmonizá-la consigo mesma, e em seguida fazer com que nossos pensamentos se harmonizem com ela. MAS NÃO PODEMOS QUERER QUE ELA SE HARMONIZE COM NOSSOS PENSAMENTOS.

Em João 5:32, Jesus diz: “Há OUTRO que dá testemunho de mim, e eu sei que o testemunho que Ele dá de mim é verdadeiro.” No verso 37 Jesus acrescenta

“O Próprio Pai que me enviou tem dado testemunho de mim. Vós nem ouvistes JAMAIS A SUA VOZ NEM VISTE A SUA FIGURA. … E NÃO ACREDITAIS NAQUELE A QUEM ELE ENVIOU.”

Portanto, Jesus dava testemunho de que seu Pai o “enviou” e que a vontade primária era a Dele e não a sua.

Isso deve fazer com que reflitamos também em João 20:17, onde Jesus fala de alguém a quem chama de “meu Deus e vosso Deus”, referindo-se ao Pai dele.

A Biblia foi escrita para pessoas simples, como pescadores, lavradores e donas de casa.

Cristo enfatizou que há outra pessoa a quem está subordinado. É por isso que Paulo, em Efésios 1:17, fala do  ‘Pai e Deus de nosso Senhor Jesus Cristo’.

Em vista do exposto acima DIRETAMENTE DA BÍBLIA SAGRADA, fica claro que os Evangelhos e o restante das Escrituras não favorecem a Tradução comumente aceita em João 1:1: “E a Palavra era Deus”. Mas sim, “e a Palavra era um deus”.

Ao considerar os textos que mencionei acima, não tente rejeita-los ou minimizar a seriedade das palavras escritas sob inspiração, nem responda para sí mesmo de modo enganoso que é “argumento de Testemunha de Jeová” NÃO! leia os textos e reconheça como sendo a palavra de Deus e um dilema teológico que deverá sanar sem ignorar os textos. Nem tente responder as questões q estes textos levantam por dar sua própria interpretação. Tente entender o que os textos REALMENTE ESTÃO FALANDO! SE perceber que estes estão em contra-mão com aquilo que aprendeu e que não se harmoniza de forma alguma com o que vc crê então já é hora de rejeitar a doutrina que aprendeu e reler os textos novamente e com dedicação e oração a Deus.

Na página inicial da Tradução do Novo Mundo Defendida! postei uma lista de traduções que vertem da mesma forma que a TNM a porção correspondente a João 1:1, não com o objetivo de usar a estas como desculpa para justificar a tradução “e a palavra era um deus”, mas para mostrar que vários sites IGNORAM DIVERSOS ERUDITOS/TRADUTORES/TRADUÇÕES e se concentram em ataques unidirecionados, como se a TNM das Testemunhas de Jeová fosse a única que verteu João 1:1 por “e a palavra era um deus”. Nunca encontrei uma página atacando exclusivamente a escola ou a erudição de tais versões da mesma forma antagônica e centrada com que vejo contra as Testemunhas de Jeová.

A tradução “e a palavra era um deus” é de fato aceita por vários eruditos respeitados, apesar de alguns pastores e líderes Evangélicos ou católicos afirmarem o contrário.

Murray J. Harris escreveu:

“Do ponto de vista somente gramatical, [theos en ho logos] poderia ser traduzido “a Palavra era um deus.” (Jesus As God, 1992, página.60.) Contudo, Harris rejeita esta tradução com base não em gramática.

C.H.Dodd, embora favoreça a tradução “e a Palavra era Deus”, também escreveu:

“Uma possível tradução de [theos en ho logos] seria “a Palavra era um deus”. Como uma tradução palavra–por–palavra não pode ser condenada.” – Technical Papers for The Bible Translator, Vol 28, No.1, January 1977.

Novamente, observem as expressões “possível tradução” e “não pode ser condenada”. Dodd rejeita a forma como foi traduzido João 1:1c na TNM, mas com bases não em gramática.

Veja quão enganosos são alguns comentários como os de Walter Martin em “O Salão dos Cultos”, onde ele declara: “Contrario a tradução da Emphatic Diaglott e a Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas, a construção gramatical grega não deixa dúvida alguma de que esta é a única versão possível do texto.”

Deveríamos nos perguntar: Quantas pessoas são desencaminhas por tais afirmações claramente enganosas?

Alguns afirmam que foi simplesmente devido à “ausência do artigo em João 1:1c” que a Tradução do Novo Mundo optou pela tradução a que chegou neste verso.

Chegam até mesmo a comentar:

“Apenas pelo fato de um substantivo não ser precedido pelo artigo, não se justifica automaticamente a inserção do artigo indefinido um.”

Isto é uma simplificação grosseira dos fatos, uma prática infelizmente comum entre aqueles que não são corretamente treinados na língua grega. Estou ciente de que é uma acusação séria, porém, os fatos revelam que a Comissão de Tradução da TNM de modo consistente recusou revelar a identidade dos tradutores.

Muitos alegam que este anonimato indica falta de erudição por detrás da obra de tradução da Comissão de Tradução da TNM. Isto é um ad hominem.

De fato existem muitos eruditos neutros que elogiam a TNM.

Observem o que disse EDGAR FOSTER: ( em Classics Major, Lenoir-Rhyne College):

“Antes de eu começar a estudar grego formalmente, eu simplesmente comparei a Tradução do Novo Mundo com léxicos, comentários, e outras traduções para tentar determinar a sua exatidão. Ela passou pelo teste litmus e também passa no teste agora para mim … A TNM é uma tradução muito boa. Em minha mente, ela é uma tradução de excelência … Mas me sinto mais confortável com a RSV ou uma NASB. Na maior parte eu prefiro o meu texto grego da UBS.”

S. MACLEAN GILMORE: “Em 1950 as Testemunhas de Jeová publicaram o Novo Testamento de sua Tradução do Novo Mundo, e a preparação da tradução do Velho Testamento está agora bem avançado. A Edição do Novo Testamento foi feita por uma comissão … que possui uma competência incomum em grego.” – The Andover Newton
Quarterly
(September 1966, Vol 7, #1 paginas 25, 26).

Veja ainda o que afirmou recentemente um dos mais respeitados eruditos da atualidade a respeito de João 1:1

Sobre a forma em que verteu João 1:1, a Comissão de Tradução da TNM afirmou:

“Ao passo que a língua Grega não possui artigo indefinido correspondente ao inglês ‘um’, ela possui o artigo definido ‘ho’, frequentemente vertido em inglês por ‘The’ (significando o, a, os, as) … Frequentemente, porém, substantivos ocorrem no grego sem o artigo. Estudiosos de gramática se referem a estes substantivos como ‘anartros’, ou seja, ‘usados sem o artigo’. Notavelmente, na parte final de João 1:1, a palavra grega para ‘deus’ (theos) não possui o artigo ‘ho’ antes dela. Como vertem os tradutores tais substantivos gregos anartros para o inglês?

“Frequentemente eles adicional o artigo indefinido ‘um’ em inglês para fornecer o sentido correto da passagem … Isto não significa, porém, que toda vez que um substantivo anartro ocorre no texto grego deve aparecer em inglês com o artigo indefinido. Tradutores vertem tais substantivos de várias maneiras, às vezes até com o artigo definido, compreendendo que estes sejam definidos, apesar da ausência do artigo definido.” – A Sentinela, 1975, p.702.

Portanto, neste caso diante de nós, por que a TNM preferiu usar o artigo indefinido “um” em João 1:1c? Deixemos que eles respondam:

“A Comissão de Tradução da TNM escolheu inserir o artigo indefinido ‘um’ ali. Isto ajuda a distinguir ‘a Palavra’, Jesus Cristo, como um deus, ou pessoa divina com vasto poder, do Deus ‘com’ quem ele estava, Jehovah, o Todo Poderoso. … Alfred Marshall explica por que usou o artigo indefinido em sua tradução interlinear de todos os versos mencionados nos dois parágrafos anteriores [João 4:19; 6:70; 8:34, 44; 10:1, 13; 18:26, 37] e em muitos outros: ‘O uso dele nas traduções é um assunto de julgamento individual.’ … Foi o ‘julgamento individual’ que eruditos e tradutores têm o direito de expressar. A Comissão de Tradução da TNM expressou um julgamento diferente neste lugar por verter o texto por “um deus’. … A Tradução ‘um deus’ em João 1:1 não comete nenhuma injustiça à gramática grega. Nem conflita com a adoração Daquele a quem o ressuscitado Jesus chamou de ‘meu Deus’ e a quem o próprio Jesus está sujeito – João 20:17; Rev. 3:2, 12; 1 Cor.11:3; 15:28.” – ibidem.

Portanto, a Tradução da Comissão da TNM se deu devido:

(1) A ausência do artigo na frase ”kai theos en ho logos”.

(2) Contexto. A palavra estava “com” O Deus [ho theos em João 1:1, 2].

(3) O que o restante da Bíblia diz a respeito de Jesus.

Ao preparar esta página encontrei muitos repetindo as mesmas acusações tendenciosas contra a TNM, com base em pouco estudo e avaliações superficiais.

Que eruditos apoiam a Tradução do Novo Mundo, inclusive na forma que verteu João 1:1 ?

Podemos citar pesquisadores brasileiros tais como Valdomiro Filho que comenta:

Jo. 1.1, aqui seguramente o foco recai sobre o verso 1: “Ἐν ἀρχῇ ἦν ὁ λόγος καὶ ὁ λόγος ἦν πρὸς τὸν θεόν καὶ θεὸς ἦν ὁ λόγος.” (en arche[i] ên ho logos kai ho logos ên pros ton theon kai theos ên ro logos). É interessante perceber algumas construções gregas que em nossa língua não se permite. “πρός” (pros) é uma preposição que indica direção mas não a fusão, diferentemente de “εἷς” (heis) que indica na direção e para dentro, isso pode não parecer nada, mas significa que o logos estava junto, à direção de Deus, de forma íntima, face-a-face, mas não “se fundia” com Ele, ou seja, não é algo que indique uma única divindade absoluta com o Pai, daí decorre a segunda parte “καὶ θεὸς ἦν ὁ λόγος” (kai Theos em ho logos). No grego existe a função atributiva e a função predicativa. Esta última parte do verso é uma construção predicativa, e é importante, pois “pros ton Theon kai Theos…”, ao se referir “com Deus”, João usa “τὸν θεόν” (O Deus), e ao falar do λόγος (logos) usa a palavra θεὸς (Theos) na forma predicativa, permitindo concluirmos a origem divina do Logos, mas não como sendo O Deus Yahweh; de modo que o texto seria melhor entendido como: “O Verbo era divino”, e é exatamente dessa forma que o trinitariano Rev. Dr. Waldyr Carvalho Luz entende Jo. 1.1 e este comenta esse texto nos seguintes termos: “Da própria fraseologia se verá que o substantivo anartro não tem acepção quantitativa, a individualizar, mas, ao contrário, qualitativa, a qualificar, exatamente o oposto do termo articulado. Logo, θεός é o predicativo, ὁ λόγος o sujeito; – Destarte, o predicativo θεός não está a destacar a pessoa do λόγος mas a expressar-lhe a natureza. Em outras palavras, θεός não está individualizando ὁ λόγος, dizendo-o UM DEUS, mas indicando-lhe a essência divinal, qualificando-o como DIVINO; – Nesta modalidade, o elemento anartro é o predicativo, o articulado o sujeito, aquele a especificar a natureza deste.”1 Vale destacar dessas palavras do Dr. Waldyr a informação que θεός (Theos) nessa construção não é quantitativo, ou seja, não foi intenção de João dizer que Jesus era Deus em sua completude, e embora o Dr. Waldyr use a palavra “essência” em seu comentário, está claro que o faz de forma distinta de outros trinitarianos como Agostinho, por exemplo. Definir Deus como uma substância composta por hipóstases não é uma definição bíblica, mas uma arranjo teológico da era pós-apostólica para tentar justificar, ante as dificuldades que surgem quando analisada mais a fundo, a doutrina da trindadeo. Conforme vimos em “καὶ θεὸς ἦν ὁ λόγος” se qualifica sem quantificar” 

VEJA TAMBÉM ESTE LINK :

Era o verbo um Deus? Análise de João 1:1 a partir da teoria de relevância

e muitos outros estudiosos que concordam com a versão apresentada na TNM>

– A. N. Jannaris, Ph.D, autor de An Historical Greek Grammar e Orador em assuntos Pos-Classical e outros dialetos Gregos na Universidade de St. Andrews, Escócia (em ZNW 2 [1901], 24-25).
– Joseph Priestley, LL.D., F.R.S. (in A Familiar Illustration of Certain Passages of Scripture Relating to The Power of Man to do the Will of God, Original Sin, Election and Reprobation, The Divinity of Christ; And, Atonement for Sin by the Death of Christ [Philadelphia: Thomas Dobson, 1794], 37).
– Lant Carpenter, LL.D (em Unitarianismo nos Evangelhos [London: C. Stower, 1809], 156).
Andrews Norton, D.D. (Na obra: Uma declaração de razões para não se crer na doutrina dos trinitários[Cambridge: Brown, Shattuck, and Company, 1833], 74).

  • Herman Heinfetter, Autor de regras para se saber com exatidão o sentido nos antigos manuscritos Gregos,. [London: Evan Evans, 1864]).
    – Robert Young, LL.D. Em seu “Concise Commentary on the Holy Bible”[Grand Rapids: Baker, n.d.], 54).
    Paul Wernle, Professor na Universidade de Basil (In The Beginnings of Christianity, vol. 1, The Rise of Religion [1903], 16).
    – William Loader, Ph.D. Orador em assuntos do Novo Testamento no Perth Theological Hall, Australia, Professor na Murdoch University como um membro do Perth College of Divinity, e autor de diversos livros e artigos de jornais (in The Christology of the Fourth Gospel: Structure and Issues [Peter Lang 1992], 155). Loader se refere a tradução “um deus” em João 1:1, como vemos na TNM, como “a leitura mais natural do texto”.

Correção Ortográfica : O Apologista da Verdade

TRADUÇÃO DO NOVO MUNDO DEFENDIDA!

                                ASSISTA ESTE VÍDEO PARA VER OUTRAS VERSÕES QUE OPTARAM PELA MESMA TRADUÇÃO QUE A TRADUÇÃO DO NOVO MUNDO

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Comentários

  • gilson luiz pereira  On 7 nov 2011 at 16:56

    Eu, Gilson luiz pereira correia, casado.Sou uma testemunha de Jeová. é claro que Jesus nao é o mesmo que o pai, sim o filho enviado pelo pai.

    Curtido por 1 pessoa

  • Cláudio  On 22 fev 2012 at 21:55

    Há uma grande discrepância entre o que pregam as “Testemunhas de Jeová” e o que diz a “Tradução do Novo Mundo” (versão do “Corpo Governante”), sobre João 1. 1, o que torna todos os seus ensinamentos desacreditados e com “cheiro” de inverdade. Vejamos (analise friamente): Quem é o Deus com “D” máiúsculo? E quem é o deus com “d” minúsculo? A resposta seria óbvia: Jeová e Jesus, como óbvio é que ninguém pode servir a dois senhores (Jeová é Senhor e Jesus também). Não posso crer em quem diz que a TNM é a palavra de Deus, diz ser monoteísta, mas serve a dois deuses. Sim, as “Testemunhas de Jeová” servem a dois deuses, um chamado Jeová e outro chamado Jesus (Deus e deus), um superior outro inferior, nem precisa muito de explicação do original grego, nem da versão inglesa, pois a aberração é clara e evidente. Digo isto não para afrontar ninguém, mas para instruir, pois não há nenhum argumento que possa derrubar esta antítese. Admiro quem procura pela verdade e creio que o tal a encontrará. Tenho respeito pelas “TJ”, mas rejeito os ensinamentos e dogmas apresentados pelo “Corpo Governante”.

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    • Saga  On 18 jul 2013 at 4:37

      Tem uns problemas óbvios aqui pra quem conhece um pouco mais as Escrituras.

      Claudio disse:
      “A resposta seria óbvia: Jeová e Jesus, como óbvio é que ninguém pode servir a dois senhores (Jeová é Senhor e Jesus também).”

      Na Bíblia eu destaco três palavras para SERVIR, uma que se refere ao serviço a de um escravo a seu amo humano (douleuo), outra que se refere a serviços em geral (diakonia) e outra que se refere exclusivamente a SERVIÇO SAGRADO prestado à Deus. Então existem diferentes serviços. A palavra serviço sagrado (LATRIA, que tem sentido de ADORAÇÂO) aplica-se realmente apenas a Jeová Deus.

      Vejam esse exemplo:

      (Mateus 4:10-11) 10 Jesus disse-lhe então: “Vai-te, Satanás! Pois está escrito: ‘É a Jeová, teu Deus, que tens de adorar e é somente a ele que tens de prestar serviço sagrado [LATRIA] .’” 11 O Diabo deixou-o então, e eis que vieram anjos e começaram a ministrar-lhe [DIAKONIA]. ==> Aqui a Almeida diz: “Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás. Então o Diabo o deixou; e eis que vieram os anjos e o serviram.`

      Percebam que a Almeida traduz duas palavras diferentes por servir em dois versos consecutivos dificultando o entendimento adequado e confundindo a mente de pessoas como o Cláudio.

      Também destaco duas palavras para SENHOR, em hebraico podemos chamar alguém de “adon” (senhor” ou de “adoni” (meu senhor) querendo dizer um mestre humano, por outro lado existe a palavra ADONAY (Soberano Senhor) que é usada para o Deus dos Hebreus, pois bem, no Salmo 110:1 que se refere a Jesus Cristo, Jeová fala com o Adoni (Meu Senhor) de Davi – Jesus, ou seja Jesus é adoni não é o Adonay.

      Então existem diferentes categorias de SENHOR, assim como existem diferentes categorias de SERVIR! E em ambos casos vemos que a Palavra de Deus não usa “latria” para descrever o nosso serviço a Jesus e nem usa a palavra Adonay para descrever sue senhorio.

      Vejam como que observando os fatos com cuidado não existe nenhuma duplicidade de serviços e nem de senhores, nem incongruência, nem oposição ou contradição, mas prestamos serviço sagrado [Latria] ao Soberano Senhor [Adonay] Jeová ao nos submetermos [douleuo] a nosso Senhor [Adoni] Jesus Cristo.

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  • queruvim  On 24 fev 2012 at 1:51

    Cláudio, sugiro que estude “O uso e significado da palavra Deus nas escrituras”. Somente assim poderá entender que sua visão é superficial e não se baseia em conhecimento exato das Escrituras.Para isso estou enviando o link para sua pesquisa.

    https://traducaodonovomundodefendida.wordpress.com/2011/04/06/o-uso-e-significado-da-palavra-deus-elohim-nas-escrituras-sagradas/

    Após esta pesquisa, observe o que REALMENTE SIGNIFICA politeísmo. Não é o que vc pensa. Deve estudar também este assunto neste link que escrevi:

    “São as Testemunhas de Jeová POLITEÍSTAS ?”

    https://traducaodonovomundodefendida.wordpress.com/2010/08/31/sao-as-testemunhas-de-jeova-politeistas/

    Não tenha pressa, leia com calma e sem afobação. Na verdade “politeísmo” se refere a “crença e subsequente ADORAÇÃO ou aceitação de muitos deuses.” Tenha calma e use de raciocínio objetivo ao ler este assunto.
    Além disso Cláudio, é evidente que ignorou completamente textos bíblicos inspirados por Deus e considerados acima no artigo debaixo do título: “O que revela o contexto dos Evangelhos” Ao assim fazer está isolando alguns textos para se acomodar ao que acredita ser correto. Se é que leu este subtítulo, leu como se fosse algo da minha parte, ou ainda algo que reflete a opinião do Corpo Governante das Testemunhas de Jeová. Ignorou que são textos bíblicos claros e que lançam muita luz neste assunto tão importante sobre a verdadeira natureza de Deus.

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  • Flavio Silva  On 17 jul 2013 at 21:00

    Claudio, quando a Traduçao do novo mundo foi produzida ,em 1950, a sociedade torre de vigia era administrada por um presidente e seus associados, na epoca o irmao Natan H knorr. duas decadas depois com um claro entendimento biblico esse arranjo foi mudado , entende se agora que , os cristaos supervisionados nao por um homem , mas por um grupo de homens , no primeiro seculo os apostolos e outros anciaos . dizer que foi russel que traduziu a tnm , ou que ela é do corpo governanteé uma inverdade

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  • A2  On 20 jul 2013 at 21:39

    Meu caro,Você tem ciência de um colega seu de profissão Hebraico/Grego que em seu “Manual de língua Grega” concorda que João se referia à qualidade divina e não à pessoa de O Deus com respeito ao verbo? Ele é trinitarista e pastor presbiteriano respeitado.(Waldyr Carvalho Luz)

    Embora não concorde com a tradução de “um deus”(me parece que o Beduhn também preferia divino),por achar erroneamente que transmite a ideia de politeísmo,ele afirma categoricamente que João não quis dizer que o verbo era o mesmo Deus,mas sim que era divino.(é trocar 6 por meia dúzia,né!)Creio que poderá ser mais uma autoridade a ser citada por ti em seus estudos.Aliás,uma sugestão de postagem seria: Voltar ao tema João 1:1 mas dessa vez usar algumas autoridades,(???) ,ou outros,do Brasil e se possível no meio religioso,visto que o povo evangélico e protestante estaria mais perto,digamos assim,de comprovar as fontes dentre eles mesmos. Creio que alguns por aqui acompanharão com alguns comentários e pesquisas e talvez apareçam alguns outros nomes.

    Curtido por 1 pessoa

    • queruvim  On 20 jul 2013 at 23:24

      Realmente achei algo muito interessante sobre substantivos predicativos e a característica predicativa de THEÓS em João 1:1c comentadas neste link. Eu estive pesquisando e vou perguntar a Jason Beduhn se ele conhece alguém que partilha da mesma opinião que ele. Eu procurei algo e achei, mas estou ocupado com outros temas. Mas este também muito importante e darei atenção. As vezes fico pensando se a guerra na Siria não vai de modo inadvertido, devido a tantos bombardeios do Bashar Al Assad, desenterrar novos mss , visto que estão mudando a topografica daquela terra com tantos bombardeios. Isso pode parecer piada mas escavações em Israel e na Syria já trouceram a tona cada coisa

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      • Freitas  On 21 jul 2013 at 5:10

        Lembrei agora de um trabalho feito em 2005 por um doutorando em letras/linguística(na época),pela universidade federal de Santa Catarina(lembrei agora que salvei em PDF)prof.Marcos Souza :”Era o verbo um Deus?-Análise de João 1:1 a partir da teoria da relevância”.

        Um trabalho laico,definamos assim,onde cita vários eruditos,incluindo Bedunh,e ao final favorece a tradução “E o verbo era deus”.

        Bem,eu devo estar chovendo no molhado,pois acredito que vc já tenha conhecimento desse estudo.Acho que seria interessante vc colocar o link aqui.

        Att.

        Freitas

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        • queruvim  On 21 jul 2013 at 20:50

          Bem lembrado.Obrigado pelas contribuições e sugestões. Aguardo isso sempre que puder além de correções que achar que devem ser feitas.

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